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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

10.965 questões encontradas. Mostrando a página 430 de 549.

  • 6F95E964-E0

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! No trecho do 5º parágrafo, observe que o cronista empregou um pronome para evitar a repetição de palavras.

    Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?


    Tendo por referência a gramática normativa, a alternativa em que os pronomes substituem corretamente, as expressões em destaque no Tentei ouvir as mensagens. A secretária ele disparou todas as mensagens, desde o início do
    Escolha uma alternativa para a questão 6f95e964-e0
  • 6E5C0EFC-E0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6e5c0efc-e0
  • 6D21D7CE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 6d21d7ce-e0
  • 3111B5EE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Como fazíamos sem botão

    Uma estatística curiosa: a gente aperta por dia, em média, 125 botões. Isso apenas nas geringonças que carregamos conosco: celular, laptop, iPod. Essa história do convívio humano com o botão começou por volta de 1893, quando a Central Electric Company, de Chicago, lançou o primeiro interruptor de luz, com dois botõezinhos: um branco para ligar e um preto para desligar.

    Até então, apertar uma tecla não era atividade desconhecida - já a utilizávamos em pianos, telégrafos e, a partir de 1888, nas máquinas fotográficas da Kodak. Mas foi só no fim do século XIX que ferramentas manuais consagradas, como sinos e manivelas, começaram a ser substituídas por similares movidos a eletricidade. E de utilização fácil: no século XX, para usar qualquer coisa, bastava apertar o botão. Em vez de tocar um sino, apertava-se a campainha.

    O preço disso? Quase ninguém sabe hoje fazer nada sem apertar um botão. Acender um lampião a gás ou manusear um elevador hidráulico, por exemplo, são tarefas consideradas dificílimas. Para comprovar essa situação, na Califórnia, em 2001, foi feita uma pesquisa em escolas de segundo grau. Resultado: constatou-se que quase 30% dos alunos não faziam ideia de como usar um telefone de disco.
    Com base nas informações do texto, é correto afrmar que a :
    Escolha uma alternativa para a questão 3111b5ee-e0
  • E841439B-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Mas, se existirem exageros, eles não deverão ser criticados como tal. (l. 22-23).

    Esta afirmação, embora pareça contraditória, sugere um elemento fundamental para a compreensão do ponto de vista do autor.

    O fragmento que melhor sintetiza o ponto de vista expresso pela frase citada é:
    Escolha uma alternativa para a questão e841439b-bf
  • E7227CEB-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Ao longo do texto, o autor procura evitar generalizações, admitindo, após algumas conclusões, a possibilidade de exceções.

    Essa atitude do autor está exemplificada em:
    Escolha uma alternativa para a questão e7227ceb-bf
  • E6081EBE-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos levantaram as sobrancelhas de cientistas mais rígidos que veem as distorções com desdém e esbugalharam os olhos dos espectadores (a maioria) que pouco ligam se a ciência está certa ou errada. (l. 12-14)

    O autor faz um paralelo entre as sobrancelhas levantadas dos cientistas e os olhos esbugalhados dos espectadores.

    Assim, os olhos esbugalhados dos espectadores representam o seguinte elemento:
    Escolha uma alternativa para a questão e6081ebe-bf
  • E4ECF655-BF

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Figuras de Linguagem No título do texto, a palavra Hollywood é empregada por causa da identificação entre a indústria cinematográfica e uma localidade dos Estados Unidos que concentra empresas do ramo.

    Esse emprego, portanto, configura uma figura de linguagem conhecida como:
    Escolha uma alternativa para a questão e4ecf655-bf
  • E3CFFB66-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Na construção argumentativa, uma estratégia comum é aquela em que se reconhecem dados ou fatos contrários ao ponto de vista defendido, para, em seguida, negá-los ou reduzir sua importância.

    O fragmento do texto que exemplifica essa estratégia é:
    Escolha uma alternativa para a questão e3cffb66-bf
  • E1987587-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Marcelo Gleiser é um cientista que admite mudar de opinião se confrontado com novas evidências ou com novas reflexões.

    De acordo com o texto, o autor antes pensava que filmes devem tentar ao máximo ser fiéis à ciência que retratam, mas atualmente tem outra opinião.

    A opinião que hoje ele defende, acerca desse assunto, baseia-se na seguinte conclusão:
    Escolha uma alternativa para a questão e1987587-bf
  • DF62F047-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos Na descrição de sua situação e de seus sentimentos, o narrador utiliza diversos recursos coesivos, dentre eles o da adição.

    O fragmento do texto que exemplifica o recurso da adição está em:
    Escolha uma alternativa para a questão df62f047-bf
  • DD2D0203-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos O personagem parece julgar quase todos que o rodeiam, mas não se exime de julgar também a si mesmo.

    Um julgamento autocrítico de Isaías Caminha está melhor ilustrado no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão dd2d0203-bf
  • DC1072F2-BF

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Interpretação de Textos O personagem Isaías Caminha faz críticas àqueles que ele denomina “literatos”.

    No primeiro parágrafo, podemos entender que os chamados literatos são escritores com a característica de:
    Escolha uma alternativa para a questão dc1072f2-bf
  • DAF37C36-BF

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UERJ · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UERJ 2012, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. O texto de Lima Barreto explora o recurso da metalinguagem, ao comentar, na sua ficção, o próprio ato de compor uma ficção.

    Esse recurso está exemplificado principalmente em:
    Escolha uma alternativa para a questão daf37c36-bf
  • 3EDBEAE6-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Jantei fora. De noite fui ao teatro. Representava­se justa­mente Otelo, que eu não vira nem lera nunca; sabia apenas o assunto, e estimei a coincidência. Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço, - um simples lenço! - e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo. Os lenços perderam­se, hoje são precisos os pró­prios lençóis; alguma vez nem lençóis há, e valem só as camisas. Tais eram as ideias que me iam passando pela cabeça, vagas e turvas, à medida que o mouro rolava convulso, e Iago destilava a sua calúnia. Nos intervalos não me levantava da cadeira; não queria expor­- me a encontrar algum conhecido. As senhoras ficavam quase todas nos camarotes, enquanto os homens iam fumar. Então eu perguntava a mim mesmo se alguma daque­las não teria amado alguém que jazesse agora no cemitério, e vinham outras incoerências, até que o pano subia e continuava a peça. O último ato mostrou­- me que não eu, mas Capitu devia morrer. Ouvi as súplicas de Desdêmona, as suas palavras amo­rosas e puras, e a fúria do mouro, e a morte que este lhe deu entre aplausos frenéticos do público.

    (Machado de Assis, Dom Casmurro.)
    No texto, duas narrativas entrecruzam- se: a história vivida pelo narrador e a história encenada na peça Otelo. A semelhança entre elas reside no fato de que ambas


    Escolha uma alternativa para a questão 3edbeae6-36
  • 3AAA0D71-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UFMT · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Oh retrato da morte, oh Noite amiga

    Por cuja escuridão suspiro há tanto!

    Calada testemunha do meu pranto,

    De meus desgostos secretária antiga!

    Pois manda Amor, que a ti somente os diga,

    Dá- ­lhes pio agasalho no teu manto;

    Ouve- ­os, como costumas, ouve, enquanto

    Dorme a cruel, que a delirar me obriga:

    E vós, oh cortesãos da escuridade,

    Fantasmas vagos, mochos piadores,

    Inimigos, como eu, da claridade!

    Em bandos acudi aos meus clamores;

    Quero a vossa medonha sociedade,

    Quero fartar meu coração de horrores.

    (Bocage. Sonetos, 1994.)


    Nesse poema, predomina

    Escolha uma alternativa para a questão 3aaa0d71-36
  • DF56DDD3-FE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Figuras de Linguagem

    O efeito de humor da tira advém, dentre outros fatores, da

    Escolha uma alternativa para a questão df56ddd3-fe
  • DE6FF905-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Interpretação de Textos

    No plano formal, o poema é marcado por

    Escolha uma alternativa para a questão de6ff905-fe