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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 450 de 549.

  • 9A8CEAA1-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir para responder a questão. (Para facilitar a leitura, as legendas estão reproduzidas logo abaixo do texto 3.) 

    Texto 3 
    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Interpretação de Textos

    Revista Trip. Editora Trip. Ano 24, nº 198, abril de 2011,p. 92.

    Legendas:

    ① “Tudo tem limites, também a tolerância,pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: ‘não te é permitido fazer o que fazes’.
        Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa,insensibilidade ética ou comodismo. (...)
        Onde estão então os limites da tolerância?No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde as pessoas são desumanizadas, ali termina a tolerância.Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.”
    Leonardo Boff


    ② “Meio Ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado. Não concordaremos mais com o autoritarismo ambiental.”

    Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.


    ③ Esta é uma árvore ocupada em 1996 na região de Berkshire, Inglaterra. Parte de um dos maiores protestos da história europeia. Para construir a estrada de Newbury, as empreiteiras devastariam mais de 120 acres de árvores de grande porte. Por três meses, 7 mil pessoas bloquearam estradas, acamparam na mata e causaram um prejuízo estimado em 24 milhões de libras. Oitocentas pessoas foram presas, o exército mobilizado e a estrada, enfim, construída.

    Texto 4  

       Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.

       Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.

    BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado). 

    Considere as afirmações a seguir:
    I. O título, no texto 3, chama a atenção do leitor não só pelo emprego de letras grandes, em forma de manchete, mas também pela alusão a um topônimo.
    II. A utilização de pontos de vista antagônicos na elaboração da mensagem, no texto 3, finda por enfraquecer a estratégia de convencimento do autor.
    III. No texto 4, o autor reconhece um desejo comum aos indivíduos e critica o comportamento coletivo em relação à tomada de posição para realizá-lo.
    IV. O texto 4 oscila entre o depoimento de caráter autobiográfico e o testemunho crítico da realidade.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a8ceaa1-b6
  • 9A884845-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir para responder a questão. (Para facilitar a leitura, as legendas estão reproduzidas logo abaixo do texto 3.) 

    Texto 3 
    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Interpretação de Textos

    Revista Trip. Editora Trip. Ano 24, nº 198, abril de 2011,p. 92.

    Legendas:

    ① “Tudo tem limites, também a tolerância,pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: ‘não te é permitido fazer o que fazes’.
        Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa,insensibilidade ética ou comodismo. (...)
        Onde estão então os limites da tolerância?No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde as pessoas são desumanizadas, ali termina a tolerância.Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.”
    Leonardo Boff


    ② “Meio Ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado. Não concordaremos mais com o autoritarismo ambiental.”

    Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.


    ③ Esta é uma árvore ocupada em 1996 na região de Berkshire, Inglaterra. Parte de um dos maiores protestos da história europeia. Para construir a estrada de Newbury, as empreiteiras devastariam mais de 120 acres de árvores de grande porte. Por três meses, 7 mil pessoas bloquearam estradas, acamparam na mata e causaram um prejuízo estimado em 24 milhões de libras. Oitocentas pessoas foram presas, o exército mobilizado e a estrada, enfim, construída.

    Texto 4  

       Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.

       Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.

    BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado). 

    A respeito dos textos 3 e 4, julgue os itens a seguir:

    I. Os textos têm em comum a ideia de que um mundo melhor se faz coletivamente, como resultado da responsabilidade e da participação de todos.
    II. No texto 3, a expressão “extremo ambiente” estabelece um diálogo com a imagem apresentada. Por isso, é necessária a interação entre a linguagem verbal e a nãoverbal para as ideias se completarem.
    III. A declaração sobre o código florestal defendido pelo IBAMA, no texto 3, antagoniza-se com a problematização sobre os limites da tolerância diante da devastação da natureza.
    IV. A utilização de expressões e verbos na 3ª pessoa, no texto 4, evidencia que o autor deixa de lado sua subjetividade na discussão do tema.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a884845-b6
  • 9A84E304-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir e responda a questão. 


    Texto 1 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Interpretação de Textos
    Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

        O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
        Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
    CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

    Texto 2 

    Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
    José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
    Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
    José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
    Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
    (Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
    Acesso em: 06 de maio de 2011. 

    A entrevista do Ibase com o diretor José Padilha permite depreender que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a84e304-b6
  • 9A80E4E4-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir e responda a questão. 


    Texto 1 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Interpretação de Textos
    Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

        O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
        Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
    CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

    Texto 2 

    Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
    José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
    Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
    José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
    Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
    (Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
    Acesso em: 06 de maio de 2011. 

    Ao apresentar informações sobre a premiação do filme Tropa de Elite, no Festival de Berlim, o texto 1:

    Escolha uma alternativa para a questão 9a80e4e4-b6
  • 73153A69-B5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II 

    Imagem da questão de Português, UESPI 2011, Concordância verbal, Concordância nominal

    Observe o trecho abaixo, para responder a questão.

    Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).

    Observe o trecho: “... pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses ...”. Alterando-se a forma verbal “queixam” para “queixassem”, a correção gramatical estará mantida se alterarmos, também, as formas verbais “possuem” e “estão”.

    Assinale a alternativa em que a alteração dessas formas verbais garante essa correção.
    Escolha uma alternativa para a questão 73153a69-b5
  • 730FB5E7-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II 

    Imagem da questão de Português, UESPI 2011, Interpretação de Textos

    Observe o trecho abaixo, para responder a questão.

    Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).

    Comparando-se o comportamento dos grupos pesquisados: “pessoas que se queixam de uma vida reclusa...” e “Os sociáveis...”, é CORRETO afirmar que entre eles constata-se uma relação de:

    Escolha uma alternativa para a questão 730fb5e7-b5
  • 72EF9DF4-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    Imagem da questão de Português, UESPI 2011, Interpretação de Textos

    As ideias apresentadas no texto nos permitem afirmar, CORRETAMENTE, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72ef9df4-b5
  • 72EAF9D1-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    Imagem da questão de Português, UESPI 2011, Interpretação de Textos

    Considerando-se as informações apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72eaf9d1-b5
  • AA0DF052-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    A tela denominada “Noite Estrelada”, de Vincent Van Gogh, nos remete ao livro “Noite na Taverna”, de Álvares de Azevedo.


    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos

    Disponível em:<eternosaprendizes.com/2009/10/12/uma-noite-estrelada-por-vicent-van-gogh/> Acesso em abril de 2011.


    Sobre a tela e o livro, considere as afirmativas a seguir.

    I - Os textos não apresentam diálogos entre si, pois representam contextos diferentes.
    II - Tanto o nome da tela quanto o nome do livro, dialogam entre si, partindo da semelhança no título de ambos que têm como palavra central noite.
    III- Pode-se observar outra diferença entre a tela e o livro: enquanto em um o ambiente é natural, dinâmico, no outro é soturno, macabro, aflorando através da narrativa o lado destrutivo dos autores ultrarromânticos.
    IV- Vincent Van Gogh e Álvares de Azevedo experimentam, através de suas obras, a evasão para dar sentido aos sentimentos individuais e às visões idealizadas na infância.

    Estão corretas apenas as afirmativas:
    Escolha uma alternativa para a questão aa0df052-b5
  • AA0A3C06-B5

    Português

    Crase
    IF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Crase


    Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/> Acesso em abril de 2011.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão aa0a3c06-b5
  • AA074C4B-B5

    Português

    Gêneros Textuais
    IF-TM · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Gêneros Textuais


    Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/> Acesso em abril de 2011.

    Um dos gêneros textuais dos quais dispomos é o anúncio publicitário o qual apresenta como recurso a persuasão. Nesse contexto, o anúncio acima:
    Escolha uma alternativa para a questão aa074c4b-b5
  • AA0441A0-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge para responder a questão. 



    Imagem da questão de Português, IF-TM 2011, Interpretação de Textos


    Disponível em:< http://unebgeo.blogspot.com/2010_07_19_archive.html>

    Acesso em abril de 2011.

    Os recursos linguísticos contribuem de modo a criar o efeito de humor nas tiras. Na charge acima, isso ocorre:
    Escolha uma alternativa para a questão aa0441a0-b5
  • EAEF67E6-B5

    Português

    Gêneros Textuais
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

     Dentre os poemas que compõem Sol Sanguíneo, destacamos abaixo um excerto de “Mater”, que evoca uma das nossas matrizes culturais: a África. Leia o poema e analise o que se comenta a seguir.


    I


    De ti não há sequer
    um álbum de família:


    retratos da infância
    nos campos de arroz e gergelim.


    Talvez reste em pensamento
    pedaços de tua voz


    no vento
    como impressões digitais
     num rio.


    II
    No dia em que o azul
    roubou teus olhos
    e o silencio rival rasgou
    teu nome,
    cotovias cantaram no teu rastro.
    No dia em que a manhã
    cerrou teus olhos.

    Escolha uma alternativa para a questão eaef67e6-b5
  • EAA266B6-B5

    Português

    Regência
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise como se fez a regência dos verbos no seguinte trecho: “a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constroi mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos”. Também estaria correta a regência dos verbos na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão eaa266b6-b5
  • EA9E2237-B5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise o uso dos verbos em: “Um dos desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas”. Outra forma correta de dizer o mesmo seria:
    Escolha uma alternativa para a questão ea9e2237-b5
  • EA939935-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    No trecho: “Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental”, o segmento sublinhado tem a função de:


    1) delimitar o contexto em que a afirmação pode ser considerada.

    2) apresentar uma ressalva ao que foi dito anteriormente.

    3) delimitar o âmbito onde o fato expresso encontra sustentação.



    Está(ão) correta(s): 

    Escolha uma alternativa para a questão ea939935-b5
  • EA8FBBD5-B5

    Português

    Análise sintática
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise o segmento: ““A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais.” No segmento sublinhado, o autor pretende:
    Escolha uma alternativa para a questão ea8fbbd5-b5
  • EA89AA51-B5

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2  
    A literatura nos ajuda a construir nossa identidade
    (1) Ainda que nasça e morra só, o indivíduo tem a sua existência marcada pela coletividade de que faz parte e que funciona segundo “leis” e “regras” preestabelecidas. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas de modo a permitir que sua jornada individual tenha identidade própria.
    (2) Nos textos literários, de certo modo, entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira. Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam nossas vivências pessoais e nos ajudam a refletir sobre nossa identidade e também a construí-la.
    (3) Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos – e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.
    (4) Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.
    (5) Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do regime militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada. A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, a literatura permite também que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens, busquemos construir um futuro melhor.
    (Maria Luiza M. Abaurre; Marcela Pontara. Literatura Brasileira – tempos leitores e leituras. Ensino Médio. São Paulo: Moderna, 2005, pp., 10-11. Adaptado.)
    No fragmento: “Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana”, a palavra sublinhada tem o mesmo sentido que na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão ea89aa51-b5
  • EA85908E-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2  
    A literatura nos ajuda a construir nossa identidade
    (1) Ainda que nasça e morra só, o indivíduo tem a sua existência marcada pela coletividade de que faz parte e que funciona segundo “leis” e “regras” preestabelecidas. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas de modo a permitir que sua jornada individual tenha identidade própria.
    (2) Nos textos literários, de certo modo, entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira. Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam nossas vivências pessoais e nos ajudam a refletir sobre nossa identidade e também a construí-la.
    (3) Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos – e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.
    (4) Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.
    (5) Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do regime militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada. A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, a literatura permite também que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens, busquemos construir um futuro melhor.
    (Maria Luiza M. Abaurre; Marcela Pontara. Literatura Brasileira – tempos leitores e leituras. Ensino Médio. São Paulo: Moderna, 2005, pp., 10-11. Adaptado.)

    Considerando a coesão e a coerência promovidas pela seleção das palavras, podemos perceber, no desenvolvimento do texto 2, ocorrências:

    1) de palavras que se repetem, como ‘literatura’, ‘história’.

    2) de palavras que estão em afinidade de sentido, como ‘literatura’, ‘escritores’, ‘obras’.

    3) de palavras que são substituídas por um seu sinônimo, como ‘poemas’ por ‘criações poéticas’; (mundos) ‘fantásticos’ por (seres) ‘imaginários’.

    4) de palavras que são substituídas por outras de sentido mais geral, como ‘histórias’ e ‘poemas’ por ‘textos literários’.

    5) de palavras antônimas, como ‘nascer’ e ‘morrer’; ‘indivíduo’ e ‘coletividade’.

    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão ea85908e-b5