Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- UNESP
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 1A69F6A9-30
Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
O autor, História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia a passagem a seguir, referente a uma marcante personagem da literatura brasileira, e preencha as lacunas do texto relacionado ao excerto.
Examinou o terreiro, viu Baleia coçando-se a esfregar as peladuras no pé de turco, levou a espingarda ao rosto. A cachorra espiou o dono desconfiada, enroscou-se no tronco e foi-se desviando, até ficar no outro lado da árvore, agachada e arisca, mostrando apenas as pupilas negras. Aborrecido com esta manobra, Fabiano saltou a janela, esgueirou-se ao longo da cerca do curral, deteve-se no mourão do canto e levou de novo a arma ao rosto. Como o animal estivesse de frente e não apresentasse bom alvo, adiantou-se mais alguns passos. Ao chegar às catingueiras, modificou a pontaria e puxou o gatilho. A carga alcançou os quartos traseiros e inutilizou uma perna de Baleia, que se pôs a latir desesperadamente. (...) Dirigiu-se ao copiar, mas temeu encontrar Fabiano e afastou-se para o chiqueiro das cabras. Demorou-se aí um instante, meio desorientada, saiu depois sem destino, aos pulos.
Na famosa cena da morte de Baleia, personagem do romance
_________, de _________, é nítida a _________
da cadela numa cena extremamente _________.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia um trecho do poema “Um novo Jó”, de Manoel de Barros, e preencha os parênteses com V para verdadeiro e F para falso.
Desfrutado entre bichos
raízes, barro e água
o homem habitava
sobre um montão de pedras.
(...)
Convivência de murta
e rãs... A boca de raiz
e água escorria barro...
Bom era
sobre um pedregal frio
e limoso dormir!
Ao gume de uma adaga
tudo dar.
Bom era ser bicho
que rasteja nas pedras;
ser raiz de vegetal
ser água.
Bom era caminhar sem dono
na tarde
com pássaros em torno
e os ventos nas vestes amarelas.
Não ter nunca chegada
nunca optar por nada
Ir andando pequeno sob a chuva
torto como um pé de maçãs (...)
( ) Ainda que valorize a simplicidade do meio rural, o poema manifesta a superioridade do homem frente à natureza.
( ) O poeta brinca com as palavras, dando-lhes novos sentidos e causando estranhezas no leitor.
( ) No poema, bichos, plantas e minerais convivem em harmonia e simbiose.
( ) O eu lírico destaca a necessidade de um destino, de um objetivo a ser traçado pelo homem.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: