Português
- Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
- Prova de 2017
- UFRGS
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 2417D9B8-AF

Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Assinale a alternativa correta, de acordo com
o sentido do texto.
Se a expressão políticas linguísticas
(l. 06-07) fosse para o singular, quantas
outras alterações seriam necessárias no
período para manter-se a concordância?
Considere as seguintes sugestões de substituição de expressões articuladoras no texto.
I - Substituição de pois (l. 10) por entretanto.
II - Substituição de assim como (l. 37) por bem como.
III- Substituição de portanto (l. 52) por por conseguinte.
Quais preservariam o sentido e a correção do segmento em que ocorrem?
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, acerca das relações referenciais no texto.
( ) delas (l. 13) retoma políticas linguísticas (l. 06-07).
( ) Ele (l. 16) retoma cidadão das classes confortáveis brasileiras (l. 14-15).
( ) elas (l. 37) retoma as discussões (l. 37).
( ) eles (l. 51) retoma esses recursos (l. 48).
A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo, é
Leia o poema Terra de negros, de Oliveira Silveira.
Terra de engenhos
negro moendo
cana escorrendo
suor amargando
terra de minas
negro cavando
ouro sorrindo
(ouro dos outros)
terra café
cacau e milho
negro plantando
negro colhendo
esperanças renascendo
terra de estância
charqueada grande
negro se salgando
terra quilombo
choça e mocambo
negro lutando
e resistindo
se libertando
terra xangô
tambor de mina
e candomblé
linha de umbanda
batuque e samba
macumba e negro
reza-dançando
terra congada
maracatu
reisado e negro
representando
terra comida
pratos baianos
quindim quitutes
negro fazendo
terra capoeira
rabo-de-arraia
negro golpeando
terra favela
morro e miséria
e o negro nela
(breque) até quando?
Com base no poema abaixo, assinale a alternativa INCORRETA.
4º MOTIVO DA ROSA – Cecília Meireles
Não te aflijas com a pétala que voa:
também é ser, deixar de ser assim.
Rosas verás, só de cinza franzida,
mortas, intactas pelo teu jardim.
Eu deixo aroma até nos meus espinhos,
ao longe, o vento vai falando em mim.
E por perder-me é que me vão lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim.