Linguagens
Português
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Português
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Para o poeta, o espelho é um amigo verdadeiro porque
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Para o poeta, o espelho é um amigo verdadeiro porque
Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2005
- UNIFESP
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 02CFAD86-29
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, a metáfora do espelho é um caminho para a reflexão sobre
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, a metáfora do espelho é um caminho para a reflexão sobre
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INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
O fato de o poeta reconhecer em si a existência do menino indica que
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
O fato de o poeta reconhecer em si a existência do menino indica que
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INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, o poeta contesta o senso comum, isto é, a idéia de que
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, o poeta contesta o senso comum, isto é, a idéia de que
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INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Sobre Manuel Bandeira, é correto afirmar que
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Sobre Manuel Bandeira, é correto afirmar que
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- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 2BB5A013-BE
As linhas nas duas figuras geram um efeito que se associa ao seguinte ditado popular:Linguagens
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- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 2CFCD790-BE
O primitivismo observável no poema acima, de Oswald de Andrade, caracteriza de forma marcante Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 2E55A0D2-BE
Nesse trecho, extraído de texto publicado originalmente em 1921, o narrador Linguagens
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- Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 2FA6F1AC-BE
Explorando a função emotiva da linguagem, o poeta expressa o contraste entre marcas de variação de usos da linguagem em Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 30F056AA-BE
No poema, a referência à variedade padrão da língua está expressa no seguinte trecho: Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 326258C2-BE
No poema Procura da poesia , Carlos Drummond de Andrade expressa a concepção estética de se fazer com palavras o que o escultor Michelângelo fazia com mármore. O fragmento abaixo exemplifica essa afirmação. Esse fragmento poético ilustra o seguinte tema constante entre autores modernistas: Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 33B63003-BE
No romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos, o vaqueiro Fabiano encontra-se com o patrão para receber o salário. Eis parte da cena: No fragmento transcrito, o padrão formal da linguagem convive com marcas de regionalismo e de coloquialismo no vocabulário. Pertence à variedade do padrão formal da linguagem o seguinte trecho: Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 64823079-4D
Com base no fragmento textual que segue, responda às questões 01, 02 e 03.

De acordo com o fragmento, o ser humano

De acordo com o fragmento, o ser humano
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Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 67127175-4D
Com base no fragmento textual que segue, responda às questões 01, 02 e 03.

O sentido original do fragmento é mantido na seguinte reestruturação:

O sentido original do fragmento é mantido na seguinte reestruturação:
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Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 685B0E6B-4D
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.

As obras editadas pela República

As obras editadas pela República
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Português
- Conjunções: Relação de causa e consequência
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 6D7E0ADA-4D
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.

Ocorre uma relação semântica de causa–conseqüência entre as orações que compõem o seguinte período:

Ocorre uma relação semântica de causa–conseqüência entre as orações que compõem o seguinte período:
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- Coesão e coerência
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 6EC6A4B8-4D
O fragmento textual abaixo servirá de referência para as questões 04, 05, 06, 07, 08 e 09.

No trecho abaixo, as formas verbais em destaque estão no tempo presente.

Observando-se o registro culto da língua e a coerência temporal, a conversão desse presente em passado levaria as formas verbais, respectivamente, às seguintes flexões:

No trecho abaixo, as formas verbais em destaque estão no tempo presente.

Observando-se o registro culto da língua e a coerência temporal, a conversão desse presente em passado levaria as formas verbais, respectivamente, às seguintes flexões:
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- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 71608AE6-4D
As questões 10, 11 e 12 referem-se a O Ateneu, de Raul Pompéia.
Sérgio, narrador-personagem do romance,
Sérgio, narrador-personagem do romance,
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Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2006
- UFRN
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 72A4DCCE-4D
As questões 10, 11 e 12 referem-se a O Ateneu, de Raul Pompéia.
Na perspectiva do narrador, o ambiente do colégio interno é concebido como
Na perspectiva do narrador, o ambiente do colégio interno é concebido como