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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 353 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UDESC 2018, Gêneros Textuais

    O Texto 4 faz parte da obra Crônicas para Jovens, Marina Colasanti. Analise as proposições sobre o gênero textual crônica, e assinale (V) para verdadeira e (F) para a falsa.

    ( ) Pertence somente ao jornalismo opinativo e tem sempre como motivo as notícias do cotidiano ou mesmo um tema muito comentado ou polêmico nos jornais.
    ( ) Caracteriza-se pela sucessividade dos episódios e a simultaneidade de conflitos.
    ( ) É a representação de um fato com o objetivo de sensibilizar o espectador e provocar a emoção, o riso e a piedade.
    ( ) É o relato de fatos do cotidiano, pois está diretamente ligada ao radical grego crono, que significa tempo.
    ( ) Consiste em uma atividade literária em prosa e tem, entre outros, o objetivo de entretenimento do leitor. Registra os fatos em uma linguagem despretensiosa, que se aproxima da vida cotidiana.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 4f3ee7ce-c2
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Pontuação

    Considere o seguinte fragmento:

    Nessa perspectiva, o direito à cidade é, portanto, muito mais do que um direito de acesso individual ou grupal aos recursos que a cidade incorpora: é um direito de mudar e reinventar a cidade, de forma que ela atenda aos desejos mais profundos e às necessidades mais prementes do ser humano. (Linhas 13-15).

    O uso do sinal de dois pontos (:), nesse trecho, tem a função de

    Escolha uma alternativa para a questão 89dc5c52-c3
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    Ao tomar como base os versos “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena”, o autor da tirinha focou seu processo de criação no seguinte aspecto da língua:
    Escolha uma alternativa para a questão 89ebded7-c3
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da
    avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro:
    Record, 2004. p. 210.

    Tanto a pintura quanto a letra de música apresentadas
    Escolha uma alternativa para a questão 89f0fbab-c3
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da
    avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro:
    Record, 2004. p. 210.

    Em termos de construção, a letra da música de Chico Buarque apresenta rimas, o que lhe confere cadência e musicalidade. Já na pintura,
    Escolha uma alternativa para a questão 89f6fd52-c3
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da
    avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro:
    Record, 2004. p. 210.

    Em termos imagéticos tem-se, na pintura e na letra da canção apresentadas, respectivamente, a representação do
    Escolha uma alternativa para a questão 89fc5ca8-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    HARVEY, David. Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014. p. 28-30. (Adaptado). 
    De acordo com o texto, o direito à cidade constitui um dos direitos humanos mais básicos, o qual deve
    Escolha uma alternativa para a questão c30cc4fb-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Pontuação
    HARVEY, David. Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014. p. 28-30. (Adaptado). 
    Considere o seguinte fragmento:

    Nessa perspectiva, o direito à cidade é, portanto, muito mais do que um direito de acesso individual ou grupal aos recursos que a cidade incorpora: é um direito de mudar e reinventar a cidade, de forma que ela atenda aos desejos mais profundos e às necessidades mais prementes do ser humano. (Linhas 13-15).

    O uso do sinal de dois pontos (:), nesse trecho, tem a função de
    Escolha uma alternativa para a questão c31024a0-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    HARVEY, David. Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014. p. 28-30. (Adaptado). 
    A interrogação apresentada no fim do primeiro parágrafo, “Como podemos, portanto, definir esse direito?” (linha 4), constitui um exemplo de
    Escolha uma alternativa para a questão c313df69-c3
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.

    Ela desatinou
    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.

    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Em termos de construção, a letra da música de Chico Buarque apresenta rimas, o que lhe confere cadência e musicalidade. Já na pintura,
    Escolha uma alternativa para a questão c320171b-c3
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.

    Ela desatinou
    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.

    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Em termos imagéticos tem-se, na pintura e na letra da canção apresentadas, respectivamente, a representação do
    Escolha uma alternativa para a questão c323fd5c-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema e a tirinha a seguir para responder à questão

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    PESSOA, Fernando. Mar Português. In: Antologia Poética. Organização Walmir Ayala. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. p. 15.


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Disponível em: <https://tirasdidaticas.files.wordpress.com/2014/12/rato79.jpg?w=640&h=215>
    Acesso em: 13 nov. 2018.
    O sentido da tirinha é construído a partir da relação que estabelece com os famosos versos de Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena” (linhas 7-8). O modo como esses dois textos se relacionam é chamado de
    Escolha uma alternativa para a questão 73a3ebbc-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema e a tirinha a seguir para responder à questão

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    PESSOA, Fernando. Mar Português. In: Antologia Poética. Organização Walmir Ayala. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. p. 15.


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <https://tirasdidaticas.files.wordpress.com/2014/12/rato79.jpg?w=640&h=215>
    Acesso em: 13 nov. 2018.
    Ao tomar como base os versos “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena”, o autor da tirinha focou seu processo de criação no seguinte aspecto da língua:
    Escolha uma alternativa para a questão 73a7b00c-c4
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.



    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado 
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Tanto a pintura quanto a letra de música apresentadas
    Escolha uma alternativa para a questão 73ab56ac-c4
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.



    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado 
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Embora tanto o poema-canção quanto a pintura apresentados se enquadrem como produções modernas, a pintura se constrói sob uma perspectiva
    Escolha uma alternativa para a questão 73b498d0-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O lobo e o cordeiro
    Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
    – Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
    – Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
    – Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
    – Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
    – Se não foi você, foi seu irmão.
    – Eu não tenho irmãos.
    – Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
    Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
    La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
    O modo de construção da narrativa e a moral embutida na história indicam que o texto pertence ao gênero
    Escolha uma alternativa para a questão a24743ff-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O lobo e o cordeiro
    Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
    – Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
    – Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
    – Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
    – Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
    – Se não foi você, foi seu irmão.
    – Eu não tenho irmãos.
    – Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
    Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
    La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
    A acusação lançada pelo lobo, no trecho “Sei que você falou mal de mim no ano passado”, apresenta, em relação ao trecho anterior “Você a suja, sim”, o seguinte efeito na construção textual:
    Escolha uma alternativa para a questão a24aad84-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O lobo e o cordeiro
    Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
    – Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
    – Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
    – Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
    – Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
    – Se não foi você, foi seu irmão.
    – Eu não tenho irmãos.
    – Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
    Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
    La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
    No enunciado “Você será castigado por essa temeridade”, o termo “temeridade” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão a24e5fc5-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Não há para mim uma ruptura entre o saber empírico e o saber científico, mas uma superação. Essa superação se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna crítica. Ao se fazer crítica, tornando-se então curiosidade epistemológica, metodicamente rigorosa na sua aproximação com o objeto, promove achados de maior exatidão.

    Na verdade, a curiosidade ingênua está associada ao saber do senso comum. É a mesma curiosidade que, se tornando crítica, passa a ser curiosidade epistemológica. Muda de qualidade, mas não de essência. A curiosidade de camponeses com quem tenho dialogado ao longo de minha experiência político-pedagógica é a mesma curiosidade com que cientistas ou filósofos acadêmicos admiram o mundo. Porém, os cientistas e os filósofos superam a ingenuidade da curiosidade do camponês ao aplicarem rigor metódico à sua curiosidade.

    A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a ele algo que fazemos.

    Como manifestação da vida, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída, precisamente porque a passagem da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente. Uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita, indócil. Curiosidade com que podemos nos defender dos "irracionalismos" decorrentes do ou produzidos pelo excesso de "racionalidade" de nosso tempo altamente tecnologizado.

    FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 55. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2017. p. 32-33. (Adaptado). 
    Defende-se no texto a tese segundo a qual
    Escolha uma alternativa para a questão a251e227-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Não há para mim uma ruptura entre o saber empírico e o saber científico, mas uma superação. Essa superação se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna crítica. Ao se fazer crítica, tornando-se então curiosidade epistemológica, metodicamente rigorosa na sua aproximação com o objeto, promove achados de maior exatidão.

    Na verdade, a curiosidade ingênua está associada ao saber do senso comum. É a mesma curiosidade que, se tornando crítica, passa a ser curiosidade epistemológica. Muda de qualidade, mas não de essência. A curiosidade de camponeses com quem tenho dialogado ao longo de minha experiência político-pedagógica é a mesma curiosidade com que cientistas ou filósofos acadêmicos admiram o mundo. Porém, os cientistas e os filósofos superam a ingenuidade da curiosidade do camponês ao aplicarem rigor metódico à sua curiosidade.

    A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a ele algo que fazemos.

    Como manifestação da vida, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída, precisamente porque a passagem da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente. Uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita, indócil. Curiosidade com que podemos nos defender dos "irracionalismos" decorrentes do ou produzidos pelo excesso de "racionalidade" de nosso tempo altamente tecnologizado.

    FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 55. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2017. p. 32-33. (Adaptado). 
    Considere o seguinte enunciado:

    “A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida”.

    As expressões destacadas, colocadas entre o sujeito e o verbo, têm como função argumentativa
    Escolha uma alternativa para a questão a255261b-c4