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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
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Resultados: 10.965 questões

Página 518 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    Assinale a alternativa que contém a expressão que completa CORRETAMENTE a lacuna da linha 17. 
    Escolha uma alternativa para a questão e3167bed-40
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma consequência da poluição do ar à saúde de acordo com o Texto 1. 
    Escolha uma alternativa para a questão e3193622-40
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    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    Assinale a alternativa cuja pergunta NÃO pode ser respondida com informações contidas no Texto 1. 
    Escolha uma alternativa para a questão e31c2222-40
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o nível de linguagem utilizado no Texto 1. 
    Escolha uma alternativa para a questão e31e99bf-40
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Crase


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    As lacunas nas linhas 4 e 21 podem ser CORRETAMENTE substituídas, respectivamente, por: 
    Escolha uma alternativa para a questão e32116c1-40
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    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Sintaxe


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    Assinale a alternativa que contém a classificação sintática CORRETA do termo sublinhado na linha 7 do Texto 1. 
    Escolha uma alternativa para a questão e3238d51-40
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    No Texto 1, são marcas linguísticas características de discurso indireto, EXCETO: 
    Escolha uma alternativa para a questão e32663e5-40
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE 2024, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/poluicao-do-ar-aumenta-riscos-de-parkinson-e-avc-apontam-estudos/mobile. Acesso em: 4 out. 2024. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta o significado CORRETO para a palavra "condição", empregada na linha 15 do Texto 1. 
    Escolha uma alternativa para a questão e328fc48-40
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    Português

    Leia o fragmento do texto extraído do livro de memórias O exercício da incerteza de Drauzio Varella.


    Texto 2

            “A arte da medicina é abstrata, não obedece aos critérios daquela exibida nas obras-primas da pintura e das artes plásticas.
            [...] Em que texto didático a interferência da dúvida no relacionamento afetivo será apresentada como em Dom Casmurro, de Machado de Assis? Quem pretende estudar os efeitos disruptivos das paixões humanas vai encontrar mais densidade nas obras-primas da literatura ou nos tratados de psiquiatria?”

    VARELLA, Drauzio. A ciência e a arte. In: O exercício da incerteza. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.


    Em relação ao Texto 2, analise as afirmativas.


    I. A medicina, por sua natureza técnica, não consegue abordar adequadamente as emoções e os dilemas humanos como a literatura consegue.

    II. A medicina deveria abandonar o rigor científico e adotar a subjetividade da arte para entender melhor o ser humano.

    III. A arte da medicina se destaca por sua capacidade de utilizar a precisão científica para compreender as dores e aflições humanas.

    IV. A arte da medicina é abstrata e lida com incertezas, diferentemente das artes plásticas, que seguem regras bem definidas.


    É CORRETO o que se afirma em: 
    Escolha uma alternativa para a questão e32b3981-40
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    Português

    Considere a reflexão de Conceição Evaristo no início de sua obra Insubmissas lágrimas de mulheres no Texto 3.


    Texto 3

            “Gosto de ouvir, mas não sei se sou a hábil conselheira. Ouço muito. Da voz outra, faço a minha, as histórias também. E no quase gozo da escuta, seco os olhos. Não os meus, mas de quem conta. E, quando de mim uma lágrima se faz mais rápida do que o gesto de minha mão a correr sobre o meu próprio rosto, deixo o choro viver. E, depois, confesso a quem me conta, que emocionada estou por uma história que nunca ouvi e nunca imaginei para nenhuma personagem encarnar. Portanto estas histórias não são totalmente minhas, mas quase que me pertencem, na medida em que, às vezes, se (con)fundem com as minhas.”

            EVARISTO, Conceição. Insubmissas lágrimas de mulheres. Rio de Janeiro: Malê, 2020.


    Em relação ao texto 3, analise as afirmativas que se apresentam sobre o conceito de escrevivência.


    I. A escrevivência não separa a escrita da vida. Para Evaristo, a palavra escrita é uma extensão das vivências da autora e de sua comunidade, trazendo à tona as dores, alegrias, opressões e resistências do cotidiano.

    II. A escrevivência está fortemente conectada com a memória e a ancestralidade. Conceição Evaristo resgata histórias que foram apagadas ou silenciadas, dando voz a narrativas que carregam a força das tradições e das experiências vividas por gerações de mulheres negras.

    III.As histórias de Evaristo partem de experiências individuais, de mulheres negras. A escrevivência reafirma a subjetividade e a individualidade do "eu" narrador que se destaca do grupo marginalizado e historicamente silenciado.


    É CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão e32d923e-40
  • Linguagens

    Português

    Considere o quadrinho publicado no perfil @alma_de_plastico do Instagram.

    Imagem da questão de Português, UEA 2024, Interpretação de Textos

    Depreende-se da resposta do gato que, em sua opinião, o sentimento expresso pela moça é
    Escolha uma alternativa para a questão b3fe897a-46
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    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    Segundo o texto, o experimento proposto por Danto serviria para mostrar que o significado de um objeto de arte depende
    Escolha uma alternativa para a questão b4025497-46
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    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    “embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes.”

    Ao falar dos objetos e seus significados, a autora estabelece uma oposição entre
    Escolha uma alternativa para a questão b404c66d-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    “Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana de que nem tudo é possível em qualquer época”

    Mantendo o sentido original e a correção gramatical, a palavra sublinhada pode ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão b40721bb-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    Está na voz passiva a oração:
    Escolha uma alternativa para a questão b409b4d2-46
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    Português

    Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

        Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
        A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
    (Capitães da areia, 2008.)

    1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
    Esse conhecido episódio, que culmina no ato extremo de Sem-Pernas, faz referências ao episódio
    Escolha uma alternativa para a questão b40c3684-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

        Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
        A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
    (Capitães da areia, 2008.)

    1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
    Na frase “E acima de tudo não queria que o pegassem” (1º parágrafo), a expressão sublinhada indica que a ação pretendida pelo personagem é
    Escolha uma alternativa para a questão b40ec1b9-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

        Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
        A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
    (Capitães da areia, 2008.)

    1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
    A palavra sublinhada indica uma condição em:
    Escolha uma alternativa para a questão b4111307-46
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    Português

        A propaganda do movimento totalitário serve também para libertar o pensamento da experiência e da realidade; procura sempre injetar um significado secreto em cada evento público tangível e farejar intenções secretas atrás de cada ato político público. Quando chegam ao poder, os movimentos passam a alterar a realidade segundo as suas afirmações ideológicas. O conceito de inimizade é substituído pelo conceito de conspiração, e isso produz uma mentalidade na qual já não se experimenta e se compreende a realidade em seus próprios termos — a verdadeira inimizade ou a verdadeira amizade — mas automaticamente se presume que ela significa outra coisa.
    (Hannah Arendt. Origens do totalitarismo, 2012.)

    De acordo com o excerto, o movimento totalitário utiliza a propaganda para
    Escolha uma alternativa para a questão b4224a5e-46
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    Português

        À medida que as mudanças tecnológicas progridem de uma forma cada vez mais rápida, produzindo novas formas de risco, somos obrigados a ajustar-nos e a responder constantemente a essas mudanças. A sociedade de risco não se limita apenas aos riscos ambientais e de saúde — inclui toda uma série de mudanças na vida social contemporânea: transformações nos padrões de emprego, um nível cada vez maior de insegurança laboral, influência decrescente da tradição e dos hábitos enraizados na identidade pessoal, erosão dos padrões familiares tradicionais, e democratização dos relacionamentos pessoais. Uma vez que o nosso futuro pessoal é hoje em dia muito menos previsível em relação ao que se passava nas sociedades tradicionais, todo o tipo de decisões implica riscos para os indivíduos.
    (Anthony Giddens. Sociologia, 2008. Adaptado.)

    A sociedade de risco descrita no excerto possui caráter
    Escolha uma alternativa para a questão b42d0d0a-46