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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 533 de 549

  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Morfologia - Pronomes

    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/medicina. Acesso em: 5 set. 2025

    No trecho “Quero estar onde precisam mais de mim!”, a escolha do pronome em destaque justifica‑se por
    Escolha uma alternativa para a questão ec60853d-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Interpretação de Textos

    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/medicina. Acesso em: 5 set. 2025

    A tirinha apresenta uma proposta reflexiva ao
    Escolha uma alternativa para a questão ec6325c3-cc
  • Linguagens

    Português

    Espelho

    Por acaso, surpreendo‑me no espelho: quem é esse
    Que me olha e é tão mais velho do que eu?
    Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho...
    Meu Deus, Meu Deus... Parece
    Meu velho pai — que já morreu!
    Como pude ficarmos assim?
    Nosso olhar — duro — interroga:
    “O que fizeste de mim?!”

    QUINTANA, Mario. Disponível em: https://anfipmg.org.br/literarios/o-velho-do-espelho-mario-quintana/. Acesso em: 5 set. 2025. [Fragmento]

    A mudança da voz poética, do singular para o plural, relaciona‑se à
    Escolha uma alternativa para a questão ec65e165-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
    Escolha uma alternativa para a questão c5d41014-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


    O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

    Escolha uma alternativa para a questão c5d858ca-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão c5dac580-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.

    Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
    Escolha uma alternativa para a questão c5dd9c00-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.

    “A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.”

    A função da oração subordinada em destaque no período é
    Escolha uma alternativa para a questão c5e04173-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


    O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

    Escolha uma alternativa para a questão c5e3427f-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
    TEXTO II
    Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
    Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
    Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
    Releia o trecho a seguir.

    “Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.”

    Considerando a gramática normativa, assinale a alternativa que apresenta a reescrita desse trecho sem que haja alteração do sentido original.
    Escolha uma alternativa para a questão c5e5f693-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
    TEXTO II
    Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
    Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
    Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
    O texto II apresenta uma finalidade motivacional ao
    Escolha uma alternativa para a questão c5e88511-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
    TEXTO II
    Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
    Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
    Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
    Releia o trecho a seguir.

    “A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.”

    Na oração em destaque, a colocação pronominal justifica‑se pela 
    Escolha uma alternativa para a questão c5eaf739-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
    TEXTO II
    Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
    Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
    Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
    Considerando o propósito comunicativo, predomina no texto II a função da linguagem cujo foco é
    Escolha uma alternativa para a questão c5ed4c6e-cc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Qualin - Faculdade de Saúde 2025, Morfologia
    Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/16552491. Acesso em: 1º abr. 2025. Adaptada.


    O texto acima trabalha com a possibilidade da ambiguidade obtida devido à/ao  
    Escolha uma alternativa para a questão ebc12995-cd
  • Linguagens

    Português

    Deixa eu dizer que te amo

    Deixa eu pensar em você

    Isso me acalma, me acolhe a alma

    Isso me ajuda a viver 

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/marisa-monte/47268/. Acesso em: 28 mar. 2025.


    Dadas as afirmativas acerca do pronome em destaque nos versos: “Deixa eu dizer que te amo / Deixa eu pensar em você”,


    I. Evidencia-se, nos versos, a prática da maioria dos falantes do português brasileiro (de todas as regiões, de todos os níveis de escolaridade) em usar os pronomes pessoais retos para exercer as funções sintáticas: objeto direto do primeiro verbo e sujeito do segundo.

    II. Nota-se uma tendência cada vez mais acentuada que leva o português do Brasil a preferir usar o pronome sujeito (reto) quando a norma-padrão conservadora cobra um pronome-objeto (oblíquo).

    III. Nos versos, há um fenômeno sintático que, na tradição gramatical, recebe o nome de sujeito acusativo, usado praticamente pelos falantes incultos brasileiros.


    verifica-se que está/ão correta/s  
    Escolha uma alternativa para a questão ebc4a12d-cd
  • Linguagens

    Português

    Eu ando pelo mundo

    Prestando atenção em cores

    Que eu não sei o nome

    Cores de Almodóvar

    Cores de Frida Kahlo

    Cores!


    Passeio pelo escuro

    Eu presto muita atenção

    No que meu irmão ouve

    E como uma segunda pele

    Um calo, uma casca

    Uma cápsula protetora

    Ai, Eu quero chegar antes

    Pra sinalizar

    O estar de cada coisa

    Filtrar seus graus

    [...] 

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/43856/. Acesso em: 28 mar. 2025.


    Com base na construção dos versos: “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome”, da música Esquadros, de Adriana Calcanhotto, e, considerando a estrutura morfossintática, dadas as afirmativas,


    I. Como acontece com as orações relativas-padrão, houve nos versos em questão uma drástica alteração da ordem “antecedente - preposição - consequente”.

    II. Pelas regras da norma-padrão, a autora deveria ter usado uma adequada preposição no verso: “Que eu não sei o nome”.

    III. O verso: “Que eu não sei o nome” poderia ser substituído, sem prejuízos semânticos, por: “Das quais eu não sei o nome”.


    verifica-se que está/ão correta/s 
    Escolha uma alternativa para a questão ebc77514-cd
  • Linguagens

    Português

    Plataforma

    Não põe corda no meu bloco

    Nem vem com teu carro-chefe

    Não dá ordem ao pessoal

    Não traz lema nem divisa


    Que a gente não precisa

    Que organizem nosso carnaval

    Não sou candidato a nada

    Meu negócio é madrugada


    Mas meu coração não se conforma

    O meu peito é do contra

    E por isso mete bronca

    Neste samba plataforma


    Por um bloco

    Que derrube esse coreto

    Por passistas à vontade

    Que não dancem o minueto


    Por um bloco

    Sem bandeira ou fingimento

    Que balance e abagunce

    O desfile e o julgamento


    Por um bloco que aumente

    O movimento

    Que sacuda e arrebente

    O cordão de isolamento

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/joao-bosco/46531/. Acesso em: 28 mar. 2025


    Levando-se em consideração a letra dessa composição, dadas as afirmativas,


    I. A composição é uma expressão artística que se apropria do contexto do carnaval para tecer uma crítica social e cultural.

    II. A letra da canção clama por organização rígida e pelas estruturas de poder que, muitas vezes, se infiltram nas celebrações populares, como o carnaval, que é um símbolo de liberdade e de expressão espontânea no Brasil.

    III. O compositor utiliza a metáfora do carnaval para falar de temas mais amplos, como a resistência contra a conformidade e a burocracia.

    IV. A letra da canção apresenta mensagem que rejeita a autenticidade e a quebra de padrões que limitam a expressão individual e coletiva.


    verifica-se que está/ão correta/s 
    Escolha uma alternativa para a questão ebca038e-cd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Qualin - Faculdade de Saúde 2025, Interpretação de Textos
    Disponível em: https://folhapress.folha.com.br/arte/61287. Acesso em: 30 mar. 2025.


    Essa charge retrata a sanção do projeto de lei que proíbe o uso de celulares nas escolas. Nela, as diferentes linguagens, representadas pelo aluno, evidenciam uma postura 
    Escolha uma alternativa para a questão ebcc8e6d-cd
  • Linguagens

    Português

    O que a BNCC diz

        Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Cada competência traz a proposta de um aluno ativo, que consegue não apenas compreender e reconhecer a importância do que foi aprendido, mas, principalmente, refletir sobre como ocorre a construção do conhecimento, conquistando autonomia para estudar e aprender em diversos contextos, inclusive fora da escola.

    Disponível em: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/5/competencia-1-conhecimento. Acesso em: 30 mar. 2025.


    A respeito do vocábulo “que” no contexto: “Cada competência traz a proposta de um aluno ativo, que consegue não apenas compreender e reconhecer a importância...”, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão ebcf3fe7-cd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Qualin - Faculdade de Saúde 2025, Interpretação de Textos
    Disponível em: https://www.facebook.com/Prometeus22/. Acesso em: 28 mar. 2025.


    Dadas as afirmativas acerca das funções da linguagem,


    I. Na imagem, a função apresentada é a conativa, pois se centra na mensagem e em como ela é transmitida, e em razão disso, o anúncio possui recursos não verbais.

    II. A função apelativa ou conativa é bem própria do gênero textual que foi apresentado.

    III. No cartaz, o verbo encontra-se no imperativo. Verbos no imperativo são frequentes nos anúncios e conferem mais brevidade e impacto à mensagem que se deseja transmitir ao receptor.

    IV. O cartaz apresentado proporciona uma reflexão sobre o papel do cidadão em práticas cotidianas, junto a quem é endereçada a mensagem.

    V. O verbo no imperativo, característico da função informativa, não interfere na leitura do cartaz, uma vez que o uso deles se trata de uma questão meramente estilística.


    verifica-se que estão corretas apenas  
    Escolha uma alternativa para a questão ebd1e8fe-cd