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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 224 de 549

  • Linguagens

    Português

    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) Na frase "Essa, no entanto, é uma ideia PARA LÁ DE controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis.", a expressão destacada denota a ideia de :
    Escolha uma alternativa para a questão 665f4e66-c1
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    7 MITOS SOBRE REFUGIADOS

    Vários países ocidentais, entre eles o Brasil, estão recebendo fluxos de migrantes e de refugiados, e as reações contrárias aos recém-chegados se multiplicam. Mas a vinda deles pode representar boas notícias para quem os recebe.

    Por: Unescopress

        Hoje o mundo é a casa do maior número de migrantes e refugiados de que se tem registro em qualquer outro momento da história. Tal situação traz desafios complexos para muitos países que tentam gerenciar esse fluxo e acolher com sucesso os novos cidadãos.

    Esses desafios se agravam com a falta de informações precisas e acessíveis na mídia, em que mitos e informações incorretas prevalecem. No pior dos casos, o foco está nos desafios envolvidos ou numa ameaça imaginária de um fluxo repentino de estrangeiros. Faltam quase que por completo na cobertura midiática as múltiplas vantagens para os países que acolhem e as inúmeras histórias de indivíduos, muitas vezes, com alto nível de estudos e ávidos por trabalhar, que buscam uma nova vida e contribuem positivamente para as sociedades que os recebem.

    A Unesco criou um curso para escolas de jornalismo e mídia: “Reporting Migration with a Focus on Refugees” (Reportar a imigração com foco nos refugiados, em tradução livre). O curso é focado na promoção de parcerias que permitam uma visão mais equilibrada da situação. A seguir, estão alguns dos mitos mais comuns e prejudiciais sobre os refugiados.

    1) OS REFUGIADOS SÃO UM PROBLEMA EUROPEU. A Europa acolhe apenas 6% dos refugiados globais, comparados com 39% no Oriente Médio e Norte da África e 29% no resto da África. A grande maioria dos refugiados sírios está em países vizinhos, como Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa por mar em 2015, o que representa apenas 0,3% da população total .

    2) OS REFUGIADOS NÃO ESTÃO DESESPERADOS. ESTÃO ESCOLHENDO MIGRAR. Por definição, refugiados são pessoas que fogem cruzando fronteiras para escapar de conflitos violentos ou de perseguição. Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário. Os enormes riscos pessoais que os refugiados assumem ao escaparem testemunham a gravidade da situação em que se encontram. Os migrantes são de uma categoria mais ampla, que inclui aqueles que migram por razões econômicas e pessoas buscando escapar de desastres ambientais e da fome.

    3) A MAIORIA DOS REFUGIADOS SÃO HOMENS JOVENS E FISICAMENTE APTOS. Segundo o Alto Comando das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de 75% dos refugiados sírios são mulheres e crianças. Dos refugiados que chegaram à Europa em 2016, mais da metade eram mulheres e crianças.

    4) OS REFUGIADOS ROUBAM OS EMPREGOS DO PAÍS DE ACOLHIMENTO. Os refugiados criam empregos. De acordo com uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), refugiados expandem o mercado doméstico e criam um emprego para cada vaga que ocupam. Em alguns países, eles respondem por quase um terço do crescimento econômico entre 2007 e 2013.

    5) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES FRAUDAM O SISTEMA SOCIAL. A maioria dos refugiados paga mais aos cofres públicos do que retira deles. Pesquisas feitas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Grécia mostram que os refugiados são menos ou igualmente dependentes dos fundos públicos em relação aos moradores locais.

    6) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES TRAZEM O TERRORISMO. Dos ataques terroristas no mundo, durante os últimos anos, a vasta maioria foi feita por cidadãos nascidos nos países envolvidos. “Não é o fluxo de refugiados que causa o terrorismo, são o terrorismo, a tirania e a guerra que criam os refugiados”, afirma Antônio Guerra, secretário-geral da ONU. Criar divisões entre as pessoas e estimular o ódio entre grupos é parte da estratégia do terrorismo, em primeiro lugar.

    7) OS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO SUPERPOPULOSOS E NÃO PODEM ACOLHER MAIS PESSOAS. O crescimento da população nativa na maioria dos países desenvolvidos está em declínio, um problema que pode ter os fluxos migratórios como solução. Refugiados e migrantes podem sustentar os níveis populacionais e trazer uma base de pessoas em idade produtiva para sustentar o número crescente de aposentados dos países que os recebem. 

    Fonte: Revista Planeta, ano 27, edição 542, 2018, p. 54-55.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos

    TEXTO 2


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos
    Os mitos que o Texto 1 apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 66602a40-d8
  • Linguagens

    Português

    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) O trecho "A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros" traduz a ideia de que o autor: 
    Escolha uma alternativa para a questão 6663d944-c1
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    7 MITOS SOBRE REFUGIADOS

    Vários países ocidentais, entre eles o Brasil, estão recebendo fluxos de migrantes e de refugiados, e as reações contrárias aos recém-chegados se multiplicam. Mas a vinda deles pode representar boas notícias para quem os recebe.

    Por: Unescopress

        Hoje o mundo é a casa do maior número de migrantes e refugiados de que se tem registro em qualquer outro momento da história. Tal situação traz desafios complexos para muitos países que tentam gerenciar esse fluxo e acolher com sucesso os novos cidadãos.

    Esses desafios se agravam com a falta de informações precisas e acessíveis na mídia, em que mitos e informações incorretas prevalecem. No pior dos casos, o foco está nos desafios envolvidos ou numa ameaça imaginária de um fluxo repentino de estrangeiros. Faltam quase que por completo na cobertura midiática as múltiplas vantagens para os países que acolhem e as inúmeras histórias de indivíduos, muitas vezes, com alto nível de estudos e ávidos por trabalhar, que buscam uma nova vida e contribuem positivamente para as sociedades que os recebem.

    A Unesco criou um curso para escolas de jornalismo e mídia: “Reporting Migration with a Focus on Refugees” (Reportar a imigração com foco nos refugiados, em tradução livre). O curso é focado na promoção de parcerias que permitam uma visão mais equilibrada da situação. A seguir, estão alguns dos mitos mais comuns e prejudiciais sobre os refugiados.

    1) OS REFUGIADOS SÃO UM PROBLEMA EUROPEU. A Europa acolhe apenas 6% dos refugiados globais, comparados com 39% no Oriente Médio e Norte da África e 29% no resto da África. A grande maioria dos refugiados sírios está em países vizinhos, como Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa por mar em 2015, o que representa apenas 0,3% da população total .

    2) OS REFUGIADOS NÃO ESTÃO DESESPERADOS. ESTÃO ESCOLHENDO MIGRAR. Por definição, refugiados são pessoas que fogem cruzando fronteiras para escapar de conflitos violentos ou de perseguição. Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário. Os enormes riscos pessoais que os refugiados assumem ao escaparem testemunham a gravidade da situação em que se encontram. Os migrantes são de uma categoria mais ampla, que inclui aqueles que migram por razões econômicas e pessoas buscando escapar de desastres ambientais e da fome.

    3) A MAIORIA DOS REFUGIADOS SÃO HOMENS JOVENS E FISICAMENTE APTOS. Segundo o Alto Comando das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de 75% dos refugiados sírios são mulheres e crianças. Dos refugiados que chegaram à Europa em 2016, mais da metade eram mulheres e crianças.

    4) OS REFUGIADOS ROUBAM OS EMPREGOS DO PAÍS DE ACOLHIMENTO. Os refugiados criam empregos. De acordo com uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), refugiados expandem o mercado doméstico e criam um emprego para cada vaga que ocupam. Em alguns países, eles respondem por quase um terço do crescimento econômico entre 2007 e 2013.

    5) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES FRAUDAM O SISTEMA SOCIAL. A maioria dos refugiados paga mais aos cofres públicos do que retira deles. Pesquisas feitas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Grécia mostram que os refugiados são menos ou igualmente dependentes dos fundos públicos em relação aos moradores locais.

    6) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES TRAZEM O TERRORISMO. Dos ataques terroristas no mundo, durante os últimos anos, a vasta maioria foi feita por cidadãos nascidos nos países envolvidos. “Não é o fluxo de refugiados que causa o terrorismo, são o terrorismo, a tirania e a guerra que criam os refugiados”, afirma Antônio Guerra, secretário-geral da ONU. Criar divisões entre as pessoas e estimular o ódio entre grupos é parte da estratégia do terrorismo, em primeiro lugar.

    7) OS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO SUPERPOPULOSOS E NÃO PODEM ACOLHER MAIS PESSOAS. O crescimento da população nativa na maioria dos países desenvolvidos está em declínio, um problema que pode ter os fluxos migratórios como solução. Refugiados e migrantes podem sustentar os níveis populacionais e trazer uma base de pessoas em idade produtiva para sustentar o número crescente de aposentados dos países que os recebem. 

    Fonte: Revista Planeta, ano 27, edição 542, 2018, p. 54-55.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos

    TEXTO 2


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos
    O antônimo da palavra COMPLEXOS, destacada no primeiro parágrafo do Texto 1, é
    Escolha uma alternativa para a questão 66654469-d8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2010, Interpretação de Textos

    Considerando os seus conhecimentos sobre os gêneros textuais, o texto citado constitui-se de
    Escolha uma alternativa para a questão 6666500d-bb
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    7 MITOS SOBRE REFUGIADOS

    Vários países ocidentais, entre eles o Brasil, estão recebendo fluxos de migrantes e de refugiados, e as reações contrárias aos recém-chegados se multiplicam. Mas a vinda deles pode representar boas notícias para quem os recebe.

    Por: Unescopress

        Hoje o mundo é a casa do maior número de migrantes e refugiados de que se tem registro em qualquer outro momento da história. Tal situação traz desafios complexos para muitos países que tentam gerenciar esse fluxo e acolher com sucesso os novos cidadãos.

    Esses desafios se agravam com a falta de informações precisas e acessíveis na mídia, em que mitos e informações incorretas prevalecem. No pior dos casos, o foco está nos desafios envolvidos ou numa ameaça imaginária de um fluxo repentino de estrangeiros. Faltam quase que por completo na cobertura midiática as múltiplas vantagens para os países que acolhem e as inúmeras histórias de indivíduos, muitas vezes, com alto nível de estudos e ávidos por trabalhar, que buscam uma nova vida e contribuem positivamente para as sociedades que os recebem.

    A Unesco criou um curso para escolas de jornalismo e mídia: “Reporting Migration with a Focus on Refugees” (Reportar a imigração com foco nos refugiados, em tradução livre). O curso é focado na promoção de parcerias que permitam uma visão mais equilibrada da situação. A seguir, estão alguns dos mitos mais comuns e prejudiciais sobre os refugiados.

    1) OS REFUGIADOS SÃO UM PROBLEMA EUROPEU. A Europa acolhe apenas 6% dos refugiados globais, comparados com 39% no Oriente Médio e Norte da África e 29% no resto da África. A grande maioria dos refugiados sírios está em países vizinhos, como Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa por mar em 2015, o que representa apenas 0,3% da população total .

    2) OS REFUGIADOS NÃO ESTÃO DESESPERADOS. ESTÃO ESCOLHENDO MIGRAR. Por definição, refugiados são pessoas que fogem cruzando fronteiras para escapar de conflitos violentos ou de perseguição. Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário. Os enormes riscos pessoais que os refugiados assumem ao escaparem testemunham a gravidade da situação em que se encontram. Os migrantes são de uma categoria mais ampla, que inclui aqueles que migram por razões econômicas e pessoas buscando escapar de desastres ambientais e da fome.

    3) A MAIORIA DOS REFUGIADOS SÃO HOMENS JOVENS E FISICAMENTE APTOS. Segundo o Alto Comando das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de 75% dos refugiados sírios são mulheres e crianças. Dos refugiados que chegaram à Europa em 2016, mais da metade eram mulheres e crianças.

    4) OS REFUGIADOS ROUBAM OS EMPREGOS DO PAÍS DE ACOLHIMENTO. Os refugiados criam empregos. De acordo com uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), refugiados expandem o mercado doméstico e criam um emprego para cada vaga que ocupam. Em alguns países, eles respondem por quase um terço do crescimento econômico entre 2007 e 2013.

    5) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES FRAUDAM O SISTEMA SOCIAL. A maioria dos refugiados paga mais aos cofres públicos do que retira deles. Pesquisas feitas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Grécia mostram que os refugiados são menos ou igualmente dependentes dos fundos públicos em relação aos moradores locais.

    6) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES TRAZEM O TERRORISMO. Dos ataques terroristas no mundo, durante os últimos anos, a vasta maioria foi feita por cidadãos nascidos nos países envolvidos. “Não é o fluxo de refugiados que causa o terrorismo, são o terrorismo, a tirania e a guerra que criam os refugiados”, afirma Antônio Guerra, secretário-geral da ONU. Criar divisões entre as pessoas e estimular o ódio entre grupos é parte da estratégia do terrorismo, em primeiro lugar.

    7) OS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO SUPERPOPULOSOS E NÃO PODEM ACOLHER MAIS PESSOAS. O crescimento da população nativa na maioria dos países desenvolvidos está em declínio, um problema que pode ter os fluxos migratórios como solução. Refugiados e migrantes podem sustentar os níveis populacionais e trazer uma base de pessoas em idade produtiva para sustentar o número crescente de aposentados dos países que os recebem. 

    Fonte: Revista Planeta, ano 27, edição 542, 2018, p. 54-55.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos

    TEXTO 2


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos
    O quadro Números Reais, presente no Texto 1
    Escolha uma alternativa para a questão 6669c157-d8
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    7 MITOS SOBRE REFUGIADOS

    Vários países ocidentais, entre eles o Brasil, estão recebendo fluxos de migrantes e de refugiados, e as reações contrárias aos recém-chegados se multiplicam. Mas a vinda deles pode representar boas notícias para quem os recebe.

    Por: Unescopress

        Hoje o mundo é a casa do maior número de migrantes e refugiados de que se tem registro em qualquer outro momento da história. Tal situação traz desafios complexos para muitos países que tentam gerenciar esse fluxo e acolher com sucesso os novos cidadãos.

    Esses desafios se agravam com a falta de informações precisas e acessíveis na mídia, em que mitos e informações incorretas prevalecem. No pior dos casos, o foco está nos desafios envolvidos ou numa ameaça imaginária de um fluxo repentino de estrangeiros. Faltam quase que por completo na cobertura midiática as múltiplas vantagens para os países que acolhem e as inúmeras histórias de indivíduos, muitas vezes, com alto nível de estudos e ávidos por trabalhar, que buscam uma nova vida e contribuem positivamente para as sociedades que os recebem.

    A Unesco criou um curso para escolas de jornalismo e mídia: “Reporting Migration with a Focus on Refugees” (Reportar a imigração com foco nos refugiados, em tradução livre). O curso é focado na promoção de parcerias que permitam uma visão mais equilibrada da situação. A seguir, estão alguns dos mitos mais comuns e prejudiciais sobre os refugiados.

    1) OS REFUGIADOS SÃO UM PROBLEMA EUROPEU. A Europa acolhe apenas 6% dos refugiados globais, comparados com 39% no Oriente Médio e Norte da África e 29% no resto da África. A grande maioria dos refugiados sírios está em países vizinhos, como Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa por mar em 2015, o que representa apenas 0,3% da população total .

    2) OS REFUGIADOS NÃO ESTÃO DESESPERADOS. ESTÃO ESCOLHENDO MIGRAR. Por definição, refugiados são pessoas que fogem cruzando fronteiras para escapar de conflitos violentos ou de perseguição. Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário. Os enormes riscos pessoais que os refugiados assumem ao escaparem testemunham a gravidade da situação em que se encontram. Os migrantes são de uma categoria mais ampla, que inclui aqueles que migram por razões econômicas e pessoas buscando escapar de desastres ambientais e da fome.

    3) A MAIORIA DOS REFUGIADOS SÃO HOMENS JOVENS E FISICAMENTE APTOS. Segundo o Alto Comando das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de 75% dos refugiados sírios são mulheres e crianças. Dos refugiados que chegaram à Europa em 2016, mais da metade eram mulheres e crianças.

    4) OS REFUGIADOS ROUBAM OS EMPREGOS DO PAÍS DE ACOLHIMENTO. Os refugiados criam empregos. De acordo com uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), refugiados expandem o mercado doméstico e criam um emprego para cada vaga que ocupam. Em alguns países, eles respondem por quase um terço do crescimento econômico entre 2007 e 2013.

    5) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES FRAUDAM O SISTEMA SOCIAL. A maioria dos refugiados paga mais aos cofres públicos do que retira deles. Pesquisas feitas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Grécia mostram que os refugiados são menos ou igualmente dependentes dos fundos públicos em relação aos moradores locais.

    6) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES TRAZEM O TERRORISMO. Dos ataques terroristas no mundo, durante os últimos anos, a vasta maioria foi feita por cidadãos nascidos nos países envolvidos. “Não é o fluxo de refugiados que causa o terrorismo, são o terrorismo, a tirania e a guerra que criam os refugiados”, afirma Antônio Guerra, secretário-geral da ONU. Criar divisões entre as pessoas e estimular o ódio entre grupos é parte da estratégia do terrorismo, em primeiro lugar.

    7) OS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO SUPERPOPULOSOS E NÃO PODEM ACOLHER MAIS PESSOAS. O crescimento da população nativa na maioria dos países desenvolvidos está em declínio, um problema que pode ter os fluxos migratórios como solução. Refugiados e migrantes podem sustentar os níveis populacionais e trazer uma base de pessoas em idade produtiva para sustentar o número crescente de aposentados dos países que os recebem. 

    Fonte: Revista Planeta, ano 27, edição 542, 2018, p. 54-55.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos

    TEXTO 2


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos
    Segundo o Texto 1, os vocábulos REFUGIADOS e MIGRANTES
    Escolha uma alternativa para a questão 666d138e-d8
  • Linguagens

    Português

    Considere o trecho e as afirmações a seguir para responder à questão.


    Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário.


    I. A expressão ESSE DIREITO retoma O DIREITO LEGAL AO ASILO.

    II. O vocábulo ELE retoma ESSE DIREITO.

    III. Ambos os vocábulos SE têm valor de conjunção.

    IV.Um dos vocábulos SE tem valor de partícula apassivadora.


    Estão corretas apenas

    Escolha uma alternativa para a questão 6670d218-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho a seguir para responder à questão. 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Análise sintática

    Sintaticamente, o trecho se constitui de
    Escolha uma alternativa para a questão 66751393-d8
  • Linguagens

    Português

     Leia o texto a seguir para responder à questão.Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos


    No período “O pensamento iluminista abraçou a ideia do progresso e buscou ativamente a ruptura com a história e a tradição esposada pela modernidade” (linhas 1-2), as palavras “abraçou” e “esposada” são usadas em sentido
    Escolha uma alternativa para a questão 6679923b-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o Texto 3 a seguir para responder às questões de 05 a 07.

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Coesão e coerência

    O título do Texto 3 é aparentemente incoerente. Durante a leitura, essa aparência é desfeita pelo estabelecimento da referência textual, que ocorre pela
    Escolha uma alternativa para a questão 667bd562-58
  • Linguagens

    Português

     Leia o texto a seguir para responder à questão.Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos


    É ideia defendida no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 667cd1bf-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho a seguir para responder à questão. 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Adjetivos

    Os vocábulos SÍRIOS e QUE, em destaque no trecho, respectivamente, têm valor de
    Escolha uma alternativa para a questão 667fa637-d8
  • Linguagens

    Português

     Leia o texto a seguir para responder à questão.Imagem da questão de Português, UEG 2019, Pontuação


    Considere o seguinte trecho do texto:

    “O século XX – com seus campos de concentração e esquadrões da morte, seu militarismo e duas guerras mundiais, sua ameaça de aniquilação nuclear e sua experiência de Hiroshima e Nagasaki – certamente deitou por terra esse otimismo”. (Linhas 16-18).

    O travessão duplo é usado no período com a função de
    Escolha uma alternativa para a questão 66807580-c3
  • Linguagens

    Português

     Leia o texto a seguir para responder à questão.Imagem da questão de Português, UEG 2019, Análise sintática


    Considere o seguinte enunciado:

    “Há quem, como Habermas, continue a apoiar o projeto, se bem que com forte dose de ceticismo quanto às suas metas, com muita angústia quanto à relação entre meios e fins e com certo pessimismo no tocante à possiblidade de realizar tal projeto nas condições econômicas e políticas contemporâneas”. (Linhas 30-33).

    O constituinte sintático introduzido por “se bem que” estabelece com o trecho anterior uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 66838fc1-c3
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    Português

    Leia o trecho a seguir para responder à questão. 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Coesão e coerência

    O vocábulo SEGUNDO, sem alteração no sentido do trecho, pode ser substituído por
    Escolha uma alternativa para a questão 668466a7-d8
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    Português

    Observe a tirinha a seguir.

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos

    Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Acesso em: 30 ago. 2019.

    O sentido global da tirinha é constituído a partir de uma relação

    Escolha uma alternativa para a questão 6687630c-c3
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    Português

    TEXTO 1

    7 MITOS SOBRE REFUGIADOS

    Vários países ocidentais, entre eles o Brasil, estão recebendo fluxos de migrantes e de refugiados, e as reações contrárias aos recém-chegados se multiplicam. Mas a vinda deles pode representar boas notícias para quem os recebe.

    Por: Unescopress

        Hoje o mundo é a casa do maior número de migrantes e refugiados de que se tem registro em qualquer outro momento da história. Tal situação traz desafios complexos para muitos países que tentam gerenciar esse fluxo e acolher com sucesso os novos cidadãos.

    Esses desafios se agravam com a falta de informações precisas e acessíveis na mídia, em que mitos e informações incorretas prevalecem. No pior dos casos, o foco está nos desafios envolvidos ou numa ameaça imaginária de um fluxo repentino de estrangeiros. Faltam quase que por completo na cobertura midiática as múltiplas vantagens para os países que acolhem e as inúmeras histórias de indivíduos, muitas vezes, com alto nível de estudos e ávidos por trabalhar, que buscam uma nova vida e contribuem positivamente para as sociedades que os recebem.

    A Unesco criou um curso para escolas de jornalismo e mídia: “Reporting Migration with a Focus on Refugees” (Reportar a imigração com foco nos refugiados, em tradução livre). O curso é focado na promoção de parcerias que permitam uma visão mais equilibrada da situação. A seguir, estão alguns dos mitos mais comuns e prejudiciais sobre os refugiados.

    1) OS REFUGIADOS SÃO UM PROBLEMA EUROPEU. A Europa acolhe apenas 6% dos refugiados globais, comparados com 39% no Oriente Médio e Norte da África e 29% no resto da África. A grande maioria dos refugiados sírios está em países vizinhos, como Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa por mar em 2015, o que representa apenas 0,3% da população total .

    2) OS REFUGIADOS NÃO ESTÃO DESESPERADOS. ESTÃO ESCOLHENDO MIGRAR. Por definição, refugiados são pessoas que fogem cruzando fronteiras para escapar de conflitos violentos ou de perseguição. Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário. Os enormes riscos pessoais que os refugiados assumem ao escaparem testemunham a gravidade da situação em que se encontram. Os migrantes são de uma categoria mais ampla, que inclui aqueles que migram por razões econômicas e pessoas buscando escapar de desastres ambientais e da fome.

    3) A MAIORIA DOS REFUGIADOS SÃO HOMENS JOVENS E FISICAMENTE APTOS. Segundo o Alto Comando das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de 75% dos refugiados sírios são mulheres e crianças. Dos refugiados que chegaram à Europa em 2016, mais da metade eram mulheres e crianças.

    4) OS REFUGIADOS ROUBAM OS EMPREGOS DO PAÍS DE ACOLHIMENTO. Os refugiados criam empregos. De acordo com uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), refugiados expandem o mercado doméstico e criam um emprego para cada vaga que ocupam. Em alguns países, eles respondem por quase um terço do crescimento econômico entre 2007 e 2013.

    5) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES FRAUDAM O SISTEMA SOCIAL. A maioria dos refugiados paga mais aos cofres públicos do que retira deles. Pesquisas feitas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Grécia mostram que os refugiados são menos ou igualmente dependentes dos fundos públicos em relação aos moradores locais.

    6) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES TRAZEM O TERRORISMO. Dos ataques terroristas no mundo, durante os últimos anos, a vasta maioria foi feita por cidadãos nascidos nos países envolvidos. “Não é o fluxo de refugiados que causa o terrorismo, são o terrorismo, a tirania e a guerra que criam os refugiados”, afirma Antônio Guerra, secretário-geral da ONU. Criar divisões entre as pessoas e estimular o ódio entre grupos é parte da estratégia do terrorismo, em primeiro lugar.

    7) OS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO SUPERPOPULOSOS E NÃO PODEM ACOLHER MAIS PESSOAS. O crescimento da população nativa na maioria dos países desenvolvidos está em declínio, um problema que pode ter os fluxos migratórios como solução. Refugiados e migrantes podem sustentar os níveis populacionais e trazer uma base de pessoas em idade produtiva para sustentar o número crescente de aposentados dos países que os recebem. 

    Fonte: Revista Planeta, ano 27, edição 542, 2018, p. 54-55.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Gêneros Textuais

    TEXTO 2


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Gêneros Textuais
    Os textos 1 e 2 possuem em comum
    Escolha uma alternativa para a questão 668ca9ef-d8
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    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Gêneros Textuais

    O Texto 2 configura-se como uma
    Escolha uma alternativa para a questão 6691c253-d8