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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 264 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, USP 2013, Interpretação de Textos O emprego de aspas em uma dada expressão pode servir, inclusive, para indicar que ela;

    I. foi utilizada pelo autor com algum tipo de restrição;

    II. pertence ao jargão de uma determinada área do conhecimento;

    III. contém sentido pejorativo, não assumido pelo autor.

    Considere as seguintes ocorrências de emprego de aspas presentes no texto:

    A. "pós-moderna" (L. 1);
    B. "mau uso" (L. 3);
    C. "livre jogo do mercado" (L. 10);
    D. "livre" (L. 11);
    E. "resto do mundo" (L. 16).

    As modalidades I, II e III de uso de aspas, elencadas acima, verificam-se, respectivamente, em;
    Escolha uma alternativa para a questão 78057b1f-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2011, Interpretação de Textos Considerando o sentido de algumas palavras/ expressões no texto, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 78268831-27
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    No contexto do poema, o verso “Parodiar o sol e associar-se à lua” (1a estrofe) expressa,
    Escolha uma alternativa para a questão 78b92b1b-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    Em seu conjunto, a terceira estrofe revela uma preocupação de natureza
    Escolha uma alternativa para a questão 78c402e8-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    “Um, dois, três lampiões, acende e continua”
    Outros mais a acender imperturbavelmente,” (2a estrofe)

    O trecho sublinhado
    Escolha uma alternativa para a questão 78c70af1-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.

        Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________.

    (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)
    As palavras “indistinto” e “incorpóreo” são formadas com um prefixo que tem o mesmo significado do prefixo de
    Escolha uma alternativa para a questão 78cf17b4-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão.

         Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. 
         Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum.
         Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião.

    (Comentários da semana, 2008.)
    Machado de Assis faz o comentário sobre um acontecimento histórico específico. Segundo o autor,
    Escolha uma alternativa para a questão 78d31283-06
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Antes que seja tarde

    Sérgio Vaz


    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Interpretação de Textos

    Fragmento adaptado. VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. 2.ed. São Paulo: Global Editora, 2021. p. 71-73.
    Sérgio Vaz é poeta, idealizador da Semana de Arte Moderna da Periferia, fundador da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) e de outros projetos.


    No fragmento do texto intitulado “Antes que seja tarde”, predomina a estrutura
    Escolha uma alternativa para a questão 78d376aa-df
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão.

         Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. 
         Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum.
         Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião.

    (Comentários da semana, 2008.)
    Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto e uma figura de linguagem que nele ocorre.
    Escolha uma alternativa para a questão 78d74818-06
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Antes que seja tarde

    Sérgio Vaz


    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Figuras de Linguagem
    Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Figuras de Linguagem

    Fragmento adaptado. VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. 2.ed. São Paulo: Global Editora, 2021. p. 71-73.
    A prosa de Sérgio Vaz, caracteristicamente poética, apresenta várias figuras de linguagem. Marque a opção em que os elementos sublinhados NÃO CORRESPONDEM à figura apontada:
    Escolha uma alternativa para a questão 78d98f1e-df
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Para o autor do texto, a comparação à literatura configura
    Escolha uma alternativa para a questão 78da6d11-06
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Antes que seja tarde

    Sérgio Vaz


    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Interpretação de Textos

    Fragmento adaptado. VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. 2.ed. São Paulo: Global Editora, 2021. p. 71-73.
    Leia o trecho para responder à questão:


    “Fico em silêncio quando a multidão desinformada pede redução da maioridade penal, porém, ela sabe que, se não educarmos nossas crianças, vão ter que prendê-las com 16, depois 14, depois 12, até que não tenhamos mais crianças nas ruas.” (Linhas 25 - 30). 


    Assinale a opção em que a substituição do conectivo “porém” altera o sentido do enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 78dc259d-df
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    “E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função − no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.” (1° parágrafo)

    A palavra sublinhada pode ser substituída, com correção gramatical, mantendo-se o sentido original do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 78ddd2e6-06
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Antes que seja tarde

    Sérgio Vaz


    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Sintaxe
    Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Sintaxe

    Fragmento adaptado. VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. 2.ed. São Paulo: Global Editora, 2021. p. 71-73.
    Leia o trecho para responder à questão:


    “Fico em silêncio quando a multidão desinformada pede redução da maioridade penal, porém, ela sabe que, se não educarmos nossas crianças, vão ter que prendê-las com 16, depois 14, depois 12, até que não tenhamos mais crianças nas ruas.” (Linhas 25 - 30). 


    O sujeito a que se refere o predicado “vão ter que prendê-las” é
    Escolha uma alternativa para a questão 78deb70a-df
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    “Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro.” (2° parágrafo)

    Mantendo-se o significado original e a correção gramatical, os dois trechos sublinhados podem ser substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão 78e0d589-06
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Antes que seja tarde

    Sérgio Vaz


    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Sintaxe
    Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2025, Sintaxe

    Fragmento adaptado. VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. 2.ed. São Paulo: Global Editora, 2021. p. 71-73.
    A oração sublinhada – que a gente vai sentir falta das crianças – em “E elas, as ruas, serão tão seguras que a gente vai sentir falta das crianças” (Linhas 31-32) expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 78e14404-df
  • Linguagens

    Português

    Texto 2

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2025, Pontuação

    Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/tag/educacaono brasil/page/8/. Acesso em: 07 abr. 2025.
    O uso de reticências ao final do primeiro quadrinho se justifica por
    Escolha uma alternativa para a questão 78e414b2-df
  • Linguagens

    Português

    O fragmento textual abaixo servirá de base para as questões 06, 07, 08, 09 e 10.

    Imagem da questão de Português, UFRN 2008, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Seria correta a substituição das formas verbais compostas tinha publicado (l inha 4) e tinha experimentado (l inha 5) pelas respectivas formas simples:
    Escolha uma alternativa para a questão 78ea8f75-4b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2011, Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo INSTRUÇÃO: Para responder à questão 24, leia as informações sobre as palavras numeradas de 1 a 4 e preencha os parênteses com V (verdadeiro) e F (falso).

    1. “implacável” ( linha 02)

    2. “irrespirável” ( linha 03)

    3. “irreciclável” ( linha 16)

    4. “biodesagradável” ( linha 16)

    Sobre essas palavras, afirma- se:

    ( ) todas contêm um elemento negativo.

    ( ) o sufixo – ável denota a ideia de “passível de”, diferentemente de – adas, em “arrasadas” ( linha 08), que denota processo concluído.

    ( ) nas palavras 1 e 2, um mesmo prefixo assume grafias diversas, em decorrência das letras (“p” e “r”) seguintes.

    ( ) a palavra 4 apresenta um elemento a mais do que as palavras 1 e 2.

    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 790b8dfd-27
  • Linguagens

    Português

    O messianismo é um fenômeno da religiosidade popular, que surgiu em áreas rurais do Brasil Colonial em decorrência da reação à miséria e às necessidades espirituais do sertanejo. A romaria é uma das manifestações desse fato histórico-religioso. O conto Milagre em Juazeiro, da obra Livro dos homens, de Ronaldo Correia de Brito, narra uma romaria ao santuário de Padre Cícero. Tendo em vista as informações históricas e o conto em questão, constata-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 7914bc6f-58