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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 396 de 549

  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Análise sintática
    A alternativa em que o fragmento transcrito expressa uma ideia de contraste em relação ao que se declara antes, no contexto frasal, é a
    Escolha uma alternativa para a questão be3840bc-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos

    Carlos Drummond de Andrade inicia seu ?Poema de sete faces? (texto 1, linhas 1-3) com os seguintes versos: Quando nasci, um anjo torto / desses que vivem na sombra / disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. A partir da comparação desses versos de Drummond com os três versos iniciais do poema de Adélia Prado (texto 2, linhas 31-33), considere as seguintes afirmações: I. Há, ent

    I. Há, entre esses versos destacados, uma coincidência sintática, semântica e métrica.

    II. No poema de Adélia Prado, texto 2, há um caso de polifonia (presença de mais de uma voz).

    III. Ocorre, no segundo poema, texto 2, uma subversão do sentido do primeiro (texto 1).

    Está correto o que se afirma
    Escolha uma alternativa para a questão be412c47-a5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    A alternativa em que a referência temporal na frase está expressa não apenas nas formas verbais é a
    Escolha uma alternativa para a questão be428f8e-e7
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    “Decidamos nós, brasileiros, pelo cuidado contínuo com o bem-estar de todos, neste momento em que a história de nosso país, aparentemente, faz uma curva rumo a um futuro melhor.” (l. 50-53)


    Sobre o fragmento em destaque, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão be4788a7-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Interpretação de Textos

    Na linha 23, a palavra “basbaques” só NÃO pode ser entendida como
    Escolha uma alternativa para a questão be48d547-e1
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    A tira exemplifica
    Escolha uma alternativa para a questão be4cad25-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Interpretação de Textos

    Leia as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

    I. O narrador afirma que as distâncias não são grandes, o ser humano é que é pequeno.
    II. O autor nos impele a protestar contra o assombro e o terror da tecnologia.
    III . O texto nos diz que o bacteriologista é um astrônomo às avessas, porque não é um basbaque.
    Escolha uma alternativa para a questão be4da14c-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Funções morfossintáticas da palavra QUE

    Em “... confesso QUE nunca cheguei a me impressionar...” (linhas 12-13), a classe gramatical do termo sublinhado é
    Escolha uma alternativa para a questão be51ae3e-e1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Análise sintática

    A oração “... que a moça do rótulo segurava entre os dedos um pote de Cymbeline...” ( linhas 5-6 ) pode ser classificada sintaticamente como
    Escolha uma alternativa para a questão be55f433-e1
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    A enunciadora
    Escolha uma alternativa para a questão be57f361-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2009, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Em “Como me ACOSTUMARA...” (linha 16) o verbo RASCUNHO está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão be5941c1-e1
  • Linguagens

    Português

    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.


    I. Em sua obra, Carlos Drummond de Andrade conseguiu explicar a dualidade existente entre os seres, exaltando a percepção dos problemas vitais à luz das teorias científicas de sua época.
    II. Érico Veríssimo aborda uma temática voltada para o interesse pelas zonas habitadas por povos da antiguidade greco-latina.

    III . João Simões Lopes Neto apenas produziu textos poéticos, pois era de índole literária semelhante à de Mário Quintana.
    Escolha uma alternativa para a questão be5cad78-e1
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    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    LEMINSKI, Paulo. Caprichos e relaxos. São Paulo: Círculo do Livro, [s.d.]. p. 54.


    Identifique com V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.

    O poema comprova


    ( ) o uso de linguagem polissêmica.

    ( ) a ruptura com a linearidade do verso.

    ( ) o enfoque crítico de uma temática social.

    ( ) o sentimento de dúvida do sujeito poético decorrente do desejo não concretizado.

    ( ) a disposição das palavras construindo imagens fônica e visual significativas na tradução do tema.



    A alternativa que contem a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão be64077c-e7
  • Linguagens

    Português

    Sobre Francisco Lobo da Costa e sua obra, analise as afirmações seguintes como FALSAS (F) ou VERDADEIRAS (V) e marque a opção que contém a sequência certa.

    I. A narrativa de Francisco Lobo da Costa é repleta de gírias e de palavras de baixo calão.
    II. Sua poesia é essencialmente romântica.
    III. Sua dramaturgia é essencialmente humanista, além de apresentar fortes traços de uma estética barroca e naturalista.

    A correta é
    Escolha uma alternativa para a questão be64c953-e1
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2019, Interpretação de Textos

    Quanto ao sentido, o provérbio que se relaciona mais diretamente com a fala da criança é:
    Escolha uma alternativa para a questão be714015-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial do conto “O cobrador”, de Rubem Fonseca, para responder à questão.



            Na porta da rua uma dentadura grande, embaixo escrito Dr. Carvalho, Dentista. Na sala de espera vazia uma placa, Espere o Doutor, ele está atendendo um cliente. Esperei meia hora, o dente doendo, a porta abriu e surgiu uma mulher acompanhada de um sujeito grande, uns quarenta anos, de jaleco branco.             Entrei no gabinete, sentei na cadeira, o dentista botou um guardanapo de papel no meu pescoço. Abri a boca e disse que o meu dente de trás estava doendo muito. Ele olhou com um espelhinho e perguntou como é que eu tinha deixado os meus dentes ficarem naquele estado.

            Só rindo. Esses caras são engraçados.

           Vou ter que arrancar, ele disse, o senhor já tem poucos dentes e se não fizer um tratamento rápido vai perder todos os outros, inclusive estes aqui — e deu uma pancada estridente nos meus dentes da frente.             Uma injeção de anestesia na gengiva. Mostrou o dente na ponta do boticão: A raiz está podre, vê?, disse com pouco caso. São quatrocentos cruzeiros.

             Só rindo. Não tem não, meu chapa, eu disse.

            Não tem não o quê? Não tem quatrocentos cruzeiros. Fui andando em direção à porta.

          Ele bloqueou a porta com o corpo. É melhor pagar, disse. Era um homem grande […]. E meu físico franzino encoraja as pessoas. Odeio dentistas, comerciantes, advogados, industriais, funcionários, médicos, executivos, essa canalha inteira. Todos eles estão me devendo muito. Abri o blusão, tirei o 38 [...]. Ele ficou branco, recuou. Apontando o revólver para o peito dele comecei a aliviar o meu coração: tirei as gavetas dos armários, joguei tudo no chão, chutei os vidrinhos todos como se fossem balas, eles pipocavam e explodiam na parede. Arrebentar os cuspidores e motores foi mais difícil, cheguei a machucar as mãos e os pés. O dentista me olhava, várias vezes deve ter pensado em pular em cima de mim, eu queria muito que ele fizesse isso para dar um tiro naquela barriga grande […].

         Eu não pago mais nada, cansei de pagar!, gritei para ele, agora eu só cobro!


    (O melhor de Rubem Fonseca, 2015.)

    No trecho, o narrador expressa, sobretudo, um sentimento de
    Escolha uma alternativa para a questão be7635cb-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial do conto “O cobrador”, de Rubem Fonseca, para responder à questão.



            Na porta da rua uma dentadura grande, embaixo escrito Dr. Carvalho, Dentista. Na sala de espera vazia uma placa, Espere o Doutor, ele está atendendo um cliente. Esperei meia hora, o dente doendo, a porta abriu e surgiu uma mulher acompanhada de um sujeito grande, uns quarenta anos, de jaleco branco.             Entrei no gabinete, sentei na cadeira, o dentista botou um guardanapo de papel no meu pescoço. Abri a boca e disse que o meu dente de trás estava doendo muito. Ele olhou com um espelhinho e perguntou como é que eu tinha deixado os meus dentes ficarem naquele estado.

            Só rindo. Esses caras são engraçados.

           Vou ter que arrancar, ele disse, o senhor já tem poucos dentes e se não fizer um tratamento rápido vai perder todos os outros, inclusive estes aqui — e deu uma pancada estridente nos meus dentes da frente.             Uma injeção de anestesia na gengiva. Mostrou o dente na ponta do boticão: A raiz está podre, vê?, disse com pouco caso. São quatrocentos cruzeiros.

             Só rindo. Não tem não, meu chapa, eu disse.

            Não tem não o quê? Não tem quatrocentos cruzeiros. Fui andando em direção à porta.

          Ele bloqueou a porta com o corpo. É melhor pagar, disse. Era um homem grande […]. E meu físico franzino encoraja as pessoas. Odeio dentistas, comerciantes, advogados, industriais, funcionários, médicos, executivos, essa canalha inteira. Todos eles estão me devendo muito. Abri o blusão, tirei o 38 [...]. Ele ficou branco, recuou. Apontando o revólver para o peito dele comecei a aliviar o meu coração: tirei as gavetas dos armários, joguei tudo no chão, chutei os vidrinhos todos como se fossem balas, eles pipocavam e explodiam na parede. Arrebentar os cuspidores e motores foi mais difícil, cheguei a machucar as mãos e os pés. O dentista me olhava, várias vezes deve ter pensado em pular em cima de mim, eu queria muito que ele fizesse isso para dar um tiro naquela barriga grande […].

         Eu não pago mais nada, cansei de pagar!, gritei para ele, agora eu só cobro!


    (O melhor de Rubem Fonseca, 2015.)

    O trecho “Só rindo. Esses caras são engraçados” (3º parágrafo) sugere que o narrador considera a pergunta do dentista
    Escolha uma alternativa para a questão be7a5212-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial do conto “O cobrador”, de Rubem Fonseca, para responder à questão.



            Na porta da rua uma dentadura grande, embaixo escrito Dr. Carvalho, Dentista. Na sala de espera vazia uma placa, Espere o Doutor, ele está atendendo um cliente. Esperei meia hora, o dente doendo, a porta abriu e surgiu uma mulher acompanhada de um sujeito grande, uns quarenta anos, de jaleco branco.             Entrei no gabinete, sentei na cadeira, o dentista botou um guardanapo de papel no meu pescoço. Abri a boca e disse que o meu dente de trás estava doendo muito. Ele olhou com um espelhinho e perguntou como é que eu tinha deixado os meus dentes ficarem naquele estado.

            Só rindo. Esses caras são engraçados.

           Vou ter que arrancar, ele disse, o senhor já tem poucos dentes e se não fizer um tratamento rápido vai perder todos os outros, inclusive estes aqui — e deu uma pancada estridente nos meus dentes da frente.             Uma injeção de anestesia na gengiva. Mostrou o dente na ponta do boticão: A raiz está podre, vê?, disse com pouco caso. São quatrocentos cruzeiros.

             Só rindo. Não tem não, meu chapa, eu disse.

            Não tem não o quê? Não tem quatrocentos cruzeiros. Fui andando em direção à porta.

          Ele bloqueou a porta com o corpo. É melhor pagar, disse. Era um homem grande […]. E meu físico franzino encoraja as pessoas. Odeio dentistas, comerciantes, advogados, industriais, funcionários, médicos, executivos, essa canalha inteira. Todos eles estão me devendo muito. Abri o blusão, tirei o 38 [...]. Ele ficou branco, recuou. Apontando o revólver para o peito dele comecei a aliviar o meu coração: tirei as gavetas dos armários, joguei tudo no chão, chutei os vidrinhos todos como se fossem balas, eles pipocavam e explodiam na parede. Arrebentar os cuspidores e motores foi mais difícil, cheguei a machucar as mãos e os pés. O dentista me olhava, várias vezes deve ter pensado em pular em cima de mim, eu queria muito que ele fizesse isso para dar um tiro naquela barriga grande […].

         Eu não pago mais nada, cansei de pagar!, gritei para ele, agora eu só cobro!


    (O melhor de Rubem Fonseca, 2015.)

    “Ele [...] perguntou como é que eu tinha deixado os meus dentes ficarem naquele estado” (2º parágrafo)


    Ao se transpor o trecho para o discurso direto, o termo sublinhado assume a seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão be7de089-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial do conto “O cobrador”, de Rubem Fonseca, para responder à questão.



            Na porta da rua uma dentadura grande, embaixo escrito Dr. Carvalho, Dentista. Na sala de espera vazia uma placa, Espere o Doutor, ele está atendendo um cliente. Esperei meia hora, o dente doendo, a porta abriu e surgiu uma mulher acompanhada de um sujeito grande, uns quarenta anos, de jaleco branco.             Entrei no gabinete, sentei na cadeira, o dentista botou um guardanapo de papel no meu pescoço. Abri a boca e disse que o meu dente de trás estava doendo muito. Ele olhou com um espelhinho e perguntou como é que eu tinha deixado os meus dentes ficarem naquele estado.

            Só rindo. Esses caras são engraçados.

           Vou ter que arrancar, ele disse, o senhor já tem poucos dentes e se não fizer um tratamento rápido vai perder todos os outros, inclusive estes aqui — e deu uma pancada estridente nos meus dentes da frente.             Uma injeção de anestesia na gengiva. Mostrou o dente na ponta do boticão: A raiz está podre, vê?, disse com pouco caso. São quatrocentos cruzeiros.

             Só rindo. Não tem não, meu chapa, eu disse.

            Não tem não o quê? Não tem quatrocentos cruzeiros. Fui andando em direção à porta.

          Ele bloqueou a porta com o corpo. É melhor pagar, disse. Era um homem grande […]. E meu físico franzino encoraja as pessoas. Odeio dentistas, comerciantes, advogados, industriais, funcionários, médicos, executivos, essa canalha inteira. Todos eles estão me devendo muito. Abri o blusão, tirei o 38 [...]. Ele ficou branco, recuou. Apontando o revólver para o peito dele comecei a aliviar o meu coração: tirei as gavetas dos armários, joguei tudo no chão, chutei os vidrinhos todos como se fossem balas, eles pipocavam e explodiam na parede. Arrebentar os cuspidores e motores foi mais difícil, cheguei a machucar as mãos e os pés. O dentista me olhava, várias vezes deve ter pensado em pular em cima de mim, eu queria muito que ele fizesse isso para dar um tiro naquela barriga grande […].

         Eu não pago mais nada, cansei de pagar!, gritei para ele, agora eu só cobro!


    (O melhor de Rubem Fonseca, 2015.)

    O primeiro verbo atribui ideia de futuro ao segundo na locução verbal sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão be81b553-d8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos
    Os versos de Vinícius de Moraes, texto I, sugerem uma figura feminina
    Escolha uma alternativa para a questão be85bd9a-e7