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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 427 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia a tira para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Morfologia

    Em conformidade com o sentido da história e com a norma-padrão, as lacunas do 1⁠º quadro devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão c8925e05-00
  • Linguagens

    Português

    Leia a tira para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Colocação Pronominal

    Em conformidade com o sentido da história e com a norma-padrão, a fala do último quadro pode ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão c894e61b-00
  • Linguagens

    Português

    Há tantos diálogos

    Diálogo com o ser amado

    o semelhante

    o diferente

    o indiferente

    o oposto

    o adversário

    o surdo-mudo

    o possesso

    o irracional

    o vegetal

    o mineral

    o inominado

    Diálogo consigo mesmo

    com a noite

    os astros

    os mortos

    as ideias

    o sonho

    o passado

    o mais que futuro

    Escolhe teu diálogo

    e

    tua melhor palavra

    ou

    teu melhor silêncio

    Mesmo no silêncio e com o silêncio

    dialogamos.

    (Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


    Instrução: Leia o texto para responder às questões.

           O silêncio é a matéria significante por excelência, um
    continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
    E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
    uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
    discurso.
           O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
    diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
    tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
    está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
    simbólico.
           Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
    se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
    não-verbal) e significação.
           Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
    uma redução pela qual qualquer matéria significante
    fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
    que lhe seja atribuído sentido.
           Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
    em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
    Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
    enquanto matéria significante distinta da linguagem.
    (Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

    A ideia comum entre o poema de Drummond e o texto de Eni Orlandi diz respeito ao fato de que o silêncio

    Escolha uma alternativa para a questão c895bab0-fe
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder às questões de 7 a 10.

    VOCÊ SABE COMO FUNCIONA O GOVERNO? 

    As eleições seriam mais efetivas se todos conhecessem bem o funcionamento da administração. Mas não é tão fácil conhecer os meandros dos governos. Primeiro, porque a maioria não tem tempo para se informar e adquirir conhecimento sobre todas as partes que compõem a administração pública. Segundo, pela dificuldade óbvia de explicar assunto tão complexo para grupos menos escolarizados. E, terceiro, pela profusão de especialidades que se transforma em obstáculo para quem quer ter uma visão mais sistêmica do Estado. São economistas, cientistas políticos e administradores que muitas vezes apresentam diagnósticos díspares sobre os problemas e dialogam pouco entre si.

    [...]

    O senso comum diz que o maior problema da política brasileira está na corrupção. É uma visão equivocada. Muito mais do que a roubalheira, o que mais aflige nosso sistema político é o amadorismo e o despreparo de boa parte dos eleitos. O resultado é a ineficiência, que também favorece os corruptos e espertalhões, muitos deles localizados no “outro lado do balcão”: nas empresas, nos sindicatos e nas associações civis.

    O pouco conhecimento dos políticos acerca de administração é tanto maior no Poder Legislativo e nos níveis subnacionais, particularmente nos lugares menos desenvolvidos. Uma forma de combater esse mal seria os partidos políticos darem cursos a todos os seus candidatos e filiados sobre políticas públicas. [...]

    Tão importante quanto o aperfeiçoamento dos políticos é a pedagogia eleitoral dos cidadãos. Parto da premissa que a realização de eleições regulares, livres e competitivas, como tem ocorrido no Brasil, já é uma forma de instrução cidadã. Daí concluo que os eleitores hoje são melhores do que no passado. Contudo, o voto será sempre mais efetivo quanto mais informado for o eleitor. E o que mais falta ser conhecido pela sociedade é o funcionamento efetivo da administração, inclusive para abandonar a postura meramente demandante em prol da pressão qualificada por mudanças nas políticas públicas. [...].

    ABRUCIO, Fernando. Você sabe como funciona o governo? Época. São Paulo, 9 ago. 2010. p. 41. (Adaptado).

    A conjunção mas, destacada no texto, indica uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c8beb966-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2011, Interpretação de Textos

    Memórias do cárcere, do romancista Graciliano Ramos, contam as desventuras do autor enquanto foi preso político no Presídio da Ilha Grande, em 1936.

    Apesar de ser um livro autobiográfico, o autor expõe, logo na abertura, as dificuldades de reconstrução da memória.

    A consciência de Graciliano Ramos em relação ao caráter parcialmente ficcional das suas memórias está evidenciada no seguinte trecho:

    Escolha uma alternativa para a questão c8c78309-ba
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 para responder à questão.


    TEXTO 1

    Sírios fogem de guerra civil e partem para Europa
    Imagem da questão de Português, IF-PE 2017, Gêneros Textuais

    LATUFF. Sírios fogem de guerra civil e partem para Europa. Operamundi. Disponível em: <http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/41596/charge+do+latuff+sirios+fogem+de+guerra+civil+e+partem+p
    ara+europa.shtm>. Acesso: 09 maio 2017.

    1. A charge caracteriza-se por ser um gênero textual que possui caráter multimodal, ou seja, no qual normalmente interagem as linguagens verbal e não verbal. Com base nessa afirmativa, julgue as afirmativas abaixo sobre a interpretação do TEXTO 1.

    I. A repetição da forma verbal “vejo”, na fala de cada uma das personagens em terra firme, aliada à postura física adotada por elas, confirmam o alinhamento ideológico na forma como as três analisam o evento histórico em questão.
    II. A postura física da personagem ao centro, com a mão na cabeça, funciona como uma metáfora do posicionamento ideológico adotado pela União Europeia em relação aos imigrantes sírios.
    III.O texto proferido pelo personagem representativo dos EUA e o tapa dado nas costas daquele que representa a União Europeia denotam o apoio irrestrito que a nação americana dá à União Europeia no que se refere à crescente imigração síria.
    IV.O terceiro personagem não é representativo de nenhuma nação específica, na verdade, funciona como uma metáfora para todos aqueles que possam lucrar com a exploração dos imigrantes.
    V. Embora, na charge, o texto não verbal seja muito importante, a notação musical que, no TEXTO 1, representa um assobio expelido pelo personagem EUA, não possui nenhuma importância para construção da crítica feita no texto.

    Estão CORRETAS apenas as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão c8cf0e68-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge.


    Imagem da questão de Português, FATEC 2019, Interpretação de Textos

    <https://tinyurl.com/y4xtwcwo> Acesso em: 19.10.2019.


    De acordo com as informações verbais e não verbais apresentadas na charge, pode-se depreender, corretamente, que
    Escolha uma alternativa para a questão c8cfad1b-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 para responder à questão.


    TEXTO 1

    Sírios fogem de guerra civil e partem para Europa
    Imagem da questão de Português, IF-PE 2017, Emprego do hífen

    LATUFF. Sírios fogem de guerra civil e partem para Europa. Operamundi. Disponível em: <http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/41596/charge+do+latuff+sirios+fogem+de+guerra+civil+e+partem+p
    ara+europa.shtm>. Acesso: 09 maio 2017.

    Após a implementação definitiva do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entre as nações lusófonas, muitas palavras, - a exemplo de “mão-de-obra” e “dor-de-cabeça”, que aparecem no TEXTO 1 e que agora passam a ser escritas “mão de obra” e “dor de “cabeça”, perderam o hífen. Embora, nas alternativas a seguir, todas as palavras compostas estejam escritas com hífen, apenas uma delas o manteve após o referido Acordo Ortográfico, assinale a alternativa em que ela aparece.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d317e1-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das informações apresentadas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d4cd63-b2
  • Linguagens

    Português

    Crescimento nos índices de obesidade infantil é novo desafio para o Brasil

    Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, do Ministério da Saúde, mostram que, em 2013, aproximadamente 8% de todas as crianças de 0 a 5 anos eram consideradas obesas no Brasil. Em números absolutos, eram 345.270 crianças nessa condição, dentro da faixa etária, o que representa um aumento de 79,3% desde 2008.
    A nutricionista Andréa Santa Rosa destaca os maus hábitos alimentares como a principal causa do aumento. “Cada vez mais a indústria alimentícia lança no mercado produtos que colaboram para o aumento na obesidade no país. Há um excesso de carboidratos refinados (açúcar invertido, maltodrextina, frutose, açúcar branco, xarope de glicose), gordura trans, hidrogenada, saturada, corante, edulcorantes e outras substâncias artificiais que são inseridos nos produtos sem necessidade”, afirma.
    Segundo ela, uma alimentação inadequada da mãe durante a gestação e a introdução à alimentação complementar sem orientação de um profissional também contribuem para o desenvolvimento da obesidade infantil. “A rejeição por alguns alimentos é comum na criança que está começando a alimentação complementar, afinal ela passou os seis primeiros meses de vida se alimentando apenas do leite materno. Cabe à mãe ser firme e não desistir de oferecer frutas, legumes e verduras, o que não acontece na maior parte das vezes, pois há uma preocupação do filho ficar com fome e perder peso”, diz.

    Disponível em:<https://www.fadc.org.br/noticias/183-crescimento-nos-indices-de-obesidade-infantil-e-novo-desafio-para-o-brasil.html> . Acesso: 09 maio 2017.

    A partir da leitura, pode-se afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão c8d6a9d5-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Dentre as propostas de reescrita dos diferentes trechos retirados do texto, assinale a única que mantém o sentido original e que respeita as normas da variedade culta da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d8501f-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Os termos “continuidade”, “desconstrução” e “desmanche” são palavras constituídas por diferentes processos de formação de palavras.

    Assinale a alternativa cujas palavras são formadas, respectivamente, pelos mesmos processos dos vocábulos apresentados no enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão c8dbce2c-b2
  • Linguagens

    Português

    As pessoas que não praticam atividade física têm consciência dos riscos da vida sedentária?

    A pesquisa coletou informações sobre práticas esportivas e atividades físicas relativas a 2013. Ao todo, foram realizadas 8.902 entrevistas. Os dados foram ponderados com base em uma projeção da população brasileira por região, gênero e grupos de idade, feita pelo IBGE para o ano de 2013, de aproximadamente 146.748.000 brasileiros, quantidade equivalente à população entre 14 e 75 anos.
    Imagem da questão de Português, IF-PE 2017, Interpretação de Textos
    Ministério dos Esportes. A prática de Esportes no Brasil. Disponível em:<http://www.esporte.gov.br/diesporte/2.html>. Acesso: 10 maio 2017 (adaptado).

    A partir da leitura, julgue as proposições a seguir.

    I. Mais de 30% dos homens e mulheres entrevistados têm consciência da necessidade da prática esportiva.
    II. Quase um quarto da população masculina, tomando por base a margem de erro da pesquisa, alega não ter tempo para a prática esportiva.
    III.Com base nos dados coletados na pesquisa, os homens brasileiros mostraram-se mais conscientes dos riscos causados pelo sedentarismo.
    IV.Somando-se homens e mulheres, mais de 10% dos entrevistados alegaram que não praticam esportes e/ou atividades físicas por não gostarem.
    V. Ao se somarem os números percentuais de homens e mulheres que não responderam à pergunta, não se chega a 1% dos entrevistados.

    Estão CORRETAS apenas as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão c8dcf7e2-b2
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2011, Coesão e coerência

    Em sua reflexão acerca das possibilidades de recompor a memória para escrever o livro, o narrador utiliza um procedimento de construção textual que contribui para a expressão de suas inquietudes.

    Tal procedimento pode ser identificado como:

    Escolha uma alternativa para a questão c8de196a-ba
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF-PE 2017, Interpretação de Textos
    Disponível em:<http://guicresportifolio.blogspot.com.br/> . Acesso: 10 maio 2017.

    Com base na propaganda, analise as afirmativas abaixo.

    I. Na propaganda das sandálias Havaianas, o caráter intertextual só pôde ser conferido por meio do diálogo entre o texto verbal e o texto não verbal.
    II. O texto imagético tem por base uma importante obra de Anita Malfati, membro do movimento indianista brasileiro.
    III.Abaporu, obra parodiada no TEXTO 4, é um marco do movimento antropofágico brasileiro.
    IV.Ocorre entre Abaporu e a campanha de Havaianas uma intertextualidade implícita, uma vez que não se dá na superfície textual.
    V. O cacto e o sol, em segundo plano, não favorecem o diálogo entre a pintura de Tarsila do Amaral e a propaganda de Havaianas.

    Estão CORRETAS apenas as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão c8e0cc34-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Os termos destacados no texto são exemplos de paronomásia, figura sonora definida, segundo o Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa, como “figura de linguagem que extrai expressividade da combinação de palavras que apresentam semelhança fônica, mas possuem sentidos diferentes”.

    Assinale a alternativa em que o autor também utilizou a paronomásia na construção de seus versos.
    Escolha uma alternativa para a questão c8e23b8d-b2
  • Linguagens

    Português

    Briga à toa – Jorge de Altinho

    Briga à toa – Jorge de Altinho Se você quer voltar pra mim

    Tem que me dizer agora

    Meu amor, vamos embora

    Pois quem ama, não demora

    A gente perde tempo à toa

    Não tem briga boa, bom mesmo é amar

    Você sofrendo, me querendo

    E eu aqui roendo, doido pra voltar

    Não adianta mais fingir

    Que não dá mais pra ir na mesma direção

    É bom a gente se entender

    Pra depois não sofrer com a separação

    Disponível: < https://www.letras.mus.br/jorge-de-altinho/briga-a-toa/>. Acesso em: 10 maio. 2017.

    No título da música “Briga à toa” do compositor pernambucano Jorge de Altinho, transcrita no TEXTO, há um acento grave indicativo de crase que se justifica pelo fato de “à toa” ser uma locução adverbial de modo. Assinale, entre as alternativas a seguir, aquela em que a afirmativa acerca da omissão ou o do uso da crase está CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão c8e62ebf-b2
  • Linguagens

    Português

    Briga à toa – Jorge de Altinho

    Briga à toa – Jorge de Altinho Se você quer voltar pra mim

    Tem que me dizer agora

    Meu amor, vamos embora

    Pois quem ama, não demora

    A gente perde tempo à toa

    Não tem briga boa, bom mesmo é amar

    Você sofrendo, me querendo

    E eu aqui roendo, doido pra voltar

    Não adianta mais fingir

    Que não dá mais pra ir na mesma direção

    É bom a gente se entender

    Pra depois não sofrer com a separação

    Disponível: < https://www.letras.mus.br/jorge-de-altinho/briga-a-toa/>. Acesso em: 10 maio. 2017.

    O poema e a música apresentam algumas características em comum: o ritmo, a musicalidade e, sobretudo, a estruturação em versos. Já no texto em prosa, a pontuação tem fundamental importância, uma vez que ela é imprescindível para representar pausas na fala, entonações, dúvidas, emoções etc. A música “Briga à toa”, de Jorge de Altinho, por exemplo, caso fosse transformada em um texto em prosa, necessitaria de algumas adequações na pontuação. Com base nessas informações, analise as afirmativas a respeito da pontuação do TEXTO.

    I. Seria necessária uma vírgula entre os dois primeiros versos, “Se você quer voltar pra mim / Tem que me dizer agora”, um vez que o primeiro verso é uma oração subordinada adverbial anteposta à principal.
    II. A vírgula, em “Meu amor, vamos embora”, deveria ser mantida, pois está isolando um vocativo, ou seja, um chamamento “Meu amor”.
    III.Na escrita em prosa, no trecho “Meu amor, vamos embora / Pois quem ama, não demora”, seria mantida a vírgula antes de “não demora”.
    IV.Em “Não adianta mais fingir / Que não dá mais pra ir na mesma direção”, haveria a necessidade de uma vírgula antes do segundo verso, pois se trata de uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
    V. No final do segundo verso “Meu amor, vamos embora”, poderia haver um sinal de exclamação para denotar toda emoção na súplica que está sendo feita pelo eu-lírico.

    Estão CORRETAS apenas as proposições
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    Piaimã

         A inteligência do herói estava muito perturbada. Acordou com os berros da bicharia lá em baixo nas ruas, disparando entre as malocas temíveis. E aquele diacho de sagui-açu (...) não era saguim não, chamava elevador e era uma máquina. De-manhãzinha ensinaram que todos aqueles piados berros cuquiadas sopros roncos esturros não eram nada disso não, eram mas cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas.
       O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d’água, em bulhas de sarapantar. Então resolveu ir brincar com a Máquina pra ser também imperador dos filhos da mandioca. Mas as três cunhãs deram muitas risadas e falaram que isso de deuses era gorda mentira antiga, que não tinha deus não e que com a máquina ninguém não brinca porque ela mata. A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto. Era feita pelos homens. Se mexia com eletricidade com fogo com água com vento com fumo, os homens aproveitando as forças da natureza. Porém jacaré acreditou? nem o herói!
    [... ]
         Estava nostálgico assim. Até que uma noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu: — Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate.
    ANDRADE, Mário. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 110.
    O livro Macunaíma, de Mário de Andrade, é um marco do Modernismo brasileiro. A passagem transcrita é significativa do estranhamento provocado pela cidade grande e por suas máquinas no protagonista da obra. Além disso, o trecho é bastante representativo da grande variedade de figuras de linguagem utilizadas pelo autor para construção da narrativa. As máquinas, muitas passam, então, à condição de antagonistas dos homens brancos, os “filhos da mandioca”. Como se pode ver no trecho: “Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate”, embora em muitos trechos Macunaíma divinize a máquina, em outros, ele a humaniza, através da figura de linguagem classificada como
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    Leia o texto a seguir:

        A proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, não produziu efeitos imediatos em províncias como Bahia e Grão‑Pará. Ao contrário, a opressão dos militares portugueses aumentou e foi preciso abrir guerra para expulsá‑los do país.
        Portugal, contudo, não contava com a resistência baiana à qual se juntou a participação das mulheres. Sóror Joana Angélica, Maria Quitéria e Maria Felipa foram verdadeiras protagonistas nas lutas bélicas e diplomáticas transcorridas na nação emergente.
        Em 26 de julho de 2018, Maria Felipa foi declarada “Heroína da Pátria Brasileira” pela Lei Federal no 13.697, juntamente com a Sóror Joana Angélica de Jesus, Maria Quitéria e também a imperatriz Maria Leopoldina.

    (https://ensinarhistoria.com.br/as-heroinas-baianas-da-independencia-do-brasil/ - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues. Acesso em 30.09.2025. Adaptado)

    O texto revela que
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