Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 434 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - SP 2015, Pontuação No último parágrafo, os dois-pontos têm a função de
    Escolha uma alternativa para a questão cbda2c22-ab
  • Linguagens

    Português

    Texto A

               Retrato

    Eu não tinha este rosto de hoje,

    assim calmo, assim triste, assim magro,

    nem estes olhos tão vazios,

    nem o lábio amargo.


    Eu não tinha estas mãos sem força,

    tão paradas, e frias e mortas;

    eu não tinha este coração

    que nem se mostra.


    Eu não dei por esta mudança,

    tão simples, tão certa, tão fácil:

    — Em que espelho ficou perdida

    a minha face?

    MEIRELES, Cecília. Viagem. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1958. P. 10.


    Texto B

          Retrato


    de agora a mil horas

    o meu retrato

    ainda estará aqui


    quem aparece

    onde pareço?


    pouso de passagem

    na fotografia

    atrás do quadro

    que me contorna

    desapareço


    quem comparece

    na própria face?

    poso de novo

    (me encontra pronta

    cada hora que mil)

    de agora a mil horas

    quem perece

    no meu retrato?

    CUNHA, Helena Parente. Moderna poesia Bahiana. In: ____Além de estar: antologia poética. Rio de Janeiro: Imago Ed.; Salvador, BA: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2000. p. 45

    Sobre os poemas, é correto afirmar:


    I. Ao uso da primeira pessoa, no poema de Cecília Meireles corresponde um processo de impessoalização no texto de Helena Parente.

    II. Transformações físicas e emocionais decorrentes da passagem do tempo estão no texto de Cecília Meireles; no texto de Helena Parente, inferem-se permanências fixadas em fotografia apesar das transformações.

    III. Em ambos os textos, há projeções temporais que anunciam transformações situadas num futuro próximo.

    IV. No texto de Cecília Meireles, a interrogação final se relaciona com o passado; no texto de Helena Parente, a interrogação final se projeta para o futuro.

    V. Em ambos os textos, há referências a transformações ocorridas no passado que se refletem no presente.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

    Escolha uma alternativa para a questão cbdca3a5-b0
  • Linguagens

    Português

    Texto A

               Retrato

    Eu não tinha este rosto de hoje,

    assim calmo, assim triste, assim magro,

    nem estes olhos tão vazios,

    nem o lábio amargo.


    Eu não tinha estas mãos sem força,

    tão paradas, e frias e mortas;

    eu não tinha este coração

    que nem se mostra.


    Eu não dei por esta mudança,

    tão simples, tão certa, tão fácil:

    — Em que espelho ficou perdida

    a minha face?

    MEIRELES, Cecília. Viagem. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1958. P. 10.


    Texto B

          Retrato


    de agora a mil horas

    o meu retrato

    ainda estará aqui


    quem aparece

    onde pareço?


    pouso de passagem

    na fotografia

    atrás do quadro

    que me contorna

    desapareço


    quem comparece

    na própria face?

    poso de novo

    (me encontra pronta

    cada hora que mil)

    de agora a mil horas

    quem perece

    no meu retrato?

    CUNHA, Helena Parente. Moderna poesia Bahiana. In: ____Além de estar: antologia poética. Rio de Janeiro: Imago Ed.; Salvador, BA: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2000. p. 45

    Há palavras de classe idêntica em


    I. calmo, triste, lábio (texto A).

    II. paradas, frias, mortas (texto A).

    III. retrato, pareço, pronta (texto B).

    IV. horas, passagem, contorna (texto B).

    V. rosto, olhos (texto A) e quadro, face (texto B).


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

    Escolha uma alternativa para a questão cbe12345-b0
  • Linguagens

    Português

    Considere o poema de Augusto Massi para responder à questão. 

    Homem rindo

    A roda de amigos
    sacudida por uma
    rajada de risos.

    Me concentro num
    homem tímido que
    sorri por dentro. 

    Deslocado na roda
    rapidamente corta
    o riso pela raiz.

    Mas o riso retorna.
    Coceira furiosa nos
    orifícios do nariz.

    Bebe graça no gargalo
    rola rala racha o bico
    ri até ficar sem graça.

    A rodada de amigos
    explode às gargalhadas:
    o tímido é sua cachaça. 

    (Negativo, 1991.)
    No contexto do poema, o sentido expresso pelo último verso é:
    Escolha uma alternativa para a questão cbe14495-03
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2011, Figuras de Linguagem

    O verso já a minha vontade de alegria (texto 2, linha 45) constitui um anacoluto. Sobre esse fenômeno linguístico são feitas as seguintes afirmações:

    I. É um termo que, isolado na frase, não tem função sintática.

    II. Põe em evidência a ideia transmitida.

    III. É um recurso da linguagem oral, aproveitado pela linguagem literária.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão cbe72d9d-a5
  • Linguagens

    Português

    Considere o poema de Augusto Massi para responder à questão. 

    Homem rindo

    A roda de amigos
    sacudida por uma
    rajada de risos.

    Me concentro num
    homem tímido que
    sorri por dentro. 

    Deslocado na roda
    rapidamente corta
    o riso pela raiz.

    Mas o riso retorna.
    Coceira furiosa nos
    orifícios do nariz.

    Bebe graça no gargalo
    rola rala racha o bico
    ri até ficar sem graça.

    A rodada de amigos
    explode às gargalhadas:
    o tímido é sua cachaça. 

    (Negativo, 1991.)
    “Deslocado na roda
    rapidamente corta
    o riso pela raiz.”

    A expressão “cortar pela raiz” equivale a
    Escolha uma alternativa para a questão cbe9d97a-03
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Iracema, de José de Alencar, para responder à questão.

         Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
        Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
        O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
        Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
        Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
         Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
        A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
         Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
         Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
        Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
        De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
        O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
        A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. 

    (Iracema, 2006.)
    O romance Iracema, que se inicia com o encontro entre Iracema e Martim, configura
    Escolha uma alternativa para a questão cbeda2d6-03
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Iracema, de José de Alencar, para responder à questão.

         Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
        Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
        O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
        Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
        Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
         Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
        A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
         Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
         Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
        Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
        De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
        O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
        A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. 

    (Iracema, 2006.)
    O trecho selecionado, assim como o romance, descreve a personagem Iracema de modo
    Escolha uma alternativa para a questão cbf0d1d2-03
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Iracema, de José de Alencar, para responder à questão.

         Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
        Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
        O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
        Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
        Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
         Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
        A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
         Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
         Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
        Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
        De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
        O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
        A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. 

    (Iracema, 2006.)
    “Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica” (5° parágrafo)

    No contexto em que está inserida, a frase é equivalente a
    Escolha uma alternativa para a questão cbf42426-03
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Jorge Coli para responder à questão. 

         Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única. Desse ponto de vista, a empresa é desencorajadora.
         Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona Sinfonia de Beethoven, que a Divina Comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como “arte”.
         É possível dizer, então, que arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo, isto é: nossa cultura possui uma noção que denomina solidamente algumas de suas atividades e as privilegia. Portanto, podemos ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas.

    (O que é arte, 2010. Adaptado.)
    Assinale a alternativa que expressa, com correção gramatical, a ideia central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão cbfa7c33-03
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Jorge Coli para responder à questão. 

         Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única. Desse ponto de vista, a empresa é desencorajadora.
         Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona Sinfonia de Beethoven, que a Divina Comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como “arte”.
         É possível dizer, então, que arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo, isto é: nossa cultura possui uma noção que denomina solidamente algumas de suas atividades e as privilegia. Portanto, podemos ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas.

    (O que é arte, 2010. Adaptado.)
    “arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo” (3° parágrafo)

    Os dois segmentos sublinhados podem ser substituídos, com correção gramatical, por:
    Escolha uma alternativa para a questão cbfd9f34-03
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNB 2010, Interpretação de Textos

    Com base no texto acima, extraído da obra Os Anormais, de
    Michel Foucault, julgue os itens de 31 a 36 e assinale a opção
    correta no item 37.

    Assinale a opção que está de acordo com as ideias desenvolvidas no texto de Michel Foucault.
    Escolha uma alternativa para a questão cc29c2bc-49
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2011, Interpretação de Textos

    Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto foi exaltado de maneira ilimitada e ganhou um significado que se pode considerar mágico. Daí sua “vida inquietante e absurda” . Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto de zombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada.
    JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas.In: JUNG, C.G. (org.).
    O homem e o s seu s símbolos . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.

    A relação observada entre a imagem e o texto apresentados permite o entendimento da intenção de um artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresenta características
    Escolha uma alternativa para a questão cc377211-88
  • Linguagens

    Português

    Examine a tira.

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2012, Morfologia

    O efeito de humor na situação apresentada decorre do fato de a personagem, no segundo quadrinho, considerar que “carinho” e “caro” sejam vocábulos

    Escolha uma alternativa para a questão cc385e52-fe
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo para responder às questões 12 e 13.

    – Desde que estou retirando
    só a morte vejo ativa,
    só a morte deparei
    e às vezes até festiva;
    só morte tem encontrado
    quem pensava encontrar vida,
    e o pouco que não foi morte
    foi de vida severina
    (aquela vida que é menos
    vivida que defendida,
    e é ainda mais severina
    para o homem que retira).

    NETO, João Cabral de Melo. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. p. 82.

    Verifica-se, em termos estruturais, uma
    Escolha uma alternativa para a questão cc6774be-6f
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento de “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, para responder ao que se pede.


    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2012, Interpretação de Textos


    A partir da leitura do fragmento e da obra em sua totalidade, é possível afirmar que o sujeito narrador

    Escolha uma alternativa para a questão cca6a5f7-0a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2010, Interpretação de Textos

    Segundo o artigo acima, qual a principal intenção do psicólogo kuaitiano Naif Abdulrahman al Mutawa ao criar histórias em quadrinhos que integram super-heróis norte-americanos e heróis inspirados no mundo islâmico?
    Escolha uma alternativa para a questão cd1c156d-eb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2010, Interpretação de Textos

    Quais das alternativas abaixo contêm informações que podem ser encontradas no texto de Marcelo Ninio?

    I – Crianças do mundo islâmico apreciam histórias em quadrinhos.
    II – A maior parte das personagens femininas usarão véu nas histórias de Naif Abdulrahman al Mutawa.
    III – O presidente dos Estados Unidos é favorável ao projeto desenvolvido por Naif Abdulrahman al Mutawa.
    IV – O extremismo não é exclusivo de uma única religião ou etnia.
    Escolha uma alternativa para a questão cd2147b7-eb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2010, Interpretação de Textos

    Grande parte dos ditados populares possuem sentido alegórico ou metafórico, o que significa que seu modus operandi fundamenta-se em uma analogia ou comparação implícita. Do modo como foi utilizado no texto, o ditado “quem é picado por cobra tem medo de corda” (linha 23) estabelece uma relação analógica implícita entre:

    I – “Cobra” e “extremistas muçulmanos”
    II – “Corda” e “muçulmanos não-extremistas”
    III – “Cobra” “muçulmanos não-extremistas”
    IV – “Corda” e “extremistas muçulmanos”
    Escolha uma alternativa para a questão cd25b409-eb