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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 456 de 549

  • Linguagens

    Português

    O entendimento dos contos

        — Agora você vai me contar uma história de amor — disse o rapaz à moça. — Quero ouvir uma história de amor em que entrem caravelas, pedras preciosas e satélites artificiais.

        — Pois não — respondeu a moça, que acabara de concluir o mestrado de contador de histórias, e estava com a imaginação na ponta da língua. — Era uma vez um país onde só havia água, eram águas e mais águas, e o governo como tudo mais se fazia em embarcações atracadas ou em movimento, conforme o tempo. Osmundo mantinha uma grande indústria de barcos, mas não era feliz, porque Sertória, objeto dos seus sonhos, se recusava a casar com ele. Osmundo ofereceu-lhe um belo navio embandeirado, que ela recusou. Só aceitaria uma frota de dez caravelas, para si e para seus familiares.

        Ora, ninguém sabia fazer caravelas, era um tipo de embarcação há muito fora de uso. Osmundo apresentou um mau produto, que Sertória não aceitou, enumerando os defeitos, a começar pelas velas latinas, que de latinas não tinham um centavo. Osmundo, desesperado, pensou em afogar-se, o que fez sem êxito, pois desceu no fundo das águas e lá encontrou um cofre cheio de esmeraldas, topázios, rubis, diamantes e o mais que você imagina. Voltou à tona para oferecê-lo à rígida Sertória, que virou o rosto. Nada a fazer, pensou Osmundo; vou transformar-me em satélite artificial. Mas os satélites artificiais ainda não tinham sido inventados. Continuou humilde satélite de Sertória, que ultimamente passeava de uma lancha para outra, levando-o preso a um cordão de seda, com a inscrição “Amor imortal”. Acabou.

        — Mas que significa isso? — perguntou o moço, insatisfeito. — Não entendi nada.

        — Nem eu — respondeu a moça —, mas os contos devem ser contados, e não entendidos; exatamente como a vida.

    (Contos plausíveis, 2012.)
    “— Agora você vai me contar uma história de amor — disse o rapaz à moça. — Quero ouvir uma história de amor em que entrem caravelas, pedras preciosas e satélites artificiais.” (1o parágrafo)

    Ao se transpor esse trecho para o discurso indireto, os termos sublinhados assumem, respectivamente, as seguintes formas:
    Escolha uma alternativa para a questão d7510497-72
  • Linguagens

    Português

        A palavra sonho, do latim somnium, significa muitas coisas diferentes, todas vivenciadas durante a vigília, e não durante o sono. Realizei “o sonho da minha vida”, “meu sonho de consumo” são frases usadas cotidianamente pelas pessoas para dizer que pretendem ou conseguiram alcançar algo. Todo mundo tem um sonho, no sentido de plano futuro. Todo mundo deseja algo que não tem. Por que será que o sonho, fenômeno normalmente noturno que tanto pode evocar o prazer quanto o medo, é justamente a palavra usada para designar tudo aquilo que se quer ter?
        
        O repertório publicitário contemporâneo não tem dúvidas de que o sonho é a força motriz de nossos comportamentos. Desejo é o sinônimo mais preciso da palavra “sonho”. [...] Na área de desembarque de um aeroporto nos Estados Unidos, uma foto enorme de um casal belo e sorridente, velejando num mar caribenho em dia ensolarado, sob a frase enigmática: “Aonde seus sonhos o levarão?”, embaixo o logotipo da empresa de cartão de crédito. Deduz-se do anúncio que os sonhos são como veleiros, capazes de levar-nos a lugares idílicos, perfeitos, altamente… desejáveis. As equações “sonho é igual a desejo que é igual a dinheiro” têm como variável oculta a liberdade de ir, ser e principalmente ter, liberdade que até os mais miseráveis podem experimentar no mundo de regras frouxas do sonho noturno, mas que no sonho diurno é privilégio apenas dos detentores de um mágico cartão plástico.

        A rotina do trabalho diário e a falta de tempo para dormir e sonhar, que acometem a maioria dos trabalhadores, são cruciais para o mal-estar da civilização contemporânea. É gritante o contraste entre a relevância motivacional do sonho e sua banalização no mundo industrial globalizado. [...] A indústria da saúde do sono, um setor que cresce aceleradamente, tem valor estimado entre 30 bilhões e 40 bilhões de dólares. Mesmo assim a insônia impera. Se o tempo é sempre escasso, se despertamos diariamente com o toque insistente do despertador, ainda sonolentos e já atrasados para cumprir compromissos que se renovam ao infinito, se tão poucos se lembram que sonham pela simples falta de oportunidade de contemplar a vida interior, quando a insônia grassa e o bocejo se impõe, chega-se a duvidar da sobrevivência do sonho.

        E, no entanto, sonha-se. Sonha-se muito e a granel, sonha-se sofregamente apesar das luzes e dos ruídos da cidade, da incessante faina da vida e da tristeza das perspectivas. Dirá a formiga cética que quem sonha assim tão livre é o artista, cigarra de fábula que vive de brisa. [...] Na peça teatral A vida é sonho, o espanhol Pedro Calderón de la Barca dramatizou a liberdade de construir o próprio destino. O sonho é a imaginação sem freio nem controle, solta para temer, criar, perder e achar.

    (O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho, 2019.)
    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão d755f4fe-72
  • Linguagens

    Português

        A palavra sonho, do latim somnium, significa muitas coisas diferentes, todas vivenciadas durante a vigília, e não durante o sono. Realizei “o sonho da minha vida”, “meu sonho de consumo” são frases usadas cotidianamente pelas pessoas para dizer que pretendem ou conseguiram alcançar algo. Todo mundo tem um sonho, no sentido de plano futuro. Todo mundo deseja algo que não tem. Por que será que o sonho, fenômeno normalmente noturno que tanto pode evocar o prazer quanto o medo, é justamente a palavra usada para designar tudo aquilo que se quer ter?
        
        O repertório publicitário contemporâneo não tem dúvidas de que o sonho é a força motriz de nossos comportamentos. Desejo é o sinônimo mais preciso da palavra “sonho”. [...] Na área de desembarque de um aeroporto nos Estados Unidos, uma foto enorme de um casal belo e sorridente, velejando num mar caribenho em dia ensolarado, sob a frase enigmática: “Aonde seus sonhos o levarão?”, embaixo o logotipo da empresa de cartão de crédito. Deduz-se do anúncio que os sonhos são como veleiros, capazes de levar-nos a lugares idílicos, perfeitos, altamente… desejáveis. As equações “sonho é igual a desejo que é igual a dinheiro” têm como variável oculta a liberdade de ir, ser e principalmente ter, liberdade que até os mais miseráveis podem experimentar no mundo de regras frouxas do sonho noturno, mas que no sonho diurno é privilégio apenas dos detentores de um mágico cartão plástico.

        A rotina do trabalho diário e a falta de tempo para dormir e sonhar, que acometem a maioria dos trabalhadores, são cruciais para o mal-estar da civilização contemporânea. É gritante o contraste entre a relevância motivacional do sonho e sua banalização no mundo industrial globalizado. [...] A indústria da saúde do sono, um setor que cresce aceleradamente, tem valor estimado entre 30 bilhões e 40 bilhões de dólares. Mesmo assim a insônia impera. Se o tempo é sempre escasso, se despertamos diariamente com o toque insistente do despertador, ainda sonolentos e já atrasados para cumprir compromissos que se renovam ao infinito, se tão poucos se lembram que sonham pela simples falta de oportunidade de contemplar a vida interior, quando a insônia grassa e o bocejo se impõe, chega-se a duvidar da sobrevivência do sonho.

        E, no entanto, sonha-se. Sonha-se muito e a granel, sonha-se sofregamente apesar das luzes e dos ruídos da cidade, da incessante faina da vida e da tristeza das perspectivas. Dirá a formiga cética que quem sonha assim tão livre é o artista, cigarra de fábula que vive de brisa. [...] Na peça teatral A vida é sonho, o espanhol Pedro Calderón de la Barca dramatizou a liberdade de construir o próprio destino. O sonho é a imaginação sem freio nem controle, solta para temer, criar, perder e achar.

    (O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho, 2019.)
    “Mesmo assim a insônia impera.” (3o parágrafo)

    No contexto em que se encontra, a expressão sublinhada exprime ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão d75a5981-72
  • Linguagens

    Português

        A palavra sonho, do latim somnium, significa muitas coisas diferentes, todas vivenciadas durante a vigília, e não durante o sono. Realizei “o sonho da minha vida”, “meu sonho de consumo” são frases usadas cotidianamente pelas pessoas para dizer que pretendem ou conseguiram alcançar algo. Todo mundo tem um sonho, no sentido de plano futuro. Todo mundo deseja algo que não tem. Por que será que o sonho, fenômeno normalmente noturno que tanto pode evocar o prazer quanto o medo, é justamente a palavra usada para designar tudo aquilo que se quer ter?
        
        O repertório publicitário contemporâneo não tem dúvidas de que o sonho é a força motriz de nossos comportamentos. Desejo é o sinônimo mais preciso da palavra “sonho”. [...] Na área de desembarque de um aeroporto nos Estados Unidos, uma foto enorme de um casal belo e sorridente, velejando num mar caribenho em dia ensolarado, sob a frase enigmática: “Aonde seus sonhos o levarão?”, embaixo o logotipo da empresa de cartão de crédito. Deduz-se do anúncio que os sonhos são como veleiros, capazes de levar-nos a lugares idílicos, perfeitos, altamente… desejáveis. As equações “sonho é igual a desejo que é igual a dinheiro” têm como variável oculta a liberdade de ir, ser e principalmente ter, liberdade que até os mais miseráveis podem experimentar no mundo de regras frouxas do sonho noturno, mas que no sonho diurno é privilégio apenas dos detentores de um mágico cartão plástico.

        A rotina do trabalho diário e a falta de tempo para dormir e sonhar, que acometem a maioria dos trabalhadores, são cruciais para o mal-estar da civilização contemporânea. É gritante o contraste entre a relevância motivacional do sonho e sua banalização no mundo industrial globalizado. [...] A indústria da saúde do sono, um setor que cresce aceleradamente, tem valor estimado entre 30 bilhões e 40 bilhões de dólares. Mesmo assim a insônia impera. Se o tempo é sempre escasso, se despertamos diariamente com o toque insistente do despertador, ainda sonolentos e já atrasados para cumprir compromissos que se renovam ao infinito, se tão poucos se lembram que sonham pela simples falta de oportunidade de contemplar a vida interior, quando a insônia grassa e o bocejo se impõe, chega-se a duvidar da sobrevivência do sonho.

        E, no entanto, sonha-se. Sonha-se muito e a granel, sonha-se sofregamente apesar das luzes e dos ruídos da cidade, da incessante faina da vida e da tristeza das perspectivas. Dirá a formiga cética que quem sonha assim tão livre é o artista, cigarra de fábula que vive de brisa. [...] Na peça teatral A vida é sonho, o espanhol Pedro Calderón de la Barca dramatizou a liberdade de construir o próprio destino. O sonho é a imaginação sem freio nem controle, solta para temer, criar, perder e achar.

    (O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho, 2019.)
    A palavra sublinhada em “Se o tempo é sempre escasso, se despertamos diariamente” (3o parágrafo) pertence à mesma classe gramatical da palavra sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão d75ee257-72
  • Linguagens

    Português

        A palavra sonho, do latim somnium, significa muitas coisas diferentes, todas vivenciadas durante a vigília, e não durante o sono. Realizei “o sonho da minha vida”, “meu sonho de consumo” são frases usadas cotidianamente pelas pessoas para dizer que pretendem ou conseguiram alcançar algo. Todo mundo tem um sonho, no sentido de plano futuro. Todo mundo deseja algo que não tem. Por que será que o sonho, fenômeno normalmente noturno que tanto pode evocar o prazer quanto o medo, é justamente a palavra usada para designar tudo aquilo que se quer ter?
        
        O repertório publicitário contemporâneo não tem dúvidas de que o sonho é a força motriz de nossos comportamentos. Desejo é o sinônimo mais preciso da palavra “sonho”. [...] Na área de desembarque de um aeroporto nos Estados Unidos, uma foto enorme de um casal belo e sorridente, velejando num mar caribenho em dia ensolarado, sob a frase enigmática: “Aonde seus sonhos o levarão?”, embaixo o logotipo da empresa de cartão de crédito. Deduz-se do anúncio que os sonhos são como veleiros, capazes de levar-nos a lugares idílicos, perfeitos, altamente… desejáveis. As equações “sonho é igual a desejo que é igual a dinheiro” têm como variável oculta a liberdade de ir, ser e principalmente ter, liberdade que até os mais miseráveis podem experimentar no mundo de regras frouxas do sonho noturno, mas que no sonho diurno é privilégio apenas dos detentores de um mágico cartão plástico.

        A rotina do trabalho diário e a falta de tempo para dormir e sonhar, que acometem a maioria dos trabalhadores, são cruciais para o mal-estar da civilização contemporânea. É gritante o contraste entre a relevância motivacional do sonho e sua banalização no mundo industrial globalizado. [...] A indústria da saúde do sono, um setor que cresce aceleradamente, tem valor estimado entre 30 bilhões e 40 bilhões de dólares. Mesmo assim a insônia impera. Se o tempo é sempre escasso, se despertamos diariamente com o toque insistente do despertador, ainda sonolentos e já atrasados para cumprir compromissos que se renovam ao infinito, se tão poucos se lembram que sonham pela simples falta de oportunidade de contemplar a vida interior, quando a insônia grassa e o bocejo se impõe, chega-se a duvidar da sobrevivência do sonho.

        E, no entanto, sonha-se. Sonha-se muito e a granel, sonha-se sofregamente apesar das luzes e dos ruídos da cidade, da incessante faina da vida e da tristeza das perspectivas. Dirá a formiga cética que quem sonha assim tão livre é o artista, cigarra de fábula que vive de brisa. [...] Na peça teatral A vida é sonho, o espanhol Pedro Calderón de la Barca dramatizou a liberdade de construir o próprio destino. O sonho é a imaginação sem freio nem controle, solta para temer, criar, perder e achar.

    (O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho, 2019.)
    Pode ser reescrito na voz passiva o seguinte trecho do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão d7633ec1-72
  • Linguagens

    Português

    Cruz na porta da tabacaria!
    Quem morreu? O próprio Alves? Dou
    Ao diabo o bem-’star que trazia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Quem era? Ora, era quem eu via.
    Todos os dias o via. Estou
    Agora sem essa monotonia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Ele era o dono da tabacaria.
    Um ponto de referência de quem sou.
    Eu passava ali de noite e de dia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Meu coração tem pouca alegria,
    E isto diz que é morte aquilo onde estou.
    Horror fechado da tabacaria!
    Desde ontem a cidade mudou.

    Mas ao menos a ele alguém o via,
    Ele era fixo, eu, o que vou,
    Se morrer, não falto, e ninguém diria:
    Desde ontem a cidade mudou.

    (Obra poética, 1997.)
    No poema, o eu lírico sente-se
    Escolha uma alternativa para a questão d76cbf73-72
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 41 a 44, leia atentamente o texto que se segue.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFMG 2009, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFMG 2009, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa em que o termo (ou expressão) destacado no trecho transcrito NÃO corresponde, quanto à signifcação, ao termo (ou expressão) entre colchetes.
    Escolha uma alternativa para a questão d76cf227-59
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    Conforme o TEXTO 1, representamos o mundo real por meio da linguagem. Contudo, a descrição do mundo por meio da linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão d7777a76-b7
  • Linguagens

    Português

    Cruz na porta da tabacaria!
    Quem morreu? O próprio Alves? Dou
    Ao diabo o bem-’star que trazia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Quem era? Ora, era quem eu via.
    Todos os dias o via. Estou
    Agora sem essa monotonia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Ele era o dono da tabacaria.
    Um ponto de referência de quem sou.
    Eu passava ali de noite e de dia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Meu coração tem pouca alegria,
    E isto diz que é morte aquilo onde estou.
    Horror fechado da tabacaria!
    Desde ontem a cidade mudou.

    Mas ao menos a ele alguém o via,
    Ele era fixo, eu, o que vou,
    Se morrer, não falto, e ninguém diria:
    Desde ontem a cidade mudou.

    (Obra poética, 1997.)
    Sempre que haja necessidade expressiva de reforço, de ênfase, pode o objeto direto vir repetido. Essa reiteração recebe o nome de objeto direto pleonástico.

    (Adriano da Gama Kury. Novas lições de análise sintática, 1997. Adaptado.)

    O eu lírico lança mão desse recurso expressivo no verso
    Escolha uma alternativa para a questão d779432c-72
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “[...] a linguagem não é uma entidade objetiva e atemporal, mas, pelo contrário, essencialmente intersubjetiva e historicamente determinada.” (linhas 19-21)

    Ao defender que a linguagem não é uma entidade objetiva e atemporal, o autor do TEXTO 1 reconhece que:
    Escolha uma alternativa para a questão d77c0893-b7
  • Linguagens

    Português

    Cruz na porta da tabacaria!
    Quem morreu? O próprio Alves? Dou
    Ao diabo o bem-’star que trazia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Quem era? Ora, era quem eu via.
    Todos os dias o via. Estou
    Agora sem essa monotonia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Ele era o dono da tabacaria.
    Um ponto de referência de quem sou.
    Eu passava ali de noite e de dia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Meu coração tem pouca alegria,
    E isto diz que é morte aquilo onde estou.
    Horror fechado da tabacaria!
    Desde ontem a cidade mudou.

    Mas ao menos a ele alguém o via,
    Ele era fixo, eu, o que vou,
    Se morrer, não falto, e ninguém diria:
    Desde ontem a cidade mudou.

    (Obra poética, 1997.)
    O eu lírico recorre a um sinal de pontuação para indicar a supressão de um verbo em
    Escolha uma alternativa para a questão d77d8430-72
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    Ao iniciar o artigo, refletindo sobre as propriedades da linguagem, o autor do TEXTO 1 constrói sua argumentação com o objetivo de:
    Escolha uma alternativa para a questão d77f0ee2-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    Segundo o TEXTO 1, os discursos autoritários, ao redor do mundo, trazem como consequência:
    Escolha uma alternativa para a questão d7878321-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    O autor do TEXTO 1 utiliza-se de argumentos de autoridade, fatos, exemplos e constrói suas opiniões para fortalecer a argumentação. Dos trechos a seguir, a única opção em que se recorreu ao fato é:
    Escolha uma alternativa para a questão d78c8649-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Análise sintática

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “[...] Logo, pode-se dizer que, a não ser pela linguagem, pelas palavras, não conseguimos compreendê-lo. O que é o real? Não saberemos senão através da linguagem. Isto é, não saberemos – ao menos não completamente.” (linhas 4–7)

    Considerando o trecho do TEXTO 1, destacado anteriormente, o discurso se organiza, sequencialmente, por elementos linguísticos que, além de estabelecerem a coesão, introduzem ideias de:
    Escolha uma alternativa para a questão d7912653-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “Uma vez pregada a existência de um pensamento e uma interpretação únicos, no entanto, para que serviriam o diálogo e o confronto sadio de interpretações?”(linhas 94–96).

    Ao observar a regra de concordância entre adjetivo e substantivo, sobre o trecho anterior, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d794b668-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “a minha interpretação ou perspectiva não é única, e é bem possível que ela nem sequer seja a melhor dentre as existentes. Há outras que podem ser igualmente válidas, com as quais posso aprender alguma coisa. Também é possível que eu discorde delas, mas isso não significará, necessariamente, que elas são erradas ou menos válidas do que a minha [...]”. (linhas 29–34)

    No trecho acima, observamos a utilização de mecanismos linguísticos que permitiram a sequência lógico-semântica entre as partes do texto, isto é, funcionaram para estabelecer a coesão textual. Observando a utilização desses conectores, marque a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d79bb5ab-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 3 e responda à questão.

    TEXTO 3 

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2016, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Intolerância religiosa é crime de ódio e fere a dignidade. O direito de criticar dogmas e encaminhamentos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém, em função de crença ou de não ter religião, são crimes inafiançáveis e imprescritíveis. 


    Disponível em: <http://juventudeespirita.tumblr.com/post/96974768531/intoler%C3%A2ncia-religiosa-

    %C3%A9-crime-de-%C3%B3dio-e-fere-a>  . Acesso em: 24 ago. 2016 

    Nas campanhas comunitárias, ou publicitárias, é comum o predomínio da função conativa da linguagem. No TEXTO 3, pode-se observar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d7a24c43-b7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos De acordo com o texto, a caligrafia dos médicos
    Escolha uma alternativa para a questão d7a53a5c-29