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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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Resultados: 10.965 questões

Página 9 de 549

  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Aponte a alternativa que indica, entre os quatro termos relacionados a seguir, apenas os que, no fragmento apresentado, são empregados pelos folcloristas para referir-se ao bumba-meu-boi.

    I. Bailado.
    II. Ritual.
    III. Brincadeira.
    IV. Folguedo.
    Escolha uma alternativa para a questão 048d455b-8d
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    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Interpretação de Textos

    AMARILDO. Charge. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016
    A charge evidencia um contexto familiar marcado
    Escolha uma alternativa para a questão 04923d9c-fd
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    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2011, Interpretação de Textos

    Toda a indagação do cronista acerca da palavra se baseia na diferença entre a importância que ela pode ter, por um lado, para quem a escreve e, por outro, para quem a lê.

    O par de vocábulos que melhor exemplifica essa diferença no texto é:

    Escolha uma alternativa para a questão 04927342-60
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Quem me ver estar dançando. – Mas o negro lhe amarrou.

    Nos dois versos acima, do exemplo de estrofes de um bumba-meu-boi recolhidas por Sívio Romero, as formas ver e lhe caracterizam um uso popular. Se se tratasse de um discurso obediente à construção formal em Língua Portuguesa, tais formas seriam substituídas, respectivamente, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 04929c6c-8d
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Interpretação de Textos

    AMARILDO. Charge. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016
    A fala da mãe do menino, no último quadrinho, revela o uso de uma variação linguística conhecida como
    Escolha uma alternativa para a questão 0495ce32-fd
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    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2011, Advérbios

    Às vezes, também (l. 4)

    Ao estabelecer coesão entre os dois primeiros parágrafos, a palavra “também”, nesse contexto, expressa determinado sentido.

    Considerando esse sentido, “também” poderia ser substituído pela seguinte expressão:

    Escolha uma alternativa para a questão 0496c665-60
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Interpretação de Textos

    CAMARGO, Orson. Bullying. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016. Adaptado.

    De acordo com o texto, as ações humanas que se configuram como bullying
    Escolha uma alternativa para a questão 049a2d07-fd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2011, Interpretação de Textos

    O final do texto expressa uma reflexão do escritor acerca do poder da sua escrita, a partir da menção a uma princesa e a um povo.

    Essa menção sugere, principalmente, que o escritor deseja que suas palavras tenham o poder de:

    Escolha uma alternativa para a questão 049ce178-60
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Denotação e Conotação

    CAMARGO, Orson. Bullying. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016. Adaptado.

    Embora o texto seja predominantemente denotativo, há a presença da linguagem conotativa ou figurada no fragmento transcrito em
    Escolha uma alternativa para a questão 049de3d2-fd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Advérbios

    CAMARGO, Orson. Bullying. Disponível em: . Acesso em: 11 jul. 2016. Adaptado.

    Quanto aos elementos linguísticos presentes na tessitura do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 04a0b86a-fd
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Interpretação de Textos

    BOFF, Leonardo. Cultura da paz. Disponível em: . Acesso em: 12 jul. 2016. Adaptado.

    Considerando-se os aspectos temáticos do texto, é correto afirmar que o locutor
    I. reconhece que a evolução humana sempre foi marcada pela violência reforçada por um conjunto de forças naturais e sociais, o que dificulta sua superação.
    II. apresenta argumentos que, seguindo a linha de raciocínio de Freud, sustentam a tese de que será totalmente impossível controlar o instinto de agressividade do homem.
    III. mostra o perigo do retorno à barbárie, caso os indivíduos não se proponham urgentemente a desmontar o potencial de destruição que carregam consigo, dando um novo rumo à história da humanidade.
    IV. defende que é indispensável a busca de uma cultura da paz a partir das próprias pessoas, que são providas também de componentes genéticos que lhe permitem a socialização, impedindo, assim, a sua extinção da Terra.
    V. acredita que os povos se desumanizaram com o processo evolutivo, buscando sempre o poder e o sucesso, de sorte que o fim do gênero humano se assemelha ao dos dinossauros, cuja lógica era pautada na cultura do medo e da guerra.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 04a45318-fd
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    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2013, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    XAVIER, C.
    Disponível sm: www.reteituras.com.
    Acesso em: 24 abr, 2010.

    Os objetivos que motivam os seres humanos a estabelecer comunicação determinam, em uma situação de interlocução, o predomínio de uma ou de outra função de linguagem. Nesse texto, predomina a função que se caracteriza por

    Escolha uma alternativa para a questão 04a502dd-96
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    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Coesão e coerência

    BOFF, Leonardo. Cultura da paz. Disponível em: . Acesso em: 12 jul. 2016. Adaptado.

    Inexiste nexo de equivalência referencial no texto entre
    Escolha uma alternativa para a questão 04aaaee2-fd
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    Português

    Instrução: As questões de 15 a 17 tomam por base o fragmento.

     (...) Um poeta dizia que o menino é o pai do homem. Se isto é verdade, vejamos alguns lineamentos do menino.
      Desde os cinco anos merecera eu a alcunha de “menino diabo”; e verdadeiramente não era outra coisa; fui dos mais malignos do meu tempo, arguto, indiscreto, traquinas e voluntarioso. Por exemplo, um dia quebrei a cabeça de uma escrava, porque me negara uma colher do doce de coco que estava fazendo,
    e, não contente com o malefício, deitei um punhado de cinza ao tacho, e, não satisfeito da travessura, fui dizer à minha mãe que a escrava é que estragara o doce “por pirraça”; e eu tinha apenas seis anos. Prudêncio, um moleque de casa, era o meu cavalo de todos os dias; punha as mãos no chão, recebia um cordel nos queixos, à guisa de freio, eu trepava-lhe ao dorso, com uma varinha na mão, fustigava-o, dava mil voltas a um e outro lado, e ele obedecia, – algumas vezes gemendo – mas obedecia sem dizer palavra, ou, quando muito, um – “ai, nhonhô!” – ao que eu retorquia: “Cala a boca, besta!” – Esconder os chapéus das visitas, deitar rabos de papel a pessoas graves, puxar pelo rabicho das cabeleiras, dar beliscões nos braços das matronas, e outras muitas façanhas deste jaez, eram mostras de um gênio indócil, mas devo crer que eram também expressões de um espírito robusto, porque meu pai tinha-me em grande admiração; e se às vezes me repreendia, à vista de gente, fazia-o por simples formalidade: em particular dava-me beijos.
     Não se conclua daqui que eu levasse todo o resto da minha vida a quebrar a cabeça dos outros nem a esconder-lhes os chapéus; mas opiniático, egoísta e algo contemptor dos homens, isso fui; se não passei o tempo a esconder-lhes os chapéus, alguma vez lhes puxei pelo rabicho das cabeleiras.

    (Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas.)

    Para reforçar a caracterização do “menino diabo” atribuída ao narrador, é utilizado principalmente o seguinte recurso estilístico:
    Escolha uma alternativa para a questão 04ab3e26-46
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    BOFF, Leonardo. Cultura da paz. Disponível em: . Acesso em: 12 jul. 2016. Adaptado.

    No que diz respeito aos recursos linguísticos presentes no texto, está correto o que se afirma em
    I. O termo preposicionado “da natureza” (l. 3) exerce a mesma função sintática que “de comunicação” (l. 7), ambos tendo valor passivo, pois completam o sentido de um nome.
    II. O vocábulo “países” (l. 6) é acentuado, porque o -i- do hiato não aparece antecedido de ditongo, forma sílaba sozinho, e não vem seguido de -nh, enquanto a acentuação do ditongo aberto -oi- de “heróis” (l. 6) e de “mói” (l. 18) deve-se, respectivamente, ao fato de se tratar de palavra oxítona e de um monossílabo tônico.
    III. A presença do sinal de crase em “à magnificação” (l. 8) revela a fusão de duas vogais idênticas, embora pertencentes a classes gramaticais diferentes, sendo uma decorrente de regência verbal, e outra determinante de um nome feminino.
    IV. Os verbos em negrito no fragmento “superar ou controlar a violência” (l. 14-15) classificam-se como transitivos, fazem parte da mesma conjugação e compõem orações subjetivas que se alternam entre si.
    V. As palavras “desigualdades” (l. 41) e “injustiças” (l. 41) são derivadas pelo mesmo processo, não obstante os prefixos que as formam expressarem diferentes ideias.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 04af1e94-fd
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    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Pontuação

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2016, Pontuação

    BOFF, Leonardo. Cultura da paz. Disponível em: . Acesso em: 12 jul. 2016. Adaptado.

    O sinal de pontuação usado no texto que tem sua aplicação devidamente justificada é o citado em
    Escolha uma alternativa para a questão 04b32a96-fd
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    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2010, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - SP 2010, Interpretação de Textos Ao longo do texto 1, as aspas são usadas com diferentes finalidades. Indique- as apenas em relação aos três primeiros parágrafos.
    Escolha uma alternativa para a questão 04d41eee-26
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    Português

    Considere os versos de Gonçalves Dias.

        O nosso índio errante vaga; 
        Mas por onde quer que vá, 
        Os ossos dos seus carrega; 
        Por isso onde quer que chega 
        Da vida n’amplo deserto, 
        Como que a pátria tem perto, 
        Nunca dos seus longe está! 
       
    (Márcia Lígia Guidin (org.). “Estâncias”. Poesia lírica e indianista, 2003.)

    Assim como na prosa de José de Alencar, na poesia de Gonçalves Dias o índio é retratado
    Escolha uma alternativa para a questão 0502c2f6-da
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    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2008, Figuras de Linguagem E as ilusões estão todas perdidas (v. 3).

    Este verso pode ser lido como uma alusão a um livro intitulado Ilusões perdidas, de Honoré de Balzac. Tal procedimento constitui o que se chama de:
    Escolha uma alternativa para a questão 0504e6da-bc
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    Português

    Leia o trecho do romance Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, para responder à questão.

        Em certas casas os agregados eram muito úteis, porque a família tirava grande proveito de seus serviços [...]; outras vezes porém e estas eram em maior número, o agregado, refinado vadio, era uma verdadeira parasita que se prendia à árvore familiar, que lhe participava da seiva sem ajudá-la a dar os frutos, e o que é mais ainda, chegava mesmo a dar cabo dela. E o caso é que, apesar de tudo, se na primeira hipótese o esmagavam com o peso de mil exigências, se lhe batiam a cada passo com os favores na cara, se o filho mais velho da casa, por exemplo, o tomava por seu divertimento, e à menor e mais justa queixa saltavam-lhe os pais em cima tomando o partido de seu filho, no segundo aturavam quanto desconforto havia com paciência de mártir; o agregado tornava-se quase rei em casa, punha, dispunha, castigava os escravos, ralhava com os filhos, intervinha enfim nos mais particulares negócios.

                 (Memórias de um sargento de milícias, 2016.)
    No trecho, o narrador apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 0509ec41-da