Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 117 de 549

  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Figuras de Linguagem
    URBIM, Carlos (coord.). Rio Grande do Sul: um século de história. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1999.
    No estudo das figuras de linguagem encontra-se a antonomásia. Embora o nome pareça complicado, trata-se apenas do recurso de substituir um nome por outro (ou expressão), que facilmente o identifique. Assinale a alternativa em que se encontra uma antonomásia, retirada do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f0c783a5-d9
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.



    BOTELHO, José Francisco. A odisseia da filosofia: uma breve história do pensamento ocidental. São Paulo: Abril, 2015
    Assinale a alternativa que contém um aposto.
    Escolha uma alternativa para a questão f0b374a8-d9
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge abaixo para responder à questão. 


    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    O efeito de humor da charge é causado:
    Escolha uma alternativa para a questão c6f3b7e8-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Os cinco maiores problemas ambientais do
    mundo e suas soluções


    Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.

    (…)

    Desmatamento

    O problema: florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.
    Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou pelas queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, elas também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.
    Soluções: conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.

    (...)

    Disponível em: noticias.uol.com.br/ciencia-e-saude. Acesso em: 26 out. 2016.
    Na frase O povo está nas ruas, o vocábulo povo, de acordo com as classes gramaticais da nossa língua, é classificado como um substantivo:
    Escolha uma alternativa para a questão ac83820d-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    O trecho Não é uma existência, é uma expiação, que compõe o último parágrafo do texto, poderia ser substituído, sem perda de sentido, pela seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão dd2649e2-d8
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    Mais ativos, mais espertos.
    O cérebro de quem pratica atividade física regularmente funciona melhor. Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências para sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas um recurso para manter os leitores estimulados. Com ajuda de imagens de ressonância magnética, os pesquisadores conseguiram determinar o que acontece no cérebro de quem malha. Concluíram que fazer exercício uma hora por dia, pelo menos três vezes por semana, estimula a produção de neurônios e favorece a aprendizagem. Em outras palavras, quem se exercita fica mais esperto.
    Cientistas da Universidade de Colúmbia e do Instituto de Pesquisa Salk, nos Estados Unidos, submeteram um grupo de voluntários a essa rotina de malhação durante três meses. Concluíram que a prática dobrou o fluxo de sangue no cérebro e provocou o nascimento de novas células no hipocampo, a área relacionada com a memória e com a capacidade de aprendizagem.
    Para investigar esse fenômeno, os pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas decidiram analisar a cabeça dos judocas profissionais. O cérebro deles foi comparado com o de indivíduos sedentários pelo educador físico Wantuir Jacini, sob a orientação do neurologista Li Li Min. Imagens de ressonância magnética revelaram que os atletas possuíam maior quantidade de massa cinzenta em áreas ligadas ao desenvolvimento motor e à concentração.

    (Revista Época. 5/11/2007, p. 128).
    Analise o seguinte trecho: “Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências para sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas um recurso para manter os leitores estimulados.” O uso do conectivo ‘porém’, coerentemente, se justifica pelo efeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 301620a0-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Saúde, sociedade e qualidade de vida
    1. Saúde é um direito humano fundamental, reconhecido por todos os foros mundiais e em todas as sociedades. Como tal, se encontra em pé de igualdade com outros direitos garantidos pela Declaração dos Direitos Humanos, de 1948: liberdade, alimentação, educação, segurança, nacionalidade etc.
    2. A saúde é amplamente reconhecida como o maior recurso para o desenvolvimento social, econômico e pessoal, e como uma importante dimensão da qualidade de vida. Saúde e qualidade de vida são, assim, dois temas corelacionados, aspecto com o qual pesquisadores e cientistas concordam. A saúde contribui para a qualidade de vida, e esta é fundamental para a saúde.
    3. A Carta de Ottawa – um dos documentos mais importantes que se produziram no cenário mundial sobre o tema da saúde e da qualidade de vida – afirma que são recursos indispensáveis para se ter saúde: paz, renda, habitação, educação, alimentação adequada, ambiente saudável, recursos sustentáveis, equidade, justiça social. Isto implica o entendimento de que a saúde não é nem uma conquista, nem uma responsabilidade exclusiva do setor saúde. É o resultado de um conjunto de fatores sociais, econômicos, políticos e culturais, coletivos e individuais, que se combinam, daí resultando sociedades mais ou menos saudáveis.
    4. Na maior parte do tempo de suas vidas, a maioria das pessoas é saudável. Isto significa que, na maior parte do tempo, a maioria das pessoas não necessita de hospitais, ou de complexos procedimentos médicos ou terapêuticos. Mas durante toda a vida, todas as pessoas necessitam de água e ar puros, ambiente saudável, alimentação adequada, situações social, econômica e cultural favoráveis, prevenção de problemas de saúde, educação e informação. Isto quer dizer que fatores políticos, econômicos, sociais, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos podem tanto favorecer, como prejudicar a saúde.
    5. Para se melhorar realmente as condições de saúde de uma população, são necessárias mudanças profundas dos padrões econômicos no interior destas sociedades e intensificação de políticas sociais, eminentemente políticas públicas. Para que uma sociedade conquiste saúde para seus membros, são necessárias uma verdadeira ação intersetorial e políticas públicas saudáveis, isto é, comprometidas com a qualidade de vida e a saúde da população.
    6. Além destes elementos estruturais, que dependem da decisão e da ação dos indivíduos, a saúde também é decorrência de fatores comportamentais. Isto é, as pessoas desenvolvem padrões alimentares, de atividade física, de maior ou menor estresse na vida quotidiana, entre outros, que também têm grande influência sobre a saúde. Se cada pessoa se preocupar em desenvolver um padrão comportamental favorável à sua saúde e lutar para que as condições sociais e econômicas sejam favoráveis à qualidade de vida e à saúde de todos, certamente estará dando uma poderosa contribuição para que tenhamos uma população mais saudável, com vida mais longa e prazerosa.

    (Paulo M. Buss. Folha de S. Paulo). 
    A ideia central do Texto 1 é explicitada no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 21387367-d5
  • Linguagens

    Português

        Quando eu era criança, adorava contos de fada. (...) Também amava filmes da Disney. Todos tinham final feliz; como não amar? (...) Quando cresci um pouco, passei dos filmes da Disney para as histórias dos Irmãos Grimm. (...) Fiquei horrorizada ao saber que as versões originais de muitos dos meus filmes prediletos tinham detalhes horríveis, que a Disney deixou de fora.

    (...)

        A Bela e a Fera

        É bastante fiel ao original, mas o filme deixa UM detalhe infeliz de fora. No que acredita-se ser a primeira versão da história (de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve), Belle tem duas irmãs más. A Fera permite que Belle vá para sua casa, desde que retorne em uma semana. As irmãs com ciúme da vida luxuosa de Belle tentam convencê-la a ficar mais tempo, na esperança de que a Fera, furiosa, a coma viva na volta. Argh.

        (...)

        Enrolados

        Na versão dos Irmãos Grimm, Rapunzel engravida do príncipe antes de eles fugirem, e a bruxa descobre tudo. A bruxa corta o cabelo de Rapunzel e a joga no meio da floresta. Quando o príncipe aparece, ela joga os cabelos de Rapunzel pela janela para enganá-lo e diz que ele nunca mais vai ver a amada. Desesperado, ele pula pela janela e cai num monte de espinhos, que o deixam cego. Ele sai perambulando sem rumo. Rapunzel dá à luz gêmeos. Ele acaba encontrando Rapunzel pela voz. As lágrimas dela restauram a visão do príncipe, eles voltam para o reino e vivem felizes para sempre.

        (...)

        O Rei Leão

        Ah, você não sabia que O Rei Leão é uma adaptação de Hamlet, de Shakespeare? Pois é. Um irmão invejoso mata o rei, o filho descobre e quer vingança. Rosencrantz e Guildenstern, quero dizer, Timão e Pumba, o distraem. Mas, finalmente, o filho mata o irmão invejoso.

    Adaptado do original publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

    Zoë Triska - HuffPost Brasil - segunda-feira, 26 de setembro de 2016

    Assinale a alternativa em que o período retirado do texto contém uma inadequação, segundo a norma culta padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão addf43a0-cb
  • Linguagens

    Português

        Quando eu era criança, adorava contos de fada. (...) Também amava filmes da Disney. Todos tinham final feliz; como não amar? (...) Quando cresci um pouco, passei dos filmes da Disney para as histórias dos Irmãos Grimm. (...) Fiquei horrorizada ao saber que as versões originais de muitos dos meus filmes prediletos tinham detalhes horríveis, que a Disney deixou de fora.

    (...)

        A Bela e a Fera

        É bastante fiel ao original, mas o filme deixa UM detalhe infeliz de fora. No que acredita-se ser a primeira versão da história (de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve), Belle tem duas irmãs más. A Fera permite que Belle vá para sua casa, desde que retorne em uma semana. As irmãs com ciúme da vida luxuosa de Belle tentam convencê-la a ficar mais tempo, na esperança de que a Fera, furiosa, a coma viva na volta. Argh.

        (...)

        Enrolados

        Na versão dos Irmãos Grimm, Rapunzel engravida do príncipe antes de eles fugirem, e a bruxa descobre tudo. A bruxa corta o cabelo de Rapunzel e a joga no meio da floresta. Quando o príncipe aparece, ela joga os cabelos de Rapunzel pela janela para enganá-lo e diz que ele nunca mais vai ver a amada. Desesperado, ele pula pela janela e cai num monte de espinhos, que o deixam cego. Ele sai perambulando sem rumo. Rapunzel dá à luz gêmeos. Ele acaba encontrando Rapunzel pela voz. As lágrimas dela restauram a visão do príncipe, eles voltam para o reino e vivem felizes para sempre.

        (...)

        O Rei Leão

        Ah, você não sabia que O Rei Leão é uma adaptação de Hamlet, de Shakespeare? Pois é. Um irmão invejoso mata o rei, o filho descobre e quer vingança. Rosencrantz e Guildenstern, quero dizer, Timão e Pumba, o distraem. Mas, finalmente, o filho mata o irmão invejoso.

    Adaptado do original publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

    Zoë Triska - HuffPost Brasil - segunda-feira, 26 de setembro de 2016

    Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão adda9a47-cb
  • Linguagens

    Português

    Agora quando você morrer poderá se transformar na árvore de sua preferência

    Adaptado de: http://diariodebiologia.com/2014/10/que-tal-morrer-e-virar-arvore/

    TEXTO 1

        A BioUrna é um projeto que oferece de maneira inteligente, sustentável e ecologicamente correta de superar um dos momentos mais tristes de uma família: a hora da morte. Embora muitos se sintam incomodados em falar sobre ela, a morte faz parte do ciclo natural de nossas vidas e este projeto provavelmente irá mudar a forma como as pessoas veem a perda de um ente querido, transformando o fim da vida em “um retorno” através da natureza.

        Trata-se de uma urna biodegradável, feita com casca de coco, contendo turfa compactada e celulose, com as quais as suas cinzas serão misturadas. A urna vem com uma semente de árvore, que irá germinar quando enterrada. Os familiares podem escolher entre diversos tipos de árvores. O projeto que foi desenvolvido por dois jovens (Roger e Gerard Moliné), visa principalmente a aceitação do ciclo de vida natural e custa 105 dólares. A pessoa que fizer o pedido receberá uma única caixa e a semente da árvore escolhida.

        É lógico que ninguém quer morrer e muito menos perder um ente querido, mas que com essa ideia morrer ficou mais confortante: Ah isso ficou!

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2016, Interpretação de Textos

    De acordo com o texto 1, o projeto BioUrna torna a morte mais confortante porque:
    Escolha uma alternativa para a questão adad85a2-cb
  • Linguagens

    Português

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Interpretação de Textos


    CRITELLI, Dulce. Disponível em: http://www.cartaeducacao.com.br/ artigo/somos-todos-testemunhas. Acesso em: 10 fev. 2106. Adaptado.

    Analisando-se a estrutura redacional em que a articulista se expressou, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 55ec7509-bb
  • Linguagens

    Português

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Coesão e coerência

    SANTOS, Milton. Uma globalização perversa. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 17.ed. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 37-39. Adaptado. 

    Sobre os aspectos linguísticos presentes no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 55e55f4d-bb
  • Linguagens

    Português

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Interpretação de Textos

    SANTOS, Milton. Uma globalização perversa. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 17.ed. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 37-39. Adaptado. 

    “Não é de estranhar, pois, que realidade e ideologia se confundam na apreciação do homem comum” (l. 41-42)

    Marque com V ou com F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas, que constituem respaldos para o pensamento destacado.

    ( ) Uma das características da informação na atualidade é a “coisificação” de uma ideologia que se insere igualitariamente na produção de consumo e na produção da notícia.
    ( ) As condições tecnológicas permitem uma ação humana mundializada, por isso as informações são transmitidas em tempo real, o que impossibilita a manipulação das notícias, uma vez que o que se diz é comprovado pelas imagens.
    ( ) A escolha adequada da linguagem para a emissão das ideias elaboradas insidiosamente constitui os princípios eficazes de uma mensagem manipulada: informar, sem criar questionamentos, e persuadir sem deixar dúvidas.
    ( ) A repetição de uma mesma notícia, dentro dos meios de comunicação, visa a deixar o ouvinte mais bem informado e, consequentemente, esclarecido diante das informações apresentadas, já que esse mecanismo comprova a fidedignidade da mensagem.
    ( ) A falta de discernimento do homem comum entre o real e o imaginário no mundo da comunicação, em virtude da manipulação das notícias, consolida,de maneira eficiente, os propósitos de uma humanidade mundializada.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 55d83161-bb
  • Linguagens

    Português

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2016, Interpretação de Textos

    SANTOS, Milton. Uma globalização perversa. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 17.ed. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 37-39. Adaptado. 

    Segundo o geógrafo Milton Santos, quando se amplia o papel político das empresas na regulação da vida social,
    Escolha uma alternativa para a questão 55d42ad4-bb
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Coesão e coerência

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “a minha interpretação ou perspectiva não é única, e é bem possível que ela nem sequer seja a melhor dentre as existentes. Há outras que podem ser igualmente válidas, com as quais posso aprender alguma coisa. Também é possível que eu discorde delas, mas isso não significará, necessariamente, que elas são erradas ou menos válidas do que a minha [...]”. (linhas 29–34)

    No trecho acima, observamos a utilização de mecanismos linguísticos que permitiram a sequência lógico-semântica entre as partes do texto, isto é, funcionaram para estabelecer a coesão textual. Observando a utilização desses conectores, marque a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d79bb5ab-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Interpretação de Textos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    Ao iniciar o artigo, refletindo sobre as propriedades da linguagem, o autor do TEXTO 1 constrói sua argumentação com o objetivo de:
    Escolha uma alternativa para a questão d77f0ee2-b7
  • Linguagens

    Português

    Texto III
    Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até ao fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que não lhe guardo rancor. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto. Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a pena na mão.


    Texto IV
    O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não agüenta tinta.

    FONTE: ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Fixação de texto e notas de Manoel M. S. Almeida; prefácio de John Gledson. São Paulo: Globo, 2008.
    Com base nos textos III e IV de Dom Casmurro, da obra de Machado de Assis, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão b33e5d98-b6
  • Linguagens

    Português

    Para responder a questão, considere o fragmento do conto O Enfermeiro, de Machado de Assis, da obra Várias Histórias.

         Parece-lhe então que o que se deu comigo em 1860, pode entrar numa página de livro? Vá que seja, com a condição única de que não há de divulgar nada antes da minha morte. Não esperará muito, pode ser que oito dias, se não for menos; estou desenganado. 
        Olhe, eu podia mesmo contar-lhe a minha vida inteira, em que há outras cousas interessantes, mas para isso era preciso tempo, ânimo e papel, e eu só tenho papel; o ânimo é frouxo, e o tempo assemelha-se à lamparina de madrugada. Não tarda o sol do outro dia, um sol dos diabos, impenetrável como a vida. Adeus, meu caro senhor, leia isto e queira-me bem; perdoe-me o que lhe parecer mau, e não maltrate muito a arruda, se lhe não cheira a rosas. Pediu-me um documento humano, ei-lo aqui. Não me peça também o império do Grão-Mogol, nem a fotografia dos Macabeus; peça, porém, os meus sapatos de defunto e não os dou a ninguém mais.
        Já sabe que foi em 1860. No ano anterior, ali pelo mês de agosto, tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo, — quero dizer, copiava os estudos de teologia de um padre de Niterói, antigo companheiro de colégio, que assim me dava, delicadamente, casa, cama e mesa. Naquele mês de agosto de 1859, recebeu ele uma carta de um vigário de certa vila do interior, perguntando se conhecia pessoa entendida, discreta e paciente, que quisesse ir servir de enfermeiro ao coronel Felisberto, mediante um bom ordenado. O padre falou-me, aceitei com ambas as mãos, estava já enfarado de copiar citações latinas e fórmulas eclesiásticas. Vim à Corte despedir-me de um irmão, e segui para a vila.
         Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dous deles quebrou a cara. Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.
        Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dous olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumiou-lhe as feições, que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera, prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dous eram até gatunos!
        — Você é gatuno?
        — Não, senhor
       Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor: Procópio José Gomes Valongo. Valongo? achou que não era nome de gente, e propôs chamar-me tão somente Procópio, ao que respondi que estaria pelo que fosse de seu agrado. Conto-lhe esta particularidade, não só porque me parece pintá-lo bem, como porque a minha resposta deu de mim a melhor idéia ao coronel. Ele mesmo o declarou ao vigário, acrescentando que eu era o mais simpático dos enfermeiros que tivera. A verdade é que vivemos uma lua-de-mel de sete dias.
         No oitavo dia, entrei na vida dos meus predecessores, uma vida de cão, não dormir, não pensar em mais nada, recolher injúrias, e, às vezes, rir delas, com um ar de resignação e conformidade; reparei que era um modo de lhe fazer corte. Tudo impertinências de moléstia e do temperamento. A moléstia era um rosário delas, padecia de aneurisma, de reumatismo e de três ou quatro afecções menores. Tinha perto de sessenta anos, e desde os cinco toda a gente lhe fazia a vontade. Se fosse só rabugento, vá; mas ele era também mau, deleitava-se com a dor e a humilhação dos outros. No fim de três meses estava farto de o aturar; determinei vir embora; só esperei ocasião. Não tardou a ocasião.
          Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dous ou três golpes. Não era preciso mais; despedi-me imediatamente, e fui aprontar a mala. Ele foi ter comigo, ao quarto, pediu-me que ficasse, que não valia a pena zangar por uma rabugice de velho. Instou tanto que fiquei.
          — Estou na dependura, Procópio, dizia-me ele à noite; não posso viver muito tempo. Estou aqui, estou na cova. Você há de ir ao meu enterro, Procópio; não o dispenso por nada. Há de ir, há de rezar ao pé da minha sepultura. Se não for, acrescentou rindo, eu voltarei de noite para lhe puxar as pernas. Você crê em almas de outro mundo, Procópio?
          — Qual o quê!
         — E por que é que não há de crer, seu burro? redargüiu vivamente, arregalando os olhos.
        Eram assim as pazes; imagine a guerra. Coibiu-se das bengaladas; mas as injúrias ficaram as mesmas, se não piores. Eu, com o tempo, fui calejando, e não dava mais por nada; era burro, camelo, pedaço d’asno, idiota, moleirão, era tudo. Nem, ao menos, havia mais gente que recolhesse uma parte desses nomes.
          Não tinha parentes; tinha um sobrinho que morreu tísico, em fins de maio ou princípios de julho, em Minas. Os amigos iam por lá às vezes aprová-lo, aplaudi-lo, e nada mais; cinco, dez minutos de visita. Restava eu; era eu sozinho para um dicionário inteiro. Mais de uma vez resolvi sair; mas, instado pelo vigário, ia ficando. Não só as relações foram-se tornando melindrosas, mas eu estava ansioso por tornar à Corte. Aos quarenta e dois anos não é que havia de acostumar-me à reclusão constante, ao pé de um doente bravio, no interior.
         Para avaliar o meu isolamento, basta saber que eu nem lia os jornais; salvo alguma notícia mais importante que levavam ao coronel, eu nada sabia do resto do mundo. Entendi, portanto, voltar para a Corte, na primeira ocasião, ainda que tivesse de brigar com o vigário. Bom é dizer (visto que faço uma confissão geral) que, nada gastando e tendo guardado integralmente os ordenados, estava ansioso por vir dissipá-los aqui. Era provável que a ocasião aparecesse.
         O coronel estava pior, fez testamento, descompondo o tabelião, quase tanto como a mim. O trato era mais duro, os breves lapsos de sossego e brandura faziam-se raros. Já por esse tempo tinha eu perdido a escassa dose de piedade que me fazia esquecer os excessos do doente; trazia dentro de mim um fermento de ódio e aversão.
         No princípio de agosto resolvi definitivamente sair; o vigário e o médico, aceitando as razões, pediram-me que ficasse algum tempo mais. Concedi-lhes um mês; no fim de um mês viria embora, qualquer que fosse o estado do doente. O vigário tratou de procurar-me substituto. Vai ver o que aconteceu. Na noite de vinte e quatro de agosto, o coronel teve um acesso de raiva, atropelou-me, disse-me muito nome cru, ameaçou-me de um tiro, e acabou atirando-me um prato de mingau, que achou frio, o prato foi cair na parede onde se fez em pedaços.
             — Hás de pagá-lo, ladrão! bradou ele. Resmungou ainda muito tempo.
           Às onze horas passou pelo sono. Enquanto ele dormia, saquei um livro do bolso, um velho romance de d’Arlincourt, traduzido, que lá achei, e pus-me a lê-lo, no mesmo quarto, a pequena distância da cama; tinha de acordá-lo à meia-noite para lhe dar o remédio. Ou fosse de cansaço, ou do livro, antes de chegar ao fim da segunda página adormeci também. Acordei aos gritos do coronel, e levantei-me estremunhado. Ele, que parecia delirar, continuou nos mesmos gritos, e acabou por lançar mão da moringa e arremessá-la contra mim. Não tive tempo de desviar-me; a moringa bateu-me na face esquerda, e tal foi a dor que não vi mais nada; atirei-me ao doente, pus-lhe as mãos ao pescoço, lutamos, e esganei-o. (...)
    Com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, a acentuação gráfica de algumas palavra foi modificada. Isso pode ser confirmado como verdadeiro pelo item:
    Escolha uma alternativa para a questão 484599b8-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Foi exatamente durante o almoço que se deu o fato.
    Almira continuava a querer saber por que Alice viera atrasada e de olhos vermelhos. Abatida, Alice mal respondia. Almira comia com avidez e insistia com os olhos cheios de lágrimas.
    – Sua gorda! disse Alice de repente, branca de raiva. Você não pode me deixar em paz?!
    Almira engasgou-se com a comida, quis falar, começou a gaguejar. Dos lábios macios de Alice haviam saído palavras que não conseguiam descer com a comida pela garganta de Almira G. de Almeida.
    – Você é uma chata e uma intrometida, rebentou de novo Alice. Quer saber o que houve, não é? Pois vou lhe contar, sua chata: é que Zequinha foi embora para Porto Alegre e não vai mais voltar! Agora está contente, sua gorda?
    Na verdade Almira parecia ter engordado mais nos últimos momentos, e com comida ainda parada na boca.
    Foi então que Almira começou a despertar. E, como se fosse uma magra, pegou o garfo e enfiou-o no pescoço de Alice. O restaurante, ao que se disse no jornal, levantou-se como uma só pessoa. Mas a gorda, mesmo depois de ter feito o gesto, continuou sentada olhando para o chão, sem ao menos olhar o sangue da outra.
    Alice foi ao pronto-socorro, de onde saiu com curativos e os olhos ainda regalados de espanto. Almira foi presa em flagrante.
    Na prisão, Almira comportou-se com delicadeza e alegria, talvez melancólica, mas alegria mesmo. Fazia graças para as companheiras. Finalmente tinha companheiras. Ficou encarregada da roupa suja, e dava-se muito bem com as guardiãs, que vez por outra lhe arranjavam uma barra de chocolate.

    (Clarice Lispector. A Legião Estrangeira, 1964. Adaptado)
    Considerando-se o contexto em que está empregado o período “O restaurante, ao que se disse no jornal, levantou-se como uma só pessoa.” (7o parágrafo), a oração em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao enunciado, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 7122b594-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O país tenta se recompor

    No Brasil, que enfrenta uma das piores recessões de sua história, a cada novo dado econômico que é divulgado, a questão que se coloca é a mesma: melhoramos ou continuamos a piorar? No final de agosto, os indicadores de desempenho do produto interno bruto do segundo trimestre apontaram uma retração de 0,6%, totalizando assim seis semestres consecutivos no vermelho. Da mesma forma, o último balanço do mercado de trabalho mostrou que o desemprego continua a se encorpar. Conclusão: pioramos. Já o índice que mede a produção industrial registrou em julho a quinta alta consecutiva. Para quem observa o mercado financeiro, com a recente sequência de altas da Bovespa e a valorização do real, a mensagem é de volta da confiança. Nova conclusão: estamos melhorando. A profusão de dados pintando um cenário contraditório apenas confirma que a retomada – por mais que seja desejada – tende a ser difícil e lenta. O que vai ficando claro é que, enquanto grande parte da economia brasileira ainda contabiliza seus mortos, outra parcela – menor, é verdade – começa a se recompor. Trata-se de uma reorganização que, motivada pela crise, deverá redesenhar setores inteiros, determinar novos líderes de mercado e, no longo prazo, tornar a economia brasileira mais competitiva.
    (Fabiane Stefano e Flávia Furlan. Exame, 14.09.2016. Adaptado)
    O texto trata da recessão vivida pelo Brasil. Nele, as autoras destacam a existência de informações que
    Escolha uma alternativa para a questão 70f07910-b6