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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
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Resultados: 10.965 questões

Página 166 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Morfologia - Pronomes

    BONFIM, João Bosco Bezerra. A fome no Brasil: o que se diz, o que se fez, o que fazer. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/conleg/artigos/especiais/AfomenoBrasil.pdf>  Acesso em:20 jun. 2008. 

    Assinale a alternativa em que o termo em destaque é um pronome que está substituindo o agente da ação verbal.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a8f2499-f5
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    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Interpretação de Textos

    BONFIM, João Bosco Bezerra. A fome no Brasil: o que se diz, o que se fez, o que fazer. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/conleg/artigos/especiais/AfomenoBrasil.pdf>  Acesso em:20 jun. 2008. 

    Segundo o autor, Josué de Castro escreve sobre a fome decorrente:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a8c2ea7-f5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Interpretação de Textos

    BONFIM, João Bosco Bezerra. A fome no Brasil: o que se diz, o que se fez, o que fazer. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/conleg/artigos/especiais/AfomenoBrasil.pdf>  Acesso em:20 jun. 2008. 

    Entende-se por “instinto” (linha 05) uma força que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a8475de-f5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Análise sintática

    BONFIM, João Bosco Bezerra. A fome no Brasil: o que se diz, o que se fez, o que fazer. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/conleg/artigos/especiais/AfomenoBrasil.pdf>  Acesso em:20 jun. 2008. 

    A relação de sentido entre as frases do fragmento A fome é endêmica, embora os famintos vivam em ambientes com abundância de alimentos está indicada na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a7e8b29-f5
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    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Sintaxe

    WIKIPÉDIA, A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3% >Acesso em:20 jun.2008

    Na linha 04, a locução “no entanto” pode ser substituída, sem que se altere o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a5e34f7-f5
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    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Interpretação de Textos

    WIKIPÉDIA, A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3% >Acesso em:20 jun.2008

    Assinale a alternativa que apresenta o verbo apontar com sentido equivalente ao do mesmo verbo no texto (linha 01).
    Escolha uma alternativa para a questão 0a5452a1-f5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2008, Interpretação de Textos

    WIKIPÉDIA, A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3% >Acesso em:20 jun.2008

    Pela leitura da expressão “caráter irreversível” (linha 02) é correto concluir que irreversível é o que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a4f98d5-f5
  • Linguagens

    Português

    A coluna da esquerda apresenta provérbios e a da direita, uma leitura possível para cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.


    1-Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

    2-Camarão que dorme a onda leva.

    3-Quem semeia vento colhe tempestade.

    4-Em terra de cego, quem tem um olho é rei.


    ( ) As pessoas arcam com as consequências dos próprios atos.

    ( ) No meio de ignorantes, quem sabe pouco é sábio.

    ( ) O sofrimento alheio não nos faz sofrer, porque não nos afeta.

    ( ) Se não estiver atento a sua volta, será passado para trás


    Assinale a sequência correta

    Escolha uma alternativa para a questão 37056cea-e6
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    Português

    Imagem da questão de Português, UFMT 2008, Interpretação de Textos


    (ABAURRE, M. L. M. et alii. Português: contexto, interlocução e sentido.São Paulo: Moderna, 2008, p. 236.)

    Que intencionalidade estrutura o texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 36f34c56-e6
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    Português

    Fobias

            Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
            Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
            Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
            - Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
            - Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
            - Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
            - Não é possível! O que você faz durante a noite?
            - Tricô.
            Uma esperança!
            - Com manual?
            - Não. Danação.
            - Você não tem nada para ler?
            - Bem ... Tem uma carta da mamãe.
            - Manda!

    (VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2001.)
    Sobre aspectos da sintaxe em Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga., assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 36e35194-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 

    V 

        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Em “Angelina expirara com um sorriso...” (parte II, linha 1), o verbo está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão c42af3f9-e1
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    Português

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 

    V 

        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Na parte V, linha 1, a palavra “esquife” só não pode ser entendida como

    Escolha uma alternativa para a questão c41cc102-e1
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    Português

    Sobre o uso da linguagem, assinale a alternativa em que há INADEQUAÇÃO entre o contexto e a linguagem utilizada.
    Escolha uma alternativa para a questão 3ff4d00a-df
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    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFAL-MG 2008, Análise sintática Assinale a alternativa em que a(s) expressão(ões) sublinhada(s) desempenha(m) a função de sujeito da oração.

    Escolha uma alternativa para a questão d2a20a91-2d
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    Português

    Em O vôo da guará vermelha, Irene conta (e ouve) histórias de “fazer durar” ou estender o tempo, atitude similar a de Sherazade, que, para evitar a sua morte pelo sultão, seu esposo, cumpre a tarefa de, à noite, contar-lhe um “conto”, deixando a história em suspenso para que ele tome gosto e queira ouvir a continuação na noite seguinte. No que diz respeito a O vôo da guará vermelha, pode-se afirmar
    Escolha uma alternativa para a questão bf6a5f80-6e
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    Português

    Imagem da questão de Português, UFLA 2008, Conjunções: Relação de causa e consequência

    No trecho “João é teólogo, apocalíptico; Joaquim, filósofo, irreverente.”, a ausência da conjunção e entre as palavras “teólogo/apocalíptico” e entre “filósofo/irreverente” significa que
    Escolha uma alternativa para a questão 60c7dcbd-60
  • Linguagens

    Português

    As questões 13 e 14 referem-se ao volume 7 da Coleção Para Gostar de Ler.

    Na crônica “Para uma garota de quinze anos”, de Lourenço Diaféria, um pai descreve a trajetória da filha até completar tal idade, momento em que ele
    Escolha uma alternativa para a questão 7f577665-4b
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    Português

    As questões 11 e 12 referem-se ao livro
    Contos de aprendiz, de Carlos Drummond de Andrade.


    A temática do conto “Meu companheiro” é a comunicação entre
    Escolha uma alternativa para a questão 7d337981-4b
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    Português

    O fragmento textual abaixo servirá de base para as questões 06, 07, 08, 09 e 10.

    Imagem da questão de Português, UFRN 2008, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Seria correta a substituição das formas verbais compostas tinha publicado (l inha 4) e tinha experimentado (l inha 5) pelas respectivas formas simples:
    Escolha uma alternativa para a questão 78ea8f75-4b
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    Português

    As questões 01, 02, 03, 04 e 05 referem-se ao folheto que segue.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRN 2008, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRN 2008, Interpretação de Textos


    O folheto autoriza inferir-se que, ao usar aparelho celular enquanto dirige, o condutor do veículo
    Escolha uma alternativa para a questão 714dad56-4b