Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2019
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 4CC311CD-FF


Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.


"O tabagismo é a maior causa evitável de mortes por doenças crônicas não transmissíveis. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), três milhões de fumantes morrem por ano de doenças relacionadas ao tabaco. Do total de fumantes, 70% desejam parar de fumar, mas apenas 5% conseguem fazê-lo sozinhos"
O paciente realmente está mal, muito nervoso e magro. Queixa-se de insônia. O médico aconselha:
— Vamos parar de fumar. No máximo, um cigarro após cada refeição, de início.
Quinze dias depois, o paciente aparece no consultório do médico com quem estivera antes. Está melhor e bem mais gordo.
— Vejam só, que beleza! — diz o médico. E como o senhor engordou! — acrescentou entusiasmado.
NO consultório... Coquetel de piadas. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999. p. 23.
A marca de humor dessa anedota consiste no fato de o paciente

"Os bons líderes, geralmente, são os que sabem rodear-se de profissionais competentes, que promovem a motivação e o treinamento da equipe." (l. 7-10)
A oração em negrito no trecho acima está corretamente classificada em


O texto, Ladainha apresenta




GARCIA, Maria Fernanda. Dragão do Mar fez Ceará abolir a
escravidão 4 anos antes da Lei Áurea. Observatório do
Terceiro Setor. 2018. Disponível em:
https://observatorio3setor.org.br/carrossel/dragao-domar-fez-ceara-abolir-a-escravidao-4-anos-antes-da-leiaurea/ Acesso em: 09 de maio de 2019.


GARCIA, Maria Fernanda. Dragão do Mar fez Ceará abolir a
escravidão 4 anos antes da Lei Áurea. Observatório do
Terceiro Setor. 2018. Disponível em:
https://observatorio3setor.org.br/carrossel/dragao-domar-fez-ceara-abolir-a-escravidao-4-anos-antes-da-leiaurea/ Acesso em: 09 de maio de 2019.


















Cinquenta anos! Não era preciso confessá-lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial de marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou-me dançar uma polca, embriagar-me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos. Lá estavam eles, os teimosos, não tolhidos de frio, nem reumáticos, mas cochilando a sua fadiga, um pouco cobiçosos de cama e de repouso. Então — e vejam até que ponto pode ir a imaginação de um homem com sono — , então pareceu-me ouvir de um morcego encarapitado no tejadilho: Senhor Brás Cubas, a rejuvenescência estava na sala, nos cristais, nas luzes, nas sedas — enfim, nos outros.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Abril, 2010. p. 279.