Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 222 de 549

  • Linguagens

    Português

     Texto 2

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2019, Coesão e coerência

    Mas, nesse aspecto, sempre foi limitada” (linha 10) .

    A expressão “nesse aspecto” atua na coesão textual, referindo-se
    Escolha uma alternativa para a questão 719c509c-b0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2019, Morfologia

    “Sou mais leitora do que ouvinte; de todos os formatos de informação de que dispomos, o texto continua sendo o meu favorito, disparado.” (linhas 1-3)


    Os vocábulos sublinhados no fragmento classificam-se, respectivamente, do ponto de vista morfológico, como:

    Escolha uma alternativa para a questão 7184c8bf-b0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2019, Figuras de Linguagem

    O título “Podcasts: quem são, onde vivem, o que comem”, atribuído ao texto por Cora Rónai, cria a expectativa de que os podcasts sejam seres vivos com a intenção de

    Escolha uma alternativa para a questão 717b2689-b0
  • Linguagens

    Português

    A certa personagem desvanecida

    Um soneto começo em vosso gabo*:
    Contemos esta regra por primeira,
    Já lá vão duas, e esta é a terceira,
    Já este quartetinho está no cabo.

    Na quinta torce agora a porca o rabo;
    A sexta vá também desta maneira:
    Na sétima entro já com grã** canseira,
    E saio dos quartetos muito brabo.

    Agora nos tercetos que direi?
    Direi que vós, Senhor, a mim me honrais
    Gabando‐vos a vós, e eu fico um rei.

    Nesta vida um soneto já ditei;
    Se desta agora escapo, nunca mais:
    Louvado seja Deus, que o acabei.
    Gregório de Matos

    *louvor **grande

    Tipo zero

    Você é um tipo que não tem tipo
    Com todo tipo você se parece
    E sendo um tipo que assimila tanto tipo
    Passou a ser um tipo que ninguém esquece

    Quando você penetra num salão
    E se mistura com a multidão
    Você se torna um tipo destacado
    Desconfiado todo mundo fica
    Que o seu tipo não se classifica
    Você passa a ser um tipo desclassificado

    Eu até hoje nunca vi nenhum
    Tipo vulgar tão fora do comum
    Que fosse um tipo tão observado
    Você ficou agora convencido
    Que o seu tipo já está batido
    Mas o seu tipo é o tipo do tipo esgotado
    Noel Rosa

    O soneto de Gregório de Matos e o samba de Noel Rosa, embora distantes na forma e no tempo, aproximam‐se por ironizarem
    Escolha uma alternativa para a questão 0dbb94be-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Imagem da questão de Português, USP 2019, Interpretação de Textos
    Machado de Assis, Quincas Borba.
    No excerto, o autor recorre à intertextualidade, dialogando com a comédia de Molière, Tartufo (1664), cuja personagem central é um impostor da fé. Tal é a fama da peça que o nome próprio se incorporou ao vocabulário, inclusive em português, como substantivo comum, para designar o “indivíduo hipócrita” ou o “falso devoto”. No contexto maior do romance, sugere‐se que a tartufice
    Escolha uma alternativa para a questão 0dad78b9-99
  • Linguagens

    Português

    Agora, o Manuel Fulô, este,sim! Um sujeito pingadinho, quase menino – “pepino que encorujou desde pequeno” – cara de bobo de fazenda, do segundo tipo –; porque toda fazenda tem o seu bobo, que é, ou um velhote baixote, de barba rara no queixo, ou um eterno rapazola, meio surdo, gago, glabro* e alvar**. Mas gostava de fechar a cara e roncar voz, todo enfarruscado, para mostrar brabeza, e só por descuido sorria, um sorriso manhoso de dono de hotel. E, em suas feições de caburé*** insalubre, amigavam‐se as marcas do sangue aimoré e do gálico herdado: cabelo preto, corrido, que boi lambeu; dentes de fio em meia‐lua; malares pontudos; lobo da orelha aderente; testa curta, fugidia; olhinhos de viés e nariz peba, mongol.
    Guimarães Rosa, “Corpo fechado”, de Sagarana.

    *sem pelos, sem barba **tolo ***mestiço

    O retrato de Manuel Fulô, tal como aparece no fragmento, permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 0da3993c-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Uma planta é perturbada na sua sesta* pelo exército que a pisa.
    Mas mais frágil fica a bota.
    Gonçalo M. Tavares, 1: poemas.

    *sesta: repouso após o almoço.
    O ditado popular que se relaciona melhor com o poema é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0d9afe15-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    Uma planta é perturbada na sua sesta* pelo exército que a pisa.
    Mas mais frágil fica a bota.
    Gonçalo M. Tavares, 1: poemas.

    *sesta: repouso após o almoço.
    Considerando que se trata de um texto literário, uma interpretação que seja capaz de captar a sua complexidade abordará o poema como
    Escolha uma alternativa para a questão 0d942555-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    amora

    a palavra amora
    seria talvez menos doce
    e um pouco menos vermelha
    se não trouxesse em seu corpo
    (como um velado esplendor)
    a memória da palavra amor

    a palavra amargo
    seria talvez mais doce
    e um pouco menos acerba
    se não trouxesse em seu corpo
    (como uma sombra a espreitar)
    a memória da palavra amar
    Marco Catalão, Sob a face neutra.
    Tal como se lê no poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 0d9039f1-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTO PARA A QUESTÃO

    amora

    a palavra amora
    seria talvez menos doce
    e um pouco menos vermelha
    se não trouxesse em seu corpo
    (como um velado esplendor)
    a memória da palavra amor

    a palavra amargo
    seria talvez mais doce
    e um pouco menos acerba
    se não trouxesse em seu corpo
    (como uma sombra a espreitar)
    a memória da palavra amar
    Marco Catalão, Sob a face neutra.
    É correto afirmar que o poema
    Escolha uma alternativa para a questão 0d8d460a-99
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho extraído de uma notícia veiculada na internet:

    “O carro furou o pneu e bateu no meio fio, então eles foram obrigados a parar. O refém conseguiu acionar a população, que depois pegou dois dos três indivíduos e tentaram linchar eles. O outro conseguiu fugir, mas foi preso momentos depois por uma viatura do 5º BPM”, afirmou o major.
    Disponível em https://www.gp1.com.br/.

    No português do Brasil, a função sintática do sujeito não possui, necessariamente, uma natureza de agente, ainda que o verbo esteja na voz ativa, tal como encontrado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 0d8906e5-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTOS PARA A QUESTÃO

    Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
    Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

    O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
    Graciliano Ramos, Angústia.

    Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
    Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
    Para Graciliano Ramos, Angústia não faz concessão ao gosto do público na medida em que compõe uma atmosfera
    Escolha uma alternativa para a questão 0d84ec3b-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTOS PARA A QUESTÃO

    Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
    Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

    O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
    Graciliano Ramos, Angústia.

    Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
    Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
    Se o discurso literário “aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o”, pode‐se dizer que Luís da Silva, o narrador‐ protagonista de Angústia, já não se comove com a leitura de “histórias fáceis, sem almas complicadas” porque
    Escolha uma alternativa para a questão 0d81a760-99
  • Linguagens

    Português

    TEXTOS PARA A QUESTÃO

    Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
    Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

    O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
    Graciliano Ramos, Angústia.

    Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
    Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
    O argumento de Benedito Nunes, em torno da natureza artística da literatura, leva a considerar que a obra só assume função transformadora se
    Escolha uma alternativa para a questão 0d7e38e3-99
  • Linguagens

    Português

    Cantiga de enganar

    (...)
    O mundo não tem sentido.
    O mundo e suas canções
    de timbre mais comovido
    estão calados, e a fala
    que de uma para outra sala
    ouvimos em certo instante
    é silêncio que faz eco
    e que volta a ser silêncio
    no negrume circundante.
    Silêncio: que quer dizer?
    Que diz a boca do mundo?
    Meu bem, o mundo é fechado,
    se não for antes vazio.
    O mundo é talvez: e é só.

    Talvez nem seja talvez.
    O mundo não vale a pena,
    mas a pena não existe.
    Meu bem, façamos de conta.
    De sofrer e de olvidar,
    de lembrar e de fruir,
    de escolher nossas lembranças
    e revertê‐las, acaso
    se lembrem demais em nós.
    Façamos, meu bem, de conta
    – mas a conta não existe –
    que é tudo como se fosse,
    ou que, se fora, não era.
    (...)

    Carlos Drummond de Andrade, Claro Enigma.

    Em Claro Enigma, a ideia de engano surge sob a perspectiva do sujeito maduro, já afastado das ilusões, como se lê no verso‐síntese “Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.” (“Legado”). O excerto de “Cantiga de enganar” apresenta a relação do eu com o mundo mediada
    Escolha uma alternativa para a questão 0d7a2032-99
  • Linguagens

    Português

    A ciência do Homem-Aranha

    Muitos dos superpoderes do querido Homem-Aranha de fato se assemelham às habilidades biológicas das aranhas e são objeto de estudo para produção de novos materiais.

    O “sentido-aranha” adquirido por Peter Parker funciona quase como um sexto sentido, uma espécie de habilidade premonitória e, por isso, soa como um mero elemento ficcional. No entanto, as aranhas realmente têm um sentido mais aguçado. Na verdade, elas têm um dos sistemas sensoriais mais impressionantes da natureza.

    Os pelos sensoriais das aranhas, que estão espalhados por todo o corpo, funcionam como uma forma muito boa de perceber o mundo e captar informações do ambiente. Em muitas espécies, esse tato por meio dos pelos tem papel mais importante que a própria visão, uma vez que muitas aranhas conseguem prender e atacar suas presas na completa escuridão. E por que os pelos humanos não são tão eficientes como órgãos sensoriais como os das aranhas? Primeiro, porque um ser humano tem em média 60 fios de pelo em cada cm² do corpo, enquanto algumas espécies de aranha podem chegar a ter 40 mil pelos por cm²; segundo, porque cada pelo das aranhas possui até 3 nervos para fazer a comunicação entre a sensação percebida e o cérebro, enquanto nós, seres humanos, temos apenas 1 nervo por pelo.

    Disponível em: http://cienciahoje.org.br. Acesso em: 11 dez. 2018 (adaptado).


    Como estratégia de progressão do texto, o autor simula uma interlocução com o público leitor ao recorrer à

    Escolha uma alternativa para a questão 4a03b751-0a
  • Linguagens

    Português

    Essa lua enlutada, esse desassossego

    A convulsão de dentro, ilharga

    Dentro da solidão, corpo morrendo

    Tudo isso te devo. E eram tão vastas

    As coisas planejadas, navios,

    Muralhas de marfim, palavras largas

    Consentimento sempre. E seria dezembro.

    Um cavalo de jade sob as águas

    Dupla transparência, fio suspenso

    Todas essas coisas na ponta dos teus dedos

    E tudo se desfez no pórtico do tempo

    Em lívido silêncio. Umas manhãs de vidro

    Vento, a alma esvaziada, um sol que não vejo

    Também isso te devo.

    HILST, H. Júbilo, memória, noviciado da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 2018.


    No poema, o eu lírico faz um inventário de estados passados espelhados no presente. Nesse processo, aflora o

    Escolha uma alternativa para a questão 49f93d1f-0a
  • Linguagens

    Português

    “O computador, dando prioridade à busca pela própria felicidade, parou de trabalhar para os humanos”. É assim que termina o conto O dia em que um computador escreveu um conto, escrito por uma inteligência artificial com a ajuda de cientistas humanos.

    Os cientistas selecionaram palavras e frases que seriam usadas na narrativa, e definiram um roteiro geral da história, que serviria como guia para a inteligência artificial. A partir daí, o computador criou o texto combinando as frases e seguindo as diretrizes que os cientistas impuseram. Os juízes não sabem quais textos são escritos por humanos e quais são feitos por computadores, o que mostra que o conto estava bem escrito. O dia só não passou para as próximas etapas porque, de acordo com os juízes, os personagens não foram muito bem descritos, embora o texto estivesse estruturalmente impecável.

    A ideia dos cientistas é continuar desenvolvendo a criatividade da IA para que ela se pareça cada vez mais com a humana. Simular esse tipo de resposta é difícil, porque o computador precisa ter, primeiro, um banco de dados vasto vinculado a uma programação específica para cada tipo de projeto — escrita, pintura, música, desenho e por aí vai.

    D’ANGELO, H. Disponível em: https://super.abril.com.br. Acesso em: 5 dez. 2018.


    O êxito e as limitações da tecnologia utilizada na composição do conto evidenciam a

    Escolha uma alternativa para a questão 49f64fe1-0a
  • Linguagens

    Português

    Os subúrbios do Rio de Janeiro foram a primeira coisa a aparecer no mundo, antes mesmo dos vulcões e dos cachalotes, antes de Portugal invadir, antes do Getúlio Vargas mandar construir casas populares. O bairro do Queím, onde nasci e cresci, é um deles. Aconchegado entre o Engenho Novo e Andaraí, foi feito daquela argila primordial, que se aglutinou em diversos formatos: cães soltos, moscas e morros, uma estação de trem, amendoeiras e barracos e sobrados, botecos e arsenais de guerra, armarinhos e bancas de jogo do bicho e um terreno enorme reservado para o cemitério. Mas tudo ainda estava vazio: faltava gente.

    Não demorou. As ruas juntaram tanta poeira que o homem não teve escolha a não ser passar a existir, para varrê-las. À tardinha, sentar na varanda das casas e reclamar da pobreza, falar mal dos outros e olhar para as calçadas encardidas de sol, os ônibus da volta do trabalho sujando tudo de novo.

    HERINGER, V. O amor dos homens avulsos. São Paulo: Cia. das Letras, 2016.


    Traçando a gênese simbólica de sua cidade, o narrador imprime ao texto um sentido estético fundamentado na

    Escolha uma alternativa para a questão 49d45623-0a