Português
- Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 11A3A30B-FD
Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base nos textos 8 e 9.



INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


Sobre este trecho da obra de Noll, Adelaide Calhman de Miranda comenta:
“Normalmente a reação das pessoas à diferença é hostil; o melhor que se pode esperar é a tolerância. Uma crítica a este fenômeno pode ser encontrada no deboche do narrador de Bandoleiros à sociedade utópica teorizada por Ada e suas colegas, a “Sociedade Minimal”, “um núcleo comunitário mínimo, onde só circulassem suas próprias mercadorias”. Os princípios absurdos da Sociedade Minimal e a ironia com que o narrador se refere a ela podem ser considerados uma crítica à estética minimalista, que extingue o supérfluo e elimina as diferenças.”
Adaptado de: MIRANDA, Adelaide Calhman de. Abscesso na cidade desencontro, violência e esquecimento em Bandoleiros, de João Gilberto Noll. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 14, p. 01-20, 2001. Disponível em: http:// periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/2230/1788
Considerando os excertos de Noll e de Miranda, analise as afirmativas abaixo, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) O trecho de Noll bem representa o estilo prosa poética associado a sua escrita.
( ) Em ambos os textos há dados consistentes sobre a forma particular de circulação de mercadorias nas Sociedades Minimais.
( ) A expressão “princípios absurdos” e a referência à ironia do narrador utilizadas pela crítica literária podem ser identificadas no excerto de Bandoleiros de forma sutil.
( ) Miranda associa a ironia de Noll à ideia de
falta de tolerância das pessoas em relação à
diferença.
O correto preenchimento dos parênteses, de cima
para baixo, é
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.

INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


Adaptado de: SILVA, Gislene. O imaginário rural do leitor
urbano: o sonho mítico da casa no campo. UFSC, Brasil.
Disponível em: https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/200.

Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003. Disponível em:<http://seer.bce.unb.br/index.php/estudos/article/viewfile/2200/1757>.



Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.

Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.
As conversas entre os dois meninos – personagens de Edgar Vasques – permitem inferir que
INSTRUÇÃO: Responder às questão com base no texto.

Observe a charge.

Disponível em:<http://eraverdade.blogspot.com.br/2014/02/imagens-atuais-de-um-mundo-moderno.html> . Acesso em: 04/05/2016.
A linguagem não verbal usada pelo chargista nessa ilustração deixa clara certa atitude dos personagens que
se soma às palavras da vassoura. Assim, cria-se o efeito de humor, centrado no fato de
Leia as duas manchetes a seguir:
I. Zika faz turistas reverem planos de viagem ao Brasil Disponível em: . Acesso em: 28 jan. 2016.
II. Obama reage ao Zika e Europa orienta grávidas a evitar Brasil
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/01/1734395-obama-reage-ao-zika-e-europa-orienta-gravidas-a-evitar-brasil.shtml>. Acesso em: 28 jan. 2016.
Considere a palavra Zika, que aparece em ambas as manchetes. Sobre a função sintática exercida por ela, é
CORRETO afirmar que:
Leia o texto e seguir.
“[...] Depois de um gesto lento e cuidadoso abriu as palmas das mãos, contemplando-as. Sim, lá estava o vestígio do carinho. [...] Ela estava prendendo um novo amor. Um amor que vivia e se fortalecia na espera do amanhã, que se fazia inesperadamente nas frinchas de um momento qualquer, que se revelava por um simples piscar de olhos, por um sorriso ensaiado na metade das bordas de um lábio, por um repetir constante do eu te amo, declaração feita, muitas vezes, em voz silenciosa, audível somente para dentro, fazendo com que o eco dessa fala se expandisse no interior mesmo do próprio declarante.”
Considerando o conteúdo, a linguagem e as personagens da obra Olhos d’Água, de Conceição Evaristo, é correto afirmar que o texto:
Analise as frases a seguir.
“O ideal é utilizar remédios para dormir uma vez ou outra e, mesmo assim, de formulações mais leves, com menor potencial de causar dependência", diz Balbuena.
Segundo a moderna teoria das finanças, o preço de uma ação é caracterizado por um processo estatístico chamado passeio aleatório, ou seja, a cada momento do tempo a formação do preço acontece de forma aleatória.
Isso será possível desde que você e eu nos manifestemos abertamente, pois nossa manifestação, quando multiplicada, gerará a necessária mudança da opinião pública sobre o assunto.
As ofertas precisam ser homologadas antes de os vencedores serem oficialmente divulgados.
As expressões destacadas expressam, respectivamente, relações de:
Texto 2: Quando a carne é fraca!
A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.
Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas. Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!
Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?
Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima. Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?
Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.
Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.
Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial. Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio. Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros? Há que se inverter essa ordem!
DALTO, Carlos Eduardo. Disponível em:
https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8>.
Acesso em: 15 de mai. 2017. Adaptado.
Texto 2: Quando a carne é fraca!
A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.
Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas. Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!
Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?
Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima. Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?
Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.
Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.
Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial. Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio. Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros? Há que se inverter essa ordem!
DALTO, Carlos Eduardo. Disponível em:
https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8>.
Acesso em: 15 de mai. 2017. Adaptado.