Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 30309F0E-D5
Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.
TEXTO 3

TEXTO 3

A bola
Muito antes de o Brasil ter-se tornado campeão mundial de futebol, nossos antepassados já faziam as suas “peladas”. Só que não eram como as de hoje. O futebol veio muito depois, com suas regras criadas pelos ingleses.
Mas a bola, ou pelota, ou balão, ou “menina”, ou “redonda”, como dizem os locutores de futebol, já era usada desde a pré-história. É mencionada nos livros mais antigos e nas mais antigas gravuras. Homero e outros escritores da antiga Grécia nos contam que o jogo de bola era considerado importante para dar maior elasticidade e graça ao corpo. São encontradas referências sobre jogos de bola entre os egípcios e mesmo entre os hebreus, que pouco se dedicavam ao atletismo.
Os antigos romanos não eram também muito apreciadores de esportes. Gostavam de assistir às lutas dos gladiadores, é verdade, mas só de assistir: não participavam. Pois, mesmo entre eles, os jogos de bola eram muito difundidos.
Antigas bolas também não eram como as de hoje. As primeiras eram feitas de pedaços de couro costurados e “recheadas” dos mais diversos materiais. A menor delas, a harpastum, era uma bola muito dura e socada de penas. As maiores, as follis, eram cheias de ar, feitas de bexigas de animais, muito parecidas com as bolas atuais.
(Adaptado de: Manual do Escoteiro Mirim. São Paulo: Nova Cultura, 1985. p. 45-46.)
De maneira simples, pode-se dizer que a intertextualidade é a criação de um texto a partir de outro, já existente. Utilizando essa informação, assinale a alternativa que registra o texto com o qual o quadrinho abaixo dialoga.



Agora quando você morrer poderá se transformar na árvore de sua preferência
Adaptado de: http://diariodebiologia.com/2014/10/que-tal-morrer-e-virar-arvore/
TEXTO 1
A BioUrna é um projeto que oferece de maneira inteligente, sustentável e ecologicamente correta de superar um dos momentos mais tristes de uma família: a hora da morte. Embora muitos se sintam incomodados em falar sobre ela, a morte faz parte do ciclo natural de nossas vidas e este projeto provavelmente irá mudar a forma como as pessoas veem a perda de um ente querido, transformando o fim da vida em “um retorno” através da natureza.
Trata-se de uma urna biodegradável, feita com casca de coco, contendo turfa compactada e celulose, com as quais as suas cinzas serão misturadas. A urna vem com uma semente de árvore, que irá germinar quando enterrada. Os familiares podem escolher entre diversos tipos de árvores. O projeto que foi desenvolvido por dois jovens (Roger e Gerard Moliné), visa principalmente a aceitação do ciclo de vida natural e custa 105 dólares. A pessoa que fizer o pedido receberá uma única caixa e a semente da árvore escolhida.
É lógico que ninguém quer morrer e muito menos perder um ente querido, mas que com essa ideia morrer ficou mais confortante: Ah isso ficou!
TEXTO 2

Nos trechos:
I) este projeto provavelmente irá mudar a forma como as pessoas veem a perda de um ente querido, transformando o fim da vida em “um retorno” através da natureza.
II) É lógico que ninguém quer morrer e muito menos perder um ente querido, mas que com essa ideia morrer ficou mais confortante: Ah isso ficou!
As aspas e o ponto de exclamação produzem, respectivamente, o efeito de: