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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 300 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Analise as proposições em relação à obra Esaú e Jacó, ao seu autor, Machado de Assis, e ao Texto 4.

    I. Infere-se, da leitura da obra, uma linha irônica quanto aos diferentes discursos políticos e que, no entanto, a prática política permanece a mesma.

    II. Em Esaú e Jacó, no desfecho da narrativa, Flora ouve a promessa de Pedro e de Paulo de que, como irmãos, vão se reconciliar e lutar pelos mesmos ideais, ainda que em partidos diferentes.

    III. Historicamente, tem-se na obra Esaú e Jacó a crítica machadiana à política brasileira da época em que ocorreu a passagem da Monarquia para a República.

    IV. Da leitura da obra, infere-se que o conselheiro Aires, casado com Perpétua, preocupava-se com a felicidade dos sobrinhos Pedro e Paulo.

    V. Da leitura da obra, infere-se que após a “grande noite” (linha 23) Flora, finalmente, decide partir e ir em busca de uma terceira pessoa, um novo amor, longe dos gêmeos Pedro e Paulo.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac25b048-b1
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Em relação à obra Olhos d’água, Conceição Evaristo, e ao Texto 3, assinale (V) para a proposição verdadeira e (F) para a falsa.

    ( ) Da leitura do período “tropeçou nos brinquedos esparramados pelo chão” (linha 8), infere-se a falta de organização das gêmeas em relação aos pertences infantis delas.
    ( ) O final do conto leva o leitor a correlacionar a vida ficcional da favela à real – vida trágica, balas perdidas, vítimas inocentes.
    ( ) Da leitura da obra, inferem-se tópicos que permeiam os questionamentos estéticos temáticos da literatura brasileira - a voz do negro. O Modernismo foi o movimento que melhor propiciou condições para o afloramento da poesia negra.
    ( ) Da leitura da estrutura “Vinha a vontade de aceitar o dinheiro que ele oferecia sempre, mas não queria compactuar com a escolha dele” (linhas 1 a 3), deduz-se que a mãe não aceitava o dinheiro do filho porque era produto da criminalidade/droga.
    ( ) Da leitura da oração “Sentiu certo temor” (linha 7), infere-se, ainda que vagamente, prenúncio do sexto sentido feminino/materno.

    Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão ac19160e-b1
  • Linguagens

    Português

    Texto 2

    MUITOS ANOS DE ASILO.
    NINGUÉM OS QUIS.
    NEM A COR NEM A IDADE CERTAS.
    FICARAM LÁ.
    E FICARAM ATÉ DEPOIS QUE SAÍRAM.
    GUARADARAM O APELIDO.
    ELE, 36.
    ELA, 37.
    ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS.
    E AS CAMAS.
    OS NÚMEROS DA CHAMADA.
    DAS CADEIRAS DO CAFÉ DA MANHÃ.
    ELA SE FORMOU PROFESSORA.
    ELE, DEPOIS DE TUDO,
    PASSOU A DETESTAR MOTO.
    E, POR ISSO MESMO,
    FOI SER MOTOBOY.
    TINHA OUTRO TRABALHO.
    VENDIA INFORMAÇÃO.
    COM OU SEM FOTOS DE CELULAR.
    SEMPRE QUE VIA ALGUMA COISA.
    NAS RUAS, NAS ANDANÇAS.
    VENDIA PARA UM PORTAL DE NOTÍCIAS.
    UMA MERRECA.
    MAS DIVERTIA.
    AH, E NUNCA TREPARAM.
    NUNCA. NÃO ERA ESSE O LANCE DELES.

    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina, Ed. Lamparina, 2016.
    Analise as proposições em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 2.

    I. As estruturas linguísticas “MUITOS ANOS”, “36” e “37” são formas numéricas que indicam numeral coletivo e quantidade determinada, sequencialmente.

    II. Da leitura do período “FOI SER MOTOBOY”, infere-se a ideia de desafio, vencer o trauma que ele – Nando, adquirira após o acidente e a morte dos pais.

    III. A produção escrita de Elvira Virgínia põe em relevo os traços de uma linguagem literária com resquícios de oralidade fundamentada na linguagem oral.

    IV. Na estrutura “ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS” a expressão destacada retoma as formas linguísticas 36 e 37, portanto é um esclarecimento anafórico.

    V. A leitura do texto leva o leitor a inferir que a outra atividade, que Nando exercia, possuía características análogas às de paparazzi, embora aquele não possuísse as técnicas jornalísticas de fotografias.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac0ce2f9-b1
  • Linguagens

    Português

    Texto 2

    MUITOS ANOS DE ASILO.
    NINGUÉM OS QUIS.
    NEM A COR NEM A IDADE CERTAS.
    FICARAM LÁ.
    E FICARAM ATÉ DEPOIS QUE SAÍRAM.
    GUARADARAM O APELIDO.
    ELE, 36.
    ELA, 37.
    ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS.
    E AS CAMAS.
    OS NÚMEROS DA CHAMADA.
    DAS CADEIRAS DO CAFÉ DA MANHÃ.
    ELA SE FORMOU PROFESSORA.
    ELE, DEPOIS DE TUDO,
    PASSOU A DETESTAR MOTO.
    E, POR ISSO MESMO,
    FOI SER MOTOBOY.
    TINHA OUTRO TRABALHO.
    VENDIA INFORMAÇÃO.
    COM OU SEM FOTOS DE CELULAR.
    SEMPRE QUE VIA ALGUMA COISA.
    NAS RUAS, NAS ANDANÇAS.
    VENDIA PARA UM PORTAL DE NOTÍCIAS.
    UMA MERRECA.
    MAS DIVERTIA.
    AH, E NUNCA TREPARAM.
    NUNCA. NÃO ERA ESSE O LANCE DELES.

    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina, Ed. Lamparina, 2016.
    Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 2.
    Escolha uma alternativa para a questão ac015185-b1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir, para responder a questão que a ele se refere:

        De todos os conceitos fundamentais na ciência da vida, a evolução é o mais importante e também o mais mal compreendido. Primeiramente, a evolução, assim como qualquer área da ciência, não é capaz de sondar a questão das origens fundamentais ou significados éticos. A ciência, como um empreendimento, busca explicar fenômenos e regularidades do universo empírico, sob o pressuposto de que leis naturais são uniformes no espaço e no tempo. Assim, a evolução não é o estudo da origem primordial da vida no universo ou do significado intrínseco da vida entre os objetos da natureza; essas questões são filosóficas (ou teológicas) e não fazem parte do domínio da ciência. Esse aspecto é relevante, pois fundamentalistas fervorosos, disfarçados de “criacionistas científicos”, afirmam que a criação deve ser equiparada à evolução e receber tempo proporcional nas escolas, uma vez que ambas são igualmente “religiosas”, ao lidar com mistérios primordiais.
        Em segundo lugar, a evolução foi acrescentado um conjunto de conceitos e significados que representam muito mais antigos preconceitos sociais e crenças psicológicas da cultura ocidental do que uma descrição da realidade natural. Tal “bagagem” pode ser inevitável em qualquer campo que se relacione de modo tão íntimo com preocupações humanas profundas, mas esse forte viés social impediu-nos de levar a termo a revolução de Darwin. O mais pernicioso e limitante desses preconceitos é a ideia de progresso, a noção de que a evolução possui uma motivação ou manifesta uma poderosa tendência de caminhar em direção à maior complexidade, ao projeto biomecânico mais eficiente, a cérebros maiores ou alguma outra definição paroquial de progresso. Esse preconceito baseia-se num antigo desejo que os seres humanos têm de se colocar no ápice do mundo natural – e, dessa forma, afirmar um direito natural de dominar e explorar nosso planeta. Evolução, na formulação de Darwin, é adaptação a ambientes que mudam, não “progresso” universal. (BROCKMAN, J. & MATSON, K. As coisas são assim, p. 95-96. Adaptado.)
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do sentido do texto e de fenômenos morfológicos, sintáticos ou semânticos que nele se observam:
    Escolha uma alternativa para a questão 1efd7766-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir, para responder a questão que a ele se refere:

        De todos os conceitos fundamentais na ciência da vida, a evolução é o mais importante e também o mais mal compreendido. Primeiramente, a evolução, assim como qualquer área da ciência, não é capaz de sondar a questão das origens fundamentais ou significados éticos. A ciência, como um empreendimento, busca explicar fenômenos e regularidades do universo empírico, sob o pressuposto de que leis naturais são uniformes no espaço e no tempo. Assim, a evolução não é o estudo da origem primordial da vida no universo ou do significado intrínseco da vida entre os objetos da natureza; essas questões são filosóficas (ou teológicas) e não fazem parte do domínio da ciência. Esse aspecto é relevante, pois fundamentalistas fervorosos, disfarçados de “criacionistas científicos”, afirmam que a criação deve ser equiparada à evolução e receber tempo proporcional nas escolas, uma vez que ambas são igualmente “religiosas”, ao lidar com mistérios primordiais.
        Em segundo lugar, a evolução foi acrescentado um conjunto de conceitos e significados que representam muito mais antigos preconceitos sociais e crenças psicológicas da cultura ocidental do que uma descrição da realidade natural. Tal “bagagem” pode ser inevitável em qualquer campo que se relacione de modo tão íntimo com preocupações humanas profundas, mas esse forte viés social impediu-nos de levar a termo a revolução de Darwin. O mais pernicioso e limitante desses preconceitos é a ideia de progresso, a noção de que a evolução possui uma motivação ou manifesta uma poderosa tendência de caminhar em direção à maior complexidade, ao projeto biomecânico mais eficiente, a cérebros maiores ou alguma outra definição paroquial de progresso. Esse preconceito baseia-se num antigo desejo que os seres humanos têm de se colocar no ápice do mundo natural – e, dessa forma, afirmar um direito natural de dominar e explorar nosso planeta. Evolução, na formulação de Darwin, é adaptação a ambientes que mudam, não “progresso” universal. (BROCKMAN, J. & MATSON, K. As coisas são assim, p. 95-96. Adaptado.)
    Coloque V para verdadeiro e F para falso nas afirmativas a seguir, feitas a propósito de aspectos diversos do texto:

    ( ) A palavra “empírico”, na oração “busca explicar fenômenos e regularidades do universo empírico” (primeiro parágrafo), tem o significado de algo que se baseia principalmente em hipóteses.
    ( ) No início do segundo parágrafo, em “a evolução foi acrescentado um conjunto de conceitos e significados”, o “a” deveria ter recebido o acento indicativo de crase.
    ( ) Em “mas esse forte viés social impediu-nos de levar a termo a revolução de Darwin” (no segundo parágrafo), o termo “mas”, por dar ideia de oposição, deveria ter sido escrito assim: “mais”.
    ( ) Palavras e termos do texto, como “bagagem”, “progresso” e “criacionistas científicos”, funcionam como ironias, motivo pelo qual foram colocadas entre aspas.
    ( ) Uma das ideias transmitidas pelo texto é a de que a religião pode se equiparar à ciência, de vez que ambas especulam sobre assuntos fundamentais da vida.

    Assinale a alternativa que relaciona a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ef90ea3-b0
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    Português

    Leia o poema a seguir, intitulado “As águas do Recife”, de João Cabral de Melo Neto:

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Amazonas 2016, Figuras de Linguagem


    Sobre o texto fazem-se as seguintes afirmativas:


    I. Embora predomine a função poética da linguagem, há momentos em que se observa a função metalinguística.

    II. No enunciado dos versos 1 e 2, observa-se a presença da figura de linguagem chamada metáfora.

    III. Nos versos 6 e 11, ocorre a existência de outra figura de linguagem, que é a prosopopeia.

    IV. No texto, a linguagem utilizada foge das formas cotidianas de expressão, abandonando, portanto, a lógica comunicativa.

    V. Na última estrofe (versos 13 a 16), a figura de linguagem observada é a metonímia, mediante o emprego da causa pelo efeito.


    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 1ef555bd-b0
  • Linguagens

    Português

    Ao final da peça “Quase ministro”, o personagem Silveira narra uma história que é uma espécie de alegoria de tudo o que aconteceu anteriormente na peça:

    SILVEIRA Mas esperem: onde vão? Ouçam ao menos uma história. É pequena, mas conceituosa. Um dia anunciou-se um suplício. Toda gente correu a ver o espetáculo feroz. Ninguém ficou em casa: velhos, moços, homens, mulheres, crianças, tudo invadiu a praça destinada à execução. Mas, porque viesse o perdão à última hora, o espetáculo não se deu e a forca ficou vazia. Mais ainda: o enforcado, isto é, o condenado, foi em pessoa à praça pública dizer que estava salvo e confundir com o povo as lágrimas de satisfação. Houve um rumor geral, depois um grito, mais dez, mais cem, mais mil romperam de todos os ângulos da praça, e uma chuva de pedras deu ao condenado a morte de que o salvara a real clemência.
    ASSIS, Machado de. Quase Ministro. In: Teatro de Machado de Assis. Org. João Roberto Faria. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 26.

    O período “Mas, porque viesse o perdão à última hora, o espetáculo não se deu e a forca ficou vazia” pode ser mais adequadamente parafraseado, sem prejuízo das relações de causa e consequência originais, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 8b3d03bf-b0
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    Português

    Texto para a questão.

    O Repertório e o Mercado 

    O repertório de obras de arte atualmente servido ao público está deteriorado. Grande é o número de artistas que finge ignorar este fato: esta ignorância, verdadeira ou fingida, é crime. Em teatro, são criminosos os elencos cuja preocupação principal consiste em quitandeiramente ganhar alguns cobres servindo aos apetites mais rasteiros das plateias tranquilas; são criminosos todos aqueles que servilmente ficam atentos à última moda parisiense, ao último lançamento londrino, isto é, aqueles que renunciam à sua cidadania artística brasileira e se transformam em repetidores da arte alheia; são criminosos aqueles que apresentam sempre e apenas visões róseas do mundo através de universos feéricos das peças de boulevard, ou do psicologismo anglo-saxônico que tende a reduzir os mais graves problemas sociais e políticos a desajustes neuróticos de uns poucos cidadãos. 
    São criminosos os fabricantes irresponsáveis de comedietas idiotas que, segundo a publicidade, “até parecem italianas." Estes são criminosos e não são artistas porque arte é sempre a manifestação sensorial da verdade e não estará dizendo a verdade o artista que constantemente ignore a guerra de genocídio do Vietnã, que ignore o lento assassinato pela fome de milhões de brasileiros no Norte, no Sul, no Centro, no Nordeste e no Centro-Oeste—estas são verdades nacionais e humanas que nenhuma mensagem presidencial, por mais esperta que seja, fará esquecer. Por que são tantos os grupos teatrais que se dedicam ao teatro apodrecido, ao teatro da mentira, corruptor? Tirante os pulhas por convicção, existem também os pulhas por comodismo. Os primeiros acreditam na conquista do mercado ainda que para isso seja necessário produzir "sob medida" para o rápido consumo. (...) O mercado é o demiurgo da arte—este lugar comum já foi destruído (...) entre o artista e o consumidor, numa sociedade capitalista, insere-se o mediador-capital, o mediado-patrocinador. O dinheiro, este sim, é o verdadeiro demiurgo do gosto artístico posto em prática.
    O mercado consumidor de teatro é, em última análise, o fator determinante do conteúdo e da forma da obra de arte, da arte-mercadoria. E esse mercado, nos principais centros urbanos do país, é formado pela alta classe média, e daí para cima. O povo e a sua temática estão aprioristicamente excluídos. Este fato grave tem deformado a perspectiva criadora da maioria dos nossos artistas, que se atrelam aos desejos mais imediatos de "corte burguesa," da qual se tornam servis palhaços, praticando um teatro de classe, isto é, um teatro da classe proprietária, da classe opressora. A consequência lógica é uma arte de opressão.

    Adaptado de BOAL, Augusto. “Que Pensa Você da Arte de Esquerda?”. Latin American Theatre Review. Primavera de 1970, p. 46-47.
    No trecho “Em teatro, são criminosos os elencos cuja preocupação principal consiste em quitandeiramente ganhar alguns cobres servindo aos apetites mais rasteiros das plateias tranquilas (...)” o termo “quitandeiramente” se refere a:
    Escolha uma alternativa para a questão 8b3a0c63-b0
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    Português

    Com relação a Laços de família, de Clarice Lispector, é correto afirmar:

    I. Nesta coletânea de contos, as personagens - sejam adultos ou adolescentes - debatem-se nas cadeias de violência latente que podem emanar do círculo doméstico. Homens ou mulheres, os laços que os unem são, em sua maioria, elos familiares ao mesmo tempo de afeto e de aprisionamento.
    II. E, como se pouco a pouco se desnudasse uma estratégia, o cotidiano dos personagens de Laços de família, cuja primeira edição data de 1960, vai-se desnudando como um ambiente falsamente estável, em que vidas aparentemente sólidas se desestabilizam de súbito, justo quando o dia-a-dia parecia estar sendo marcado pela ameaça de nada acontecer.
    III. O texto de Clarice Lispector não costuma apresentar ilusória facilidade. Seu vocabulário não é simples, as imagens voltam-se para animais e plantas, quando não para objetos domésticos e situações da vida diária, com frequência numa voltagem de intenso lirismo.

    Assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 8b2533ed-b0
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    Português

    Leia o poema a seguir e responda à questão.


    Plena Pausa


    Lugar onde se faz                                        Nenhuma página

    o que já foi feito,                                          jamais foi limpa.

    branco da página,                                       Mesmo a mais Saara,

    soma de todos os textos,                            ártica, significa.

    foi-se o tempo                                             Nunca houve isso,

    quando, escrevendo,                                 uma página em branco.

    era preciso                                                 No fundo, todas gritam,

    uma folha isenta.                                       pálidas de tanto.



    (LEMINSKI, P. Toda poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p.185.)


    Sobre os versos “Mesmo a mais Saara, / ártica, significa.”, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0db7aad-b0
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    Português

    Foi justamente depois de “estrearem” como avós em 2012 que a publicitária Elisabete Junqueira e o jornalista Jorge Luiz de Souza resolveram criar o site Avosidade, que completou um ano nesta semana, justamente no Dia dos Avós – 26 de julho. A marca traz sobre a letra “O” um acento circunflexo invertido, uma forma de retratar com igualdade os dois gêneros. Pais de cinco filhos e avós de cinco crianças o casal conta que fez uma longa pesquisa até chegar à conclusão de que não havia na Internet um espaço que contemplasse a relação entre avós e netos. Nosso objetivo é conectar gerações, tanto que o site já nasceu com um canal para os netos, diz Elisabete. Para Jorge, a participação dos avós no site, sugerindo temas e mandando fotos é um indicativo de que eles usam a Internet, sim. “Eles não vão mais para a praça jogar dominó”, brinca, ao que Elisabete completa “As avós não são mais Dona Benta”, referindo-se à avó mais famosa da literatura infantil brasileira.

    (Adaptado de: GONÇALVES, E. Conectando gerações. Folha de Londrina. 29 jul. 2016. Suplemento Folha da Sexta. p.17.) 
    Em relação às palavras sublinhadas no texto que exercem a função de sujeito, considere os itens a seguir.


    I. A marca
    II. um canal
    III. a Internet
    IV. As avós


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0cda09b-b0
  • Linguagens

    Português

    Foi justamente depois de “estrearem” como avós em 2012 que a publicitária Elisabete Junqueira e o jornalista Jorge Luiz de Souza resolveram criar o site Avosidade, que completou um ano nesta semana, justamente no Dia dos Avós – 26 de julho. A marca traz sobre a letra “O” um acento circunflexo invertido, uma forma de retratar com igualdade os dois gêneros. Pais de cinco filhos e avós de cinco crianças o casal conta que fez uma longa pesquisa até chegar à conclusão de que não havia na Internet um espaço que contemplasse a relação entre avós e netos. Nosso objetivo é conectar gerações, tanto que o site já nasceu com um canal para os netos, diz Elisabete. Para Jorge, a participação dos avós no site, sugerindo temas e mandando fotos é um indicativo de que eles usam a Internet, sim. “Eles não vão mais para a praça jogar dominó”, brinca, ao que Elisabete completa “As avós não são mais Dona Benta”, referindo-se à avó mais famosa da literatura infantil brasileira.

    (Adaptado de: GONÇALVES, E. Conectando gerações. Folha de Londrina. 29 jul. 2016. Suplemento Folha da Sexta. p.17.) 
    Acerca da palavra “indicativo”, sublinhada no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0c9661b-b0
  • Linguagens

    Português

    Foi justamente depois de “estrearem” como avós em 2012 que a publicitária Elisabete Junqueira e o jornalista Jorge Luiz de Souza resolveram criar o site Avosidade, que completou um ano nesta semana, justamente no Dia dos Avós – 26 de julho. A marca traz sobre a letra “O” um acento circunflexo invertido, uma forma de retratar com igualdade os dois gêneros. Pais de cinco filhos e avós de cinco crianças o casal conta que fez uma longa pesquisa até chegar à conclusão de que não havia na Internet um espaço que contemplasse a relação entre avós e netos. Nosso objetivo é conectar gerações, tanto que o site já nasceu com um canal para os netos, diz Elisabete. Para Jorge, a participação dos avós no site, sugerindo temas e mandando fotos é um indicativo de que eles usam a Internet, sim. “Eles não vão mais para a praça jogar dominó”, brinca, ao que Elisabete completa “As avós não são mais Dona Benta”, referindo-se à avó mais famosa da literatura infantil brasileira.

    (Adaptado de: GONÇALVES, E. Conectando gerações. Folha de Londrina. 29 jul. 2016. Suplemento Folha da Sexta. p.17.) 
    Em relação a “As avós não são mais Dona Benta”, considere as afirmativas a seguir.


    I. A Internet passou a ser um canal de comunicação entre avós e netos.

    II. As avós não mais se restringem a dar carinho e contar histórias que aguçam a curiosidade dos netos.

    III. As avós vivem, atualmente, outros tempos e o contato com os netos ultrapassou a relação antes apenas presencial.

    IV. As avós de hoje diferem de Dona Benta porque se limitam a cuidar dos netos na ausência dos pais.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0bed588-b0
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    Português

    O educador e filósofo brasileiro Mario Sérgio Cortella faz uso de uma definição interessante para que as pessoas possam entender um pouco melhor a diferença entre ética e moral. Segundo ele, ética “é o conjunto de valores e princípios que se utiliza para responder às três grandes questões da vida: quero?; devo?; posso?”. Já a moral, é “a prática de uma ética. A concepção ética é o princípio, moral é a prática”. Mas nem tudo que quero posso; nem tudo que posso devo; e nem tudo que devo quero. “Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é ao mesmo tempo o que você pode e o que você deve”, dispara o filósofo. Sendo assim, não é difícil constatar que o Brasil vive atualmente uma crise moral. As pessoas que ocupam os mais altos níveis de poder “querem”, “não devem” e “não podem” cometer determinados atos. Mas o que vem ocorrendo é que, infelizmente, a maioria leva em consideração o “querem” e acabam fazendo tudo o que podem e o que não podem – ou não deveriam. E as ações impensadas resultaram no cenário que se vê hoje, o que leva, inevitavelmente, a uma crise na economia e a um sentimento de descrença na população em geral.


    (Adaptado de: ANDRICH, M. O que quero, devo e posso fazer? Revista Brasileira de Administração. n.112. maio/jun. 2016. p.25.)
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.


    I. Em “responder às três grandes questões”, a crase está relacionada ao substantivo feminino determinado.

    II. Em “dispara o filósofo”, o verbo está sendo usado em sentido figurado.

    III. Em “resultaram no cenário” a palavra sublinhada pode ser substituída por panorama.

    IV. Em “Você tem paz de espírito”, a expressão sublinhada remete à ideia de benevolência.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0b135bf-b0
  • Linguagens

    Português

    O educador e filósofo brasileiro Mario Sérgio Cortella faz uso de uma definição interessante para que as pessoas possam entender um pouco melhor a diferença entre ética e moral. Segundo ele, ética “é o conjunto de valores e princípios que se utiliza para responder às três grandes questões da vida: quero?; devo?; posso?”. Já a moral, é “a prática de uma ética. A concepção ética é o princípio, moral é a prática”. Mas nem tudo que quero posso; nem tudo que posso devo; e nem tudo que devo quero. “Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é ao mesmo tempo o que você pode e o que você deve”, dispara o filósofo. Sendo assim, não é difícil constatar que o Brasil vive atualmente uma crise moral. As pessoas que ocupam os mais altos níveis de poder “querem”, “não devem” e “não podem” cometer determinados atos. Mas o que vem ocorrendo é que, infelizmente, a maioria leva em consideração o “querem” e acabam fazendo tudo o que podem e o que não podem – ou não deveriam. E as ações impensadas resultaram no cenário que se vê hoje, o que leva, inevitavelmente, a uma crise na economia e a um sentimento de descrença na população em geral.


    (Adaptado de: ANDRICH, M. O que quero, devo e posso fazer? Revista Brasileira de Administração. n.112. maio/jun. 2016. p.25.)
    No trecho “Mas o que vem ocorrendo é que, infelizmente, a maioria leva em consideração o que “querem” e acabam fazendo tudo o que podem”, a partícula sublinhada estabelece
    Escolha uma alternativa para a questão c0ad8376-b0
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    Português

    Steve Jobs, fundador da Apple, é aquele tipo de líder que marcou tanto a nossa geração que ainda durante muitos anos surgirão novos livros, filmes e histórias sobre passagens marcantes da sua vida que vale a pena conhecermos. Tanto exemplos positivos quanto outros que mostram exatamente o que não devemos fazer em nossas empresas. Mas, por que ele foi tão especial assim? Porque revolucionou nada menos do que seis diferentes mercados: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefonia, tablets e publicação digital. Quem mais, em seu tempo, mudou o curso das coisas tão drasticamente ao longo das últimas décadas – ou mesmo séculos atrás? Talvez Leonardo da Vinci e olhe lá. Desde a morte dele, em outubro de 2011, muito se discute de onde vinha a sua incrível capacidade de atrair profissionais supertalentosos e extrair o melhor dessas pessoas, se no dia a dia era visto como intratável por quem o conhecia de perto. Sim, Jobs era aquele tipo de líder que, ao conhecê-lo, logo classificaria você como extraordinário ou imbecil. Sem meio-termo. E um detalhe: para ele, a maior parte das pessoas fazia parte do time dos imbecis. Aliás, daí vem outra dúvida: como alguém assim pode ser considerado um bom exemplo de líder? Especialmente, num momento da história em que o relacionamento líder-liderado é colocado como condição básica para o sucesso de qualquer gestor? O fato é que Jobs compensava a sua falta de tato pessoal com uma incrível capacidade de inspirar todo mundo ao seu redor. Ele sabia despertar significado, senso de propósito, vontade de “chegar lá” ou qualquer outro nome que você dê àquele brilho nos olhos que leva todos nós a mover céus e terra até atingir o objetivo traçado. Ainda que destratados, vários colaboradores diretos conseguiam relevar suas malcriações porque sentiam que trabalhar ao lado dele lhes possibilitava uma chance real de mudarem o mundo. Ter um chefe que falava coisas duras e despropositadas não era motivo suficiente para abandonarem o que sempre sonharam encontrar em suas carreiras. O que estou querendo dizer é que se você consegue inspirar as pessoas que trabalham contigo, elas são capazes de tolerar alguns dos seus “deslizes” porque acreditam na causa e se sentem realizadas por participar de algo grande.
    (Adaptado de: MOREIRA, W. A liderança de Steve Jobs. Folha de Londrina. 16 jul. 2016. Economia e Negócios. p.2.) 
    Leia o período do texto a seguir.


    Ele sabia despertar significado, senso de propósito, vontade de “chegar lá” ou qualquer outro nome que você dê àquele brilho nos olhos que leva todos nós a mover céus e terra até atingir o objetivo traçado.


    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a figura de linguagem presente no trecho sublinhado.

    Escolha uma alternativa para a questão c0799cb3-b0
  • Linguagens

    Português

    Steve Jobs, fundador da Apple, é aquele tipo de líder que marcou tanto a nossa geração que ainda durante muitos anos surgirão novos livros, filmes e histórias sobre passagens marcantes da sua vida que vale a pena conhecermos. Tanto exemplos positivos quanto outros que mostram exatamente o que não devemos fazer em nossas empresas. Mas, por que ele foi tão especial assim? Porque revolucionou nada menos do que seis diferentes mercados: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefonia, tablets e publicação digital. Quem mais, em seu tempo, mudou o curso das coisas tão drasticamente ao longo das últimas décadas – ou mesmo séculos atrás? Talvez Leonardo da Vinci e olhe lá. Desde a morte dele, em outubro de 2011, muito se discute de onde vinha a sua incrível capacidade de atrair profissionais supertalentosos e extrair o melhor dessas pessoas, se no dia a dia era visto como intratável por quem o conhecia de perto. Sim, Jobs era aquele tipo de líder que, ao conhecê-lo, logo classificaria você como extraordinário ou imbecil. Sem meio-termo. E um detalhe: para ele, a maior parte das pessoas fazia parte do time dos imbecis. Aliás, daí vem outra dúvida: como alguém assim pode ser considerado um bom exemplo de líder? Especialmente, num momento da história em que o relacionamento líder-liderado é colocado como condição básica para o sucesso de qualquer gestor? O fato é que Jobs compensava a sua falta de tato pessoal com uma incrível capacidade de inspirar todo mundo ao seu redor. Ele sabia despertar significado, senso de propósito, vontade de “chegar lá” ou qualquer outro nome que você dê àquele brilho nos olhos que leva todos nós a mover céus e terra até atingir o objetivo traçado. Ainda que destratados, vários colaboradores diretos conseguiam relevar suas malcriações porque sentiam que trabalhar ao lado dele lhes possibilitava uma chance real de mudarem o mundo. Ter um chefe que falava coisas duras e despropositadas não era motivo suficiente para abandonarem o que sempre sonharam encontrar em suas carreiras. O que estou querendo dizer é que se você consegue inspirar as pessoas que trabalham contigo, elas são capazes de tolerar alguns dos seus “deslizes” porque acreditam na causa e se sentem realizadas por participar de algo grande.
    (Adaptado de: MOREIRA, W. A liderança de Steve Jobs. Folha de Londrina. 16 jul. 2016. Economia e Negócios. p.2.) 
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.


    I. A liderança de Steve Jobs estava diretamente relacionada à sua falta de tato pessoal.

    II. Steve Jobs possuía grande empatia, daí ter se revelado um bom líder de grupo.

    III. Steve Jobs tornou-se um prodígio da tecnologia, graças ao êxito alcançado por suas criações.

    IV. A falta de tato de Steve Jobs nos relacionamentos interpessoais no trabalho não se mostrou um obstáculo ao alcance de seus objetivos.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0688e77-b0
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Figura 1 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática

    Figura 2 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática

    MEIRELES, C.Romanceiro da Inconfidência. 3.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.182. 



    TEXTO 2

    Figura 3 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática

    Disponível em:< http://filosofiavo2.blogspot.com.br/2011/04/argumento-falacias.html>
    Acesso em: 07 out 2016. 



    TEXTO 3
    Fuja da falácia no texto argumentativo

    (Mayra Gabriella de Rezende Pavan)
    Em um texto argumentativo, é importante tomar cuidado com a falácia, ou seja, argumentos falsos, ilógicos, raciocínios infundados, pois prejudicam a argumentação. 
    Figura 4 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática
    Falar que o ovo é “fruto” do coelho é um argumento falso (falácia). Entretanto, apesar de ilógico, na
    Páscoa, todos o aguardam

           Todo texto argumentativo busca convencer. Para alcançar esse objetivo, os argumentos tornam-se imprescindíveis. Há várias estratégias argumentativas, as citações, exemplos, argumento, contra-argumento, entre outras.
           Todos os argumentos são válidos? Posso usar qualquer exemplo para embasar meu texto? Ao argumentar, buscam-se razões que embasem uma conclusão, por isso é preciso tomar cuidado com as falácias.
           Falácia é um substantivo, derivado de um adjetivo latino fallace, que significa enganador, ilusório. Todas as vezes em que um raciocínio errado ou mentiroso é colocado como verdadeiro ocorre a falácia.
    [...]
            Por isso, é preciso estar atento à construção textual, porque o texto argumentativo deve usar argumentos plausíveis, pautados na lógica. Então, cuidado com aqueles que parecem sustentar uma conclusão, mas na realidade não sustentam. [...]  
    Disponível em:< http://portugues.uol.com.br/redacao/fuja-falacia-no-texto-argumentativo.html>
    Acesso em: 07 out 2016.


    TEXTO 4
    Figura 5 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática
    Figura 6 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática      Disponível em http://acervo.novaescola.org.br/lingua-portuguesa/fundamentos/leitura-textoscomplexidades-diferentes-466478.shtml
    Acesso em: 07 out 2016. 

    “Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.”
    Sobre o trecho transcrito, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b8ce779-b0
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Figura 1 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    MEIRELES, C.Romanceiro da Inconfidência. 3.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.182. 



    TEXTO 2

    Figura 3 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    Disponível em:< http://filosofiavo2.blogspot.com.br/2011/04/argumento-falacias.html>
    Acesso em: 07 out 2016. 



    TEXTO 3
    Fuja da falácia no texto argumentativo

    (Mayra Gabriella de Rezende Pavan)
    Em um texto argumentativo, é importante tomar cuidado com a falácia, ou seja, argumentos falsos, ilógicos, raciocínios infundados, pois prejudicam a argumentação. 
    Figura 4 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos
    Falar que o ovo é “fruto” do coelho é um argumento falso (falácia). Entretanto, apesar de ilógico, na
    Páscoa, todos o aguardam

           Todo texto argumentativo busca convencer. Para alcançar esse objetivo, os argumentos tornam-se imprescindíveis. Há várias estratégias argumentativas, as citações, exemplos, argumento, contra-argumento, entre outras.
           Todos os argumentos são válidos? Posso usar qualquer exemplo para embasar meu texto? Ao argumentar, buscam-se razões que embasem uma conclusão, por isso é preciso tomar cuidado com as falácias.
           Falácia é um substantivo, derivado de um adjetivo latino fallace, que significa enganador, ilusório. Todas as vezes em que um raciocínio errado ou mentiroso é colocado como verdadeiro ocorre a falácia.
    [...]
            Por isso, é preciso estar atento à construção textual, porque o texto argumentativo deve usar argumentos plausíveis, pautados na lógica. Então, cuidado com aqueles que parecem sustentar uma conclusão, mas na realidade não sustentam. [...]  
    Disponível em:< http://portugues.uol.com.br/redacao/fuja-falacia-no-texto-argumentativo.html>
    Acesso em: 07 out 2016.


    TEXTO 4
    Figura 5 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos
    Figura 6 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos      Disponível em http://acervo.novaescola.org.br/lingua-portuguesa/fundamentos/leitura-textoscomplexidades-diferentes-466478.shtml
    Acesso em: 07 out 2016. 

    No fragmento, “...dona Raposa não quis saber de histórias e tratou de pôr-se ao fresco, dizendo...”, apenas uma alternativa NÃO pode substituir a expressão sublinhada, por acarretar prejuízo semântico. Identifique-a. 
    Escolha uma alternativa para a questão 5b877b62-b0