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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
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Resultados: 10.965 questões

Página 366 de 549

  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa que analisa corretamente o período: Senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui.
    Escolha uma alternativa para a questão 5af72224-f8
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo destacado em: O que aqui está é semelhante à pintura.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ae99be7-f8
  • Linguagens

    Português

    Na frase: A natureza deveria cooperar: os homens envelhecem de modo diferente. Os dois pontos poderiam ser substituídos por vírgula, se estabelecermos o nexo entre as orações pela conjunção:
    Escolha uma alternativa para a questão 5ae66f40-f8
  • Linguagens

    Português

    O verbo sublinhado na frase: Tiveram sucesso em suas atividades teria, na mesma pessoa do pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo, a forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 5adcfa62-f8
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o verbo se flexiona no mesmo tempo do sublinhado na frase: O meu fim era atar as duas pontas da vida.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ad9e394-f8
  • Linguagens

    Português

    A palavra arco-íris forma o plural da mesma maneira que os substantivos:
    Escolha uma alternativa para a questão 5ad047b5-f8
  • Linguagens

    Português

    A palavra DESCONFORTAVELMENTE está assim constituída:
    Escolha uma alternativa para a questão 5ac9b080-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Interpretação de TextosAdaptado de ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro. Aguilar Editora, 1971, vol. 1, p. 810


    Com base no TEXTO 2, responda à questão.

    De acordo com o personagem-narrador:
    Escolha uma alternativa para a questão 5abaf19a-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Sintaxe

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    O termo “contudo” (linha 36) pode ser substituído, sem que se altere o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 5a74c987-f8
  • Linguagens

    Português

    No texto “Um pingo de chuva”, que integra o livro Os da minha rua, Ondjaki relata a despedida dos professores cubanos que voltavam a seu país de origem. “O camarada professor Ángel explicou-nos, com palavras um bocadinho difíceis, que a missão deles em Angola tinha terminado e que se iam embora muito em breve”. Assinale a opção que enuncia fatores relacionados à presença desses professores em Angola, na década de 1980.
    Escolha uma alternativa para a questão 29ddb838-ec
  • Linguagens

    Português

    Sobre o excerto de Os da minha rua, de Ondjaki, apresentado a seguir, é correto afirmar que:


    “Uma pessoa quando é criança parece que tem a boca preparada para sabores bem diferentes sem serem muito picantes de arder na língua. São misturas que inventam uma poesia mastigada tipo segredos de fim da tarde. Era assim, antigamente, na casa da minha avó. No tempo da Madalena Kamussekele”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 29d9f480-ec
  • Linguagens

    Português

    Se as mídias sociais são utilizadas para disseminar formas de violência entre os jovens, conforme aponta o texto “Ser ou não ser”, elas têm demonstrado também ser importantes veículos para organizar mobilizações coletivas, como na chamada “primavera árabe”. Assinale a opção que enuncia corretamente as principais causas das mobilizações ocorridas no Egito e na Tunísia:
    Escolha uma alternativa para a questão 2928f0e2-ec
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    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    O sujeito de “Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho” é:
    Escolha uma alternativa para a questão 29255ad3-ec
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    Assinale a opção que apresenta o significado da palavra “figuração”, conforme ela é empregada no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 291d3cbf-ec
  • Linguagens

    Português

    a questão está baseada no texto Ah, como gastam, escrito por Carolina Araújo para a Folha de São Paulo, no dia 27 de julho de 2008

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2011, Pontuação
    Na linha 8 (em ... roupas), as reticências foram utilizadas como um recurso retórico. Qual o efeito de sentido alcançado com esse recurso?
    Escolha uma alternativa para a questão f415fa46-e9
  • Linguagens

    Português

    a questão está baseada no texto Ah, como gastam, escrito por Carolina Araújo para a Folha de São Paulo, no dia 27 de julho de 2008

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2011, Formas nominais do verbo (particípio, gerúndio, infinitivo)
    Sobre o modo como o verbo “admitir” foi utilizado, na linha 2 (Mas agora é a vez de os próprios jovens admitirem), é correto afirmar o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão f412e53a-e9
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    Português

    a questão está baseada no texto Ah, como gastam, escrito por Carolina Araújo para a Folha de São Paulo, no dia 27 de julho de 2008

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2011, Interpretação de Textos
    Em qual das alternativas abaixo, as aspas NÃO foram utilizadas para caracterizar discurso direto?
    Escolha uma alternativa para a questão f40fd859-e9
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    Português

    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2011, Pontuação

    Por que a palavra “pois”, na oração “Ordenou, pois, ao motorista que parasse”, na linha 3, está entre vírgulas?
    Escolha uma alternativa para a questão f3fedf8f-e9
  • Linguagens

    Português

    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2011, Sintaxe

    Em qual das alternativas abaixo, é possível dizer que há um predicado verbo-nominal?
    Escolha uma alternativa para a questão f3fbe9ab-e9
  • Linguagens

    Português

    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2011, Morfologia - Pronomes

    Em qual das alternativas abaixo, a palavra “que” está sendo utilizada como pronome relativo, iniciando uma oração subordinada adjetiva explicativa?
    Escolha uma alternativa para a questão f3f91688-e9