Linguagens
Português
- Sintaxe
- Prova de 2010
- UFGD
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: F7D02FBA-E4
"O homem não passa de um caniço, o mais fraco da natureza, mas é um caniço pensante. Não é preciso que o universo inteiro se arme para esmagá-lo: um vapor, uma gota de água bastam para matá-lo. Mas, mesmo que o universo o esmagasse, o homem seria ainda mais nobre do que quem o mata, porque sabe que morre e a vantagem que o universo tem sobre ele; o universo desconhece tudo isso. Toda a nossa dignidade consiste, pois, no pensamento. Daí que é preciso nos elevarmos, e não do espaço e da duração, que não podemos preencher.Trabalhemos, pois, para bem pensar; eis o princípio da moral. Não é no espaço que devo buscar minha dignidade, mas na ordenação de meu pensamento. Não terei mais, possuindo terras; pelo espaço, o universo me abarca e traga como um ponto; pelo pensamento, eu o abarco".
PASCAL, Blaise. Pensamentos. São Paulo: Abril Cultural, 1988. (Coleção Os Pensadores, Artigo VI, p. 347 - 348)
No texto apresentado, procure estabelecer as relações de sentido implementadas pelos conectivos destacados. Depois, assinale a alternativa que expressa, respectivamente, as relações adequadas entre as partes do texto.
PASCAL, Blaise. Pensamentos. São Paulo: Abril Cultural, 1988. (Coleção Os Pensadores, Artigo VI, p. 347 - 348)
No texto apresentado, procure estabelecer as relações de sentido implementadas pelos conectivos destacados. Depois, assinale a alternativa que expressa, respectivamente, as relações adequadas entre as partes do texto.

A informação que aparece em ambos os textos é:
Os aspectos expressivo e exortativo do texto conjugam-se, de modo mais evidente, no verso:
Ao reproduzir um diálogo, o texto incorpora marcas de oralidade, tanto de ordem léxica, caso da palavra “garra”, quanto de ordem gramatical, como, por exemplo,
As palavras do texto cujos prefixos traduzem, respectivamente, ideia de anterioridade e contiguidade são
A linguagem de cunho popular que está presente tanto na fala das personagens quanto no discurso do narrador do romance de Manuel Antônio de Almeida, está mais bem exemplificada em: