Português
- Conjunções: Relação de causa e consequência
- Prova de 2016
- UDESC
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: AC217E82-B1

Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.






Leia a seguinte tirinha do humorista/ cartunista Quino:

Assinale a alternativa que melhor discute o efeito de humor contido na tirinha:
Leia a charge a seguir.

(Disponível em: <www.humortadela.com.br>. Acesso em: 4 ago. 2016.)
No contexto da ilustração, a frase proferida pelo agressor
Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. O avosidade veio preencher uma lacuna existente nos sites de relacionamento.
II. Os avós da atualidade são muito diferentes, pois sua visão de mundo é muito distinta da de épocas passadas.
III. O diálogo entre avós e netos, hoje, é muito mais constante, pois a forma de compartilhar ideias mudou.
IV. Graças aos avanços das tecnologias, as novas crianças são seres precoces na construção do próprio conhecimento, tornando-se interlocutores pouco atraentes para os mais velhos.
Assinale a alternativa correta.
Leia o trecho a seguir.
Se a pessoa se contenta com linguagem simples – frases curtas da televisão e das redes sociais, vocabulário pobre e sintaxe pouco elaborada –, o desenvolvimento cerebral se estabiliza e a pessoa se torna incapaz de compreender ideias com consequências significativas para si mesma e para a sociedade.
Em relação aos termos grifados, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
O homem ocidental nem sempre se comportou da maneira que estamos acostumados a considerar como típica ou como sinal característico do homem “civilizado”. Se um homem da atual sociedade civilizada ocidental fosse, de repente, transportado para uma época remota de sua própria sociedade, tal como o período medievo-feudal, descobriria nele muito do que julga “incivilizado” em outras sociedades modernas. Sua reação em pouco diferiria da que nele é despertada no presente pelo comportamento de pessoas que vivem em sociedades feudais fora do Mundo Ocidental. Dependendo de sua situação e de suas inclinações, sentir-se-ia atraído pela vida mais desregrada, mais descontraída e aventurosa das classes superiores dessa sociedade ou repelido pelos costumes “bárbaros”, pela pobreza e rudeza que nele encontraria. E como quer que entendesse sua própria “civilização”, ele concluiria, da maneira a mais inequívoca, que a sociedade existente nesses tempos pretéritos da história ocidental não era “civilizada” no mesmo sentido e no mesmo grau que a sociedade ocidental moderna.
(Adaptado de: ELIAS, N. O processo civilizador. v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p.13.)