Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 474 de 549

  • Linguagens

    Português

    Texto 
    O conhecimento
    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos
    (Galliano. O método científico: teoria e prática.
    Editora Harper& Row do Brasil Ltda. São Paulo:
    1979. p. 16-17.)
    Abaixo você encontrará quatro afirmações, três das quais estão implícitas no texto. Assinale a única ideia que está explicitada no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3dc90ba1-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    O conhecimento
    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos
    (Galliano. O método científico: teoria e prática.
    Editora Harper& Row do Brasil Ltda. São Paulo:
    1979. p. 16-17.)
    Atente à passagem de um parágrafo para o outro e assinale o que está INCORRETO.
    Escolha uma alternativa para a questão 3dc521d2-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    O conhecimento
    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2015, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2015, Coesão e coerência
    (Galliano. O método científico: teoria e prática.
    Editora Harper& Row do Brasil Ltda. São Paulo:
    1979. p. 16-17.)
    Observe as relações entre os elementos do primeiro parágrafo.

    I. O “Estes” (linha 49) aponta para “os animais inferiores” (linhas 48-49).
    II. O “isso” de “além disso” (linha 50) refere-se à oração “Estes apenas esforçam-se pela vida” (linhas 49-50), resumindo-a.
    III. O substantivo “realidade” não é retomado por nenhuma anáfora.

    Está correto o que se diz apenas em
    Escolha uma alternativa para a questão 3dbca031-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Análise sintática
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    “Esses desocupados matam o tempo jogando porrinha, ou lendo os jornais velhos que mamãe amontoa num canto, sentados nos degraus do escadote com que ela alcança as prateleiras altas.” (linhas 7-11) Escreva V quando o que se disser do excerto for verdadeiro, e F quando for falso.

    ( ) Quando se lê o enunciado transcrito, não fica bem clara a relação sintática da oração “sentados nos degraus do escadote...” com os outros termos do enunciado: se ela se liga a “esses desocupados”, ou a “os jornais velhos que mamãe amontoa num canto”. A esse tipo de relação, que confunde o leitor, chama-se ambiguidade semântica.
    ( ) A vírgula usada depois do substantivo “canto” não diminui a confusão que ocorre no trecho.
    ( ) Somente o conhecimento dos traços semânticos (ou de significação) dos substantivos “desocupados” e “jornais” pode esclarecer o verdadeiro sentido do enunciado.
    ( ) Poder-se-ia reestruturar o enunciado de modo a eliminar esse problema: Sentados nos degraus do escadote com que mamãe alcança as prateleiras altas, esses desocupados matam o tempo jogando porrinha, ou lendo os jornais velhos que ela amontoa num canto.

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
    Escolha uma alternativa para a questão 3db5514a-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Advérbios
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    “Ou by serendipity, como dizem os ingleses quando na caça a um tesouro se tem a felicidade de deparar com outro bem, mais precioso ainda.” (linhas 19-22) Leia o que se diz sobre o enunciado acima.

    I. Estaria de acordo com os ensinamentos da gramática normativa o acréscimo de duas vírgulas ao enunciado: Ou by serendipity, como dizem os ingleses quando, na caça a um tesouro, se tem a felicidade de deparar com outro bem, mais precioso ainda.
    II. A regra que ampara o emprego das vírgulas acrescentadas é a seguinte: Separa-se com vírgulas o adjunto adverbial deslocado ou intercalado.
    III. Haveria diferença de sentido e de classe gramatical se mudássemos a posição da vírgula em “a felicidade de deparar com outro bem, mais precioso ainda”, que passaria a “felicidade de deparar com outro, bem mais precioso ainda”. Na estrutura do texto, bem é um substantivo, e a expressão tem o seguinte sentido: deparar com outra coisa que não é um tesouro, porém é mais precioso do que um tesouro. Na estrutura modificada – com outro, bem mais precioso ainda”, bem seria um advérbio, e a expressão teria o seguinte sentido: deparar com outro tesouro bem mais precioso do que aquele que se procurava.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 3dae34d2-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    Considerando o texto como um todo, o enunciado “E não costumo perder tempo com livros que ele nem sequer abriu” (linhas 37-38) indica que o enunciador
    Escolha uma alternativa para a questão 3daa1195-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Advérbios
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    Atente ao enunciado: “Mas não são adeptos de literatura os indivíduos que ali se abrigam da chuva ou do sol a pino de verão”. (linhas 4-7) Indique a opção correta em relação ao enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3d9b0743-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    O texto começa com o enunciado – “Com o portão enguiçado, e num convite a ladrões de livros, a garagem de casa lembra uma biblioteca pública permanentemente aberta para a rua” (linhas 1-4). Escolha a opção INCORRETA em relação a esse enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3d966c52-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Artigos
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    Considere a expressão “a garagem de casa” (linha 2) e o que se diz sobre ela.

    I. O emprego do vocábulo casa sem a determinação do artigo definido, como acontece no texto, indica que a casa é da pessoa que fala.

    II. A introdução do artigo definido antes do substantivo casa – garagem da casa – indicaria não só que o falante não é o proprietário da casa, ou pelo menos não a habita, mas também que o referente casa, representado no texto pelo vocábulo casa, já aparecera no texto, portanto não seria novo para o leitor.

    III. A introdução do artigo indefinido um antes do substantivo casa – garagem de uma casa – indicaria que o referente casa, representado pelo vocábulo casa, ainda não aparecera no texto, portanto seria novo para o leitor.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 3d9203a6-b8
  • Linguagens

    Português

    Texto 
    A garagem de casa 
    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Coesão e coerência
    (Chico Buarque. O irmão alemão. 1 ed. São Paulo. Companhia das letras. 2014. p. 60-61. Texto adaptado com o acréscimo do título.)

    A obra O irmão alemão, último livro de Chico Buarque de Holanda, tem como móvel da narrativa a existência de um desconhecido irmão alemão, fruto de uma aventura amorosa que o pai dele, Sérgio Buarque de Holanda, tivera com uma alemã, lá pelo final da década de 30 do século passado. Exatamente quando Hitler ascende ao poder na Alemanha. Esse fato é real: o jornalista, historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na época, solteiro, deixou esse filho na Alemanha. Na família, no entanto, não se falava no assunto. Chico teve, por acaso, conhecimento dessa aventura do pai em uma reunião na casa de Manuel Bandeira, por comentário feito pelo próprio Bandeira.
    Foi em torno da pretensa busca desse pretenso irmão que Chico Buarque desenvolveu sua narrativa ficcional, o seu romance.
    Sobre a obra, diz Fernando de Barros e Silva: “o que o leitor tem em mãos [...] não é um relato histórico. Realidade e ficção estão aqui entranhadas numa narrativa que embaralha sem cessar memória biográfica e ficção”. 
    Atente às afirmações sobre o processo referencial que se realiza nas primeiras linhas do texto.

    I. A expressão referencial “ladrões de livros” (linha 2) é retomada pela expressão anafórica “adeptos da literatura” (linhas 5).
    II. A expressão referencial “os indivíduos que ali se abrigam da chuva ou do sol a pino de verão” (linha 5-7) é retomada anaforicamente pela expressão “Esses desocupados” (linha 7).
    III. No texto, o adjetivo “desocupados” (linha 7) tem forte teor argumentativo, isto é, tem força para influenciar o leitor.

    Está correto apenas o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 3d8ea4b1-b8
  • Linguagens

    Português

    Cena V – JORGE, MADALENA E MARIA
    JORGE – Ora seja Deus nesta casa!
    (Maria beija-lhe o escapulário1 e depois a mão; Madalena somente o escapulário.)
    MADALENA – Sejais bem-vindo, meu irmão!
    MARIA – Boas tardes, tio Jorge!
    JORGE – Minha senhora mana! A bênção de Deus te cubra, filha! Também estou desassossegado como vós, mana Madalena: mas não vos aflijais, espero que não há de ser nada. É certo que tive umas notícias de Lisboa...
    MADALENA (assustada) – Pois que é, que foi?
    JORGE – Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo. Os governadores querem sair da cidade... é um capricho verdadeiro... Depois de aturarem metidos ali dentro toda a força da peste, agora que ela está, se pode dizer, acabada, que são raríssimos os casos, é que por força querem mudar de ares.
    MADALENA – Pois coitados!...
    MARIA – Coitado do povo! Que mais valem as vidas deles? Em pestes e desgraças assim, eu entendia, se governasse, que o serviço de Deus e do rei me mandava ficar, até a última, onde a miséria fosse mais e o perigo maior, para atender com remédio e amparo aos necessitados. Pois, rei não quer dizer pai comum de todos?
    JORGE – A minha donzela Teodora! Assim é, filha, mas o mundo é doutro modo: que lhe faremos?
    MARIA – Emendá-lo.
    JORGE (para Madalena, baixo) – Sabeis que mais? Tenho medo desta criança.
    MADALENA (do mesmo modo) – Também eu.
    JORGE (alto) – Mas enfim, resolveram sair: e sabereis mais que, para corte e “buen retiro” dos nossos cinco reis, os senhores governadores de Portugal por D. Filipe de Castela, que Deus guarde, foi escolhida esta nossa boa vila de Almada, que o deveu à fama de suas águas sadias, ares lavados e graciosa vista.
    MADALENA – Deixá-los vir.
    JORGE – Assim é: que remédio! Mas ouvi o resto. O nosso pobre Convento de São Paulo tem de hospedar o senhor arcebispo D. Miguel de Castro, presidente do governo. Bom prelado é ele; e, se não fosse que nos tira do humilde sossego de nossa vida, por vir como senhor e príncipe secular... o mais, paciência. Pior é o vosso caso...
    MADALENA – O meu!
    JORGE – O vosso e de Manuel de Sousa: porque os outros quatro governadores – e aqui está o que me mandaram dizer em muito segredo de Lisboa – dizem que querem vir para esta casa, e pôr aqui aposentadoria2 .
    MARIA (com vivacidade) – Fechamos-lhes as portas. Metemos a nossa gente dentro – o terço3 de meu pai tem mais de seiscentos homens – e defendemo-nos. Pois não é uma tirania?... E há de ser bonito!... Tomara eu ver seja o que for que se pareça com uma batalha! 
    JORGE – Louquinha!
    MADALENA – Mas que mal fizemos nós ao conde de Sabugal e aos outros governadores, para nos fazerem esse desacato? Não há por aí outras casas; e eles não sabem que nesta há senhoras, uma família... e que estou eu aqui?... (Teatro, vol. 3, 1844.)
    1 escapulário: faixa de tecido que frades e freiras de certas ordens religiosas cristãs usam pendente sobre o peito.
    2 pôr aposentadoria: ficar, morar.
    3 terço: corpo de tropas dos exércitos português e espanhol dos séculos XVI e XVII.
    “Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo.”
    Em relação à forma verbal “digo”, os pronomes oblíquos átonos “vo-lo” atuam, respectivamente, como
    Escolha uma alternativa para a questão 44ee719f-3c
  • Linguagens

    Português

    Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Análise sintática

    É correta a seguinte afirmação:
    Escolha uma alternativa para a questão 81131ece-31
  • Linguagens

    Português

    Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    É adequado o seguinte comentário envolvendo sentidos do último parágrafo:
    Escolha uma alternativa para a questão 810ff46c-31
  • Linguagens

    Português

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Coesão e coerência

    Comenta-se com correção:
    Escolha uma alternativa para a questão 810a1349-31
  • Linguagens

    Português

    Cronologia

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    É correto afirmar sobre o acima transcrito:

    Escolha uma alternativa para a questão 8103a421-31
  • Linguagens

    Português

    Considere o texto e as afirmativas abaixo.

    Em cima do piano

    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos É um meio de seleção realizado através de fórmula tradicional, como outros. O líder vai cantando e cada sílaba da fórmula de escolha corresponde a uma palma de mão a ser batida, correspondente a uma criança. Aquele em que se encerra a fórmula, cabendo-lhe a última sílaba, pode ficar com o papel pior (quando a escolha é feita de modo direto, como, por exemplo, pegador), ou pode ficar livre, eximindo-se dos papéis menos prezados. Neste último caso, a escolha é mais demorada porque é feita por exclusão.

    Foram colhidas nos bairros do Bom Retiro, Bela Vista, Lapa e Pari (São Paulo):

    Em cima do piano

    Tem um copo de veneno

    Quem bebeu morreu

    Anabu, anabu

    Quem sai és tu.

    OU

    Quem sai és tu

    Puxando o rabo do tatu.

    E TAMBÉM:

    Quem sai é tu

    Do rabo do tatu

    Pau, porrete,

    Bengala, cacete.

    I. Pode-se aceitar a hipótese de que o texto faz parte de coletânea de brincadeiras e jogos tradicionais.

    II. Pode-se aceitar a hipótese de que as legendas remetem, na ordem em que aparecem, a: número de participantes; local adequado; regras do jogo.

    III. Pode-se aceitar a hipótese de que as fórmulas de escolha, preliminares de alguns jogos, são ao mesmo tempo um jogo em si: com a fórmula, em tom ritmado, as crianças ficam atentas à chance de serem escolhidas.

    IV. Pode-se aceitar a hipótese de que um jogo ou brincadeira infantil tradicional apresenta variações por ser fruto de criação coletiva, que se realiza de forma espontânea nas ruas, parques, recreios etc. e é transmitido de forma oral de uma geração a outra.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 8100825d-31
  • Linguagens

    Português

    Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce. 

    A.

    CAPÍTULO 2

    O CORPO

    Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor

    Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés

    Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.

    A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.

    A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.

    As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão. 


    B.

    CAPÍTULO 8

    AS EXTREMIDADES

    8.4 OS PÉS

    2. O limpador de para-brisas

    Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão

    − Gire os tornozelos para dentro e para fora;

    − Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez). 

         Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Gêneros Textuais

    Atenção: Para responder a esta questão, considere o Texto B e o que segue.

    RECEITA DE ARROZ DOCE TRADICIONAL

    INGREDIENTES

    1 litro e meio de leite

    2 xícaras de arroz branco (já lavado)

    3 xícaras de açúcar

    Canela em pau (uso e quantidade a gosto)

    1 lata de leite condensado


    MODO DE PREPARO

    Cozinhar o arroz no leite, juntamente com a canela.

    20 minutos depois, mexer de tempos em tempos, acrescentar o açúcar, deixar mais 20 minutos e logo em seguida acrescentar o leite condensado e deixar mais 20 minutos.

    Colocar em uma linda travessa. 

    Levando em conta os gêneros de textos, é correto afirmar: O texto B e a receita 
    Escolha uma alternativa para a questão 80fd4092-31
  • Linguagens

    Português

    Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce. 

    A.

    CAPÍTULO 2

    O CORPO

    Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor

    Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés

    Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.

    A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.

    A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.

    As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão. 


    B.

    CAPÍTULO 8

    AS EXTREMIDADES

    8.4 OS PÉS

    2. O limpador de para-brisas

    Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão

    − Gire os tornozelos para dentro e para fora;

    − Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez). 

         Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Análise sintática

    Comenta-se corretamente sobre o que se tem no trecho B.
    Escolha uma alternativa para a questão 80fa40dd-31
  • Linguagens

    Português

    Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce. 

    A.

    CAPÍTULO 2

    O CORPO

    Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor

    Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés

    Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.

    A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.

    A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.

    As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão. 


    B.

    CAPÍTULO 8

    AS EXTREMIDADES

    8.4 OS PÉS

    2. O limpador de para-brisas

    Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão

    − Gire os tornozelos para dentro e para fora;

    − Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez). 

         Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    É correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 80f71572-31
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    O texto motivou a construção das frases abaixo, que devem ser consideradas independentes dele. A formulação que atende à clareza e à norma-padrão escrita é:
    Escolha uma alternativa para a questão 1d8fffd8-31