Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 478 de 549

  • Linguagens

    Português

    TEXTO 6

    [...]
    Arandir (numa alucinação) – Dália, faz o seguinte. Olha o seguinte: diz à Selminha. (violento) Diz que, em toda minha vida, a única coisa que salva é o beijo no asfalto. Pela primeira vez. Dália, escuta! Pela primeira vez, na vida! Por um momento, eu me senti bom! (furioso) Eu me senti quase, nem sei! Escuta, escuta! Quando eu te vi no banheiro, eu não fui bom, entende? Desejei você. Naquele momento, você devia ser a irmã nua. E eu desejei. Saí logo, mas desejei a cunhada. Na praça da Bandeira, não. Lá, eu fui bom. É lindo! É lindo, eles não entendem. Lindo beijar quem está morrendo! (grita) Eu não me arrependo! Eu não me arrependo!

    Dália – Selminha te odeia! (Arandir volta para a cunhada, cambaleante. Passa a mão na boca encharcada.)

    Arandir (com voz estrangulada) – Odeia. (muda de tom) Por isso é que recusou. Recusou o meu beijo. Eu quis beijar e ela negou. Negou a boca. Não quis o meu beijo.

    Dália – Eu quero!

    Arandir (atônito) – Você?Dália (sofrida) – Selminha não te beija, mas eu.

    Arandir (contido) – Você é uma criança. (Dália aperta entre as mãos o rosto de Arandir.)

    Arandir – Dália. (Dália beija-o, de leve, nos lábios.)

    Dália – Te beijei.

    Arandir (maravilhado) – Menina!

    Dália (quase sem voz) – Agora me beija. Você. Beija.

    Arandir (desprende-se com violência) – Eu amo Selminha!

    Dália (desesperada) – Eu me ofereço e. Selminha não veio e eu vim.

    Arandir – Dália, eu mato tua irmã. Amo tanto que. (muda de tom) Eu ia pedir. Pedir à Selminha para morrer comigo.

    Dália – Morrer?

    Arandir (desesperado) – Eu e Selminha! Mas ela não veio!

    Dália (agarra o cunhado. Quase boca com boca, sôfrega) – Eu morreria.

    Arandir – Comigo?

    Dália (selvagem) – Contigo! Nós dois! Contigo! Eu te amo!

    [...]

    (RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 98-100.)


    Releia trecho extraído do Texto 6:


         “Dália, faz o seguinte. Olha o seguinte: diz à Selminha. (violento) Diz que, em toda minha vida, a única coisa que salva é o beijo no asfalto. Pela primeira vez. Dália, escuta! Pela primeira vez, na vida! Por um momento, eu me senti bom! (furioso) Eu me senti quase, nem sei! [...] Na praça da Bandeira, [...] eu fui bom. É lindo! É lindo, eles não entendem. Lindo beijar quem está morrendo! (grita) Eu não me arrependo! Eu não me arrependo!"


    Sobre o fragmento apresentado, pode-se inferir que:


    I-Arandir é uma personagem que, ao longo da trama, percebe transformação no modo como é tratado. Ao beijar a boca do moribundo, passa a ser visto pela sociedade com outros olhos, os olhos do preconceito.   

     II-para Arandir, o beijo no moribundo não passou de um ato de caridade, ternura e bondade.

    III- a revolta de Arandir está centrada no fato de ele descobrir, durante a conversa com Dália, a sua orientação homossexual, situação que o leva a pensar no suicídio como único caminho para pôr fim às angústias existenciais.

    Em relação às proposições analisadas, marque a única alternativa cujos itens estão todos corretos:


    Escolha uma alternativa para a questão 6ee8f194-34
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 6

    [...]
    Arandir (numa alucinação) – Dália, faz o seguinte. Olha o seguinte: diz à Selminha. (violento) Diz que, em toda minha vida, a única coisa que salva é o beijo no asfalto. Pela primeira vez. Dália, escuta! Pela primeira vez, na vida! Por um momento, eu me senti bom! (furioso) Eu me senti quase, nem sei! Escuta, escuta! Quando eu te vi no banheiro, eu não fui bom, entende? Desejei você. Naquele momento, você devia ser a irmã nua. E eu desejei. Saí logo, mas desejei a cunhada. Na praça da Bandeira, não. Lá, eu fui bom. É lindo! É lindo, eles não entendem. Lindo beijar quem está morrendo! (grita) Eu não me arrependo! Eu não me arrependo!

    Dália – Selminha te odeia! (Arandir volta para a cunhada, cambaleante. Passa a mão na boca encharcada.)

    Arandir (com voz estrangulada) – Odeia. (muda de tom) Por isso é que recusou. Recusou o meu beijo. Eu quis beijar e ela negou. Negou a boca. Não quis o meu beijo.

    Dália – Eu quero!

    Arandir (atônito) – Você?Dália (sofrida) – Selminha não te beija, mas eu.

    Arandir (contido) – Você é uma criança. (Dália aperta entre as mãos o rosto de Arandir.)

    Arandir – Dália. (Dália beija-o, de leve, nos lábios.)

    Dália – Te beijei.

    Arandir (maravilhado) – Menina!

    Dália (quase sem voz) – Agora me beija. Você. Beija.

    Arandir (desprende-se com violência) – Eu amo Selminha!

    Dália (desesperada) – Eu me ofereço e. Selminha não veio e eu vim.

    Arandir – Dália, eu mato tua irmã. Amo tanto que. (muda de tom) Eu ia pedir. Pedir à Selminha para morrer comigo.

    Dália – Morrer?

    Arandir (desesperado) – Eu e Selminha! Mas ela não veio!

    Dália (agarra o cunhado. Quase boca com boca, sôfrega) – Eu morreria.

    Arandir – Comigo?

    Dália (selvagem) – Contigo! Nós dois! Contigo! Eu te amo!

    [...]

    (RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 98-100.)


    Na primeira fala de Arandir (Texto 6), o personagem faz uma oposição entre dois sentimentos humanos. Assinale a alternativa que revela corretamente essa oposição:
    Escolha uma alternativa para a questão 6ed95e3b-34
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 4
            Lua de mel! Lua de fel. Bebi meu cálice de amargura, cumprindo cada uma das estações da dor. Fui para a cama com um rapaz decente, um amigo fiel, porém insípido, insosso, desenxabido como a sopa que agora engulo todas as noites. Enquanto isso, perto dali, o homem pelo qual meu corpo inteiro latejava, que eu queria e que me desejava, entrava debaixo dos lençóis de outra mulher, minha irmã. Amor, paixão, revolta. Ódio. Com que fúria maldisse meu pai, minha mãe. Ana Alice, minha irmã, tão apaixonada pelo Vítor quanto eu, e com a vantagem daquele odioso arzinho de fragilidade, o trunfo que acabou lhe garantindo a vitória. Na batalha da força contra a fraqueza, a última saiu vitoriosa. Quem diria! Com tão escassa munição, a sonsa Ana Alice venceu a peleja. 
            O castigo tem pressa, não se faz esperar. Aqui se faz, aqui se paga. O preço foi alto; durante anos, minha irmã permaneceu chafurdada no inferno do ciúme. Chamuscou na labareda da inveja a pureza de suas lindas asas de anjo. Encontrou, um dia, a felicidade? Não encontrou? Uma coisa é certa: ninguém pode dizer que Ana Alice tenha sido rejeitada. E, ao seu modo, talvez tenha sido feliz sim, não sei. No final, acomodou-se nos braços de um amor maduro, se morno ou não, quem há de saber? Morreu tranquila ao lado do marido. Naqueles tempos em que a palavra dada tinha peso de assinatura, ninguém ponderou a força da paixão que unia o Vítor a mim. Não avaliaram a ameaça que representava nossa cumplicidade, o gosto pelas mesmas coisas, um amor jovem demais desabrochado na clandestinidade. No início de nossos casamentos, resistimos. Permanecemos aparentemente acomodados em nossos compromissos arranjados. Antes de tudo, vinha a arraigada convicção de que era necessário manter as aparências. 
    (BARROS, Adelice da Silveira.  Mesa  dos inocentes. Goiânia: Kelps, 2010. p. 19.)
    Sabemos que em Literatura nem tudo o que parece é, de fato. As palavras possuem, no universo literário, pesos e medidas imensuráveis. Assim, a história das irmãs envolvidas na trama narrada por uma delas, no romance Mesa dos inocentes, de Adelice da Silveira Barros, de que faz parte o Texto 4, nos leva a concluir que (marque a alternativa correta):
    Escolha uma alternativa para a questão 6e9a180b-34
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

                   As vozes do homem 

    Naquele momento de angústia,

    o homem não sabia se era o mau ou o bom ladrão.

    E quando a mais amarga das estrelas o oprimia demais,

    eis que a sua boca ia dizendo:

    eu sou anjo.

    E os pés do homem: nós somos asas.

    E as mãos: nós somos asas.

    E a testa do homem: eu sou a lei.

    E os braços: nós somos cetros.

    E o peito: eu sou o escudo.

    E as pernas: nós somos as colunas.

    E a palavra do homem: eu sou o Verbo.

    E o espírito do homem: eu sou o Verbo.

    E o cérebro: eu sou o guia.

    E o estômago: eu sou o alimento.

    E se repetiram depois as acusações milenárias.

    E todas as alianças se desfizeram de súbito.

    E todas as maldições ressoaram tremendas.

    E as espadas de fogo interceptaram o caminho da

    [árvore da vida.

    E as mãos abarcaram o pescoço do homem:

    nós te abarcaremos.



    [...]

                                                               (LIMA, Jorge de. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2006. p. 94.)

          Jorge de Lima é um poeta de múltiplas dimensões temporais. É considerado pela crítica “um poeta regional, negro, bíblico e hermético" (BOSI, 1989, p. 506). O motivo religioso foi determinante no desenvolvimento de sua poesia. Sobre o fragmento do poema “As vozes do homem" (Texto 1), assinale a alternativa correta:


                                        (BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix , 1989.)


    Escolha uma alternativa para a questão 6e1faf5d-34
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

                   As vozes do homem 

    Naquele momento de angústia,

    o homem não sabia se era o mau ou o bom ladrão.

    E quando a mais amarga das estrelas o oprimia demais,

    eis que a sua boca ia dizendo:

    eu sou anjo.

    E os pés do homem: nós somos asas.

    E as mãos: nós somos asas.

    E a testa do homem: eu sou a lei.

    E os braços: nós somos cetros.

    E o peito: eu sou o escudo.

    E as pernas: nós somos as colunas.

    E a palavra do homem: eu sou o Verbo.

    E o espírito do homem: eu sou o Verbo.

    E o cérebro: eu sou o guia.

    E o estômago: eu sou o alimento.

    E se repetiram depois as acusações milenárias.

    E todas as alianças se desfizeram de súbito.

    E todas as maldições ressoaram tremendas.

    E as espadas de fogo interceptaram o caminho da

    [árvore da vida.

    E as mãos abarcaram o pescoço do homem:

    nós te abarcaremos.



    [...]

                                                               (LIMA, Jorge de. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2006. p. 94.)

    No Texto 1, as vozes a que o título se refere manifestam-se (assinale a alternativa correta):
    Escolha uma alternativa para a questão 6e01da4e-34
  • Linguagens

    Português

    Rolos de chamas envoltas em denso bulcão de fumo
    subiam aos ares.
    A casa das Palmas e suas dependências, vistas de
    longe, pareciam submersas em um turbilhão de fogo,
    que surgia das entranhas da terra, e convolvia-se pelo
    negrume do espaço.
    Açoitada pelo vento, a labareda estorcendo-se e
    rabiando, rugia de sanha; ou sufocada um instante
    pelas abóbodas de fumaça e pelas camadas de
    palhiço, troava como um canhão, arrojando-se às
    nuvens.
    De instante a instante ouvia-se uma descarga de
    fuzilaria, correndo ao longo daquela faixa incendiada
    que figurava a ala de um exército em renhida batalha.
    Eram os gomos das canas, que estalavam ao intenso
    calor do fogo.
    Com os sibilos da labareda enroscada no ar,
    confundiam-se os silvos das cascavéis e jararacas
    que, surpreendidas pelo incêndio, arremessavam-se
    furiosas contra o fogo e rompiam estortegando pelo
    campo abrasado.
    As aves noturnas deslumbradas com o súbito clarão,
    fugiam soltando guinchos de terror, enquanto as feras,
    insufladas pelo instinto da desolação, uivavam no
    fundo da floresta e trotavam ligeiras para arrebatarem
    a presa ao incêndio e se abeberarem de sangue.
    Medonho espetáculo!
    O incêndio crescia com tal velocidade, que parecia
    uma catarata de fogo, a inundar o espaço, ameaçando
    comunicar-se à floresta, e submergir a terra em um
    pélago de chamas.
    Do seio daquele surdo rumor produzido pelo ressolho
    da labareda, se desprendeu e reboou ao longe um
    grito soturno; mugir da turba espavorida ante as
    tremendas convulsões da natureza.

    O texto acima integra a obra Til, de José de Alencar. Das alternativas abaixo, indique a que contém informação que NÃO corresponde às características do trecho citado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3e2252f5-34
  • Linguagens

    Português

    Tuiteratura, neologismo criado por meio da fusão das palavras “twitter” e “literatura”, define esta nova modalidade literária que veio à tona neste mês de maio, através de uma mostra cultural realizada no Sesc Santo Amaro, em São Paulo.
    Sob curadoria da agitadora cultural Giselle Zamboni e assistência do escritor Reni Adriano, contos e poesias com até 140 letras ganham vida em telas interativas, onde várias obras de autores consagrados e outros em ascensão dividem as audiências, com muita cor, som e ideias.
    A Poeme-se está lá, representada pelo amigo Felipe Carriço e seus microcontos (contos com até 140 letras).

    Disponível em: http://blog.poemese.com/1a-mostra-nacional-de-tuiteratura/. Acesso em 01.08.14

    Inserida no contexto das tecnologias de informação e comunicação da sociedade moderna, a tuiteratura é considerada um novo gênero textual, cuja relevância está
    Escolha uma alternativa para a questão 98e73db5-ab
  • Linguagens

    Português

    Na obra Sentimento do Mundo de Carlos Drummond de Andrade, há uma variedade de temas voltados para a análise do contexto social e político e da condição humana. Assim, indique a alternativa que contém poema que trata dominantemente da questão da liberdade e da opressão.
    Escolha uma alternativa para a questão cfd0f1db-ab
  • Linguagens

    Português

    – Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.

    Conteve-se, notou que os meninos estavam perto, com certeza iam admirar-se ouvindo-o falar só. E, pensando bem, ele não era homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. Vermelho, queimado, tinha os olhos azuis, a barba e os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de animais alheios, descobria-se, encolhia-se na presença dos brancos e julgava-se cabra.

    Olhou em torno, com receio de que, fora os meninos, alguém tivesse percebido a frase imprudente. Corrigiu-a, murmurando:

    – Você é um bicho, Fabiano.


    Do trecho acima, de Vidas Secas , obra de Graciliano Ramos, pode-se admitir que
    Escolha uma alternativa para a questão ce83991a-ab
  • Linguagens

    Português

    Luiz Galvão é personagem do romance Til, de José de Alencar.Dele NÃO é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão cd2f7ae2-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Análise sintática

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa em que a expressão destacada tem a mesma função sintática da grifada na oração: Os fragmentos das muralhas não parecem impostos à terra, mas emergentes dela.
    Escolha uma alternativa para a questão dc89f743-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Morfologia

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa em que o termo destacado tem a mesma classificação morfológica da palavra sublinhada em: Olhando esse fazer, as coisas me parecem menos gloriosas.
    Escolha uma alternativa para a questão dc7c0aea-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Morfologia

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa formada de vocábulos compostos cujo último elemento é o único a flexionar-se.
    Escolha uma alternativa para a questão dc77c8e0-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Funções morfossintáticas da palavra QUE

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa que analisa corretamente a função do se na frase: O clamor da batalha diluiu-se no silêncio
    Escolha uma alternativa para a questão dc72d027-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa em que o pronome lhe apresenta o mesmo valor semântico que em: Sem saber-lhe o nome, tive que deixá-lo passar.
    Escolha uma alternativa para a questão dc6f51d9-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Conforme o texto, ao visitar a Grande Muralha da China, a autora sentiu-se:
    Escolha uma alternativa para a questão dc5b3f74-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa cujo verbo está empregado em sentido figurado.
    Escolha uma alternativa para a questão dc42c6d8-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    De acordo com o texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão dc3fe992-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Coesão e coerência

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa em que as frases O bem-te-vi chama. Vou ao terraço. O bem-te-vi mergulha em voo rasante foram unidas respeitando o mesmo sentido do texto (linha 28).
    Escolha uma alternativa para a questão dc36ca4f-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa que indica onde foi omitida qualquer referência explícita à Muralha da China.
    Escolha uma alternativa para a questão dc2fcdcb-fa