Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 483 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Gêneros Textuais
    Verifica-se no poema:
    Escolha uma alternativa para a questão cec59c27-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Interpretação de Textos
    Analise atentamente as afirmações abaixo, relacionando-as a seus conhecimentos. Assinale V, para verdadeiro, ou F, para falso:

    I. As imagens do corpo em decomposição sugerem a degradação moral dos homens.
    II. A linguagem contradiz a tradição poética sentimentalista.
    III. As influências do Naturalismo e do Simbolismo se estabelecem em torno do cientificismo e da decadência do eu.
    IV. Os críticos do único livro de Augusto dos Anjos observam sua militância político-ideológica, que o coloca entre os principais poetas brasileiros de inclinação socialista.
    Escolha uma alternativa para a questão cebf508c-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Análise sintática
    “A influência má dos signos do zodíaco” (verso 4) funciona sintaticamente como:
    Escolha uma alternativa para a questão ceb5bf52-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Análise sintática
    Reflita sobre os versos “Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia / Que se escapa da boca de um cardíaco” (versos 7-8). Considerando o contexto em que a expressão em destaque aparece, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão cea25c74-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Coesão e coerência
    As estrofes, lidas em conjunto:
    Escolha uma alternativa para a questão ce971398-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Interpretação de Textos
    O “verme” se opõe ao “eu” representando, dentro do contexto poético:
    Escolha uma alternativa para a questão ce90d2ef-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros 2014, Interpretação de Textos
    O “verme” declara “guerra à vida”, segundo o poema, porque:
    Escolha uma alternativa para a questão ce8924de-b5
  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto de Cruz e Sousa.

    Silêncios

    Largos Silêncios interpretativos,

    Adoçados por funda nostalgia,

    Balada de consolo e simpatia

    Que os sentimentos meus torna cativos;


    Harmonia de doces lenitivos,

    Sombra, segredo, lágrima, harmonia

    Da alma serena, da alma fugidia

    Nos seus vagos espasmos sugestivos.


    Ó Silêncios! ó cândidos desmaios,

    Vácuos fecundos de celestes raios

    De sonhos, no mais límpido cortejo...


    Eu vos sinto os mistérios insondáveis

    Como de estranhos anjos inefáveis

    O glorioso esplendor de um grande beijo!

    (Cruz e Sousa. Broquéis, Faróis, Últimos Sonetos, 2008.)



    A análise do soneto revela como tema e recursos poéticos, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cb267e2-b1
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto “O mandarim”, de Eça de Queirós, para responder a questão.


        Então começou a minha vida de milionário. Deixei bem depressa a casa de Madame Marques – que, desde que me sabia rico, me tratava todos os dias a arroz- -doce, e ela mesma me servia, com o seu vestido de seda dos domingos. Comprei, habitei o palacete amarelo, ao Loreto: as magnificências da minha instalação são bem conhecidas pelas gravuras indiscretas da Ilustração Francesa. Tornou-se famoso na Europa o meu leito, de um gosto exuberante e bárbaro, com a barra recoberta de lâminas de ouro lavrado e cortinados de um raro brocado negro onde ondeiam, bordados a pérolas, versos eróticos de Catulo; uma lâmpada, suspensa no interior, derrama ali a claridade láctea e amorosa de um luar de Verão.

        [...]

       Entretanto Lisboa rojava-se aos meus pés. O pátio do palacete estava constantemente invadido por uma turba: olhando-a enfastiado das janelas da galeria, eu via lá branquejar os peitilhos da Aristocracia, negrejar a sotaina do Clero, e luzir o suor da Plebe: todos vinham suplicar, de lábio abjeto, a honra do meu sorriso e uma participação no meu ouro. Às vezes consentia em receber algum velho de título histórico: – ele adiantava-se pela sala, quase roçando o tapete com os cabelos brancos, tartamudeando adulações; e imediatamente, espalmando sobre o peito a mão de fortes veias onde corria um sangue de três séculos, oferecia-me uma filha bem-amada para esposa ou para concubina.

        Todos os cidadãos me traziam presentes como a um ídolo sobre o altar – uns odes votivas, outros o meu monograma bordado a cabelo, alguns chinelas ou boquilhas, cada um a sua consciência. Se o meu olhar amortecido fixava, por acaso, na rua, uma mulher – era logo ao outro dia uma carta em que a criatura, esposa ou prostituta, me ofertava a sua nudez, o seu amor, e todas as complacências da lascívia.

        Os jornalistas esporeavam a imaginação para achar adjetivos dignos da minha grandeza; fui o sublime Sr. Teodoro, cheguei a ser o celeste Sr. Teodoro; então, desvairada, a Gazeta das Locais chamou-me o extraceleste Sr. Teodoro! Diante de mim nenhuma cabeça ficou jamais coberta – ou usasse a coroa ou o coco. Todos os dias me era oferecida uma presidência de Ministério ou uma direção de confraria. Recusei sempre, com nojo.

    (Eça de Queirós. O mandarim, s/d.)

    “Os jornalistas esporeavam a imaginação para achar adjetivos dignos da minha grandeza; fui o sublime Sr. Teodoro, cheguei a ser o celeste Sr. Teodoro; então, desvairada, a Gazeta das Locais chamou-me o extraceleste Sr. Teodoro!”


    Nesta passagem do último parágrafo, identifica-se uma

    Escolha uma alternativa para a questão 6ca86cc1-b1
  • Linguagens

    Português

    “A pessoa é presa por pirataria – e aí a cadeia mostra filmes piratas?”, denunciou o americano Richard Humprey, condenado a 29 meses de prisão por distribuir conteúdo pirateado na internet. O presídio onde ele está, em Ohio, foi pego exibindo uma cópia ilegal do filme O lobo de Wall Street.
    (Superinteressante, julho de 2014.)

    A fala do condenado revela
    Escolha uma alternativa para a questão 6c9eae52-b1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    * Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    No texto, o narrador sugere que tinha sido condenado por um crime
    Escolha uma alternativa para a questão 6c74abc3-b1
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


    Você conseguiria ficar 99 dias sem o Facebook?

    Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio que muitos poderão considerar impossível: ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.

      O projeto também é uma resposta aos experimentos psicológicos realizados pelo próprio Facebook. A diferença neste caso é que o teste é completamente voluntário. Ironicamente, para poder participar, o usuário deve trocar a foto do perfil no Facebook e postar um contador na rede social.

       Os pesquisadores irão avaliar o grau de satisfação e felicidade dos participantes no 33.º dia, no 66.º e no último dia da abstinência.

       Os responsáveis apontam que os usuários do Facebook gastam em média 17 minutos por dia na rede social. Em 99 dias sem acesso, a soma média seria equivalente a mais de 28 horas, que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”.

    (http://codigofonte.uol.com.br. Adaptado.)


    Considere os enunciados a seguir para responder a questão.

    •  [...] ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. (1.º parágrafo)

    •  [...] que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”. (4.º parágrafo)

    Nos dois trechos, utilizam-se as aspas, respectivamente, para
    Escolha uma alternativa para a questão 6c6868d7-b1
  • Linguagens

    Português

    Você conseguiria ficar 99 dias sem o Facebook?

    Uma organização não governamental holandesa está propondo um desafio que muitos poderão considerar impossível: ficar 99 dias sem dar nem uma “olhadinha” no Facebook. O objetivo é medir o grau de felicidade dos usuários longe da rede social.

      O projeto também é uma resposta aos experimentos psicológicos realizados pelo próprio Facebook. A diferença neste caso é que o teste é completamente voluntário. Ironicamente, para poder participar, o usuário deve trocar a foto do perfil no Facebook e postar um contador na rede social.

       Os pesquisadores irão avaliar o grau de satisfação e felicidade dos participantes no 33.º dia, no 66.º e no último dia da abstinência.

       Os responsáveis apontam que os usuários do Facebook gastam em média 17 minutos por dia na rede social. Em 99 dias sem acesso, a soma média seria equivalente a mais de 28 horas, que poderiam ser utilizadas em “atividades emocionalmente mais realizadoras”.

    (http://codigofonte.uol.com.br. Adaptado.)

    Uma informação possível de se concluir da leitura do texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c61d5d8-b1
  • Linguagens

    Português

         Fogo frio

    O Poeta
    A névoa que sobe
    dos campos, das grotas, do fundo dos vales,
    é o hálito quente da terra friorenta.

    O Lavrador
    Engana-se, amigo.
    Aquilo é fumaça que sai da geada.

    O Poeta
    Fumaça, que eu saiba,
    somente de chama e brasa é que sai!

    O Lavrador
    E, acaso, a geada não é
    fogo branco caído do céu,
    tostando tudinho, crestando tudinho, queimando tudinho,
    sem pena, sem dó?

    FORNARI, E. Trem da serra. Porto Alegre: Acadêmica, 1987.

    Neste diálogo poético, encena-se um embate de ideias entre o Poeta e o Lavrador, em que
    Escolha uma alternativa para a questão 1a143c8e-4b
  • Linguagens

    Português

    as meninas da gare


    Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis

    Com cabelos mui pretos pelas espáduas

    E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas

    Que de nós as muito bem olharmos

    Não tínhamos nenhuma vergonha

    ANDRADE, Oswald de. Poesias completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971. p. 80


    O poema acima, de autoria de Oswald de Andrade, faz uso de um conhecido recurso linguístico como modo de dialogar com outro texto famoso da história literária do Brasil. Aponte qual das alternativas abaixo apresenta o recurso e o texto corretos.

    Escolha uma alternativa para a questão 228249c7-84
  • Linguagens

    Português

                   Os resíduos sólidos no setor de saneamento ambiental


          No Brasil, embora tenha sido verificada pequena evolução nos últimos anos, os níveis de atendimento dos serviços de coleta e tratamento de esgotos ainda encontram-se em patamares inferiores ao dos países desenvolvidos e mesmo de outros países em desenvolvimento. [...]

    Disponível em: <http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/quimica/0021.html> . Acesso em: 10 maio 2014.

    O elemento coesivo destacado poderá ser substituído, sem prejuízos semânticos, por  

    Escolha uma alternativa para a questão 2275e050-84
  • Linguagens

    Português

    “Só posso ouvir a palavra se meus ruídos interiores forem silenciados. Só posso ouvir a verdade do outro se eu parar de tagarelar. Os que falam muito não ouvem. Sabem disso os poetas, esses seres de fala mínima. Eles falam, sim – para ouvir as vozes do silêncio”.


    BRAGA, Rubem. Folha de São Paulo, 21 dez. 2004.


    Dos termos sublinhados, qual não é considerado pronome?

    Escolha uma alternativa para a questão 226e3957-84
  • Linguagens

    Português

        Pela tarde apareceu o Capitão Vitorino. Vinha numa burra velha, de chapéu de palha muito alvo, com a fita verde- amarela na lapela do paletó. O mestre José Amaro estava sentado na tenda, sem trabalhar. E quando viu o compadre alegrou-se. Agora as visitas de Vitorino faziam-lhe bem. Desde aquele dia em que vira o compadre sair com a filha para o Recife, fazendo tudo com tão boa vontade, que Vitorino não lhe era mais o homem infeliz, o pobre bobo, o sem-vergonha, o vagabundo que tanto lhe desagradava. Vitorino apeou-se para falar do ataque ao Pilar. Não era amigo de Quinca Napoleão, achava que aquele bicho vivia de roubar o povo, mas não aprovava o que o capitão fizera com a D. Inês.

    – Meu compadre, uma mulher como a D. Inês é para ser respeitada.

    – E o capitão desrespeitou a velha, compadre?

    – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. Ela não deu. José Medeiros, que é homem, borrou-se todo quando lhe entrou um cangaceiro no estabelecimento. Me disseram que o safado chorava como bezerro desmamado. Este cachorro anda agora com o fogo da força da polícia fazendo o diabo com o povo.

    (José Lins do Rego, Fogo Morto)

    A passagem do quarto parágrafo – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. – é caracterizada por discurso
    Escolha uma alternativa para a questão 5b69e0be-3c
  • Linguagens

    Português

    Redundâncias

    Ter medo da morte
    é coisa dos vivos
    o morto está livre
    de tudo o que é vida

    Ter apego ao mundo
    é coisa dos vivos
    para o morto não há
    (não houve)
    raios rios risos

    E ninguém vive a morte
    quer morto quer vivo
    mera noção que existe
    só enquanto existo
    (Ferreira Gullar, Muitas vozes)

    Determinado pronome demonstrativo, “quando, no singular masculino, equivale a isto, isso, aquilo...”.

    (Celso Cunha e Lindley Cintra, Nova Gramática do Português Contemporâneo)


    Escolha uma alternativa para a questão 5b5f8909-3c
  • Linguagens

    Português

    Redundâncias

    Ter medo da morte
    é coisa dos vivos
    o morto está livre
    de tudo o que é vida

    Ter apego ao mundo
    é coisa dos vivos
    para o morto não há
    (não houve)
    raios rios risos

    E ninguém vive a morte
    quer morto quer vivo
    mera noção que existe
    só enquanto existo
    (Ferreira Gullar, Muitas vozes)
    Em relação à oração – é coisa dos vivos –, os enunciados – Ter medo da morte – (1.ª estrofe) e – Ter apego ao mundo – (2.ª estrofe) exercem a função sintática de
    Escolha uma alternativa para a questão 5b5a67d8-3c