Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 69 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2019, Interpretação de Textos

    https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Acesso em 26 abr. 2019


    Considere as afirmativas sobre o texto 2.


    I. A lista escrita por Armandinho e a escrita por seu pai contêm “nove verdades e uma mentira”.

    II. Armandinho, quando exclama “Rá! Verdade!”, demonstra ironia diante da descrição feita pelo pai.

    III. A pergunta do pai, no último quadrinho, põe em dúvida a lista de verdades apresentada pelo filho.


    Está/Estão correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 08a9e8c1-33
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 1.

    TEXTO 1


    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2019, Interpretação de Textos

    Adaptado de: Coleção base do saber: filosofia. São Paulo: Rideel, 2008.
    Sobre o conteúdo e a composição do texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 089c6bf1-33
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


    27 de janeiro

    África


            Nas minhas andanças, fui parar na África e lá conversei com aqueles homens da Unesco, os bons, não os burocratas. Um deles me disse: “Cada vez que morre um velho africano é uma biblioteca que se incendeia.”

            Fiquei pensando no nosso índio. Pensando na Amazônia. Índio, escritor e árvore — as três espécies em processo de extinção. Condenadas ao aniquilamento, o índio principalmente. Será que antes de chegarmos à solução final do nosso problema indígena teremos tempo de captar um pouco da sua arte e de sua vida, nas quais o sagrado e a beleza se confundem para alimentar nossa cultura e nosso remorso?

    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor, 1980.) 

    Em “Será que antes de chegarmos à solução final do nosso problema indígena teremos tempo de captar um pouco da sua arte e de sua vida, nas quais o sagrado e a beleza se confundem para alimentar nossa cultura e nosso remorso?” (2º parágrafo), o termo sublinhado refere-se a  
    Escolha uma alternativa para a questão 301f9142-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


    27 de janeiro

    África


            Nas minhas andanças, fui parar na África e lá conversei com aqueles homens da Unesco, os bons, não os burocratas. Um deles me disse: “Cada vez que morre um velho africano é uma biblioteca que se incendeia.”

            Fiquei pensando no nosso índio. Pensando na Amazônia. Índio, escritor e árvore — as três espécies em processo de extinção. Condenadas ao aniquilamento, o índio principalmente. Será que antes de chegarmos à solução final do nosso problema indígena teremos tempo de captar um pouco da sua arte e de sua vida, nas quais o sagrado e a beleza se confundem para alimentar nossa cultura e nosso remorso?

    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor, 1980.) 

    Com a pergunta presente no segundo parágrafo, o narrador pretende  
    Escolha uma alternativa para a questão 301ca8c0-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


    27 de janeiro

    África


            Nas minhas andanças, fui parar na África e lá conversei com aqueles homens da Unesco, os bons, não os burocratas. Um deles me disse: “Cada vez que morre um velho africano é uma biblioteca que se incendeia.”

            Fiquei pensando no nosso índio. Pensando na Amazônia. Índio, escritor e árvore — as três espécies em processo de extinção. Condenadas ao aniquilamento, o índio principalmente. Será que antes de chegarmos à solução final do nosso problema indígena teremos tempo de captar um pouco da sua arte e de sua vida, nas quais o sagrado e a beleza se confundem para alimentar nossa cultura e nosso remorso?

    (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor, 1980.) 

    As informações do primeiro parágrafo reforçam 
    Escolha uma alternativa para a questão 30198ec3-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


        Antes acuado e abatido pelos longos meses de revolta dos coletes amarelos em cidades da França, com direito a cenas de guerra civil e vandalismo explícito em Paris, o presidente Emmanuel Macron ressurgiu, neste final de férias do verão europeu, bronzeado e adulado após os três dias da cúpula do G7 organizada em Biarritz. Não era este, no entanto, o cenário mais previsível. O encontro anual dos líderes de Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Japão, Itália e Canadá tinha tudo para acabar em mais um convescote diplomático de grandes potências em que nada se decide e tudo se complica. Em um abrasivo contexto mundial, eram esperadas turbulências meteorológicas na orla, fruto das costumeiras intempéries provocadas pelo presidente americano, Donald Trump, confessadamente avesso às instâncias multilaterais. Mas Macron, que havia cuidadosamente preparado seu plano com muita antecedência, conseguiu domar os ímpetos do líder da Casa Branca e obteve, pelo menos, dois avanços significativos e inesperados: trouxe Washington de volta à via diplomática com Teerã na crise do acordo nuclear iraniano, interrompendo o ciclo progressivo de tensões, e abriu caminho para o arrefecimento da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, fator de constantes abalos mundiais.

    (Fernando Eichenberg. https://epoca.globo.com, 13.09.2019. Adaptado.) 

    Na passagem “Mas Macron, que havia cuidadosamente preparado seu plano com muita antecedência”, a conjunção sublinhada tem a função de 
    Escolha uma alternativa para a questão 30142347-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


        15 DE JULHO DE 1955 Aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu pretendia comprar um par de sapatos para ela. Mas o custo dos generos alimenticios nos impede a realização dos nossos desejos. Atualmente somos escravos do custo de vida. Eu achei um par de sapatos no lixo, lavei e remendei para ela calçar.

        Eu não tinha um tostão para comprar pão. Então eu lavei 3 litros e troquei com o Arnaldo. Ele ficou com os litros e deu-me pão. Fui receber o dinheiro do papel. Recebi 65 cruzeiros. Comprei 20 de carne, 1 quilo de toucinho e 1 quilo de açucar e seis cruzeiros de queijo. E o dinheiro acabou-se.

        Passei o dia indisposta. Percebi que estava resfriada. A noite o peito doia-me. Comecei tussir. Resolvi não sair a noite para catar papel. Procurei meu filho João José. Ele estava na rua Felisberto de Carvalho, perto do mercadinho. O onibus atirou um garoto na calçada e a turba afluiu-se. Ele estava no nucleo. Dei-lhe uns tapas e em cinco minutos ele chegou em casa.

        Ablui as crianças, aleitei-as e ablui-me e aleitei-me. Esperei até as 11 horas, um certo alguem. Ele não veio. Tomei um melhoral e deitei-me novamente. Quando despertei o astro rei deslisava no espaço. A minha filha Vera Eunice dizia: — Vai buscar agua mamãe!

    (Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo — diário de uma favelada, 1993.) 

    Em conformidade com a norma-padrão e com o sentido do texto, a passagem “Esperei até as 11 horas, um certo alguem. Ele não veio. Tomei um melhoral e deitei-me novamente” (4º parágrafo) está adequadamente reescrita em: 
    Escolha uma alternativa para a questão 30118851-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


    Tudo o que você queria saber sobre gastronomia japonesa 


    Imagem da questão de Português, INSPER 2019, Interpretação de Textos


        O Google Arts & Culture lançou nessa semana a mostra “Meshiagare! Sabores do Japão”, uma coleção com mais de 130 exposições virtuais sobre o assunto. Trata-se da segunda maior coleção sobre cultura japonesa on-line — a primeira chama-se “Made in Japan” e destaca o artesanato. O lançamento aconteceu no mesmo dia em que a mostra foi apresentada no Japão.

        Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes. E o conteúdo é bastante variado. Dos fatos desde o Período Edo até os mangás que tratam do tema e contam histórias como a do pai que cozinhava para a família e a da garota que sonhava em produzir o melhor saquê do Japão.

        Mas há tanto conteúdo que se perder faz parte da diversão. Na seção sobre a arte do chá japonês há detalhes desde a fermentação até os tipos de cerimonial, disponíveis em vídeo. O saquê também merece uma atenção especial: da mais antiga fábrica da bebida em Kyoto até o método de produção.

        Enfim, um passeio virtual prazeroso pela cultura gastronômica do Japão. E de graça. Vem!

    (Marcelo Katsuki. https://marcelokatsuki.blogfolha.uol.com.br,

    14.09.2019. Adaptado.) 

    O objetivo do texto é 
    Escolha uma alternativa para a questão 2ffd1715-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial de um poema de Charles Baudelaire para responder à questão.


    Bênção


            Quando, por uma lei das supremas potências,

            O Poeta se apresenta à plateia entediada,      

             Sua mãe, estarrecida e prenhe de insolências,

              Pragueja com Deus, que dela então se apieda:


            “Ah! tivesse eu gerado um ninho de serpentes,

              Em vez de amamentar esse aleijão sem graça!

            Maldita a noite dos prazeres mais ardentes    

               Em que meu ventre concebeu minha desgraça!


            Pois que entre todas neste mundo fui eleita  

            Para ser o desgosto de meu triste esposo,   

                E ao fogo arremessar não posso, qual se deita

               Uma carta de amor, esse monstro asqueroso,


            Eu farei recair teu ódio que me afronta       

            Sobre o instrumento vil de tuas maldições,

                      E este mau ramo hei de torcer de ponta a ponta,

                     Para que aí não vingue um só de seus botões!”

    (As flores do mal, 2012.)  

    No contexto em que se inserem, os trechos “por uma lei das supremas potências” (1ª estrofe), “Pois que entre todas neste mundo fui eleita” (3ª estrofe) e “Para ser o desgosto de meu triste esposo” (3ª estrofe) expressam, respectivamente, sentido de 
    Escolha uma alternativa para a questão 2ff07187-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge de Duke para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2019, Interpretação de Textos

    1Podcast: arquivo digital de áudio transmitido através da internet, cujo conteúdo pode ser variado, normalmente com o propósito de transmitir informações. Qualquer usuário na internet pode criar um podcast.  

    As informações da charge mostram que o avanço dos recursos tecnológicos 
    Escolha uma alternativa para a questão 2fe30364-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos para responder à questão.


    Os pais dos burros


        Uma das coisas de que mais sinto falta nesta era de computadores é abrir o pesado dicionário em papel para procurar um termo e, no laborioso processo de localização pela ordem alfabética, ir descobrindo palavras novas. A busca por digitação é objetiva demais. Esse misto de pensamento com reminiscência me ocorreu durante a leitura de Word by Word (palavra a palavra), de Kory Stamper, um delicioso e obsessivamente bem-escrito livro sobre dicionários.

        Stamper, que é lexicógrafa profissional e durante vários anos atuou como editora-associada da Merriam-Webster, uma das principais casas de publicação de dicionários dos EUA, conta a história da corrente de protestos de religiosos que ela e seus colegas tiveram de enfrentar quando, numa das reedições, modificaram um dos sentidos da palavra “casamento” para comportar a união entre pessoas do mesmo sexo.

        Entre várias boas histórias, Word by Word dá bem a ideia do trabalho insano que é produzir um dicionário, descrevendo todas as fases do processo, da coleção de averbações à fixação da(s) pronúncia(s), passando pela elaboração da definição e pela etimologia.

        Word by Word, além de entreter, nos educa, contribuindo, ainda que apenas marginalmente, para que nos tornemos consulentes de dicionários um pouco mais conscientes.

    (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 02.06.2019. Adaptado.)


    Pai de muitos


        Do ponto de vista da descrição lexicográfica, que é a descrição do léxico da língua, o dicionário fornece um conjunto de informações sobre cada uma das palavras que registra e sua utilidade vai muito além daquele tira-teima sobre a ortografia e/ou significado de uma palavra.

        Ao indicar os diferentes domínios de conhecimentos a que uma determinada palavra está relacionada, ele não apenas amplia o conhecimento semântico dessa palavra, mas também desvenda as relações de forma e conteúdo que ela estabelece com outros vocábulos.

        Para além das funções gramaticais, há um mundo de valores sociais e afetivos relacionados à palavra que o dicionário pode revelar a partir da análise de estilo e linguagem presentes no enunciado.

        Portanto, quanto mais ampla for a seleção vocabular feita por um dicionário, maior será a sua eficácia em desvendar a trajetória de uma palavra na língua.

    (Avram Ascot. Língua portuguesa e literatura, edição 76.) 

    Embora tenham um fio temático comum, os dois textos correspondem a diferentes gêneros discursivos, considerando-se suas funções comunicativas, já que têm como objetivos principais, respectivamente,  
    Escolha uma alternativa para a questão 2fda23a8-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica de Ruy Castro para responder à questão. 

    Como um tumor

         Cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão, criaram uma rã transparente, cujas intimidades ficam expostas e podem ser perfeitamente observadas pelo lado de fora. Com isso, salvaram-se gerações inteiras de rãs, porque os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando. Outra vantagem é a de que poderão acompanhar uma rã por todo o seu ciclo de vida — o ciclo de vida da rã, claro, não dos cientistas.
        Para chegar à rã transparente, os japoneses, craques em engenharia genética, levaram anos cruzando exemplares de rãs albinas. E agora partiram para aperfeiçoá-la: vão fazer com que qualquer corpo estranho que apareça dentro da rã se acenda. Um tumor, por exemplo. 
         Já no Marrocos, também nesta semana, os cientistas da Universidade de Rabat conseguiram com que um pato nascesse no ovo de uma galinha. Se isso lhe parece meio mixo (afinal, no mesmo dia, em Recife, uma avó deu à luz seus próprios netos, lembra-se?), saiba que a proeza marroquina é considerada mais importante, pelo fato de os palmípedes e os galináceos constituírem famílias diferentes.
         Por coincidência, é o que se está discutindo em Brasília nos últimos dias: um político gerado num ovo destinado a palmípedes pode se baldear no meio do mandato para o terreiro dos galináceos, por ver neste mais oportunidades para ciscar? Em princípio, não. Mas e se o eleitor só quiser saber do pinto ou do pato, e não do ovo de onde ele saiu?
         Essas mudanças nunca são de graça. Assim, sugiro convocar os japoneses para cruzar nossos políticos com as rãs albinas e, com isso, criar políticos transparentes. Quando um deles recebesse um corpo estranho — uma propina, por exemplo —, esse corpo se acenderia. Como um tumor.

    (Crônicas para ler na escola, 2010.)
    Na frase “os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando” (1° parágrafo), o verbo “viver” foi empregado com a mesma acepção que se verifica em:
    Escolha uma alternativa para a questão b34b2425-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade.

    Tudo tem limite
    exceto
    o amor de Brigitte.

    (Rodolfo Witzig Guttilla (org.). Boa companhia − Haicai, 2009.)

    Representa uma paráfrase do poema:
    Escolha uma alternativa para a questão b3472444-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Para o autor do texto, a comparação à literatura configura
    Escolha uma alternativa para a questão 78da6d11-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    Em seu conjunto, a terceira estrofe revela uma preocupação de natureza
    Escolha uma alternativa para a questão 78c402e8-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    No contexto do poema, o verso “Parodiar o sol e associar-se à lua” (1a estrofe) expressa,
    Escolha uma alternativa para a questão 78b92b1b-06
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb4ec4ed-02
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Coesão e coerência

    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.

    I. O pronome isso (linha 03) refere-se ao que é afirmado anteriormente.
    II. A forma verbal sustentariam (linha 08) apresenta um tempo que denota ideia de possibilidade, de algo possível, mas não efetivamente certo.
    III. A partícula si (linha 13) refere-se à expressão inteligência artificial.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb4bc260-02
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Figuras de Linguagem

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb42e428-02