Questões de Português do ENEM
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.
Resultados
10.965 questões encontradas. Mostrando a página 258 de 549.
5F520589-B5 Assinale a alternativa em que o texto está redigido corretamente, do ponto de vista da coesão textual.5F4F139C-B5 Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Sobre a tirinha, é possível afirmar que:
5F48DFD0-B5 Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa que melhor registra a mensagem que a tirinha pretende veicular.
3C646179-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o romance “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que:3C61085C-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa INCORRETA sobre a obra “Dois Irmãos” de Miltom Hatoum.3C5DECB3-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosSobre a obra “Dois Irmãos” de Milton Hatoum, considere as seguintes afirmativas:I – O título faz referência a dois irmãos que, supostamente, têm pais diferentes, nascendo daí uma rivalidade que destrói vidas e famílias.II – O cenário principal da obra é a cidade de Manaus, valorizando o porto, as ruas do centro, as praças e os bairros mais antigos.III – Rânia casou-se com o primeiro pretendente que apareceu para tentar esquecer o amor que sentia por Omar.IV – Omar envolveu-se seriamente com duas mulheres: Dália e Pau-Mulato; porém nos dois casos a mãe dele interveio, provocando a separação.V – Antes de morrer, Yaqub confessou que era o pai de Nael.Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:
3C5AEDBF-B5 Português
Denotação e ConotaçãoIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.“A lua,tal qual a dona de um bordel,pedia a cada estrela friaum brilho de aluguel.E nuvens,lá no mata-borrão do céuchupavam manchas torturadas– que sufoco!”(João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário.II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva.III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem.IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.Assinale a alternativa correta após análise completa.
3C52B4C2-B5 Português
Análise sintáticaIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
Analise as passagens extraídas do texto e as afirmações feitas sobre cada uma delas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a afirmação INCORRETA.3C4F2FE9-B5 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
O emprego dos tempos e modos verbais desempenha um papel fundamental na construção da coerência textual. Partindo dessa constatação, é CORRETO afirmar que:3C4BFDAE-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
(...) porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas (...)Os articuladores destacados podem ser substituídos, sem prejuízo do significado original no texto, por:3C4938A3-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.3C461657-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
“Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.” Assinale a alternativa que confirma essa afirmação da autora.0EF05788-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO IV
QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA
'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA?



(Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)
Acerca do sentido do texto, analise as proposições seguintes, atribuindo-lhes V para verdadeira e F para falsa:
( ) A segunda ação citada no lema "Desconecte para reconectar" (6ª linha) é confirmado na afirmação: “As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor.” (Linhas 24-25)
( ) A cada dia aumenta o número de pessoas viciadas em tecnologia, o que leva ao aumento do número de empresas especializadas em “desintoxicação digital.”
( ) É essencial que as pessoas saibam se relacionar de forma saudável com o mundo real e o mundo digital, mantendo um equilíbrio para evitar o vício.
( ) O início da desintoxicação digital é difícil, uma vez que as pessoas precisam de tempo para se adaptar a ficar longe de aparelhos eletrônicos.
( ) Viver sempre “conectado” é estressante, uma vez que não há um distanciamento dos problemas existentes nos diversos contextos de convívio humano, como trabalho, família e escola.
Marque a alternativa que apresenta a sequência correta:
0EEB4F02-B4 Português
Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO IV
QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA
'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA?



(Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)
Sobre os recursos linguísticos usados no lema "Desconecte para reconectar" (6ª linha) NÃO se pode dizer que:0EE5A1FE-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO IV
QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA
'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA?



(Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)
A expressão “com adicções a”, na primeira linha, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido por:0EE1BBD6-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
SOMOS TODOS CANALHAS

(Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)
O trecho do texto: “Engana-se quem pensa que a alegria de ontem necessariamente será a alegria de hoje. Ainda que o objeto alegrador seja o mesmo, nós não somos mais os mesmos.” sugere o mesmo sentido do famoso enunciado:0EDE3E78-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
SOMOS TODOS CANALHAS

(Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)
O Texto III faz diversas críticas à sociedade atual, mas entre elas, NÃO se inclui a crítica explícita0EDAC627-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
SOMOS TODOS CANALHAS

(Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)
Sobre o sentido do Texto III, analise as proposições:
I. As pessoas se decepcionam por não poderem se apoiar em valores perenes, uma vez que estes variam segundo as leis de mercado.
II. Os valores atualmente estão relacionados aos acontecimentos, tendo deixado, portanto, de ser princípios que devem ser seguidos sem questionamentos.
III. A inconstância é uma certeza na vida, não só pelas mudanças de contexto, mas também pelas transformações pelas quais cada ´pessoa passa.
IV. Bondade, beleza e justiça são valores verdadeiros e imutáveis que contribuem para a manutenção da ordem social e orientam nossas escolhas.
Marque a alternativa correta.
0ED52384-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO III
SOMOS TODOS CANALHAS

(Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)
O texto III apresenta diversas conceituações acerca do que sejam valores para a sociedade atual. Entre elas, NÃO se encontra a definição de valores como:0ED13A9E-B4 Português
ArtigosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO II:

Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acessado em mar.2017)
Sobre a tirinha anterior, produzida em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, assinale a alternativa INCORRETA.