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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

10.965 questões encontradas. Mostrando a página 258 de 549.

  • 5F520589-B5

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o texto está redigido corretamente, do ponto de vista da coesão textual.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f520589-b5
  • 5F4F139C-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2017, Interpretação de Textos

    Sobre a tirinha, é possível afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f4f139c-b5
  • 5F48DFD0-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2017, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa que melhor registra a mensagem que a tirinha pretende veicular.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f48dfd0-b5
  • 3C646179-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o romance “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c646179-b5
  • 3C61085C-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa INCORRETA sobre a obra “Dois Irmãos” de Miltom Hatoum.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c61085c-b5
  • 3C5DECB3-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a obra “Dois Irmãos” de Milton Hatoum, considere as seguintes afirmativas:

    I – O título faz referência a dois irmãos que, supostamente, têm pais diferentes, nascendo daí uma rivalidade que destrói vidas e famílias.
    II – O cenário principal da obra é a cidade de Manaus, valorizando o porto, as ruas do centro, as praças e os bairros mais antigos.
    III – Rânia casou-se com o primeiro pretendente que apareceu para tentar esquecer o amor que sentia por Omar.
    IV – Omar envolveu-se seriamente com duas mulheres: Dália e Pau-Mulato; porém nos dois casos a mãe dele interveio, provocando a separação.
    V – Antes de morrer, Yaqub confessou que era o pai de Nael.

    Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5decb3-b5
  • 3C5AEDBF-B5

    Português

    Denotação e Conotação
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.

    “A lua,
    tal qual a dona de um bordel,
    pedia a cada estrela fria
    um brilho de aluguel.
    E nuvens,
    lá no mata-borrão do céu
    chupavam manchas torturadas
    – que sufoco!”

    (João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)

    I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário.
    II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva.
    III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem.
    IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.

    Assinale a alternativa correta após análise completa.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5aedbf-b5
  • 3C52B4C2-B5

    Português

    Análise sintática
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Analise as passagens extraídas do texto e as afirmações feitas sobre cada uma delas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c52b4c2-b5
  • 3C4F2FE9-B5

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    O emprego dos tempos e modos verbais desempenha um papel fundamental na construção da coerência textual. Partindo dessa constatação, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4f2fe9-b5
  • 3C4BFDAE-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    (...) porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas (...)

    Os articuladores destacados podem ser substituídos, sem prejuízo do significado original no texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4bfdae-b5
  • 3C4938A3-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4938a3-b5
  • 3C461657-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    “Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.” Assinale a alternativa que confirma essa afirmação da autora.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c461657-b5
  • 0EF05788-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO IV

    QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA

    'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA? 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

    Acerca do sentido do texto, analise as proposições seguintes, atribuindo-lhes V para verdadeira e F para falsa:

    ( ) A segunda ação citada no lema "Desconecte para reconectar" (6ª linha) é confirmado na afirmação: “As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor.” (Linhas 24-25)

    ( ) A cada dia aumenta o número de pessoas viciadas em tecnologia, o que leva ao aumento do número de empresas especializadas em “desintoxicação digital.”

    ( ) É essencial que as pessoas saibam se relacionar de forma saudável com o mundo real e o mundo digital, mantendo um equilíbrio para evitar o vício.

    ( ) O início da desintoxicação digital é difícil, uma vez que as pessoas precisam de tempo para se adaptar a ficar longe de aparelhos eletrônicos.

    ( ) Viver sempre “conectado” é estressante, uma vez que não há um distanciamento dos problemas existentes nos diversos contextos de convívio humano, como trabalho, família e escola.


    Marque a alternativa que apresenta a sequência correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 0ef05788-b4
  • 0EEB4F02-B4

    Português

    Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO IV

    QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA

    'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA? 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)

    Figura 2 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)Figura 3 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)

    (Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

    Sobre os recursos linguísticos usados no lema "Desconecte para reconectar" (6ª linha) NÃO se pode dizer que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0eeb4f02-b4
  • 0EE5A1FE-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO IV

    QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA

    'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA? 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

    A expressão “com adicções a”, na primeira linha, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee5a1fe-b4
  • 0EE1BBD6-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    O trecho do texto: “Engana-se quem pensa que a alegria de ontem necessariamente será a alegria de hoje. Ainda que o objeto alegrador seja o mesmo, nós não somos mais os mesmos.” sugere o mesmo sentido do famoso enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee1bbd6-b4
  • 0EDE3E78-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    O Texto III faz diversas críticas à sociedade atual, mas entre elas, NÃO se inclui a crítica explícita
    Escolha uma alternativa para a questão 0ede3e78-b4
  • 0EDAC627-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    Sobre o sentido do Texto III, analise as proposições:

    I. As pessoas se decepcionam por não poderem se apoiar em valores perenes, uma vez que estes variam segundo as leis de mercado.

    II. Os valores atualmente estão relacionados aos acontecimentos, tendo deixado, portanto, de ser princípios que devem ser seguidos sem questionamentos.

    III. A inconstância é uma certeza na vida, não só pelas mudanças de contexto, mas também pelas transformações pelas quais cada ´pessoa passa.

    IV. Bondade, beleza e justiça são valores verdadeiros e imutáveis que contribuem para a manutenção da ordem social e orientam nossas escolhas.


    Marque a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 0edac627-b4
  • 0ED52384-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    O texto III apresenta diversas conceituações acerca do que sejam valores para a sociedade atual. Entre elas, NÃO se encontra a definição de valores como:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ed52384-b4
  • 0ED13A9E-B4

    Português

    Artigos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II:

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Artigos

         Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acessado em mar.2017)

    Sobre a tirinha anterior, produzida em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 0ed13a9e-b4