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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

10.965 questões encontradas. Mostrando a página 279 de 549.

  • 81A05B3D-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    A crônica Não se zanguem serve para mostrar muitas características que podem ser encontradas na literatura de Lima Barreto de forma geral. Assinale a opção que NÃO condiz com essas características.
    Escolha uma alternativa para a questão 81a05b3d-e5
  • 819D7C18-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Interpretação de Textos

    Observando com atenção a linguagem empregada na crônica de Lima Barreto, é correto afirmar que ela revela fundamentalmente
    Escolha uma alternativa para a questão 819d7c18-e5
  • 819A0481-E5

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UECE 2017, Coesão e coerência

    A referenciação textual pode ser definida como a retomada de termos e ideias que garantem a coesão e a progressão de sentido do texto por meio de elementos linguísticos. Um exemplo desse procedimento, ao longo da crônica de Lima Barreto, se dá com o uso do termo “cartomantes”, que é retomado por alguns referentes textuais, estabelecendo diferentes sentidos com estes referentes. Atente ao que se diz a seguir a respeito disso:


    I. Ao substituir “cartomantes” pelo termo “pitonisas” (linha 05), o autor pretende mostrar que o trabalho da cartomancia tem uma longa tradição histórica.

    II. Ao afirmar, no terceiro parágrafo, que não tem “nenhuma ojeriza pelas adivinhas” (linhas 06-07), o autor recupera cartomantes pelo termo adivinhas, justificando que a prática de adivinhar o futuro cumpre sua função útil e necessária no cotidiano das pessoas, que é a função de iludir.

    III. Ao se referir às “cartomantes” pela expressão “dessa gente que lida com o destino” (linhas 11-12), o autor se apresenta numa relação afetuosa de muita proximidade com as cartomantes.

    IV. Ao empregar o referente “duas sacerdotisas do invisível” (linhas 21-22) para fazer alusão às “duas senhoras” (cartomantes) (linha 17), o autor procura salientar, ironicamente, a dimensão religiosa do ofício profético da cartomancia.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 819a0481-e5
  • 33F2CE88-D4

    Português

    Morfologia
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                 Os bens e o sangue

                                                               VIII

          (...)

          Ó filho pobre, e descorçoado*, e finito

          ó inapto para as cavalhadas e os trabalhos brutais

          com a faca, o formão, o couro... Ó tal como quiséramos

          para tristeza nossa e consumação das eras,

          para o fim de tudo que foi grande!

                                                              Ó desejado,

          ó poeta de uma poesia que se furta e se expande

          à maneira de um lago de pez** e resíduos letais...

          És nosso fim natural e somos teu adubo,

          tua explicação e tua mais singela virtude...

          Pois carecia que um de nós nos recusasse

          para melhor servirnos. Face a face

          te contemplamos, e é teu esse primeiro

          e úmido beijo em nossa boca de barro e de sarro.

                                                                                         Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.


    * “descorçoado”: assim como “desacorçoado”, é uma variante de uso popular da palavra “desacoroçoado”, que significa “desanimado”.

    ** “pez”: piche.

    Considere o tipo de relação estabelecida pela preposição “para” nos seguintes trechos do poema:


    I. “ó inapto para as cavalhadas e os trabalhos brutais”.

    II. “Ó tal como quiséramos para tristeza nossa e consumação das eras”.

    III. “para o fim de tudo que foi grande”.

    IV. “para melhor servirnos”.


    A preposição “para” introduz uma oração com ideia de finalidade apenas em

    Escolha uma alternativa para a questão 33f2ce88-d4
  • 33F0003F-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                 Os bens e o sangue

                                                               VIII

          (...)

          Ó filho pobre, e descorçoado*, e finito

          ó inapto para as cavalhadas e os trabalhos brutais

          com a faca, o formão, o couro... Ó tal como quiséramos

          para tristeza nossa e consumação das eras,

          para o fim de tudo que foi grande!

                                                              Ó desejado,

          ó poeta de uma poesia que se furta e se expande

          à maneira de um lago de pez** e resíduos letais...

          És nosso fim natural e somos teu adubo,

          tua explicação e tua mais singela virtude...

          Pois carecia que um de nós nos recusasse

          para melhor servirnos. Face a face

          te contemplamos, e é teu esse primeiro

          e úmido beijo em nossa boca de barro e de sarro.

                                                                                         Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.


    * “descorçoado”: assim como “desacorçoado”, é uma variante de uso popular da palavra “desacoroçoado”, que significa “desanimado”.

    ** “pez”: piche.

    Considere as seguintes afirmações:


    I. Os familiares, que falam no poema, ironizam a condição frágil do poeta.

    II. O passado é uma maldição da qual o poeta, como revela o título do poema, não consegue se desvencilhar.

    III. O trecho “o fim de tudo que foi grande” remete à ruína das oligarquias, das quais Drummond é tributário.

    IV. A imagem de uma “poesia que se furta e se expande/à maneira de um lago de pez e resíduos letais...” sintetiza o pessimismo dos poemas de Claro enigma.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão 33f0003f-d4
  • 33ED1FFA-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

                                        Sarapalha


          – Ô calorão, Primo!... E que dor de cabeça excomungada!

          – É um instantinho e passa... É só ter paciência....

          – É... passa... passa... passa... Passam umas mulheres vestidas de cor de água, sem olhos na cara, para não terem de olhar a gente... Só ela é que não passa, Primo Argemiro!... E eu já estou cansado de procurar, no meio das outras... Não vem!... Foi, rio abaixo, com o outro... Foram p’r’os infernos!...

          – Não foi, Primo Ribeiro. Não foram pelo rio... Foi trem-de-ferro que levou...

          – Não foi no rio, eu sei... No rio ninguém não anda... Só a maleita é quem sobe e desce, olhando seus mosquitinhos e pondo neles a benção... Mas, na estória... Como é mesmo a estória, Primo? Como é?...

          – O senhor bem que sabe, Primo... Tem paciência, que não é bom variar...

          – Mas, a estória, Primo!... Como é?... Conta outra vez...

          – O senhor já sabe as palavras todas de cabeça... “Foi o moço-bonito que apareceu, vestido com roupa de dia-de-domingo e com a viola enfeitada de fitas... E chamou a moça p’ra ir se fugir com ele”...

          – Espera, Primo, elas estão passando... Vão umas atrás das outras... Cada qual mais bonita... Mas eu não quero, nenhuma!... Quero só ela... Luísa...

          – Prima Luísa...

          – Espera um pouco, deixa ver se eu vejo... Me ajuda, Primo! Me ajuda a ver...

          – Não é nada, Primo Ribeiro... Deixa disso!

          – Não é mesmo não...

          – Pois então?!

          – Conta o resto da estória!...

          – ...“Então, a moça, que não sabia que o moço-bonito era o capeta, ajuntou suas roupinhas melhores numa trouxa, e foi com ele na canoa, descendo o rio...”

                                                                                                                      Guimarães Rosa, Sagarana.

    Tendo como base o trecho “só a maleita é quem sobe e desce, olhando seus mosquitinhos e pondo neles a benção...”, o termo em destaque foi empregado ironicamente por aludir ao inseto
    Escolha uma alternativa para a questão 33ed1ffa-d4
  • 33EA6E1D-D4

    Português

    Figuras de Linguagem
    USP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

                                        Sarapalha


          – Ô calorão, Primo!... E que dor de cabeça excomungada!

          – É um instantinho e passa... É só ter paciência....

          – É... passa... passa... passa... Passam umas mulheres vestidas de cor de água, sem olhos na cara, para não terem de olhar a gente... Só ela é que não passa, Primo Argemiro!... E eu já estou cansado de procurar, no meio das outras... Não vem!... Foi, rio abaixo, com o outro... Foram p’r’os infernos!...

          – Não foi, Primo Ribeiro. Não foram pelo rio... Foi trem-de-ferro que levou...

          – Não foi no rio, eu sei... No rio ninguém não anda... Só a maleita é quem sobe e desce, olhando seus mosquitinhos e pondo neles a benção... Mas, na estória... Como é mesmo a estória, Primo? Como é?...

          – O senhor bem que sabe, Primo... Tem paciência, que não é bom variar...

          – Mas, a estória, Primo!... Como é?... Conta outra vez...

          – O senhor já sabe as palavras todas de cabeça... “Foi o moço-bonito que apareceu, vestido com roupa de dia-de-domingo e com a viola enfeitada de fitas... E chamou a moça p’ra ir se fugir com ele”...

          – Espera, Primo, elas estão passando... Vão umas atrás das outras... Cada qual mais bonita... Mas eu não quero, nenhuma!... Quero só ela... Luísa...

          – Prima Luísa...

          – Espera um pouco, deixa ver se eu vejo... Me ajuda, Primo! Me ajuda a ver...

          – Não é nada, Primo Ribeiro... Deixa disso!

          – Não é mesmo não...

          – Pois então?!

          – Conta o resto da estória!...

          – ...“Então, a moça, que não sabia que o moço-bonito era o capeta, ajuntou suas roupinhas melhores numa trouxa, e foi com ele na canoa, descendo o rio...”

                                                                                                                      Guimarães Rosa, Sagarana.

    No texto de Sarapalha, constitui exemplo de personificação o seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 33ea6e1d-d4
  • 33E79F9B-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                        Sarapalha


          – Ô calorão, Primo!... E que dor de cabeça excomungada!

          – É um instantinho e passa... É só ter paciência....

          – É... passa... passa... passa... Passam umas mulheres vestidas de cor de água, sem olhos na cara, para não terem de olhar a gente... Só ela é que não passa, Primo Argemiro!... E eu já estou cansado de procurar, no meio das outras... Não vem!... Foi, rio abaixo, com o outro... Foram p’r’os infernos!...

          – Não foi, Primo Ribeiro. Não foram pelo rio... Foi trem-de-ferro que levou...

          – Não foi no rio, eu sei... No rio ninguém não anda... Só a maleita é quem sobe e desce, olhando seus mosquitinhos e pondo neles a benção... Mas, na estória... Como é mesmo a estória, Primo? Como é?...

          – O senhor bem que sabe, Primo... Tem paciência, que não é bom variar...

          – Mas, a estória, Primo!... Como é?... Conta outra vez...

          – O senhor já sabe as palavras todas de cabeça... “Foi o moço-bonito que apareceu, vestido com roupa de dia-de-domingo e com a viola enfeitada de fitas... E chamou a moça p’ra ir se fugir com ele”...

          – Espera, Primo, elas estão passando... Vão umas atrás das outras... Cada qual mais bonita... Mas eu não quero, nenhuma!... Quero só ela... Luísa...

          – Prima Luísa...

          – Espera um pouco, deixa ver se eu vejo... Me ajuda, Primo! Me ajuda a ver...

          – Não é nada, Primo Ribeiro... Deixa disso!

          – Não é mesmo não...

          – Pois então?!

          – Conta o resto da estória!...

          – ...“Então, a moça, que não sabia que o moço-bonito era o capeta, ajuntou suas roupinhas melhores numa trouxa, e foi com ele na canoa, descendo o rio...”

                                                                                                                      Guimarães Rosa, Sagarana.

    A novela Sarapalha apresenta uma estória dentro de outra, por meio da qual a personagem masculina da narrativa principal (Primo Argemiro) alude a uma mulher da narrativa secundária (a moça levada pelo capeta). O mesmo procedimento ocorre em
    Escolha uma alternativa para a questão 33e79f9b-d4
  • 33E4E2B2-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          (...) procurei adivinhar o que se passa na alma duma cachorra. Será que há mesmo alma em cachorro? Não me importo. O meu bicho morre desejando acordar num mundo cheio de preás. Exatamente o que todos nós desejamos. A diferença é que eu quero que eles apareçam antes do sono, e padre Zé Leite pretende que eles nos venham em sonhos, mas no fundo todos somos como a minha cachorra Baleia e esperamos preás. (...)

                                                                                                  Carta de Graciliano Ramos a sua esposa.



          (...) Uma angústia apertou-lhe o pequeno coração. Precisava vigiar as cabras: àquela hora cheiros de suçuarana deviam andar pelas ribanceiras, rondar as moitas afastadas. Felizmente os meninos dormiam na esteira, por baixo do caritó onde sinha Vitória guardava o cachimbo.

          (...)

          Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.

                                                                                                                  Graciliano Ramos, Vidas secas.

    A comparação entre os fragmentos, respectivamente, da Carta e de Vidas secas, permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 33e4e2b2-d4
  • 33E229F6-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          (...) procurei adivinhar o que se passa na alma duma cachorra. Será que há mesmo alma em cachorro? Não me importo. O meu bicho morre desejando acordar num mundo cheio de preás. Exatamente o que todos nós desejamos. A diferença é que eu quero que eles apareçam antes do sono, e padre Zé Leite pretende que eles nos venham em sonhos, mas no fundo todos somos como a minha cachorra Baleia e esperamos preás. (...)

                                                                                                  Carta de Graciliano Ramos a sua esposa.



          (...) Uma angústia apertou-lhe o pequeno coração. Precisava vigiar as cabras: àquela hora cheiros de suçuarana deviam andar pelas ribanceiras, rondar as moitas afastadas. Felizmente os meninos dormiam na esteira, por baixo do caritó onde sinha Vitória guardava o cachimbo.

          (...)

          Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.

                                                                                                                  Graciliano Ramos, Vidas secas.

    As declarações de Graciliano Ramos na Carta e o excerto do romance permitem afirmar que a personagem Baleia, em Vidas secas, representa
    Escolha uma alternativa para a questão 33e229f6-d4
  • 33DF6E00-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, USP 2017, Interpretação de Textos      

    Constitui marca do registro informal da língua o trecho
    Escolha uma alternativa para a questão 33df6e00-d4
  • 33D43804-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de dona Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e, conseguintemente, que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: - Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.

                                                                         Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.


          Não sei por que até hoje todo o mundo diz que tinha pena dos escravos. Eu não penso assim. Acho que se fosse obrigada a trabalhar o dia inteiro não seria infeliz. Ser obrigada a ficar à toa é que seria castigo para mim. Mamãe às vezes diz que ela até deseja que eu fique preguiçosa; a minha esperteza é que a amofina. Eu então respondo: “Se eu fosse preguiçosa não sei o que seria da senhora, meu pai e meus irmãos, sem uma empregada em casa”.

                                                                                                      Helena Morley, Minha vida de menina.

    Nos dois textos, obtém-se ênfase por meio do emprego de um mesmo recurso expressivo, como se pode verificar nos seguintes trechos:
    Escolha uma alternativa para a questão 33d43804-d4
  • 33D16A6C-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de dona Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e, conseguintemente, que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: - Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.

                                                                         Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.


          Não sei por que até hoje todo o mundo diz que tinha pena dos escravos. Eu não penso assim. Acho que se fosse obrigada a trabalhar o dia inteiro não seria infeliz. Ser obrigada a ficar à toa é que seria castigo para mim. Mamãe às vezes diz que ela até deseja que eu fique preguiçosa; a minha esperteza é que a amofina. Eu então respondo: “Se eu fosse preguiçosa não sei o que seria da senhora, meu pai e meus irmãos, sem uma empregada em casa”.

                                                                                                      Helena Morley, Minha vida de menina.

    São características dos narradores Brás Cubas e Helena, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 33d16a6c-d4
  • 33CE9A61-D4

    Português

    Advérbios
    USP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

           Imagem da questão de Português, USP 2017, Advérbios

    No trecho “Numa palavra, qualquer gênero de arte que, de fato, nos afete, torna-se, deste modo, arte moderna” (L. 5-6), as expressões sublinhadas podem ser substituídas, sem prejuízo do sentido do texto, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 33ce9a61-d4
  • 33CBD946-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

           Imagem da questão de Português, USP 2017, Interpretação de Textos

    De acordo com o texto, a compreensão do significado de uma obra de arte pressupõe
    Escolha uma alternativa para a questão 33cbd946-d4
  • 67E38420-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, ENEM 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO II


    No verão de 1954, o artista Robert Rauschenberg (n.1925) criou o termo combine para se referir a suas novas obras que possuíam aspectos tanto da pintura como da escultura.


    Em 1958, Cama foi selecionada para ser incluída em uma exposição de jovens artistas americanos e italianos no Festival dos Dois Mundos em Spoleto, na Itália. Os responsáveis pelo festival, entretanto, se recusaram a expor a obra e a removeram para um depósito.


    Embora o mundo da arte debatesse a inovação de se pendurar uma cama numa parede, Rauschenberg considerava sua obra “um dos quadros mais acolhedores que já pintei, mas sempre tive medo de que alguém quisesse se enfiar nela”.

    DEMPSEY, A. Estilos, escolas e movimentos: guia enciclopédico da arte moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2003


    A obra de Rauschenberg chocou o público na época em que foi feita, e recebeu forte influência de um movimento artístico que se caracterizava pela

    Escolha uma alternativa para a questão 67e38420-cb
  • 67E0911C-CB

    Português

    Pontuação
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    O homem disse, Está a chover, e depois, Quem é você, Não sou daqui, Anda à procura de comida, Sim, há quatro dias que não comemos, E como sabe que são quatro dias, É um cálculo, Está sozinha, Estou com o meu marido e uns companheiros, Quantos são, Ao todo, sete, Se estão a pensar em ficar conosco, tirem daí o sentido, já somos muitos, Só estamos de passagem, Donde vêm, Estivemos internados desde que a cegueira começou, Ah, sim, a quarentena, não serviu de nada, Por que diz isso, Deixaram-nos sair, Houve um incêndio e nesse momento percebemos que os soldados que nos vigiavam tinham desaparecido, E saíram, Sim, Os vossos soldados devem ter sido dos últimos a cegar, toda a gente está cega, Toda a gente, a cidade toda, o país,

    SARAMAGO, J. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.


    A cena retrata as experiências das personagens em um país atingido por uma epidemia. No diálogo, a violação de determinadas regras de pontuação

    Escolha uma alternativa para a questão 67e0911c-cb
  • 67DD283C-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I


    Imagem da questão de Português, ENEM 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO II


    Speto


    Paulo César Silva, mais conhecido como Speto, é um grafiteiro paulista envolvido com o skate e a música. O fortalecimento de sua arte ocorreu, em 1999, pela oportunidade de ver de perto as referências que trazia há tempos, ao passar por diversas cidades do Norte do Brasil em uma turnê com a banda O Rappa.

    Revista Zupi, n. 19, 2010.


    O grafite do artista paulista Speto, exposto no Museu Afro Brasil, revela elementos da cultura brasileira reconhecidos

    Escolha uma alternativa para a questão 67dd283c-cb
  • 67DA591E-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Fim de semana no parque


    Olha o meu povo nas favelas e vai perceber

    Daqui eu vejo uma caranga do ano

    Toda equipada e o tiozinho guiando

    Com seus filhos ao lado estão indo ao parque

    Eufóricos brinquedos eletrônicos

    Automaticamente eu imagino

    A molecada lá da área como é que tá

    Provavelmente correndo pra lá e pra cá

    Jogando bola descalços nas ruas de terra

    É, brincam do jeito que dá

    [...]

    Olha só aquele clube, que da hora

    Olha aquela quadra, olha aquele campo, olha

    Olha quanta gente

    Tem sorveteria, cinema, piscina quente

    [...]

    Aqui não vejo nenhum clube poliesportivo

    Pra molecada frequentar nenhum incentivo

    O investimento no lazer é muito escasso

    O centro comunitário é um fracasso

    RACIONAIS MCs. Racionais MCs. São Paulo: Zimbabwue, 1994 (fragmento).


    A letra da canção apresenta uma realidade social quanto à distribuição distinta dos espaços de lazer que

    Escolha uma alternativa para a questão 67da591e-cb
  • 67D7A16D-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, ENEM 2017, Interpretação de Textos


    Nesse cartaz publicitário de uma empresa de papel e celulose, a combinação dos elementos verbais e não verbais visa

    Escolha uma alternativa para a questão 67d7a16d-cb