Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 53 de 549.

  • 9AAAEB45-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 03

    Pronominais

    Dê-me um cigarro
    Diz a gramática
    Do professor e do aluno
    E do mulato sabido
    Mas o bom negro e o bom branco
    Da Nação Brasileira
    Dizem todos os dias
    Deixa disso camarada
    Me dá um cigarro 

    Fonte: ANDRADE, Oswald. Pronominais. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/7793/pronominais. Acesso em: 15 out. 2023. 



    Da leitura do texto 03, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 9aaaeb45-b1
  • 9AA64C7C-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 02



    Imagem da questão de Português, da prova de 2023



    Disponível em: https://cafecomsociologia.com/charges-fake-news/#jp-carousel-18025. Acesso em: 15 out. 2023. 

    Entre os recursos utilizados para a construção do sentido do texto 02, está a
    Escolha uma alternativa para a questão 9aa64c7c-b1
  • 9A98096E-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 01


    Fake news


        Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação se popularizou. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês e é usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.
         Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas especializadas identificaram uma série de sites com conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por esses sites explorava conteúdos sensacionalistas, envolvendo, em alguns casos, personalidades importantes, como a adversária de Trump, Hillary Clinton.
         Os motivos para que sejam criadas notícias falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam manchetes absurdas com o claro intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital. No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.
        Existem grupos específicos que trabalham espalhando boatos. Porém, não é fácil encontrar as empresas que atuam nesse segmento, pois elas operam na chamada deep web, isto é, uma parte da rede que não é indexada pelos mecanismos de buscas, ficando oculta ao grande público. Para disseminar informações falsas, é criada uma página na internet. Um robô criado pelos programadores desses grupos é o responsável por disseminar o link nas redes. Quanto mais o assunto é mencionado nas redes, mais o robô atua, chegando a disparar informações a cada dois segundos, o que é humanamente impossível. Com tamanho volume de disseminação de conteúdos, pessoas reais ficam vulneráveis às fake news e acabam compartilhando essas informações. Dessa forma, está criada uma rede de mentiras com pessoas reais.
        Como os responsáveis pelas fake news atuam, geralmente, em uma região da web que é oculta para a grande maioria dos usuários, não é fácil identificá-los e, consequentemente, puni-los. Além disso, essas pessoas usam servidores de fora do país, em lan houses que não exigem identificação.
        Qualquer tipo de informação falsa, da mais simples à mais descabida, induz as pessoas ao erro. Em vários casos, a notícia contém uma informação falsa cercada de outras verdadeiras. É principalmente nessas situações que estão escondidos os perigos das fake news, e suas consequências podem ser desastrosas.
        Um caso que ficou conhecido e chegou ao extremo foi o da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, que morreu após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo, em 2014. A revolta dos moradores foi em virtude de informações publicadas em uma rede social, com um retrato falado de uma possível sequestradora de crianças [...]. A dona de casa foi confundida com a criminosa e acabou linchada por moradores.
        Outro boato que tomou conta das redes e influenciou diretamente o calendário de vacinação infantil foi o de que algumas vacinas seriam mortais e teriam matado milhares de crianças. O impacto foi tão grande que doenças como o sarampo, do qual o Brasil era considerado livre, voltaram a acometer crianças.
        Depois da greve dos caminhoneiros em 2018, que durou 11 dias, fechou rodovias de Norte a Sul do país e provocou desabastecimento de diversos produtos, alguns boatos de uma nova greve geraram tumulto nas grandes cidades. Em alguns municípios, filas de carros formaram-se em postos de combustíveis, pois as pessoas temiam o aumento do preço e até mesmo a falta do produto.
         Em época de eleições, é comum candidatos ou eleitores usarem mentiras para levar vantagem. Com a presença de tantos eleitores nas redes sociais, uma mentira bem plantada pode alterar os rumos de uma eleição, como no caso das eleições de 2016 nos Estados Unidos.
        Um dado grave que foi constatado pelos pesquisadores do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), nos Estados Unidos, é que a chance de uma notícia falsa ser repassada é consideravelmente maior que a de uma verdadeira. Foram analisadas 126 mil notícias, e percebeu-se que a probabilidade de republicar uma informação falsa é 70% maior do que a de republicar uma notícia verdadeira.


    Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/fake-news.htm. Acesso em: 15 out. 2023. Adaptado. 
    Sobre as ideias presentes no texto 01, avalie as afirmativas a seguir.

    I - As redes sociais ajudam a mitigar a divulgação das fake news.
    II - Trump foi eleito nos Estados Unidos unicamente pelas fake news.
    III - Algumas notícias falsas lançam mão do sensacionalismo em busca de maior visibilidade.
    IV - As fake News, embora já existentes, ganharam maior destaque a partir do ano de 2016.

    Estão CORRETAS as afirmativas 
    Escolha uma alternativa para a questão 9a98096e-b1
  • AA8BFD30-B1

    Português

    Sintaxe
    IFN-MG · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Marque a alternativa que está CORRETA, em relação à concordância verbal.
    Escolha uma alternativa para a questão aa8bfd30-b1
  • AA86CC86-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2023Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 02



    Imagem da questão de Português, da prova de 2023




    Disponível em: https://cafecomsociologia.com/charges-fake-news/#jp-carousel-18025. Acesso em: 15 out. 2023. 

    Sobre as ideias contidas no texto 02, avalie as afirmativas a seguir.

    I - O texto revela, a partir de imagens ligadas às redes sociais, preocupação com as fake news.
    II - A mão que segura o boneco simboliza a tentativa legal de se frear o avanço das fake news.
    III - A face do boneco indica indignação com o tolhimento da liberdade pelo Poder Legislativo.
    IV - O texto é uma tentativa de induzir as pessoas a usarem cada vez menos as redes sociais.

    Estão CORRETAS as afirmativas 
    Escolha uma alternativa para a questão aa86cc86-b1
  • 0B1DBA2F-B1

    Português

    Crase
    IFN-MG · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 01


    Fake news


        Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação se popularizou. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês e é usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.
         Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas especializadas identificaram uma série de sites com conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por esses sites explorava conteúdos sensacionalistas, envolvendo, em alguns casos, personalidades importantes, como a adversária de Trump, Hillary Clinton.
         Os motivos para que sejam criadas notícias falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam manchetes absurdas com o claro intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital. No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.
        Existem grupos específicos que trabalham espalhando boatos. Porém, não é fácil encontrar as empresas que atuam nesse segmento, pois elas operam na chamada deep web, isto é, uma parte da rede que não é indexada pelos mecanismos de buscas, ficando oculta ao grande público. Para disseminar informações falsas, é criada uma página na internet. Um robô criado pelos programadores desses grupos é o responsável por disseminar o link nas redes. Quanto mais o assunto é mencionado nas redes, mais o robô atua, chegando a disparar informações a cada dois segundos, o que é humanamente impossível. Com tamanho volume de disseminação de conteúdos, pessoas reais ficam vulneráveis às fake news e acabam compartilhando essas informações. Dessa forma, está criada uma rede de mentiras com pessoas reais.
        Como os responsáveis pelas fake news atuam, geralmente, em uma região da web que é oculta para a grande maioria dos usuários, não é fácil identificá-los e, consequentemente, puni-los. Além disso, essas pessoas usam servidores de fora do país, em lan houses que não exigem identificação.
        Qualquer tipo de informação falsa, da mais simples à mais descabida, induz as pessoas ao erro. Em vários casos, a notícia contém uma informação falsa cercada de outras verdadeiras. É principalmente nessas situações que estão escondidos os perigos das fake news, e suas consequências podem ser desastrosas.
        Um caso que ficou conhecido e chegou ao extremo foi o da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, que morreu após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo, em 2014. A revolta dos moradores foi em virtude de informações publicadas em uma rede social, com um retrato falado de uma possível sequestradora de crianças [...]. A dona de casa foi confundida com a criminosa e acabou linchada por moradores.
        Outro boato que tomou conta das redes e influenciou diretamente o calendário de vacinação infantil foi o de que algumas vacinas seriam mortais e teriam matado milhares de crianças. O impacto foi tão grande que doenças como o sarampo, do qual o Brasil era considerado livre, voltaram a acometer crianças.
        Depois da greve dos caminhoneiros em 2018, que durou 11 dias, fechou rodovias de Norte a Sul do país e provocou desabastecimento de diversos produtos, alguns boatos de uma nova greve geraram tumulto nas grandes cidades. Em alguns municípios, filas de carros formaram-se em postos de combustíveis, pois as pessoas temiam o aumento do preço e até mesmo a falta do produto.
         Em época de eleições, é comum candidatos ou eleitores usarem mentiras para levar vantagem. Com a presença de tantos eleitores nas redes sociais, uma mentira bem plantada pode alterar os rumos de uma eleição, como no caso das eleições de 2016 nos Estados Unidos.
        Um dado grave que foi constatado pelos pesquisadores do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), nos Estados Unidos, é que a chance de uma notícia falsa ser repassada é consideravelmente maior que a de uma verdadeira. Foram analisadas 126 mil notícias, e percebeu-se que a probabilidade de republicar uma informação falsa é 70% maior do que a de republicar uma notícia verdadeira.


    Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/fake-news.htm. Acesso em: 15 out. 2023. Adaptado. 
    Observe o trecho extraído do texto 01: “Com tamanho volume de disseminação de conteúdos, pessoas reais ficam vulneráveis às fake news [...]”.

    Das alternativas a seguir, em qual afirmativa deveria ter sido empregado o sinal indicativo de crase, pelo mesmo motivo gramatical do trecho? 
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1dba2f-b1
  • 0B186194-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 01


    Fake news


        Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação se popularizou. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês e é usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.
         Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas especializadas identificaram uma série de sites com conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por esses sites explorava conteúdos sensacionalistas, envolvendo, em alguns casos, personalidades importantes, como a adversária de Trump, Hillary Clinton.
         Os motivos para que sejam criadas notícias falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam manchetes absurdas com o claro intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital. No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.
        Existem grupos específicos que trabalham espalhando boatos. Porém, não é fácil encontrar as empresas que atuam nesse segmento, pois elas operam na chamada deep web, isto é, uma parte da rede que não é indexada pelos mecanismos de buscas, ficando oculta ao grande público. Para disseminar informações falsas, é criada uma página na internet. Um robô criado pelos programadores desses grupos é o responsável por disseminar o link nas redes. Quanto mais o assunto é mencionado nas redes, mais o robô atua, chegando a disparar informações a cada dois segundos, o que é humanamente impossível. Com tamanho volume de disseminação de conteúdos, pessoas reais ficam vulneráveis às fake news e acabam compartilhando essas informações. Dessa forma, está criada uma rede de mentiras com pessoas reais.
        Como os responsáveis pelas fake news atuam, geralmente, em uma região da web que é oculta para a grande maioria dos usuários, não é fácil identificá-los e, consequentemente, puni-los. Além disso, essas pessoas usam servidores de fora do país, em lan houses que não exigem identificação.
        Qualquer tipo de informação falsa, da mais simples à mais descabida, induz as pessoas ao erro. Em vários casos, a notícia contém uma informação falsa cercada de outras verdadeiras. É principalmente nessas situações que estão escondidos os perigos das fake news, e suas consequências podem ser desastrosas.
        Um caso que ficou conhecido e chegou ao extremo foi o da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, que morreu após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo, em 2014. A revolta dos moradores foi em virtude de informações publicadas em uma rede social, com um retrato falado de uma possível sequestradora de crianças [...]. A dona de casa foi confundida com a criminosa e acabou linchada por moradores.
        Outro boato que tomou conta das redes e influenciou diretamente o calendário de vacinação infantil foi o de que algumas vacinas seriam mortais e teriam matado milhares de crianças. O impacto foi tão grande que doenças como o sarampo, do qual o Brasil era considerado livre, voltaram a acometer crianças.
        Depois da greve dos caminhoneiros em 2018, que durou 11 dias, fechou rodovias de Norte a Sul do país e provocou desabastecimento de diversos produtos, alguns boatos de uma nova greve geraram tumulto nas grandes cidades. Em alguns municípios, filas de carros formaram-se em postos de combustíveis, pois as pessoas temiam o aumento do preço e até mesmo a falta do produto.
         Em época de eleições, é comum candidatos ou eleitores usarem mentiras para levar vantagem. Com a presença de tantos eleitores nas redes sociais, uma mentira bem plantada pode alterar os rumos de uma eleição, como no caso das eleições de 2016 nos Estados Unidos.
        Um dado grave que foi constatado pelos pesquisadores do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), nos Estados Unidos, é que a chance de uma notícia falsa ser repassada é consideravelmente maior que a de uma verdadeira. Foram analisadas 126 mil notícias, e percebeu-se que a probabilidade de republicar uma informação falsa é 70% maior do que a de republicar uma notícia verdadeira.


    Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/fake-news.htm. Acesso em: 15 out. 2023. Adaptado. 
    Com base no trecho “No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio.”, responda: Das reescritas a seguir, qual provoca alteração no sentido original do trecho?
    Escolha uma alternativa para a questão 0b186194-b1
  • 0B157D61-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 01


    Fake news


        Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação se popularizou. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês e é usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.
         Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas especializadas identificaram uma série de sites com conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por esses sites explorava conteúdos sensacionalistas, envolvendo, em alguns casos, personalidades importantes, como a adversária de Trump, Hillary Clinton.
         Os motivos para que sejam criadas notícias falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam manchetes absurdas com o claro intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital. No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.
        Existem grupos específicos que trabalham espalhando boatos. Porém, não é fácil encontrar as empresas que atuam nesse segmento, pois elas operam na chamada deep web, isto é, uma parte da rede que não é indexada pelos mecanismos de buscas, ficando oculta ao grande público. Para disseminar informações falsas, é criada uma página na internet. Um robô criado pelos programadores desses grupos é o responsável por disseminar o link nas redes. Quanto mais o assunto é mencionado nas redes, mais o robô atua, chegando a disparar informações a cada dois segundos, o que é humanamente impossível. Com tamanho volume de disseminação de conteúdos, pessoas reais ficam vulneráveis às fake news e acabam compartilhando essas informações. Dessa forma, está criada uma rede de mentiras com pessoas reais.
        Como os responsáveis pelas fake news atuam, geralmente, em uma região da web que é oculta para a grande maioria dos usuários, não é fácil identificá-los e, consequentemente, puni-los. Além disso, essas pessoas usam servidores de fora do país, em lan houses que não exigem identificação.
        Qualquer tipo de informação falsa, da mais simples à mais descabida, induz as pessoas ao erro. Em vários casos, a notícia contém uma informação falsa cercada de outras verdadeiras. É principalmente nessas situações que estão escondidos os perigos das fake news, e suas consequências podem ser desastrosas.
        Um caso que ficou conhecido e chegou ao extremo foi o da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, que morreu após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo, em 2014. A revolta dos moradores foi em virtude de informações publicadas em uma rede social, com um retrato falado de uma possível sequestradora de crianças [...]. A dona de casa foi confundida com a criminosa e acabou linchada por moradores.
        Outro boato que tomou conta das redes e influenciou diretamente o calendário de vacinação infantil foi o de que algumas vacinas seriam mortais e teriam matado milhares de crianças. O impacto foi tão grande que doenças como o sarampo, do qual o Brasil era considerado livre, voltaram a acometer crianças.
        Depois da greve dos caminhoneiros em 2018, que durou 11 dias, fechou rodovias de Norte a Sul do país e provocou desabastecimento de diversos produtos, alguns boatos de uma nova greve geraram tumulto nas grandes cidades. Em alguns municípios, filas de carros formaram-se em postos de combustíveis, pois as pessoas temiam o aumento do preço e até mesmo a falta do produto.
         Em época de eleições, é comum candidatos ou eleitores usarem mentiras para levar vantagem. Com a presença de tantos eleitores nas redes sociais, uma mentira bem plantada pode alterar os rumos de uma eleição, como no caso das eleições de 2016 nos Estados Unidos.
        Um dado grave que foi constatado pelos pesquisadores do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), nos Estados Unidos, é que a chance de uma notícia falsa ser repassada é consideravelmente maior que a de uma verdadeira. Foram analisadas 126 mil notícias, e percebeu-se que a probabilidade de republicar uma informação falsa é 70% maior do que a de republicar uma notícia verdadeira.


    Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/fake-news.htm. Acesso em: 15 out. 2023. Adaptado. 
    Entre os recursos argumentativos utilizados na construção do texto 01, não é possível identificar
    Escolha uma alternativa para a questão 0b157d61-b1
  • AA723AB8-A0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Ora, mídias são meios, e meios, como o próprio nome diz, são simplesmente meios, isto é, suportes materiais, canais físicos, nos quais as linguagens se corporificam e através dos quais transitam. Por isso mesmo, o veículo, meio ou mídia de comunicação é o componente mais superficial, no sentido de ser aquele que primeiro aparece no processo comunicativo. Não obstante sua relevância para o estudo desse processo, veículos são meros canais, tecnologias que estariam esvaziadas de sentido não fossem as mensagens que nelas se configuram”. (SANTAELLA, 2003, p. 25).

    Levando em consideração a explicação da autora sobre o significado das mídias, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão aa723ab8-a0
  • B69E967A-7E

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Multinacionais na Rússia ainda financiam guerra na Ucrânia



        Das 1 387 empresas ocidentais com subsidiárias russas no início da invasão, em 24 de fevereiro de 2022, apenas 241 (17%) abandonaram inteiramente o país. As que permaneceram, geraram naquele ano 177 bilhões de dólares para os cofres nacionais russos.



    (www.dw.com, 05.07.2023. Adaptado.)



    No contexto econômico e político mundiais, o excerto explicita a contradição entre

    Escolha uma alternativa para a questão b69e967a-7e
  • B690707E-7E

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

        A ocupação das Américas pelo Homo sapiens pode ter mais do que o dobro de tempo do sustentado pelas teorias tradicionais. Segundo dois artigos publicados em 22 de julho de 2020 na revista científica Nature, um deles com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), populações humanas estavam presentes na América do Norte por volta de 33 mil anos atrás, ainda antes do início do Último Máximo Glacial (UMG). Esse período, entre 26,5 mil e 19 mil anos atrás, representa o intervalo de tempo, durante a mais recente glaciação, em que as geleiras atingiram sua maior extensão no globo terrestre. Embora cada vez mais questionada ao longo das últimas décadas, a tese historicamente dominante na arqueologia norte-americana defende que a primeira cultura estabelecida no continente teria sido a de Clóvis, preservada em sítios de cerca de 13 mil anos, ricos em pontas de lança bifaciais, situados no estado norte- -americano do Novo México.


    (Marcos Pivetta. “O homem moderno entrou nas Américas mais de 30 mil anos atrás.” In: Pesquisa Fapesp, 20.08.2020, https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado.)



    Segundo o artigo, a datação da ocupação humana das Américas

    Escolha uma alternativa para a questão b690707e-7e
  • B67E3F27-7E

    Português

    Morfologia
    Ensino Einstein · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


        O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

        — Comida?!

        — Sim, senhor.

        — Mas se come ela?

        — Ué. Você está cansado de comer galinha.

        — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

        — Claro.

        Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

        O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

        — A empregada não sabe fazer?

       — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

        Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

        — Eu?! Não mesmo!

        O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

        — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

        — O quê?!

        — Há dez anos.

        — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

        — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

        Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

        — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

        Foi para o poço do edifício e repetiu:

        — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

        E a Margarete só olhando.


    (Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

    O termo sublinhado em “— Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?” (6º parágrafo) pertence à mesma classe gramatical daquele sublinhado em: 
    Escolha uma alternativa para a questão b67e3f27-7e
  • B67B9ABD-7E

    Português

    Sintaxe
    Ensino Einstein · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


        O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

        — Comida?!

        — Sim, senhor.

        — Mas se come ela?

        — Ué. Você está cansado de comer galinha.

        — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

        — Claro.

        Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

        O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

        — A empregada não sabe fazer?

       — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

        Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

        — Eu?! Não mesmo!

        O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

        — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

        — O quê?!

        — Há dez anos.

        — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

        — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

        Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

        — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

        Foi para o poço do edifício e repetiu:

        — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

        E a Margarete só olhando.


    (Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

    Ao se transpor a oração “Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos.” (20º parágrafo) para a voz passiva sintética, a forma verbal resultante será: 
    Escolha uma alternativa para a questão b67b9abd-7e
  • B678DB9A-7E

    Português

    Sintaxe
    Ensino Einstein · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


        O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

        — Comida?!

        — Sim, senhor.

        — Mas se come ela?

        — Ué. Você está cansado de comer galinha.

        — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

        — Claro.

        Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

        O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

        — A empregada não sabe fazer?

       — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

        Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

        — Eu?! Não mesmo!

        O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

        — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

        — O quê?!

        — Há dez anos.

        — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

        — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

        Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

        — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

        Foi para o poço do edifício e repetiu:

        — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

        E a Margarete só olhando.


    (Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

    No período composto “Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina.” (14º parágrafo), há duas orações conectadas por uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão b678db9a-7e
  • B67652BC-7E

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia a crônica “A decadência do Ocidente”, de Luis Fernando Verissimo.


        O doutor ganhou uma galinha viva e chegou em casa com ela, para alegria de toda a família. O filho mais moço, inclusive, nunca tinha visto uma galinha viva de perto. Já tinha até um nome para ela — Margarete — e planos para adotá-la, quando ouviu do pai que a galinha seria, obviamente, comida.

        — Comida?!

        — Sim, senhor.

        — Mas se come ela?

        — Ué. Você está cansado de comer galinha.

        — Mas a galinha que a gente come é igual a esta aqui?

        — Claro.

        Na verdade o guri gostava muito de peito, de coxa e de asa, mas nunca tinha ligado as partes ao animal. Ainda mais aquele animal vivo ali no meio do apartamento.

        O doutor disse que queria a galinha ao molho pardo. Há anos que não comia uma galinha ao molho pardo. A empregada sabia como se preparava galinha ao molho pardo? A mulher foi consultar a empregada. Dali a pouco o doutor ouviu um grito de horror vindo da cozinha. Depois veio a mulher dizer que ele esquecesse a galinha ao molho pardo.

        — A empregada não sabe fazer?

       — Não só não sabe fazer, como quase desmaiou quando eu disse que precisava cortar o pescoço da galinha. Nunca cortou um pescoço de galinha.

        Era o cúmulo. Então a mulher que cortasse o pescoço da galinha.

        — Eu?! Não mesmo!

        O doutor lembrou-se de uma velha empregada da sua mãe. A Dona Noca. Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina. A solução era a Dona Noca.

        — A Dona Noca já morreu — disse a mulher.

        — O quê?!

        — Há dez anos.

        — Não é possível! A última galinha ao molho pardo que eu comi foi feita por ela.

        — Então faz mais de dez anos que você não come galinha ao molho pardo.

        Alguém no edifício se disporia a degolar a galinha. Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos. Ninguém se animava a cortar o pescoço da galinha. Nem o Rogerinho do 701, que fazia coisas inomináveis com gatos.

        — Somos uma civilização de frouxos! — sentenciou o doutor.

        Foi para o poço do edifício e repetiu:

        — Frouxos! Perdemos o contato com o barro da vida!

        E a Margarete só olhando.


    (Luis Fernando Verissimo. A mãe do Freud, 1997.)

    A voz do personagem mescla-se intimamente à voz do narrador, configurando o chamado discurso indireto livre, no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão b67652bc-7e
  • B67108F4-7E

    Português

    Morfologia
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    Para responder à questão, leia um trecho do livro A queda do céu: palavras de uma xamã yanomami, de Davi Kopenawa e Bruce Albert.



        Hoje, os brancos acham que deveríamos imitá-los em tudo. Mas não é o que queremos. Eu aprendi a conhecer seus costumes desde a minha infância e falo um pouco a sua língua. Mas não quero de modo algum ser um deles. A meu ver, só poderemos nos tornar brancos no dia em que eles mesmos se transformarem em Yanomami. Sei também que se formos viver em suas cidades, seremos infelizes. Então, eles acabarão com a floresta e nunca mais deixarão nenhum lugar onde possamos viver longe deles. Não poderemos mais caçar, nem plantar nada. Nossos filhos vão passar fome. Quando penso em tudo isso, fico tomado de tristeza e de raiva.

        Os brancos se dizem inteligentes. Não o somos menos. Nossos pensamentos se expandem em todas as direções e nossas palavras são antigas e muitas. Elas vêm de nossos antepassados. Porém, não precisamos, como os brancos, de peles de imagens para impedi-las de fugir da nossa mente. Não temos de desenhá-las, como eles fazem com as suas. Nem por isso elas irão desaparecer, pois ficam gravadas dentro de nós. Por isso nossa memória é longa e forte. O mesmo ocorre com as palavras dos espíritos xapiri, que também são muito antigas. Mas voltam a ser novas sempre que eles vêm de novo dançar para um jovem xamã, e assim tem sido há muito tempo, sem fim.



    (Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu, 2015.)

    Verifica-se o emprego de palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação em: 

    Escolha uma alternativa para a questão b67108f4-7e
  • B66E65C4-7E

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia um trecho do livro A queda do céu: palavras de uma xamã yanomami, de Davi Kopenawa e Bruce Albert.



        Hoje, os brancos acham que deveríamos imitá-los em tudo. Mas não é o que queremos. Eu aprendi a conhecer seus costumes desde a minha infância e falo um pouco a sua língua. Mas não quero de modo algum ser um deles. A meu ver, só poderemos nos tornar brancos no dia em que eles mesmos se transformarem em Yanomami. Sei também que se formos viver em suas cidades, seremos infelizes. Então, eles acabarão com a floresta e nunca mais deixarão nenhum lugar onde possamos viver longe deles. Não poderemos mais caçar, nem plantar nada. Nossos filhos vão passar fome. Quando penso em tudo isso, fico tomado de tristeza e de raiva.

        Os brancos se dizem inteligentes. Não o somos menos. Nossos pensamentos se expandem em todas as direções e nossas palavras são antigas e muitas. Elas vêm de nossos antepassados. Porém, não precisamos, como os brancos, de peles de imagens para impedi-las de fugir da nossa mente. Não temos de desenhá-las, como eles fazem com as suas. Nem por isso elas irão desaparecer, pois ficam gravadas dentro de nós. Por isso nossa memória é longa e forte. O mesmo ocorre com as palavras dos espíritos xapiri, que também são muito antigas. Mas voltam a ser novas sempre que eles vêm de novo dançar para um jovem xamã, e assim tem sido há muito tempo, sem fim.



    (Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu, 2015.)

    No segundo parágrafo, Davi Kopenawa contrapõe 

    Escolha uma alternativa para a questão b66e65c4-7e
  • B66BE276-7E

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia um trecho do livro A queda do céu: palavras de uma xamã yanomami, de Davi Kopenawa e Bruce Albert.



        Hoje, os brancos acham que deveríamos imitá-los em tudo. Mas não é o que queremos. Eu aprendi a conhecer seus costumes desde a minha infância e falo um pouco a sua língua. Mas não quero de modo algum ser um deles. A meu ver, só poderemos nos tornar brancos no dia em que eles mesmos se transformarem em Yanomami. Sei também que se formos viver em suas cidades, seremos infelizes. Então, eles acabarão com a floresta e nunca mais deixarão nenhum lugar onde possamos viver longe deles. Não poderemos mais caçar, nem plantar nada. Nossos filhos vão passar fome. Quando penso em tudo isso, fico tomado de tristeza e de raiva.

        Os brancos se dizem inteligentes. Não o somos menos. Nossos pensamentos se expandem em todas as direções e nossas palavras são antigas e muitas. Elas vêm de nossos antepassados. Porém, não precisamos, como os brancos, de peles de imagens para impedi-las de fugir da nossa mente. Não temos de desenhá-las, como eles fazem com as suas. Nem por isso elas irão desaparecer, pois ficam gravadas dentro de nós. Por isso nossa memória é longa e forte. O mesmo ocorre com as palavras dos espíritos xapiri, que também são muito antigas. Mas voltam a ser novas sempre que eles vêm de novo dançar para um jovem xamã, e assim tem sido há muito tempo, sem fim.



    (Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu, 2015.)

    No primeiro parágrafo, em contraposição às tentativas de imposição cultural dos brancos, Davi Kopenawa defende uma ideia de reciprocidade. Tal ideia está explicitada no seguinte trecho:

    Escolha uma alternativa para a questão b66be276-7e
  • B6683CB5-7E

    Português

    Interpretação de Textos
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    Examine a tirinha da cartunista Laerte. 



    Imagem da questão de Português, da prova de 2023


    (Laerte. Lola, a andorinha, 2013.)



    Na construção de sua tirinha, Laerte mobiliza fundamentalmente os seguintes recursos expressivos: 

    Escolha uma alternativa para a questão b6683cb5-7e