Biologia
- Identidade dos seres vivos
- Prova de 2018
- Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: F2081194-D7
Disciplina · Ciências da Natureza
Questões de Biologia, da área de Ciências da Natureza, com gabarito em cada página.
A figura ilustra o coração humano.

(Cleveland P. Hickman et al. Princípios integrados de zoologia, 2010. Adaptado.)
A sístole indicada pelas setas 1 e 2 está ocorrendo nos

A figura esquematiza uma flor de angiosperma.

(José Arnaldo Favaretto. 360º biologia, 2017.)
Um pesquisador procurava células com mutações gênicas
nessa flor que poderiam ser transmitidas às futuras gerações
dessa planta. Para que haja êxito nessa procura, ele deve
analisar as células presentes


A evolução propriamente dita não é mais uma teoria para o pesquisador moderno. É um fato, tanto quanto a Terra girar em torno do Sol, e não o inverso. As mudanças documentadas no registro fóssil, em extratos geológicos precisamente datados, são o fato que designamos como evolução.
MAYR, Ernst. Biologia, ciência única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 116.
Os pesquisadores evolutivos utilizam, além da presença dos registros fósseis, outros elementos como indicadores de uma evolução biológica ao longo da história da vida no Planeta Terra.
Entre esses elementos, pode-se citar


Um biólogo identificou a sequência das 369 bases nitrogenadas de uma molécula de RNA mensageiro (RNAm) maduro e funcional, transcrito a partir de um gene que apresentava íntrons e éxons. De acordo com essas informações, é possível concluir que o segmento de DNA a partir do qual o RNAm foi transcrito tem _______ número de bases que aquele que tem o RNAm funcional. Após sua síntese, esse RNAm associou-se a um _______ , que orientou a síntese de uma cadeia polipeptídica com _______ aminoácidos.
As lacunas do texto devem ser preenchidas por:
Duas espécies de raposas do Brasil, separadas há milhares de anos pela mata atlântica, estão cruzando entre si e produzindo filhotes híbridos, talvez porque a derrubada da maior parte da floresta tenha eliminado a principal barreira que existia entre elas. As raposas são a raposinha-do- -campo (Lycalopex vetulus), típica do cerrado, e o graxaim- -do-campo (Lycalopex gymnocercus), natural dos pampas gaúchos. Pesquisadores fizeram a primeira confirmação desse cruzamento ao analisarem dois animais classificados morfologicamente como L. vetulus, mas que apresentavam DNA mitocondrial de L. gymnocercus. A pesquisa prosseguiu analisando-se também o DNA nuclear das células de outros animais coletados. Seis raposinhas-do-campo tinham características de híbridos, inclusive a segunda geração (ou seja, netos do cruzamento original entre as duas espécies). Cinco delas tinham o DNA mitocondrial de graxaim e uma delas apresentou sinais de hibridização apenas no DNA nuclear.
(Folha de S.Paulo, 05.04.2017. Adaptado.)
Com base em conhecimentos sobre os mecanismos evolutivos e especiação, conclui-se que as duas espécies de raposas