Questões de Sociologia do ENEM

Questões de Sociologia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

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900 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 45.

  • B03E084F-00

    Sociologia

    Cultura e sociedade
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Se antes a informação era um produto comercializado pelas grandes instituições e emissoras, agora é também feita pelos indivíduos. Cada usuário das redes sociais se configura como um grande emissor; cada indivíduo se torna uma mídia poderosa. No entanto, repete-se a fórmula na qual a relevância das informações está vinculada não ao seu potencial emancipatório, mas à audiência que é capaz de gerar (entendida como o número de compartilhamentos, seguidores, tempo de permanência). Enquanto não se desenvolver uma cultura crítica do uso dos meios em benefício da libertação humana, os meios digitais se parecerão, cada vez mais, com os meios de comunicação de massa. A massificação se torna remassificação.


    (Patricio Dugnani. “Meios de Comunicação de Massa e Meios Digitais: remassificação e internetilização”. In: Anagramas Rumbos y Sentidos de la Comunicación, 2024. Adaptado.)


    O excerto revela que a comunicação contemporânea mantém traços centrais dos conceitos de indústria cultural, teorizados pela Escola de Frankfurt, que podem ser identificados a partir da

    Escolha uma alternativa para a questão b03e084f-00
  • B01E24F7-00

    Sociologia

    Mundo do trabalho
    UNESP · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Examine a charge do cartunista Adão Iturrusgarai.


    Imagem da questão de Sociologia, da prova de 2025

    A charge ironiza


    Escolha uma alternativa para a questão b01e24f7-00
  • B013BCCF-00

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    A norma oficial ditava que a mulher devia ser resguarda da em casa, ocupando-se dos afazeres domésticos, enquanto os homens asseguravam o sustento da família trabalhando no espaço da rua. Longe de retratar a realidade, tratava-se de um estereótipo calcado nos valores da elite colonial [...]. Com a industrialização, [as mulheres] chegaram, junto com as crianças, a compor mais da metade da força de trabalho em certas indústrias, notadamente nas de tecidos. As estatísticas sobre o Rio Grande do Sul em 1900 mostram que cerca de 42% da população economicamente ativa era feminina [...]. No censo de 1920 [...], ainda 49,4% da população economicamente ativa (PEA) do estado e 50,8% da PEA em Porto Alegre constavam como feminina. Na indústria, as mulheres ocupavam 28,4% das vagas no estado, e 29,95% na capital.


    (Cláudia Fonseca. “Ser mulher, mãe e pobre”. In: Mary Del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)


    Os dados apresentados no excerto mostram que

    Escolha uma alternativa para a questão b013bccf-00
  • B4F58B5A-F9

    Sociologia

    Meio ambiente e sociedade
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    No estado do Paraná, desde meados da década de 1970, uma parte significativa da construção de discursos desenvolvimentistas esteve vinculada à ideia de que as monoculturas representavam importante impulso econômico e social, como sinônimo de modernidade.

    KLANOVOCZ, Jo. A Sojização da Agricultura Moderna no Paraná, Brasil: Uma questão de história ambiental. Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science http://revistas.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras/ Acesso: 09 jul. 2025.


    Em relação ao processo produtivo destacado, analise as afirmativas a seguir.


    I. Representou um grande impacto socioambiental, com perda de biodiversidade existente e mudanças na organização social do trabalho.

    II. Transformou a paisagem estadual, com a substituição de culturas tradicionais e a diminuição dos campos nativos e de florestas pelo plantio da soja.

    III. Foi marcado pela incorporação intensa de fatores modernizadores, como o melhoramento genético e o uso de insumos químicos no combate de patógenos.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão b4f58b5a-f9
  • FE90D4B4-F2

    Sociologia

    Cultura e sociedade
    Centro Universitário FAESA · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o trecho a seguir:


    "A 12ª edição do Lollapalooza Brasil reuniu 240 mil pessoas ao longo de três dias no Autódromo de Interlagos. No entanto, a programação deste ano foi uma das menos atraentes e diversas dos últimos tempos, o que impactou a experiência geral do festival. Se por um lado os headliners não impressionaram tanto, o ponto alto ficou por conta dos shows menos divulgados, mas que conquistaram o público mais antenado. Ca7riel & Paco Amoroso, Parcels, Neil Frances, Michael Kiwanuka e Inhaler foram algumas das apresentações que renderam elogios e surpresas. Entre os brasileiros, Terno Rei e Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo também se destacaram."


    Fonte: https://rollingstone.com.br/musica/lollapalooza-brasil-2025- entre-altos-e-baixos-festival-reflete-um-momento-de-transicao/


    A partir do contexto artístico cultural evidenciado no texto, é correto afirmar que: 
    Escolha uma alternativa para a questão fe90d4b4-f2
  • 7912DEFE-DF

    Sociologia

    Cultura e sociedade
    CEDERJ · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere as informações sobre os quilombolas.


    Q24.png (272×184)


    Quilombolas são os descendentes e remanescentes de comunidades formadas por escravizados que lutavam pela sua liberdade, entre o século XVI e o ano de 1888, no Brasil. 

    Atualmente, as comunidades quilombolas estão presentes em todo o território brasileiro, e nelas se encontra uma rica cultura das matrizes negra, indígena e branca. No entanto, os quilombolas sofrem com a dificuldade no acesso à saúde e à educação.


    Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/quilombolas.htm e https://portalcorrente.com.br/noticia/13384/reconhecimento-dacomunidade-quilombola-em-cristalandia-do-piaui-e-celebradocom-alegria. Acesso em: 05 maio 2025. Adaptado.


    De acordo com critérios geo-históricos, as comunidades quilombolas são concebidas com base na
    Escolha uma alternativa para a questão 7912defe-df
  • EC3E6298-CD

    Sociologia

    O processo de socialização
    Qualin - Faculdade de Saúde · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        A cidade de Nova York está processando várias redes sociais, alegando que os designs das suas plataformas exploram a saúde mental dos jovens e custam à cidade US$ 100 milhões em programas e serviços de saúde relacionados todos os anos. No processo contra TikTok, Instagram, Facebook, Snapchat e YouTube, a cidade de Nova York afirmou que as plataformas são responsáveis por um aumento nos problemas de saúde mental entre os jovens, incluindo depressão e transtornos suicidas.

    Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/nova-york-processa-redes-sociaispor-crise-de-saude-mental-de-adolescentes/. Acesso em: 30 mar. 2025. 


    Considerando-se a temática da socialização e a notícia sobre o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, como a Sociologia avalia a situação?
    Escolha uma alternativa para a questão ec3e6298-cd
  • EC3BD5BD-CD

    Sociologia

    Max Weber e a Ação Social
    Qualin - Faculdade de Saúde · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Roupas ainda influenciam o sucesso profissional?

    Pesquisas mostram que aquilo que você veste influencia a maneira como você se vê no trabalho - e isso tem impacto na performance

    A pesquisa examinou as formas como as roupas afetam nossas escolhas. Eles recrutaram funcionários de escritório de várias empresas sul-coreanas, nenhuma delas com código de vestimenta, liberando as pessoas para usar o que quisessem no trabalho (dentro do razoável, espera-se). Os resultados mostram que, quando os funcionários sentem que estão bem e que suas roupas são únicas de alguma forma, isso resulta em maior autoestima, o que os torna mais produtivos e mais propensos a atingir seus objetivos. Um impulso semelhante foi encontrado quando as roupas ajudaram os trabalhadores a se adequarem a quaisquer normas do escritório, mas esse impulso só surgiu quando os funcionários interagiram regularmente uns com os outros.

    Disponível em: https://forbes.com.br/carreira/2023/03/roupas-ainda-influenciam-o-sucessoprofissional/. Acesso em: 25 mar. 2025.


    Os resultados da pesquisa mostram um tema bastante debatido pelos autores do interacionismo simbólico, no qual o comportamento dos indivíduos é decorrente das expectativas geradas por outros indivíduos na sociedade, o que a Sociologia chama de
    Escolha uma alternativa para a questão ec3bd5bd-cd
  • EC393E02-CD

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    Qualin - Faculdade de Saúde · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Um dos teóricos que procurou explicar o tema da pobreza nas sociedades capitalistas foi Karl Marx, para quem a pobreza é compreendida como
    Escolha uma alternativa para a questão ec393e02-cd
  • EC36AEAD-CD

    Sociologia

    O nascimento da sociologia
    Qualin - Faculdade de Saúde · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Sociologia, da prova de 2025
    Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.488361671209144. 113963.488356901209621/1293479000697403/?type=3&theater. Acesso em: 23 mar. 2025.


    Com base na tirinha, a Sociologia tem um papel central de
    Escolha uma alternativa para a questão ec36aead-cd
  • 0576A80E-C4

    Sociologia

    Cidadania e movimentos sociais
    Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Iracema de Almeida (1921-2004) foi uma das primeiras mulheres negras formadas em Medicina no Brasil e pioneira no estudo da Anemia Falciforme, doença genética que, de acordo com evidências científicas, é mais frequente na população negra. Ela também foi fundadora do Grupo de Trabalho de Profissionais Liberais e Universitários Negros (GTPLUN). Ao longo de sua trajetória, praticou o lema “uma sobe e puxa a outra”, promovendo a profissionalização e a valorização econômica da população negra, especialmente das mulheres, em plena ditadura militar, período em que o governo propagava a ideia de que o Brasil seria uma “democracia racial”.

    Considerando o contexto histórico e a atuação de Iracema de Almeida, assinale a alternativa que melhor explica a relação entre sua luta e as desigualdades de oportunidades enfrentadas pela população negra no Brasil:
    Escolha uma alternativa para a questão 0576a80e-c4
  • 43EB08EF-68

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a matéria a seguir para responder à questão.


    Proletários de plataforma
    Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


    A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
    [...]

    Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

    Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
    [...]

    Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

    Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

    Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

    Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
    [...]

    DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
    O desenvolvimento das inteligências artificiais (IA) tem suscitado muitos debates a respeito da ética na produção de materiais originais; da sustentabilidade, com a proliferação de enormes centros de dados; da substituição da força de trabalho por máquinas ou programas de computador; além disso, o uso de IA toca na questão do recrudescimento cognitivo. Levando em consideração os problemas sociais advindos das inteligências artificiais, verifica-se que seu desenvolvimento impacta 
    Escolha uma alternativa para a questão 43eb08ef-68
  • 43E88C48-68

    Sociologia

    Mundo do trabalho
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a matéria a seguir para responder à questão.


    Proletários de plataforma
    Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


    A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
    [...]

    Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

    Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
    [...]

    Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

    Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

    Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

    Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
    [...]

    DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
    Levando em consideração o fenômeno da reestruturação produtiva e o conceito sociológico de trabalho alienado, o trabalho descrito na matéria expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 43e88c48-68
  • 43D88E4D-68

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    A democracia racial, enquanto “solução” da questão negra, não significou, todavia, um esforço em combater as desigualdades de renda e de oportunidades sociais entre negros e brancos, e só parcialmente, no plano da cultura e da ideologia, representou um freio à discriminação e ao preconceito.

    GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. A questão racial na política brasileira (os últimos quinze anos). Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, vol. 13, n. 2, p. 121-142, novembro de 2001, p. 125


    Texto 2

    [...] a discriminação histórica e a concentração de riqueza, presentes na formação da sociedade brasileira, deram origem a marcadas desigualdades entre as pessoas afrodescendentes, indígenas e quilombolas, e aquelas que não pertencem a esses grupos. [...] A Lei Áurea de 1888 decretou a abolição definitiva e imediata da escravatura no Brasil. Entretanto, a lei abolicionista não previa a garantia de direitos fundamentais, como moradia, educação ou trabalho em condições dignas às pessoas recém libertas.

    Imagem da questão de Sociologia, da prova de 2025
    Guia prático: A situação dos direitos humanos no Brasil desde uma perspectiva étnico-racial: pessoas afrodescendentes, indígenas e quilombolas: aprovada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos em 24 de julho de 2023, p.5, 10 e 12.


    Levando-se em consideração os textos e o gráfico acima, verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 43d88e4d-68
  • A04CAF19-67

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho a seguir:


    Consumismo é consumir mais do que precisamos, consumir para construir uma identidade própria, consumir para mostrar um estado socioeconômico, consumir pelo tédio, consumir para aplacar a ansiedade, consumir procurando uma felicidade que nunca chega. Ao consumo são atribuídas uma série de vantagens que ele na verdade não tem, mas o consumismo continua sendo encorajado, já que é o combustível principal do atual sistema econômico. O shopping, cheio de luzes chamativas e cores, de tentações inescapáveis e de emoções plastificadas, poderia muito bem ser uma imagem icônica de uma sociedade que se dirige despreocupadamente ao abismo.

    FANJUL, Sergio C. Consumir procurando uma felicidade que nunca chega, como compramos para construir nossa identidade. 2021. Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-10-08/consumir-procurando-uma-felicidade-que-nunca-chega-como-compramos-para-construir-nossa-identidade.html. Acesso em: 13 maio 2025.


    Na contemporaneidade, o consumo deixa de ser um meio para mera manutenção da existência física dos indivíduos e adquire também importância social na construção de identidades. A relação entre consumo, marcas e identidade demonstra que
    Escolha uma alternativa para a questão a04caf19-67
  • A04A090C-67

    Sociologia

    O nascimento da sociologia
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    A sociologia se constituiu como ciência no século XIX em um contexto de transformações sociais. Processos de mudanças como a Revolução Industrial e a Revolução Francesa e os acontecimentos decorrentes da passagem do feudalismo para o capitalismo foram importantes para a consolidação do pensamento social que embasou o desenvolvimento dessa ciência. Os pensadores Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber elaboraram diferentes concepções sobre as transformações passadas pela sociedade e se tornaram clássicos da ciência que estava nascendo. Uma análise das concepções sociológicas desses autores revela que:
    Escolha uma alternativa para a questão a04a090c-67
  • A0470C77-67

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    A educação no Brasil é marcada por desigualdades sociais. Essas desigualdades envolvem os investimentos diferentes no ensino público e no ensino privado, a estrutura física das escolas, as condições variadas de tempo disponível para estudo e as diferenças dentro daquilo que o sociólogo Pierre Bourdieu conceituou como capital cultural. O conceito de capital cultural remete ao acúmulo de conhecimentos de uma pessoa, fruto de sua formação cultural, de seus pais e parentes próximos, bem como do local onde reside e da classe social à qual pertence; trata-se de um conjunto de recursos simbólicos e competências relativas à cultura legítima.

    Pensando a educação brasileira, no contexto das desigualdades sociais, a partir da teoria de Pierre Bourdieu e de seu conceito de capital cultural, a educação é 
    Escolha uma alternativa para a questão a0470c77-67
  • C1FC44F2-8D

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
       “Aconteceu num debate, num país europeu. Da assistência alguém me lançou a seguinte pergunta:
        - Para si, o que é ser africano?
        Falava-se, inevitavelmente, de identidade versus globalização. Respondi com uma pergunta:
        - E para si, o que é ser europeu?
        O homem gaguejou. Não sabia responder. Mas o interessante é que, para ele, a questão da identidade se colocava naturalmente para os africanos. Não para os europeus. Ele nunca tinha colocado a questão no espelho. 
         Recordo o episódio porque me parece que ele toca uma questão central: quando se fala de África, de qual África estamos falando? Terá o continente africano uma essência facilmente capturável? Haverá uma substância exótica que os caçadores de identidades possam recolher como sendo a alma africana?”

    COUTO, Mia. “Um retrato sem moldura”. In: HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. p.11.



    Ao relatar e comentar o episódio, o escritor moçambicano Mia Couto apresenta a África como 
    Escolha uma alternativa para a questão c1fc44f2-8d
  • C182E204-8D

    Sociologia

    Cidadania e movimentos sociais
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
    Atingir a igualdade de gênero é uma das metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de número 5 da Agenda 2030, adotada pela ONU em 2015.



    Imagem da questão de Sociologia, da prova de 2024



    No cenário esportivo, é possível identificar alguns avanços em relação ao alcance dessa meta, conforme reconheceu a jogadora brasileira de futebol Marta:

    “Quando as atletas do sexo feminino têm a chance de se destacar, os resultados são enormes. E para isso, a Copa do Mundo Feminina de 2019 foi realmente uma virada no jogo. A audiência global do torneio ultrapassou 1 bilhão de pessoas.”

    Disponível em https://brasil.un.org/.



    A Olimpíada de Paris 2024, por sua vez, estabeleceu, pela primeira vez na história, a paridade de gênero em todos os esportes olímpicos, com 5.250 vagas destinadas a cada sexo. Apesar das conquistas, o caminho rumo à igualdade de gênero continua. Com base no exposto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão c182e204-8d
  • C138BF9D-8D

    Sociologia

    Globalização, reestruturação produtiva e mudanças recentes do trabalho
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
        “O que torna possível o surgimento de uma ‘cultura do cancelamento’ é um cenário em que os detentores de poder econômico e/ou político vislumbram a utilização de valores morais como valores de mercado, seja no campo da publicidade, seja no campo da responsabilidade social da empresa.
        O conjunto de valores defendidos pelos movimentos sociais que lutam por reconhecimento e respeito à diversidade tornam-se atributos exigidos por diversas empresas como elemento fundamental nas suas escolhas de investimento.
        Sendo assim, a sanção específica realizada pelos agentes do ‘cancelamento’ procura atingir não a liberdade do sujeito que supostamente ofende valores morais relevantes, que seria o instrumento coercitivo tradicionalmente previsto no direito penal, ou mesmo buscar reparações indenizatórias, instrumento de resposta a atos ilícitos no direito civil, mas sim impedir, restringir ou infligir danos na trajetória econômica e/ou profissional do sujeito ‘cancelado’.
         Nesse contexto, a ‘cultura do cancelamento’ representa um mecanismo de eliminação do mercado, em casos considerados graves, ou, em outros casos, de mera diminuição relativa do capital, de sujeitos ineficientes em fator competitivo específico, como inadequação de valores morais ostentados, por atos e/ou palavras, em determinados ambientes sociais.”


    MARTINS, Tamires de Assis Lima; CORDEIRO, Ana Paula. A cultura do cancelamento: contribuições de um olhar sociológico. Extraprensa, v.15, n. esp., p.39, mai.2022 (Adaptado).
    Segundo o texto, a cultura do “cancelamento”
    Escolha uma alternativa para a questão c138bf9d-8d