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Questões de Filosofia do ENEM

Questões de Filosofia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

Resultados

49 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 3.

  • 1A786ECA-D5

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A liberdade humana pode definir-se como:
    Escolha uma alternativa para a questão 1a786eca-d5
  • 1A721DC4-D5

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entre os grandes períodos da História da Filosofia, há um que inclui um sistema filosófico chamado Escolástica, o qual defende que a Razão é essencial para iluminar e ajudar a compreender as questões da fé. Esse período tem o nome de Filosofia:
    Escolha uma alternativa para a questão 1a721dc4-d5
  • 1A64DCF7-D5

    Filosofia

    O Fazer Filosófico
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O ato de filosofar pode definir-se como:
    Escolha uma alternativa para a questão 1a64dcf7-d5
  • 1A5F56E3-D5

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Aristóteles escreveu, numa de suas obras: “O ser que não é social ou é Deus ou é um bruto”. Esta afirmação traz subjacentes dois pressupostos: a) Para que haja verdadeira sociabilidade é necessária a existência de dois ou mais seres da mesma espécie. b) Para que haja verdadeira sociabilidade é necessária a presença de uma consciência racional. Neste contexto, podemos afirmar:


    1) Deus não pode sociabilizar-se porque, sendo um ser único, não tem outro da mesma espécie com quem fazê-lo.

    2) Os seres brutos não podem sociabilizar-se porque não possuem a exigência da consciência racional.

    3) Os homens são os únicos seres que podem sociabilizar-se porque possuem ambas as exigências: outros seres da mesma espécie e consciência racional.


    Está(ão) correta(s): 

    Escolha uma alternativa para a questão 1a5f56e3-d5
  • A6903531-D4

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os valores éticos, na perspectiva filosófica, constituem:
    Escolha uma alternativa para a questão a6903531-d4
  • A68C6EC0-D4

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Compreender o que seja a “Liberdade” implica saber que ela é:
    Escolha uma alternativa para a questão a68c6ec0-d4
  • A6898270-D4

    Filosofia

    Filosofia e Conhecimento
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    O conhecimento filosófico se define como:
    Escolha uma alternativa para a questão a6898270-d4
  • A686647A-D4

    Filosofia

    O Fazer Filosófico
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O ato de filosofar pode definir-se como sendo:
    Escolha uma alternativa para a questão a686647a-d4
  • A650EE55-D4

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    A influência da Igreja Católica foi dominante em todas as áreas. Um dos seus teóricos mais conhecido, Santo Agostinho, defendia:
    Escolha uma alternativa para a questão a650ee55-d4
  • F65364D6-4A

    Filosofia

    A Política
    ENEM · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    O filósofo Auguste Comte(1798 - 1857) preenche sua doutrina com uma imagem do progresso social na qual se conjugam ciência e política: a ação política deve assumir o aspecto de uma ação científica e a política deve ser estudada de maneira científica (a física social). Desde que a Revolução Francesa favoreceu a integração do povo na vida social, o positivismo obstina-se no programa de uma comunidade pacífica. E o Estado, instituição do reino absoluto da lei”, é a garantia da ordem que impede o retorno potencial das revoluções e engendra o progresso.

    RUBY, C. Introdução à filosofia política. São Paulo: Unesp, 1998 (adaptado).


    A característica do Estado positivo que lhe permite garantir não só a ordem, como também o desejado progresso das nações, é ser

    Escolha uma alternativa para a questão f65364d6-4a
  • F64D37E2-4A

    Filosofia

    O Sujeito Moderno
    ENEM · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Após ter examinado cuidadosamente todas as coisas, cumpre enfim concluir e ter por constante que esta proposição, eu sou, eu existo, é necessariamente verdadeira todas as vezes que a enuncio ou que a concebo em meu espírito.

    DESCARTES, R. Meditações. Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1979.


    A proposição “eu sou, eu existo” corresponde a um dos momentos mais importantes na ruptura da filosofia do século XVII com padrões da reflexão medieval, por

    Escolha uma alternativa para a questão f64d37e2-4a
  • 4563C49E-3C

    Filosofia

    A Política
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A revista Vogue trouxe um ensaio na sua edição kids com meninas extremamente jovens em poses sensuais. Eu digo que, enquanto a gente continuar a tratar nossas crianças dessa maneira, pedofilia não será um problema individual de um ‘tarado’ hipotético, e sim um problema coletivo, de uma sociedade que comercializa sem pudor o corpo de nossas meninas e meninos”, afirmou a roteirista Renata Corrêa. Para a jornalista Vivi Whiteman, a moda não é exatamente o mais ético dos mundos e não tem pudores com nenhum tipo de sensualidade. “A questão é que, num ensaio de moda feito para vender produtos e comportamento, não há espaço para teoria, nem para discussão, nem para aprofundar nada. Não é questão de demonizar a revista, mas de fato é o caso de ampliar o debate sobre essa questão”.
    (Maíra Kubík Mano. “Vogue Kids faz ensaio com crianças em poses sensuais e pode ser acionada pelo MP”. CartaCapital, 11.09.2014. Adaptado.)
    No texto, a pedofilia é abordada
    Escolha uma alternativa para a questão 4563c49e-3c
  • 4560E944-3C

    Filosofia

    A Política
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para o teórico Boaventura de Sousa Santos, o direito se submeteu à racionalidade cognitivo-instrumental da ciência moderna e tornou-se ele próprio científico. Existe a necessidade de repensarmos os direitos humanos. Boaventura nos instiga a pensar que eles possuem um caráter racional e regulador da vida humana. Esses direitos não colaboram para eliminar as assimetrias políticas, culturais, sociais e econômicas existentes, especialmente nos países periféricos. Os direitos humanos, num plano universalista e aberto a todos, não modificam as estruturas desiguais, mas ratificam a ordenação normativa para comandar uma sociedade.
    (Adriano São João e João Henrique da Silva. “A historicidade dos direitos humanos”. Filosofia, ciência e vida, dezembro de 2014. Adaptado.)
    De acordo com o texto, os direitos humanos são passíveis de crítica porque
    Escolha uma alternativa para a questão 4560e944-3c
  • 455DA125-3C

    Filosofia

    A Razão e seus Sentidos
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A fonte do conceito de autonomia da arte é o pensamento estético de Kant. Praticamente tudo o que fazemos na vida é o oposto da apreciação estética, pois praticamente tudo o que fazemos serve para alguma coisa, ainda que apenas para satisfazer um desejo. Enquanto objeto de apreciação estética, uma coisa não obedece a essa razão instrumental: enquanto tal, ela não serve para nada, ela vale por si. As hierarquias que entram em jogo nas coisas que obedecem à razão instrumental, isto é, nas coisas de que nos servimos, não entram em jogo nas obras de arte tomadas enquanto tais. Sendo assim, a luta contra a autonomia da arte tem por fim submeter também a arte à razão instrumental, isto é, tem por fim recusar também à arte a dimensão em virtude da qual, sem servir para nada, ela vale por si. Trata-se, em suma, da luta pelo empobrecimento do mundo.
    (Antonio Cícero. “A autonomia da arte”. Folha de S.Paulo, 13.12.2008. Adaptado.)
    De acordo com a análise do autor,
    Escolha uma alternativa para a questão 455da125-3c
  • E1DF66D9-30

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    PUC - PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    No início da primeira parte da “Apologia de Sócrates”, na qual este apresenta a sua defesa diante dos cidadãos atenienses acerca dos seus acusadores, podemos ler: “Contudo, não disseram nada de verdadeiro. Mas, entre as muitas mentiras que divulgaram, uma, acima de todas, eu admiro”. Qual alternativa a seguir se refere a tal mentira\calúnia atribuída contra Sócrates? Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão e1df66d9-30
  • E1D9F2EC-30

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    PUC - PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Hans Jonas, na obra “O Princípio Responsabilidade”, formulou um novo e característico imperativo categórico, relacionado a um novo tipo de ação humana: “Age de tal forma que os efeitos de tua ação sejam compatíveis com a permanência de uma vida humana autêntica sobre a terra” (JONAS, 2006, p. 48). A este respeito, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão e1d9f2ec-30
  • 6917BBA8-19

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Por que a ética voltou a ser um dos temas mais trabalhados do pensamento filosófico contemporâneo? Nos anos 1960 a política ocupava esse lugar e muitos cometeram o exagero de afirmar que tudo era político.

    (José Arthur Gianotti, “Moralidade Pública e Moralidade Privada”, em Adauto Novaes, Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 239.)

    A partir desse fragmento sobre a ética e o pensamento filosófico, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 6917bba8-19
  • 69128A48-19

    Filosofia

    A Política
    UNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Quanto seja louvável a um príncipe manter a fé, aparentar virtudes e viver com integridade, não com astúcia, todos o compreendem; contudo, observa-se, pela experiência, em nossos tempos, que houve príncipes que fizeram grandes coisas, mas em pouca conta tiveram a palavra dada, e souberam, pela astúcia, transtornar a cabeça dos homens, superando, enfim, os que foram leais (...). Um príncipe prudente não pode nem deve guardar a palavra dada quando isso se lhe torne prejudicial e quando as causas que o determinaram cessem de existir.

    (Nicolau Maquiavel, O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 1997, p. 73-85.)

    A partir desse excerto da obra, publicada em 1513, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 69128a48-19
  • C1EC291D-9A

    Filosofia

    A Política
    PUC-GO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 6

    […]

    Amado (na sua euforia profissional) – Cunha,

    escuta. Vi um caso agora. Ali, na praça da Bandeira. Um caso que. Cunha, ouve. Esse caso pode ser a tua salvação!

    Cunha (num lamento) – Estou mais sujo do que pau de galinheiro!

    Amado (incisivo e jocundo) – Porque você é uma besta, Cunha. Você é o delegado mais burro do Rio de Janeiro.

    (Cunha ergue-se.)

    Cunha (entre ameaçador e suplicante) – Não pense que. Você não se ofende, mas eu me ofendo.

    Amado (jocundo) – Senta!

    (Cunha obedece novamente.)

    Cunha (com um esgar de choro) – Te dou um tiro!

    Amado – Você não é de nada. Então, dá. Dá!

    Quedê?

    Cunha – Qual é o caso?

    Amado – Olha. Agorinha, na praça da Bandeira. Um rapaz foi atropelado. Estava juntinho de mim. Nessa distância. O fato é que caiu. Vinha um lotação raspando. Rente ao meio-fio. Apanha o cara. Em cheio. Joga longe. Há aquele bafafá. Corre pra cá, pra lá. O sujeito estava lá, estendido, morrendo.

    Cunha (que parece beber as palavras do repórter) – E daí?

    Amado (valorizando o efeito culminante) – De repente, um outro cara aparece, ajoelha-se no asfalto, ajoelha-se. Apanha a cabeça do atropelado e dá-lhe um beijo na boca.

    CUNHA (confuso e insatisfeito) – Que mais?

    Amado (rindo) – Só.

    Cunha (desorientado) – Quer dizer que. Um sujeito beija outro na boca e. Não houve mais nada. Só isso?

    (Amado ergue-se. Anda de um lado para outro. Estaca, alarga o peito.)

    Amado – Só isso!

    Cunha – Não entendo.

    Amado (abrindo os braços para o teto) – Sujeito burro! (para o delegado) Escuta, escuta! Você não quer se limpar? Hein? Não quer se limpar?

    Cunha – Quero!

    Amado – Pois esse caso.

    Cunha – Mas ...

    Amado – Não interrompe! Ou você não percebe?

    Escuta […]

    (RODRIGUES,  Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 12/13.)

    O Texto 6 relata uma situação polêmica sobre o beijo na boca entre dois homens. Sobre o beijo, até onde se tem notícia, o primeiro beijo entre pessoas do mesmo sexo na história do cinema foi no ano de 1927, no filme Wings (Asas). Os astros Buddy Rogers e Richard Arlen interpretam dois pilotos de combate que disputam a afeição de uma mesma mulher (Clara Bow). Essa é a trama do filme. Nenhum dos dois “mostra tanto amor por ela... como demonstra um pelo outro.” O beijo foi bastante tímido. No ano de 2014, uma cena se destacou nas novelas da Globo. O beijo gay entre Felix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) que foi ao ar no último capítulo da novela Amor à vida. Na verdade, a quebra de determinados preconceitos ou mudança de comportamento geralmente ocorre porque a sociedade constituída de homens está em constante mudança. Há os que defendem a quebra de paradigmas e lutam por sua liberdade e autonomia. Dentre as correntes filosóficas citadas a seguir, marque a alternativa que apresenta a corrente que contribuiu para a valorização da autonomia e liberdade do indivíduo.
    Escolha uma alternativa para a questão c1ec291d-9a
  • C18E8E65-9A

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    PUC-GO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4

          A dúvida, continuou Laura, maldita dúvida. Essa é minha companheira, a sombra inconveniente que me segura pelos calcanhares, que há de seguir comigo até o túmulo. A morte de Tomázia, será que ela me convinha? Talvez me conviesse. Essa hipótese, eu não tenho como descartar. Seu desaparecimento anularia a prova de meu crime? Teria poder para apaziguar a culpa que continuava latejando mesmo depois de meu rompimento definitivo com Vítor? A dúvida acabou se revelando muito superior à certeza. Mil, um milhão de vezes mais forte. Talvez se eu tivesse sido obrigada a confessar meu crime aos pés de um juiz, se tivesse sido enjaulada entre mulheres que me odiavam, que me submetessem ao horror do estupro, que atentassem contra minha pessoa, a sensação de culpa tivesse sido atenuada. Juro que cheguei a sentir inveja do destino reservado às muçulmanas que cometem o pecado do adultério. Desejei, sim, ser publicamente difamada, arrastada pelos cabelos, enterrada até o pescoço, e, finalmente, ter a cabeça esfacelada a pedradas. Qualquer coisa, qualquer situação limite teria sido menos penosa do que seguir carregando a culpa, enquanto simulava a mais absoluta indiferença. Não tenho vocação para o disfarce, a simulação. Ah, como eu lamentei a perda de meu direito de exibir minha fraqueza como outras mulheres faziam! Mas não, eu tinha a permanente obrigação de ser forte, de estar preparada para o momento em que meu mundo viesse abaixo, como veio.

          A visão de mulheres com as cabeças esfaceladas, transformadas em um bolo de carne sangrento e disforme, partículas de cérebro espatifadas pra tudo que é lado, arrepiou meu corpo dolorido. Sentindo um princípio de náusea, comecei a fungar uma emoçãozinha desconfiada. Essa bruxa tá me embromando, penso, daqui a pouco eu entro na dela, caio em prantos e, alagada de piedade, abraço a velha, aliso seus cabelos grisalhos, cubro-lhe a face enrugada com beijinhos consoladores. Calma, tia, calma! Cuidado com a pressão. Tem aí algum tranquilizante que eu possa lhe dar?

                                       (BARROS, Adelice da Silveira. A mesa dos inocentes. Goiânia: Kelps, 2010. p. 23.)

    Chama atenção o drama vivido pela personagem do fragmento extraído do livro A mesa dos inocentes, de Adelice Barros (Texto 4).

    Marque a alternativa correta concernente às reflexões da personagem no fragmento em questão:

    Escolha uma alternativa para a questão c18e8e65-9a