Questões de História do ENEM
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
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72BFECF3-E0 “Em Atenas, a educação formal era responsável pela formação do homem de modo que ele adquirisse uma noção clara de sua própria natureza e da vida em sociedade.” (Freitas Neto e Célio Ricardo. História Geral e do Brasil. SP. HABRA. 2006. p. 56). Quanto à educação dos gregos é correto afirmar:72BD1FD0-E0 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosHerdamos o termo ditadura da antiguidade clássica, precisamente dos romanos, não dos helênicos. Instituído por volta de 500 a.C. e extinto no fim do século III, o ditador era um magistrado que ocupava extraordinariamente um cargo executivo. Assinale a única alternativa INCORRETA.72B60A03-E0 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UEPB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos“Os relatos gregos sobre seus deuses e semideuses são encontrados em formas de mitos, narrativas com caráter explicativo e/ou simbólico, profundamente relacionados com uma dada cultura e/ou religião.” (Freitas Netos e Célio Ricardo. História Geral e do Brasil. SP. HARBRA. 2006. p. 63)Considerando a forma como os gregos representam suas divindades é correto afirmar que34255A56-DC História
Era Vargas – 1930-1954UFRN · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosNo Brasil, o conceito de “populismo” é utilizado na historiografia para analisar a “Era Vargas” e o período de 1945 a 1964. Segundo um dos principais estudiosos desta temática:“O populismo foi, ao mesmo tempo, uma forma de estruturação do poder e a principal forma de expressão da emergência popular no processo de desenvolvimento industrial e urbano. Esse estilo de governo e de comportamento político é essencialmente ambíguo e, por certo, deve muito à ambiguidade pessoal desses políticos, divididos entre o atendimento às demandas do povo e o fortalecimento de seu poder pessoal.WEFFORT, Francisco. O populismo na política brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, p. 61-63. [Adaptado].No Rio Grande do Norte, uma manifestação do fenômeno do populismo foi
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História do BrasilUFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosvárias mudanças políticas e socioeconômicas tenham ocorrido no Brasil, uma parcela significativa da população não se beneficiou dessas transformações. Nesse contexto, alguns movimentos rebeldes protestaram contra a opressão e a miséria. Muitas vezes, as aspirações dos rebeldes mesclavam-se com uma profunda religiosidade.Entre esses movimentos sociais rebeldes, pode-se citar a341C8F29-DC História
História do BrasilUFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosO quadro ao lado, pintado por Debret, intitulado Um funcionário a passeio com sua família, retrata traços de um modelo familiar que se constituiu no Brasil desde a época colonial.
Considerando o seu conteúdo e o conhecimento histórico sobre a família colonial brasileira, é correto afirmar que340EB2B0-DC História
História GeralUFRN · 2011Muito fácilEntre para guardar nos favoritosNa Copa do Mundo de Futebol de 2010, realizada na África do Sul, muitos brasileiros ficaram surpresos ao saberem que várias nações do continente africano, como Costa do Marfim, Nigéria, Gana e o próprio país sede do evento, apresentavam influências linguísticas europeias. Isso ficava evidente, por exemplo, nos nomes dos jogadores estampados nas camisetas e nos hinos nacionais, cantados em inglês ou francês.Essas influências da Inglaterra e da França na África são resultantes34098F3D-DC História
Construção de Estados e o AbsolutismoUFRN · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosEntre os teóricos que defenderam o Absolutismo monárquico estava Jacques Bossuet, que declarou:“O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele vê melhor, e deve obedecer-se-lhe sem murmurar, pois o murmúrio é uma disposição para a sedição.”Jacques Bossuet, Política tirada da Sagrada Escritura. FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de história. Lisboa: Plátano, [1977]. v. 2, p. 201. [Adaptado]Analisando os conflitos políticos da Inglaterra no século XVII, o historiador Christopher Hill escreveu:
“A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, [os Cabeças Redondas] conseguiram a rendição do rei em 1646. Entretanto, Carlos I reorganizou seus soldados e recomeçou a guerra, sendo derrotado definitivamente pelos Cabeças Redondas de Cromwell. Preso, Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça, a mando do Parlamento, sendo condenado à morte. Em janeiro de 1649, o rei foi decapitado em frente ao palácio de Whitehall, em Londres.”HILL, Christopher. O eleito de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179.Analisando a afirmação teórica de J. Bossuet e relacionando-a com os fatos narrados por C. Hill, pode-se corretamente afirmar que a execução de Carlos I assinalou33FE5A38-DC História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosNa Antiguidade, as civilizações que se desenvolveram no Crescente Fértil deram grandes contribuições para a Civilização Ocidental. Como exemplo dessas contribuições, podemos mencionar a invenção da Álgebra, incluindo a criação da raiz quadrada e da raiz cúbica, a divisão do círculo em 360 graus, o calendário com o ano de doze meses, divididos em semanas de sete dias e estes, em períodos de doze horas duplas.Essas contribuições referidas devem-se àsDBAB3228-DC História
América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanênciasUniversidade Federal do Pará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
A Charge acima nos remete à Revolução Cubana. Porém, atualmente, essa imagem nos anuncia o novo rumo desse processo. Cuba pós-Fidel é esperada, desejada e possível. A idéia de redemocratização mediante uma agenda de liberdade é apregoada pelos quadrantes regionais, inclusive pelo Brasil, pela União Européia (UE) e até pelos EUA.As medidas econômicas anunciadas recentemente em Cuba estão relacionadas:
DBA7E618-DC História
História do BrasilUniversidade Federal do Pará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosA crise do sistema escravista no Brasil deve ser compreendida a partir da ação dos escravos em luta pela liberdade e da ação reformista das elites. Do ponto de vista político, o ritmo da extinção da escravatura fora definido pelos conflitos entre três grupos distintos: os abolicionistas, os emancipacionistas e os escravistas. Nesse sentido, analise as alternativas que seguem e marque a alternativa correta.I- Os abolicionistas defendiam que a extinção da escravidão deveria ser lenta e gradual e que os proprietários de escravos deveriam receber indenização depois de sancionada a abolição.II- Os emancipacionistas, partidários da imediata libertação dos “escravizados”, contrapunham-se aos escravistas, que eram defensores da manutenção do sistema de exploração da mão-deobra escrava.III- O movimento abolicionista representou, durante o Império brasileiro, uma nova forma de fazer política: formavam “clubes” abertos, organizavam palestras em teatros e comícios nas ruas e chegaram a congregar lideranças negras como André Rebouças e José do Patrocínio.IV- Os emancipacionistas defendiam a reativação das experiências com trabalhadores europeus através da “imigração subsidiada”. Isto é, os proprietários financiavam a vinda de imigrantes para trabalhar nas lavouras no sistema de “colonato”, uma vez que o sistema de “parceria” não dera certo.7051CF77-D8 História
História do BrasilUniversidade Estadual do Pará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos(...) Há soldados armados
Amados ou não Quase
todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
(Fonte: Arquivo Ed. Globo)
Esse é um trecho da música “Pra não dizer que não falei das flores” (1968) de Geraldo Vandré que, antes mesmo da estreia do Espetáculo que teria seu nome, foi impedida pela censura do regime militar de ser executada. Sobre os governos militares no Brasil, assinale a alternativa correta:
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Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Estadual do Pará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
(Fonte: ROBERTS, J. M. O Livro de Ouro da História do Mundo: da Pré-história à Idade Contemporânea, 2001.)A imagem acima representa o centro religioso, político e econômico do distrito que o cercava. Os habitantes do território, exceto os servos, escravos, estrangeiros e mulheres eram cidadãos, isto é, juntos organizavam a vida política, econômica e religiosa.A imagem acima contém características que identificam:7046BF10-D8 História
História GeralUniversidade Estadual do Pará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos“Acredita! Obedece! Luta!” ou “A guerra é para o homem o que a maternidade é para a mulher” foram slogans nazi-fascistas invocados pelos governos alemão e italiano no contexto do totalitarismo europeu. Esse fenômeno político representou uma reação nacionalista às frustrações resultantes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Assim, de um lado, fortaleceu-se o Estado intervencionista e, de outro, atendeu-se às aspirações de estabilidade ante as ameaças revolucionárias da esquerda. Sobre os elementos que compunham a doutrina nazi-fascista, é correto afirmar:7042600F-D8 História
História GeralUniversidade Estadual do Pará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosRenascimento (...) significa o momento histórico que se inicia e tem seu apogeu nas cidades italianas do século XV, de renovação das expressões artísticas ligada às mudanças de mentalidade do período, com ascensão da burguesia (Fonte: SILVA, Kalina V.; SILVA, Maciel Henrique. Dicionário de Conceitos Históricos, 2010, p. 359).Nesse sentido, analise as afirmativas que seguem e marque a alternativa correta:I. O Renascimento foi um movimento cultural restrito à Itália que enfatizou uma cultura eclesiástica, valorizando o pensamento religioso medieval e contestando os novos valores do mundo urbano e burguês que nascia com o Capitalismo comercial.II. Um dos maiores representantes do Renascimento no campo científico foi Nicolau Copérnico (1473-1543), que formulou a teoria heliocêntrica, refutando o geocentrismo ptolomaico.III. A Renascença congregou artistas como Michelangelo (1475- 1564), que pintou A Criação de Adão, revelando o homem em uma figura heroica e gigantesca e o literato Miguel de Cervantes (1547-1616), autor de D. Quixote, sátira que ridiculariza as instituições feudais nas aventuras de um cavaleiro espanhol e seu escudeiro Sancho Pança.IV. O humanismo foi um dos traços principais do Renascimento italiano, caracterizado pela busca do “homem universal” e pela valorização de sua estada na terra, contestando os valores teocêntricos e engendrando a visão antropocêntrica
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Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundosUniversidade Estadual do Pará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosConvencionou-se dar o nome de ‘Cruzadas’ a uma série de expedições dirigidas pelo cristianismo ocidental à Terra Santa, com o objetivo de reconquistar dos governos islâmicos os lugares sagrados dos cristãos (Fonte: ROBERTS, J. M. O Livro de Ouro da História do Mundo: da Pré-história à Idade Contemporânea, 2001, p. 376).A partir do fragmento de texto acima e de seus conhecimentos acerca do poder da Igreja Católica na sociedade medieval, marque a alternativa correta:F8D053D9-D8 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos“Os anseios democráticos e os ideais patrióticos contidos na crítica à monarquia e na propaganda republicana tiveram que aguardar outras oportunidades. Eles foram colocados sob controle ou mesmo suprimidos. Policarpo Quaresma, personagem de um romance de Lima Barreto, é o símbolo dos ideais não realizados do republicanismo e teve um triste fim.”
NADAI, Elza e NEVES, Joana, História do Brasil
O texto refere-se àF8C6FF6F-D8 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos“Vale dizer que, naquele momento, não se reconhecia com precisão a data oficial da Independência do Brasil. [...] [Alguns] a situavam na convocação da Assembleia Constituinte no Brasil em junho de 1822. O próprio D. Pedro só em 1823 se referiu ao 7 de setembro. Pesava mais [após a obtenção de apoios locais e da pressão portuguesa contra os interesses brasileiros] o grito, o gesto fundador e seu lema [Independência ou Morte], pois o problema residia na legítima autodeterminação de um povo que estabelece o seu governo e proclama a Independência sob o risco de uma morte patriótica que se sacrifica pelo bem público.
A aclamação no Rio de Janeiro, com a presença efetiva de D. Pedro, ocorreu em 12 de outubro de 1822, depois que o Senado da Câmara do Rio de Janeiro tomou para si a tarefa de congregar as adesões e investir D. Pedro na condição de rei constitucional. Conciliava-se, aí, a data do aniversário do imperador com o descobrimento da América, reforçando seus vínculos. [...]
A coroação de D. Pedro I acontece em 1º de dezembro de 1822, no Rio de Janeiro, depois de várias aclamações, das adesões das Câmaras, do início da guerra de Independência. [...]SOUZA, I.L.C. A independência do Brasil.Considerando o texto, e com base em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.F8C23643-D8 História
História do BrasilUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosApós a criação desse sistema, estabeleceu-se um centro que serviria como o “coração” do território nacional. Segundo Rodolfo Garcia, o regimento de 1548 introduziu uma alteração significativa no caráter da legislação metropolitana editada no Brasil, na medida em que o principal meio pelo qual o rei mandava povoar o Brasil era o da redução da população indígena à fé católica. Não por acaso, os primeiros jesuítas chegaram ao Brasil na comitiva de Tomé de Souza.Adaptado de Ronaldo Vainfas. Dicionário do Brasil Colonial.O texto trata de um sistema conhecido comoF8BE5C1A-D8 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos“O fim último, causa final de desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o domínio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com a vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela mísera condição de guerra que é a consequência necessária [...] das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis da natureza [...]”.
“Portanto todo homem, pelo ato de [concordar] [...] com outros em formar um corpo político debaixo de um governo, se obriga para com cada um dos membros dessa sociedade a se submeter à determinação da maioria, e a ser governado por ela”.
Pela análise dos excertos, conclui-se que