Questões de História do ENEM
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
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AE1B85F5-CB Recentemente a cidade do Rio de Janeiro sediou os Jogos Olímpicos Rio 2016, sendo a primeira vez que essa competição esportiva foi realizada em uma cidade sul americana. A história da Antiga Grécia aponta que, a partir de 776 a. C., a cada quatro anos, jovens atletas disputavam diversas modalidades esportivas, na cidade de Olímpia, onde existia um importante templo dedicado:AE17F86C-CB História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)IF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosO British Museum, em Londres, um dos mais antigos e visitados museus do mundo, abriga 120 mil peças egípcias, perdendo apenas para o Museu Egípcio do Cairo. Entre a imensa riqueza do Antigo Egito encontram-se estátuas colossais, múmias e sarcófagos, mas um artefato atrai, invariavelmente, olhares de todos os visitantes. Trata-se da Pedra de Roseta, um monolito de basalto que contém a mesma inscrição em três diferentes modalidades de escrita, o que permitiu que se:E8B28FC3-C2 História
História GeralPUC - Campinas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.

O texto de História da pintura, história do mundo, de Domenico Batista, faz menção à Primeira Guerra Mundial. Uma das principais consequências dessa guerra é3A10E9D3-C2 História
América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanênciasPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
A década de 1960 também representou um período de grande renovação no âmbito da literatura latino-americana. Foram os chamados anos do boom, quando uma safra de escritores ganhou projeção internacional, especialmente em virtude de obras que exploram o gênero do realismo mágico (...) A Revolução Cubana, sobretudo em seus primeiros tempos, irradiou ideais e conquistou simpatias (...)
(PRADO, Maria Ligia e PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014, p. 192; 194)
Alguns anos após a Revolução Cubana, o argumento do "perigo vermelho" foi usado, por parte da imprensa brasileira, para apoiar o Golpe de 1964. Entre as razões alegadas para a derrubada do governo de João Goulart, pode-se encontrar3A0D71AE-C2 História
América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanênciasPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
A década de 1960 também representou um período de grande renovação no âmbito da literatura latino-americana. Foram os chamados anos do boom, quando uma safra de escritores ganhou projeção internacional, especialmente em virtude de obras que exploram o gênero do realismo mágico (...) A Revolução Cubana, sobretudo em seus primeiros tempos, irradiou ideais e conquistou simpatias (...)
(PRADO, Maria Ligia e PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014, p. 192; 194)
A Revolução Cubana instaurou um governo que39FEF339-C2 História
História GeralPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Se a Grande Guerra representa ruptura na história das relações culturais entre a Europa e a América Latina, bem mais do que rompê-las brutalmente ela as reconfigura e leva a afirmações identitárias complexas (...). As referências europeias subsistem (...) mas são agora apenas parte de um todo identitário que bebe em fontes variadas para definir os caracteres da nacionalidade. Deste ponto de vista, a metáfora proposta por Oswald de Andrade em seu Manifesto antropofágico, de 1928, é a mais eficaz (...). “Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.”
(COMPAGNON, Olivier. O adeus à Europa. A América Latina e a Grande Guerra (Argentina e Brasil, 1914-1939). Trad. Carlos Nougué. Rio de Janeiro: Rocco, 2014, p. 303-304)
A lei do antropófago a que se refere Oswald de Andrade em seu Manifesto tem como centro a39FB2F45-C2 História
América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanênciasPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Se a Grande Guerra representa ruptura na história das relações culturais entre a Europa e a América Latina, bem mais do que rompê-las brutalmente ela as reconfigura e leva a afirmações identitárias complexas (...). As referências europeias subsistem (...) mas são agora apenas parte de um todo identitário que bebe em fontes variadas para definir os caracteres da nacionalidade. Deste ponto de vista, a metáfora proposta por Oswald de Andrade em seu Manifesto antropofágico, de 1928, é a mais eficaz (...). “Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.”
(COMPAGNON, Olivier. O adeus à Europa. A América Latina e a Grande Guerra (Argentina e Brasil, 1914-1939). Trad. Carlos Nougué. Rio de Janeiro: Rocco, 2014, p. 303-304)
O peronismo, na Argentina, e o cardenismo, no México, foram fenômenos políticos que mobilizaram afirmações identitárias complexas. Apesar de algumas semelhanças entre os populismos de Perón e Cárdenas, há também diferenças marcantes entre esses governos, dentre as quais, pode-se destacar39F6C6B7-C2 História
A estruturação do Estado norte-americano : território, cidadania e políticaPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Se a Grande Guerra representa ruptura na história das relações culturais entre a Europa e a América Latina, bem mais do que rompê-las brutalmente ela as reconfigura e leva a afirmações identitárias complexas (...). As referências europeias subsistem (...) mas são agora apenas parte de um todo identitário que bebe em fontes variadas para definir os caracteres da nacionalidade. Deste ponto de vista, a metáfora proposta por Oswald de Andrade em seu Manifesto antropofágico, de 1928, é a mais eficaz (...). “Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago.”
(COMPAGNON, Olivier. O adeus à Europa. A América Latina e a Grande Guerra (Argentina e Brasil, 1914-1939). Trad. Carlos Nougué. Rio de Janeiro: Rocco, 2014, p. 303-304)
A partir dos anos 1920, há um crescimento do sentimento anti-imperialista na América Latina, agravado por algumas políticas recentemente empreendidas pelos Estados Unidos no continente, como39EC362D-C2 História
Guerra Fria e seus desdobramentosPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Paralelos históricos nunca são exatos, e por isso sempre são suspeitos, mas no século XIX está o molde do que nos acontece agora, com as revoluções anárquicas da era da restauração pós-Bonaparte, nascidas da frustração com a promessa libertária esgotada da Revolução Francesa, no lugar do nosso atual inconformismo sem centro, nascido da frustração com experiências socialistas fracassadas. Nos dois casos, a revolta sem método, muitas vezes apolítica e suicida, substituiu a revolução racionalizada.
(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 149)
Em decorrência das experiências socialistas frustradas, como o colapso da URSS, tivemos, após a desintegração desse país39E0552E-C2 História
Guerra Fria e as ditaduras militaresPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Deve ter sido importante para Drummond o poema do escritor chileno Pablo Neruda, lido na cidade do México em 1942 e logo depois afixado em cartazes nas ruas da cidade: “Canto a Stalingrado”. O poema de Neruda não fala de vitória, e sim de resistência, além de clamar de modo indignado pela abertura da Segunda Frente que viria aliviar a União Soviética da pressão nazista. Já na “Carta a Stalingrado”, de Drummond, o núcleo propriamente do poema se espraia tanto para o lado épico, que relaciona a vitória de Stalingrado aos destinos da humanidade, como para o lado lírico, em que a batalha é vista a partir das suas ressonâncias no “eu”.
(MOURA, Murilo Marcondes de. O mundo sitiado. São Paulo: Editora 34, 2016, p. 128)
O escritor Pablo Neruda apoiou o programa da Unidade Popular, coalizão pela qual se elegeu Salvador Allende. O golpe que derrubou esse presidente deu início a um regime militar marcado39DCC50D-C2 História
História GeralPUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Deve ter sido importante para Drummond o poema do escritor chileno Pablo Neruda, lido na cidade do México em 1942 e logo depois afixado em cartazes nas ruas da cidade: “Canto a Stalingrado”. O poema de Neruda não fala de vitória, e sim de resistência, além de clamar de modo indignado pela abertura da Segunda Frente que viria aliviar a União Soviética da pressão nazista. Já na “Carta a Stalingrado”, de Drummond, o núcleo propriamente do poema se espraia tanto para o lado épico, que relaciona a vitória de Stalingrado aos destinos da humanidade, como para o lado lírico, em que a batalha é vista a partir das suas ressonâncias no “eu”.
(MOURA, Murilo Marcondes de. O mundo sitiado. São Paulo: Editora 34, 2016, p. 128)
A batalha de Stalingrado foi um evento significativo da participação da União Soviética (URSS) na II Guerra. A respeito da posição e das alianças desse país nesse conflito mundial, é correto afirmar que39D1E946-C2 História
Era Vargas – 1930-1954PUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer essas memórias somos levados tanto a reconstituir a fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em uma prosa una e única − a palavra do narrador.
(Adaptado de: BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 222.)
No Estado Novo, a que o texto se refere, é correto afirmar que39CEB52B-C2 História
Primeira Guerra MundialPUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer essas memórias somos levados tanto a reconstituir a fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em uma prosa una e única − a palavra do narrador.
(Adaptado de: BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 222.)
Em face das intensas movimentações no cenário internacional após a Primeira Guerra Mundial, com a elevação dos Estados Unidos a grande potência mundial e a subida ao poder de regimes fascistas na Europa, o governo a que o texto se refere39B7731D-C2 História
História do BrasilPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Há no Romantismo nacional uma expressão evidente do culto da nacionalidade, o qual, tomado num sentido mais amplo, se manifesta também em lutas pela afirmação da liberdade política e determina a exaltação de valores e tradições. Esse sentimento é tomado também nos seus aspectos sociais, sob o apanágio dos direitos do homem livre, razão de ser do movimento abolicionista e matéria para o romance, para o teatro e para a poesia da época.
(Adaptado de: CANDIDO, Antonio e CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira I. Das origens ao Romantismo. São Paulo: DIFE, 1974, p. 207-208)
O texto de Antonio Candido e José Aderaldo Castello faz referência à razão de ser do movimento abolicionista. Sobre este movimento é correto afirmar que39B44E1A-C2 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831PUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.
Há no Romantismo nacional uma expressão evidente do culto da nacionalidade, o qual, tomado num sentido mais amplo, se manifesta também em lutas pela afirmação da liberdade política e determina a exaltação de valores e tradições. Esse sentimento é tomado também nos seus aspectos sociais, sob o apanágio dos direitos do homem livre, razão de ser do movimento abolicionista e matéria para o romance, para o teatro e para a poesia da época.
(Adaptado de: CANDIDO, Antonio e CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira I. Das origens ao Romantismo. São Paulo: DIFE, 1974, p. 207-208)
Considere a imagem abaixo.
Na imagem, Batalha naval do Riachuelo, óleo sobre tela,
de Vitor Meirelles, executado em fins do século XIX.

(In: AZEVEDO, Gislene e SERIACOPI, Reinaldo. História.
São Paulo: Ática, 2005,(série Brasil), p.348)
Com base na observação da pintura e no conhecimento histórico, é correto afirmar que o autor da tela
399F9504-C2 História
História do BrasilPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.Euclides fora um dos que deram à nossa história um “estilo”: uma forma de pensar e sentir o país (...) Não casualmente ele conferira lugar especial ao fenômeno da mestiçagem (...) Ele teria descoberto nossa “tendência” à fusão, nossa aptidão para a “domesticação da natureza” e para a religiosidade. A figura do sertanejo como “forte de espírito” por excelência era o símbolo de nossa originalidade completa.(GOMES, Ângela de Castro. História e historiadores. A política cultural do Estado Novo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996. p. 195)
A Revolta de Canudos, no sertão nordestino, apresentava, entre suas motivações,399567C3-C2 História
Construção do Estado Liberal: Independência das colônias latino-americanasPUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.Os homens reunidos em sociedade (relevem-me este tom meio pedante) estão virtual e tacitamente obrigados a obedecer às leis formuladas por eles mesmos para a conveniência comum. Há, porém, leis que eles não impuseram, que acharam feitas, que precederam as sociedades, e que se hão de cumprir não por uma determinação de jurisprudência humana, mas por uma necessidade divina e eterna. Entre essas, e antes de todas, figura a da luta pela vida (...)(ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1986, p. 432)
A imposição, pelas metrópoles, de leis severas às populações de suas colônias, contribuiu para acirrar movimentos pela independência nas Américas. Isso pode ser constatado ao examinarmos o impacto39914ED7-C2 História
História GeralPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.Os homens reunidos em sociedade (relevem-me este tom meio pedante) estão virtual e tacitamente obrigados a obedecer às leis formuladas por eles mesmos para a conveniência comum. Há, porém, leis que eles não impuseram, que acharam feitas, que precederam as sociedades, e que se hão de cumprir não por uma determinação de jurisprudência humana, mas por uma necessidade divina e eterna. Entre essas, e antes de todas, figura a da luta pela vida (...)(ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1986, p. 432)
Durante o Iluminismo (séculos XVII e XVIII), vários filósofos e cientistas questionaram a visão de que a sociedade era resultado de uma ordenação divina e que deveria se guiar pelas leis da Igreja. Podemos encontrar, nesse período, a formulação39842332-C2 História
História GeralPUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.Finalmente, a bandeira. Tiradentes propôs que fosse adotado o triângulo representando a Santíssima Trindade, com alusão às cinco chagas de Cristo crucificado, presente nas armas portuguesas. Já Alvarenga propôs a imagem de um índio quebrando os grilhões do colonialismo, com a inscrição “Libertas quae sera tamen” (Liberdade, ainda que tardia), do poeta latino Virgílio, e que foi adotada e consagrada.(MOTA, Carlos Guilherme e LOPEZ, Adriana. História do Brasil: uma interpretação. São Paulo, Ed. 34, 2015, 4. ed. p. 261)É possível associar ao movimento emancipacionista, que o texto de Carlos Guilherme Mota e Adriana Lopez identifica,3980459A-C2 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)PUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere o texto abaixo.Finalmente, a bandeira. Tiradentes propôs que fosse adotado o triângulo representando a Santíssima Trindade, com alusão às cinco chagas de Cristo crucificado, presente nas armas portuguesas. Já Alvarenga propôs a imagem de um índio quebrando os grilhões do colonialismo, com a inscrição “Libertas quae sera tamen” (Liberdade, ainda que tardia), do poeta latino Virgílio, e que foi adotada e consagrada.(MOTA, Carlos Guilherme e LOPEZ, Adriana. História do Brasil: uma interpretação. São Paulo, Ed. 34, 2015, 4. ed. p. 261)O texto, ao se referir ao poeta Virgílio, nos remete a um período da história da Roma Antiga: o Império Romano. Durante esse período, foram características do Estado romano: