- Economia Internacional na Atualidade
- Prova de 2018
- UNICENTRO
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 4ED68D36-FD

Disciplina
Questões de Atualidades, com gabarito em cada página.

Leia o trecho de notícia e observe o mapa que a acompanha, onde estão em destaque as zonas em disputa no Mar do Sul da China:
”Quase todas as reivindicações marítimas de Pequim são ilegítimas e não obedecem aos tratados da ONU. Já se sabe que Pequim não vai obedecer, resta saber como é que vai reagir”.

Com base nas informações fornecidas, bem como nos seus conhecimentos de geopolítica, assinale a alternativa correta:
Leia o excerto a seguir:
Milhares de refugiados rohingya que fugiram da repressão na Birmânia enfrentam agora o perigo eminente das monções no sul de Bangladesh, um dos países mais propensos a inundações.
(700 mil refugiados rohingya enfrentam perigo das monções no Bangladesh. Publicado em 03 mai. 2018.
Disponível: https://observador.pt/2018/05/03/700-mil-refugiados-rohingya-enfrentam-perigo-das-moncoes-no-bangladesh/. Acesso em: 20 ago. 2018, às 22h00.
Com base na notícia acima, bem como nos seus conhecimentos geográficos, assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) [iniciou] audiências públicas para debater se o aborto deve deixar de ser crime. [...] ministros já se manifestaram [...] a favor da descriminalização, inclusive a relatora do caso, ministra Rosa Weber. Enquanto isso, avançam no Congresso Nacional projetos que podem tornar as leis sobre interrupção da gravidez mais rígidas [...], juntamente com o crescimento da Bancada Evangélica, que atualmente tem cerca de 90 deputados. [...] quando se fala em minoria, a classificação não é numérica. Tem a ver com representatividade política. No caso das mulheres, [embora representem atualmente 52% dos eleitores brasileiros] elas são menos de 10% da Câmara dos Deputados. No Supremo, há duas mulheres entre os 11 ministros.
(Por que Congresso e STF caminham para lados opostos na discussão sobre aborto.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/por-que-congresso-e-stfcaminham-para-lados-opostos-na-discussao-sobre-aborto.ghtml
Acesso em: 19 de ago. 2018, às 18h47min.)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) [iniciou] audiências públicas para debater se o aborto deve deixar de ser crime. [...] ministros já se manifestaram [...] a favor da descriminalização, inclusive a relatora do caso, ministra Rosa Weber. Enquanto isso, avançam no Congresso Nacional projetos que podem tornar as leis sobre interrupção da gravidez mais rígidas [...], juntamente com o crescimento da Bancada Evangélica, que atualmente tem cerca de 90 deputados. [...] quando se fala em minoria, a classificação não é numérica. Tem a ver com representatividade política. No caso das mulheres, [embora representem atualmente 52% dos eleitores brasileiros] elas são menos de 10% da Câmara dos Deputados. No Supremo, há duas mulheres entre os 11 ministros.
(Por que Congresso e STF caminham para lados opostos na discussão sobre aborto.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/por-que-congresso-e-stfcaminham-para-lados-opostos-na-discussao-sobre-aborto.ghtml
Acesso em: 19 de ago. 2018, às 18h47min.)
Leia os textos e imagens abaixo:

(Museu Nacional do Rio de Janeiro, antes e depois do incêndio que destruiu suas instalações e acervo no dia 02 set. 2018. Imagens disponíveis em: https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/ ooops/2018/09/02/tv-aberta-passa-vergonha-em-cobertura-do-incendio-do-museu-nacional. htm.
Acesso em: 03 set. 2018, às 16h30.)
Mais antigo do país, o Museu Nacional é subordinado à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e vem passando por dificuldades geradas pelo corte no orçamento para a sua manutenção. Desde 2014, a instituição não vinha recebendo a verba de R$ 520 mil anuais que bancam sua manutenção e apresentava sinais visíveis de má conservação, como paredes descascadas e fios elétricos expostos. [...] Em maio, o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, 56, criticou a falta de verbas. “O maior acervo é este prédio, um palácio de 200 anos [fundado em 06 de junho de 1808] em que morou dom João 6º, dom Pedro 1º, onde foi assinada a Independência [...]”. [...] O diretor lembrou também que o último presidente a visitar o museu foi Juscelino Kubitschek (1956-1961). “O Brasil não sabe da grandeza, da riqueza disso aqui. Se soubesse, não deixaria chegar neste estado”, disse Kellner, em maio.
(PRONER, Francisco. 200 anos do Brasil em chamas. Publicado em 03 set. 2018.
Disponível em: https://blogdacidadania.com.br/2018/09/corte-de-verbas-de-temerdestroi-o-museu-nacional/. Acesso em: 03 set. 2018, às 16h30.)
Glauco Arbix [professor do departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo] comenta [...] o que significa para os pesquisadores brasileiros o corte de verbas da Capes para o ano de 2019. O Ministério da Fazenda limitou o teto do orçamento da Capes com um corte gigantesco. “Se este teto for mantido”, explica Arbix, “a resposta da Capes vai ser a suspensão do pagamento de todos os bolsistas de mestrado, doutorado, pós-doutorado a partir de agosto de 2019, o que significa mais de 90 mil estudantes e pesquisadores interrompendo suas pesquisas já contratadas pela Capes”. [...] A indignação de Arbix se reflete no aumento da distância entre o Brasil e os países avançados em relação a ciência, tecnologia e inovação. “Não se trata de privilégios de alguns e sim de formar gerações de pesquisadores, o que sustenta a qualificação e inteligência do nosso País”, ressalta.
(Corte de verba faz Brasil retroceder em pesquisa, inovação e tecnologia. Publicado em 06 ago. 2018. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ corte-de-verba-faz-brasil-retroceder-em-pesquisa-inovacao-e-tecnologia/.
Acesso em: 03 set. 2018, às 16h00.)
Tomando por base as informações contidas nos fragmentos, julgue os itens:
I. A falta de interesse pela pesquisa, ciência, cultura e arte no Brasil, pode ser entendida como motivadora tanto para o corte no orçamento da Capes como para o não repasse de verbas para a conservação do Museu Nacional do Rio de Janeiro.
II. A preservação da memória nacional sofreu um grande abalo, não apenas pelo incêndio no Museu Nacional, mas, também, pela redução no incentivo para a formação de novos pesquisadores.
III. Apesar de parecer um “triste acidente”, o incêndio no Museu Nacional pode ser lido de outra maneira: se não há investimentos em conservação, em um prédio de 200 anos, e sem a visita de um chefe do executivo há mais de meio século, podemos concluir que seu destino não fazia parte das ordens do dia dos representantes do governo.
Está (ão) correto (s):


Em 02 de setembro de 2018, um incêndio consumiu a maior parte do acervo do Mluseu Nacional, no Rio de Janeiro. Esse fato foi amplamente noticiado e comentado pela mídia nos dias subsequentes.
Sobre a tragédia envolvendo o Museu Nacional, assinale a alternativa correta:
Analise o mapa.

(Maria Elena Simielli. Geoatlas, 2012. Adaptado.)
O mapa refere-se a um protocolo internacional, ratificado por
170 países no ano de 2000, denominado
Analise o gráfico.

(Pedro Rossi e Guilherme Mello. Le monde diplomatique Brasil, junho de 2018.)
A partir da análise do gráfico, pode-se afirmar que, no cenário
brasileiro,