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Questões de Geografia do ENEM

Questões de Geografia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

Resultados

190 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 10.

  • E18D3411-F6

    Geografia

    Amazônia
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analisando o processo de exploração econômica na Amazônia, podemos identificar corretamente que ela teve início:
    Escolha uma alternativa para a questão e18d3411-f6
  • 6CF54998-EB

    Geografia

    Industrialização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre a cidade de Detroit, ex-símbolo da indústria automobilística mundial.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf54998-eb
  • 6CF100DA-EB

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre o contexto mundial contemporâneo no qual está inserida a classe trabalhadora.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf100da-eb
  • 6CEC7667-EB

    Geografia

    Histórico
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    “Nos anos 20, Henry Ford fabricava mais de dois milhões de automóveis por ano, cada um idêntico nos mínimos detalhes ao anterior e ao próximo da linha de montagem. Certa vez, Ford comentou ironicamente que seus clientes podiam escolher qualquer cor que quisessem para seu modelo T, contanto que fosse preto. Este princípio de produtos padronizados fabricados em massa definiu a regra para a industrialização, por mais de meio século” (Jeremy Rifkin, O fim dos empregos: o declínio dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho). Sobre o conceito de fordismo, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cec7667-eb
  • 6CE90A4C-EB

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Observe atentamente a imagem ao lado e assinale a alternativa que apresenta correspondência de sentido entre ela, o texto “De volta à condição proletária” e o episódio do G-20.


    Imagem da questão de Geografia, Faculdade Cásper Líbero 2009, Geografia Econômica
    Imagem de uma das manifestações ocorridas em Londres, durante a Cúpula de Líderes do G-20 financeiro, em abril de 2009.
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce90a4c-eb
  • 0C5FF001-E7

    Geografia

    Categorias de Análise da Geografia
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Categorias de Análise da Geografia

    Relacionando-se o poema aos conceitos de lugar, paisagem, espaço e território tratados pela geografia, é correto afirmar:


    ( ) Brejo da Cruz pode se caracterizar como um lugar, uma vez que sua identidade socioespacial é explicitada na letra do poema.

    ( ) Diante da falta de infraestrutura, serviços gerais e do predomínio de população excluída, não existe paisagem em Brejo da Cruz.

    ( ) Como não se consegue imaginar a paisagem, fica impossível relacionar o poema ao conceito de espaço.

    ( ) O conceito de território não se aplica a Brejo da Cruz, pois, devido à organização espacial precária, não vigoram leis institucionais e normas marginais.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5ff001-e7
  • 0C5D0666-E7

    Geografia

    Geografia Econômica
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Que país é este

    Nas favelas,no Senado
    Sujeira pra todo lado
    Ninguém respeita a Constituição
    Mas todos acreditam no futuro da nação
    Que país e este

    (Renato Russo)


    O trecho da música denuncia a


    ( ) postura neoliberal que sacrifica os mecanismos de mobilização social.

    ( ) ausência de comprometimento das oligarquias dominantes em relação aos interesses da sociedade.

    ( ) incompatibilidade entre democracia e crescimento econômico.

    ( ) permissividade da sociedade civil, fato que gera impunidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5d0666-e7
  • 0C5940B3-E7

    Geografia

    Agropecuária
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o agronegócio no Brasil, é correto afirmar:


    ( ) A inclusão dos adidos agrícolas, além de reforçar a defesa do setor nos países centrais da economia capitalista, também diminuiu o número de conflitos no campo antes existentes no país.

    ( ) A deficiência na infraestrutura, somada às altas cargas tributárias é o maior entrave para sustentar o crescimento do agronegócio no país.

    ( ) A expansão de áreas plantadas de cana-de-açúcar para a obtenção do etanol na região amazônica vem pondo em risco o ecossistema de floresta pluvial.

    ( ) O último superávit registrado no setor deve-se apenas ao consumo interno de seus produtos, já que o preço das principais commodities que o país exporta vem sofrendo crescente desvalorização.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5940b3-e7
  • 0C50B552-E7

    Geografia

    Industrialização
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Dentre as razões que justificam o processo de desconcentração industrial que vem ocorrendo no Brasil e, em geral, centradas na redução de custos, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c50b552-e7
  • 0C4BCEB8-E7

    Geografia

    Urbanização
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Região metropolitana é o conjunto de municípios contíguos e interligados socioeconomicamente a uma metrópole com serviços públicos e de infraestrutura comuns.


    Considerando-se o conceito descrito e os conhecimentos sobre a urbanização brasileira, pode-se afirmar que as regiões metropolitanas do Sudeste caracterizam-se
    Escolha uma alternativa para a questão 0c4bceb8-e7
  • 0C47E5FF-E7

    Geografia

    Migrações
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os conhecimentos relacionados às migrações internas no Brasil possibilitam afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c47e5ff-e7
  • 0C3DAABF-E7

    Geografia

    Regionalização Brasileira
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    De suas amêndoas sai um óleo de grande valor energético, por isso enquadra-se hoje na categoria de cultura potencial para o programa do biodiesel. O problema é que sua extração se mantém artesanal.


    Indique a alternativa em que o produto corresponde à sub-região nordestina que o produz:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3daabf-e7
  • 0C371A0E-E7

    Geografia

    Clima
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Clima

    Considerando-se os conhecimentos acerca das inter-relações entre os fatores bióticos e abióticos da paisagem brasileira, é correto afirmar que a área em destaque no mapa apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 0c371a0e-e7
  • 0C3326F0-E7

    Geografia

    Impactos e soluções nos meios natural e rural
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Impactos e soluções nos meios natural e rural


    No quadro, I e II correspondem, respectivamente, ao domínio morfoclimático
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3326f0-e7
  • 0C2FF6EC-E7

    Geografia

    Clima
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Tido como verdadeiro santuário ecológico, constitui um valioso banco genético, que não pode ser destruído. Forma um ecossistema complexo, mas frágil, pois as teias de relações ou interações entre seus elementos são bastante delicadas.


    O texto refere-se ao ecossistema
    Escolha uma alternativa para a questão 0c2ff6ec-e7
  • 0C2B8351-E7

    Geografia

    Clima
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A importância do estudo das correntes marítimas reside no fato de que nelas se encontram os alimentos necessários à vida marinha, como também de sua influência no clima das regiões situadas junto à costa litorânea.


    Sobre as correntes marítimas, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c2b8351-e7
  • 0C265248-E7

    Geografia

    Geografia Física
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um dos maiores reservatórios de água do mundo já foi visto como um imenso mar de água doce na América do Sul, com capacidade quase inesgotável e potencial para abastecer a população brasileira por cerca de 2500 anos. Agora novos estudos feitos mostram que pontos de difícil acesso e a existência de água salobra ou quente vêm reduzindo o volume que realmente pode ser usado pelo homem. Além disso, o consumo excessivo em certas regiões já ameaça sua manutenção.

    O manancial descrito no texto corresponde
    Escolha uma alternativa para a questão 0c265248-e7
  • 0C1F9188-E7

    Geografia

    Clima
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Clima

    Os conhecimentos relativos aos tipos climáticos brasileiros e sua distribuição espacial permitem afirmar que o climograma pertence ao clima
    Escolha uma alternativa para a questão 0c1f9188-e7
  • 0C1C906C-E7

    Geografia

    Clima
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A importância do clima para tudo que existe na Terra é tão grande, que ele foi considerado pela ONU, em 1989, patrimônio da humanidade.


    Com base nos conhecimentos sobre a influência dos elementos e fatores climáticos nas diversas regiões do globo, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c1c906c-e7
  • 0C19832F-E7

    Geografia

    Impactos e soluções nos meios natural e rural
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Quanto aos fatores responsáveis pela degradação do solo, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c19832f-e7