Questões de Geografia do ENEM

Questões de Geografia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

Resultados

5.186 questões encontradas. Mostrando a página 238 de 260.

  • 1D5CF355-47

    Geografia

    Desenvolvimento
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerada a mais dura competição de automobilismo do mundo, o Rali Dacar (anteriormente Paris-Dacar) vem sendo realizado desde 1979. A prova geralmente tem seu ponto de partida em alguma cidade da Europa e termina nas praias de Dacar, capital do Senegal, após uma longa e difícil passagem pelo deserto do Saara. A edição de 2005 apresentou pilotos de 39 nacionalidades, sendo 75% europeus e quase todo o restante composto por norte-americanos, sul- americanos e japoneses. A participação africana tem sido extremamente reduzida, a não ser pelos exuberantes cenários desérticos e semiáridos do continente.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010

    Tendo em vista o contexto em que se realiza essa competição e com base na fotografia, pode-se afirmar que a posição da África no mundo contemporâneo, em relação a outros continentes, é mais claramente evidenciada pelo predomínio dos seguintes aspectos:
    Escolha uma alternativa para a questão 1d5cf355-47
  • 1755922D-47

    Geografia

    Conceitos Demográficos
    UFF · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os versos abaixo, do compositor Assis Valente, procuram retratar o encontro de uma dona de casa com um recenseador do IBGE.

    Recenseamento
    Em 1940
    Lá no morro começaram o recenseamento
    E o agente recenseador
    esmiuçou a minha vida
    foi um horror
    E quando viu a minha mão sem aliança
    encarou a criança
    que no chão dormia
    E perguntou se meu moreno era decente
    E se era do batente ou era da folia

    Os versos da canção permitem pensar em dois indicadores demográficos passíveis de serem obtidos a partir das informações buscadas pelo recenseador. Esses indicadores referem-se especificamente
    Escolha uma alternativa para a questão 1755922d-47
  • 113FA070-47

    Geografia

    Urbanização
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Reconhecido há tempos, dentro e fora do Brasil, como manifestação artística legítima e pública, o grafite vem sendo visto também como um elemento relevante do espaço urbano, pois nele realiza sucessivas intervenções.

    Imagem 010.jpg

    Com base nessa ideia e no foco da matéria jornalística, é correto afirmar que atualmente o grafite
    Escolha uma alternativa para a questão 113fa070-47
  • 040A96AB-47

    Geografia

    Energia
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    RUMO À ECONOMIA DA BIOCIVILIZAÇÃO

    O setor produtivo será obrigado a se adaptar a uma nova matriz energética e a agricultura será empurrada a privilegiar os pequenos proprietários rurais e seus métodos de cultura mais sustentáveis. É a “biocivilização”, como denominou o franco polonês Ignacy Sachs, autor do conceito de ecodesenvolvimento. “As civilizações que virão serão diferentes das antigas, já que a humanidade se encontra em um novo e superior ponto da espiral do conhecimento”, afirma Sachs. Revista ISTOÉ, ano 32, no 2093, 23/12/2009, p.112.

    Na perspectiva da biocivilização, um aspecto fundamental a ser incorporado é o da renovação da matriz energética, apoiada em fontes alternativas, como por exemplo, a energia gerada pelo vento.

    No caso do território brasileiro, considerando esse tipo de energia e a velocidade constante dos ventos, o maior potencial eólico concentra-se no seguinte segmento:
    Escolha uma alternativa para a questão 040a96ab-47
  • 018B9B00-47

    Geografia

    Geografia Política
    UFF · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010

    Dois fatores fundamentais responsáveis pelas mudanças territoriais, registradas nos mapas, encontram-se em:
    Escolha uma alternativa para a questão 018b9b00-47
  • A675AC1F-BC

    Geografia

    Clima
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010

    A maior frequência na ocorrência do fenômeno atmosférico apresentado na figura relaciona-se a
    Escolha uma alternativa para a questão a675ac1f-bc
  • 9E7CCEE0-BC

    Geografia

    Agricultura brasileira
    ENEM · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010


    O gráfico mostra a relação da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas com a área plantada no Brasil, no período de 1980 a 2008. Verifica-se uma grande variação da produção em comparação à área plantada, o que caracteriza o crescimento da
    Escolha uma alternativa para a questão 9e7ccee0-bc
  • 9CF96D17-BC

    Geografia

    Agricultura brasileira
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010

    A interpretação do mapa indica que, entre 1990 e 2006, a expansão territorial da produção brasileira de soja ocorreu da região
    Escolha uma alternativa para a questão 9cf96d17-bc
  • 9B89A42D-BC

    Geografia

    Agricultura brasileira
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2010

    O autor expõe uma tendência de aumento de produtividade agrícola por trabalhador rural, na qual menos pessoas produzem mais alimentos, que pode ser explicada
    Escolha uma alternativa para a questão 9b89a42d-bc
  • 98BD2F62-BC

    Geografia

    Geografia Física
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-retificada-texto-005.jpg A análise do mapa permite concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 98bd2f62-bc
  • 975A6264-BC

    Geografia

    Industrialização
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    O volume de matéria-prima recuperado pela reciclagem do lixo está muito baixo das necessidades da indústria.
    No entanto, mais que uma forma de responder ao aumento da demanda industrial por matérias-primas e energia, a reciclagem é uma forma de reduzir o lixo no processo industrial.

    Scarla, F C,. Pontin, J. Do nicho ao lixo. São Paulo: Atual, 1992 (adaptado). A prática abordada no texto corresponde, no contexto global, a uma situação de sustentabilidade que
    Escolha uma alternativa para a questão 975a6264-bc
  • 95EB0DB9-BC

    Geografia

    Crescimento
    ENEM · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-retificada-texto-033.jpg Sabendo que o acelerado crescimento populacional urbano está articulado com a escassez de recursos financeiros e a dificuldade de implementação de leis de proteção ao meio ambiente, pode-se estabelecer o estímulo a uma relação sustentável entre conservação e produção a partir
    Escolha uma alternativa para a questão 95eb0db9-bc
  • E18D3411-F6

    Geografia

    Amazônia
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analisando o processo de exploração econômica na Amazônia, podemos identificar corretamente que ela teve início:
    Escolha uma alternativa para a questão e18d3411-f6
  • 6CF54998-EB

    Geografia

    Industrialização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre a cidade de Detroit, ex-símbolo da indústria automobilística mundial.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf54998-eb
  • 6CF100DA-EB

    Geografia

    Globalização
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Assinale a alternativa correta sobre o contexto mundial contemporâneo no qual está inserida a classe trabalhadora.
    Escolha uma alternativa para a questão 6cf100da-eb
  • 6CEC7667-EB

    Geografia

    Histórico
    Faculdade Cásper Líbero · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    “Nos anos 20, Henry Ford fabricava mais de dois milhões de automóveis por ano, cada um idêntico nos mínimos detalhes ao anterior e ao próximo da linha de montagem. Certa vez, Ford comentou ironicamente que seus clientes podiam escolher qualquer cor que quisessem para seu modelo T, contanto que fosse preto. Este princípio de produtos padronizados fabricados em massa definiu a regra para a industrialização, por mais de meio século” (Jeremy Rifkin, O fim dos empregos: o declínio dos níveis dos empregos e a redução da força global de trabalho). Sobre o conceito de fordismo, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6cec7667-eb
  • 6CE90A4C-EB

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A partir da leitura do texto “De volta à condição proletária”, de Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, responda à questão.


    “Berço histórico do chamado ‘novo sindicalismo’ brasileiro, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC comemorou 50 anos de existência no último dia 12 de maio. É praticamente impossível lembrar dessa efeméride sem associá-la àquele movimento grevista do ano de 1978 que renovou o cenário político brasileiro catalisando o fim da ditadura e impulsionando a luta pela redemocratização do país por meio, principalmente, da criação do Partido dos Trabalhadores (PT) – e, posteriormente, da Central Única dos Trabalhadores (CUT). (…) Amalgamada pelo desenvolvimento industrial acelerado, pelo despotismo fabril, por condições de trabalho degradantes, pelo autoritarismo estatal e por intensos fluxos migratórios, essa ‘nova’ classe trabalhadora fordista, periférica, do ABC paulista não tardaria a contradizer os prognósticos sociológicos do início dos anos 1970. Em vez de politicamente ‘passiva’, pois carente de ‘tradições’ organizativas, ela seria militante e rebelde. (…) Contudo, como indicava a filósofa Simone Weil, ‘a condição operária muda continuamente’ (…)
    As razões para o desmanche da classe mobilizada e o retorno a uma condição proletária indiferenciada são conhecidas e enlaçam processos econômicos, políticos e simbólicos. Indo do geral ao particular, parece-nos que a mundialização capitalista, tendo os mercados financeiros à frente, responde por parte substantiva dos motivos que geraram essa realidade. Nos países capitalistas avançados, após a longa transição dos anos 1970, a entrada em cena de quantidades desmedidas de capitais financeiros – na forma de fundos de pensão, fundos mútuos, seguros e fundos hedge – reconfigurou o modelo de desenvolvimento fordista que vigorava até então. Resultante da desregulamentação dos mercados de capitais e da contraonfesiva política neoliberal, somadas ao desenvolvimento das tecnologias da informação, um novo regime de acumulação financeirizado emergiu para restabelecer a lucratividade da empresas. (…)
    No Brasil, a década de 1990 foi marcada por essas características. As transformações produtivas incrementaram o desemprego e degradaram o ambiente laboral, desestruturando ainda mais nosso mercado de trabalho. O aumento da concorrência entre os trabalhadores foi acompanhado pela multiplicação das formas, até então atípicas, de contratação de trabalho. (…)
    Uma imagem capaz de ilustrar com nitidez o especial significado das transformações do mundo do trabalho no Brasil contemporâneo talvez seja a da ocupação que mais cresceu em termos numéricos nos anos recentes: os operários de telemarketing. Amalgamado pelos investimentos no setor de serviços, pelas privatizações, pelas tercerizações, pela rotatividade, pela informatização e pela financeirização das empresas, esse ‘infoproletariado’, carente de tradições organizativas e, portanto, despolitizado e com baixa aparição coletiva na cena pública, é a verdadeira antítese da classe mobilizada das greves de 1978”.
    “De volta à condição proletária”, Ruy Braga e Marco Aurélio Santana, Revista Cult, ano 12, número 139. Texto adaptado.
    Observe atentamente a imagem ao lado e assinale a alternativa que apresenta correspondência de sentido entre ela, o texto “De volta à condição proletária” e o episódio do G-20.


    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2009
    Imagem de uma das manifestações ocorridas em Londres, durante a Cúpula de Líderes do G-20 financeiro, em abril de 2009.
    Escolha uma alternativa para a questão 6ce90a4c-eb
  • 0C5FF001-E7

    Geografia

    Categorias de Análise da Geografia
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2009

    Relacionando-se o poema aos conceitos de lugar, paisagem, espaço e território tratados pela geografia, é correto afirmar:


    ( ) Brejo da Cruz pode se caracterizar como um lugar, uma vez que sua identidade socioespacial é explicitada na letra do poema.

    ( ) Diante da falta de infraestrutura, serviços gerais e do predomínio de população excluída, não existe paisagem em Brejo da Cruz.

    ( ) Como não se consegue imaginar a paisagem, fica impossível relacionar o poema ao conceito de espaço.

    ( ) O conceito de território não se aplica a Brejo da Cruz, pois, devido à organização espacial precária, não vigoram leis institucionais e normas marginais.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5ff001-e7
  • 0C5D0666-E7

    Geografia

    Geografia Econômica
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Que país é este

    Nas favelas,no Senado
    Sujeira pra todo lado
    Ninguém respeita a Constituição
    Mas todos acreditam no futuro da nação
    Que país e este

    (Renato Russo)


    O trecho da música denuncia a


    ( ) postura neoliberal que sacrifica os mecanismos de mobilização social.

    ( ) ausência de comprometimento das oligarquias dominantes em relação aos interesses da sociedade.

    ( ) incompatibilidade entre democracia e crescimento econômico.

    ( ) permissividade da sociedade civil, fato que gera impunidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5d0666-e7
  • 0C5940B3-E7

    Geografia

    Agropecuária
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o agronegócio no Brasil, é correto afirmar:


    ( ) A inclusão dos adidos agrícolas, além de reforçar a defesa do setor nos países centrais da economia capitalista, também diminuiu o número de conflitos no campo antes existentes no país.

    ( ) A deficiência na infraestrutura, somada às altas cargas tributárias é o maior entrave para sustentar o crescimento do agronegócio no país.

    ( ) A expansão de áreas plantadas de cana-de-açúcar para a obtenção do etanol na região amazônica vem pondo em risco o ecossistema de floresta pluvial.

    ( ) O último superávit registrado no setor deve-se apenas ao consumo interno de seus produtos, já que o preço das principais commodities que o país exporta vem sofrendo crescente desvalorização.
    Escolha uma alternativa para a questão 0c5940b3-e7