Geografia
- Agropecuária
- Prova de 2019
- Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: EB2B4E8D-D5
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de Geografia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

A concentração industrial nas regiões Sudeste e Sul é tamanha que se torna necessário enfrentar o mais rápido possível certa reorganização. De fato, a hiperconcentração e as desigualdades geradas pelo sistema terminam por resultar em “deseconomias de aglomeração”, ou seja, em bloqueios. Parece que se assiste a um início de mudança, porque os inconvenientes da concentração começam a pesar mais que as vantagens.
(Hervé Théry e Neli A. de Mello-Théry. Atlas do Brasil, 2018. Adaptado.)
Entre os “inconvenientes” da concentração industrial, pode-se citar
Analise os mapas do município de São Paulo

Considerando conhecimentos acerca da urbanização na
cidade de São Paulo, os mapas revelam

Ao traçarem as origens do conceito de desenvolvimento sustentável, vários autores enfatizam sua utilização, a partir de meados da década de 1980, associando-o a uma mudança de enfoque na definição da problemática ambiental, de visões eminentemente preservacionistas dos anos de 1960 e 1970 para uma visão que relaciona o crescimento econômico à preocupação ambiental.
(Heloísa S. M. Costa. “Meio ambiente e desenvolvimento, um convite à leitura”. In: Cássio Eduardo V. Hissa (org.). Saberes ambientais, 2018.)
Coerente ao novo enfoque sobre a problemática ambiental, o desenvolvimento sustentável
De acordo com o geógrafo José Carlos Ugeda, além dos claros riscos de incêndios florestais, as queimadas podem — a longo prazo — destruir a “vida” do solo.
(Fabio Manzano. www.g1.globo.com, 23.08.2019. Adaptado.)
A destruição da “vida” do solo está relacionada, neste caso,
com

Considerado um dos maiores do mundo, o mapa de Urbano
Monte, elaborado no século XVI, apresenta como particularidade a


Fonte: JORNAL DO BRASIL, 19 DE FEVEREIRO DE 1997.
A crítica apresentada pela charge refere-se

QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
Partindo da análise da charge e tendo por referência o método do Materialismo Histórico Dialético, a pobreza pode ser compreendida como
