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Instituição

Questões: Universidade Federal do Paraná (UFPR) — com gabarito

460 questões de Universidade Federal do Paraná (UFPR), de 2010 a 2024. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 460 questões
  • 11 provas

Resultados: 138 questões

Página 4 de 7

  • Linguagens

    Inglês

    O texto a seguir é referência para a questão.

    Implications of English as an International Language for Language Pedagogy

    The position of the English language in the world has recently underwent an enormous shift. Much literature has been written about what English as an International Language (EIL) actually is (e.g. Alsagoff et al., 2012; Matsuda, 2003; McKay and Brown, 2016; Sharifian, 2009), ranging from a view of EIL as the many varieties of English that are spoken today to the use of English by second language speakers of English. Thus, EIL is viewed both as a type of English and as a way of using English (Cameron & Galloway, 2019). 

    In addition, the global spread of English has altered its status from being a homogeneous and standard language spoken by a few powerful countries into an international language or lingua franca spoken by a wide variety of speakers around the world (Llurda, 2004; Galloway & Rose, 2017). Crystal (1997) stated that “if there is one predictable consequence of globalization of a language, it is that nobody owns it anymore” (p. 2). Various studies (e.g. Llurda, 2017; Marlina, 2018; Schuttz, 2019) have widely argued that English does not belong only to native-speaking communities because the number of people who currently speak English as a second/foreign language exceeds that of native English speakers. Seidlhofer (2003) asserted that “English is being shaped at least as much by its nonnative speakers as by its native speakers” (p. 339).

    Disponível em: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1234483.pdf. Acesso em 28 jun. 2023. 
    Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 09887419-9d
  • Linguagens

    Inglês

    O texto a seguir é referência para a questão.

    7 Tips to Launch Your Product Using a Teaser Campaign

    As a small business, there can be a lot of pressure to ensure a product launch goes well. Sometimes the fortunes of the business are directly linked to the successful launch of a new product or service. This can put a lot of pressure on a communications team tasked with getting maximum reach and reward ahead of a launch. In the automotive industry, there’s a long and dubious history behind the protracted teaser campaign. A ‘leak’ is almost always written with inverted commas. And leading publications have a rendering specialist on hand to stitch teased images together into the final product, usually with mixed results. Behind the teaser is the need for the brand to maximize conversation and reach through social engagement. The reality is, some industries are more open to a teaser than others. But the industries that are open to a good teaser campaign may surprise you. Cars, motorcycles, video games, books, films are all pretty obvious candidates for a half decent teaser campaign. How many of us have stayed past the credits at the end of a Marvel film just to see the teaser for the next film? (The Deadpool teaser is still one of my favorites.) You may ask, what do all of these teaser campaigns have in common? The answer is, they have dedicated fans that lap up the intimate details and enjoy the tease that only drip-fed information provides. So if your industry has fans who eagerly await every announcement, no matter how small, then chances are a teaser campaign will work well for your brand. From the outside looking in, some of these teaser campaigns look chaotic. But that’s not the case at all.

    Disponível em: https://spinsucks.com/marketing/product-launch-teaser-campaign/ . Acesso em 27 jun. 2023. 
    Choose the information that can be found in the text: 
    Escolha uma alternativa para a questão 0984f8a7-9d
  • Linguagens

    Inglês

    The Strange Saga of Jack Teixeira Reveals New Security Challenges


    Moments before his arrest by armed FBI agents on Thursday, a helicopter from a local news station caught footage of 21-year-old Jack Teixeira reading a book on the sun-splashed back porch of his house in North Dighton, Mass. In his front yard, meanwhile, FBI agents in camouflage tactical gear were climbing out of an armored vehicle, tightening the straps of their bullet-proof vests and gripping long guns. The dramatic scene playing out in a sleepy, riverside exurb underscored the peculiarity of a case that exposed military documents, complicated relations with U.S. allies, and triggered national embarrassment. Intelligence leaks of this magnitude in the past have been the result of an alienated whistle-blower, double agent or successful spy operation. Now arguably the most damaging disclosure of U.S. government documents in a decade may have stemmed from the hubris of a junior enlisted member in the Massachusetts Air National Guard who shared them in a small online chat group called Thug Shaker Central.


    Available in: https://time.com/6271787/jack-teixeira-arrest-leaks/. 
    One of the reasons the FBI agents arrested Jack Teixeira was that he:
    Escolha uma alternativa para a questão 5fb79c9b-0a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2023, Interpretação de Textos

    Observe o seguinte excerto do texto:

    O equilíbrio de poder, segundo ELIAS (2005), constitui um elemento integral de todas as relações humanas, as quais são, comumente, multipolares.

    Assinale alternativa em que o trecho destacado é parafraseado adequadamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f83b53e-0a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2023, Interpretação de Textos

    Com base no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f80ec23-0a
  • Linguagens

    Português

    Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão, talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.


    KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.



    Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da intervenção humana. 
    Assinale a alternativa que retoma a tese central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f796c7b-0a
  • Linguagens

    Português

           [...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
    Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
    Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como fruto direto dessa presença negra.
    Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor de Luanda.



    GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.


    lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
    viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.htmlLuanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
    A respeito das expressões “última flor do Lácio” e “broto africano, flor de Luanda”, é correto afirmar que:  
    Escolha uma alternativa para a questão 5f7463cb-0a
  • Linguagens

    Português

           [...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
    Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
    Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como fruto direto dessa presença negra.
    Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor de Luanda.



    GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.


    lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
    viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.htmlLuanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
    Sobre palavras e expressões presentes no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f71c9ca-0a
  • Linguagens

    Português

    pe.lé® adj m+f sm+f Que ou aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excepcional, incomparável, único. Ele é o pelé do basquete. Ela é a pelé do tênis. Ela é a pelé da dramarturgia brasileira.


    Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/palavra/wezv8/Pel%C3%A9/. 
    Assinale, dentre os exemplos que seguem, aquele em que a expressão em destaque tem o mesmo sentido do emprego da palavra pelé tal como descrito pelo dicionário. 
    Escolha uma alternativa para a questão 5f6cb0b8-0a
  • Linguagens

    Português

    pe.lé® adj m+f sm+f Que ou aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excepcional, incomparável, único. Ele é o pelé do basquete. Ela é a pelé do tênis. Ela é a pelé da dramarturgia brasileira.


    Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/palavra/wezv8/Pel%C3%A9/. 
    Com base no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f69fba3-0a
  • Linguagens

    Inglês

    Nineties fashion was hard to pin down. A clash of trends screamed for our attention while others were so quietly cool they're still sartorial staples in our collective wardrobes: slip dresses, Doc Martens, chokers, crop tops. While the 1980s were all about volume – padded shoulders, puffed jackets, big hair and an obsession with designer wear – style in the early 1990s was decidedly low maintenance.

    (Available in: https://edition.cnn.com/style/article/1990s-fashion-history/index.html.) 
    The excerpt presents:
    Escolha uma alternativa para a questão 8877434b-0b
  • Linguagens

    Inglês

    'I survived two sandstorms and nearly ran out of water in the Sahara Desert,' says man who biked from London to Lagos


         Kunle Adeyanju is a self-confessed daredevil who has climbed Mount Kilimanjaro twice and cycled from Lagos to Accra over three days.

         But it is his latest adventure that is creating a buzz after he successfully completed a motorcycle ride from London to Lagos.

        The journey took 41 days as he traveled 13,000 kilometers (8,080 miles) through 11 countries and 31 cities.

        Adeyanju embarked on the trip partly to raise money for polio, in conjunction with the Rotary Club of Ikoyi Metro, Nigeria, where he is president-elect. He says he chose the cause because of a childhood friend who suffered from the debilitating illness.

        "Polio is a personal thing for me... as a boy, my best friend had polio and when we go swimming or play football, he could do none of those things. Sadly, my friend passed away some years back. If he hadn't had polio, he probably will still be alive today."


    (Available in: https://edition.cnn.com/travel/article/kunle-adeyanju-london-to-lagos-lgs-cmd-intl/index.html.)
    According to the text, it is correct to say that Kunle Adeyanju:
    Escolha uma alternativa para a questão 886d63a8-0b
  • Linguagens

    Português

    A fronteira tênue entre heróis e vilões


           O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

          Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

          Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.


    (MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. Adaptado.)
    Considere o primeiro parágrafo do texto:


    O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.


    Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que caracteriza a relação semântica que a conjunção sublinhada estabelece entre as orações conectadas. 
    Escolha uma alternativa para a questão 88050395-0b
  • Linguagens

    Português

    A fronteira tênue entre heróis e vilões


           O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

          Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

          Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.


    (MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. Adaptado.)
    Os termos sublinhados no texto – “antagonista”, “revogar” e “alcunha” – podem ser respectivamente substituídos, sem prejuízo de sentido, por: 
    Escolha uma alternativa para a questão 87ff78ff-0b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2022, Interpretação de Textos

    Para a adequada interpretação do texto, é necessário identificar a que informações, apresentadas previamente, correspondem algumas expressões de sentido vago e empregadas pelo autor. Isso posto, considere as seguintes afirmativas:


    1. Na expressão “para que”, linha 9, “que” é pronome relativo cujo referente é “ele próprio”.

    2. O termo destacado na expressão “trata-se”, linha 6, refere-se a “técnica de atenção”.

    3. O termo grifado na expressão “que se assemelha”, linha 12, é marca de indeterminação.

    4. “Por isso”, linha 10, estabelece relação conclusiva com o período imediatamente anterior.


    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 87ebf7d4-0b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2022, Interpretação de Textos

    No excerto O animal não pode mergulhar contemplativamente no que tem diante de si, pois tem de elaborar ao mesmo tempo o que tem atrás de si, é correto afirmar, a respeito das expressões grifadas, que no texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão 87e92568-0b
  • Linguagens

    Espanhol

    El texto a continuación sirve como referencia para la cuestion.

    Tápate el culo

        Resulta que el culo era lo más importante. Pero vamos por partes. La primera tiene que ver con algunos especímenes de sexo masculino y con su particular visión de los traseros de algunas mujeres, en concreto las socorristas de las playas de Gijón. Ellas están allí para salvar vidas – en España mueren ahogadas casi cuatrocientas personas cada año, no lo olviden – y las presuponemos con formación y la experiencia suficientes para meterse en el agua, superar las condiciones adversas que haya en ese momento, sacar a alguien, que incluso pese el doble que ellas, y llevarlo sano y salvo a la arena. Y, si no lo está, practicarle la reanimación cardiopulmonar o el auxilio que necesite hasta que llegue la ambulancia.
        Pero, a pesar de todo, esas mujeres han sido noticia por sus culos. Literalmente. Las redes se han llenado de fotografías de los traseros de estas socorristas, acompañadas de zafios comentarios machistas.
        La segunda parte de esta historia tiene que ver con la solución que ha encontrado el Ayuntamiento de Gijón para atajar la polémica: pedirles a esas socorristas que se pongan el pantalón encima del traje de baño de trabajo. Es decir, que se tapen. ¿Qué implica esto? Pues no solo que tengan más dificultades a la hora de rescatar a alguien que se está ahogando, sino que haciendo que ellas se cubran las estamos culpabilizando.

    (Texto adaptado – CHAPARRO, Carme. Calladita estás más guapa. Madrid: Espasa, 2019.)
    El cambio en la vestimenta de las socorristas:
    Escolha uma alternativa para a questão 7707a7b4-67
  • Linguagens

    Espanhol

    El texto a continuación sirve como referencia para la cuestion.

    Tápate el culo

        Resulta que el culo era lo más importante. Pero vamos por partes. La primera tiene que ver con algunos especímenes de sexo masculino y con su particular visión de los traseros de algunas mujeres, en concreto las socorristas de las playas de Gijón. Ellas están allí para salvar vidas – en España mueren ahogadas casi cuatrocientas personas cada año, no lo olviden – y las presuponemos con formación y la experiencia suficientes para meterse en el agua, superar las condiciones adversas que haya en ese momento, sacar a alguien, que incluso pese el doble que ellas, y llevarlo sano y salvo a la arena. Y, si no lo está, practicarle la reanimación cardiopulmonar o el auxilio que necesite hasta que llegue la ambulancia.
        Pero, a pesar de todo, esas mujeres han sido noticia por sus culos. Literalmente. Las redes se han llenado de fotografías de los traseros de estas socorristas, acompañadas de zafios comentarios machistas.
        La segunda parte de esta historia tiene que ver con la solución que ha encontrado el Ayuntamiento de Gijón para atajar la polémica: pedirles a esas socorristas que se pongan el pantalón encima del traje de baño de trabajo. Es decir, que se tapen. ¿Qué implica esto? Pues no solo que tengan más dificultades a la hora de rescatar a alguien que se está ahogando, sino que haciendo que ellas se cubran las estamos culpabilizando.

    (Texto adaptado – CHAPARRO, Carme. Calladita estás más guapa. Madrid: Espasa, 2019.)
    La frase que da título al texto – “Tápate el culo” – ironiza la decisión tomada por:  
    Escolha uma alternativa para a questão 77047138-67
  • Linguagens

    Espanhol

    El texto a continuación sirve como referencia para la cuestion.

    Tápate el culo

        Resulta que el culo era lo más importante. Pero vamos por partes. La primera tiene que ver con algunos especímenes de sexo masculino y con su particular visión de los traseros de algunas mujeres, en concreto las socorristas de las playas de Gijón. Ellas están allí para salvar vidas – en España mueren ahogadas casi cuatrocientas personas cada año, no lo olviden – y las presuponemos con formación y la experiencia suficientes para meterse en el agua, superar las condiciones adversas que haya en ese momento, sacar a alguien, que incluso pese el doble que ellas, y llevarlo sano y salvo a la arena. Y, si no lo está, practicarle la reanimación cardiopulmonar o el auxilio que necesite hasta que llegue la ambulancia.
        Pero, a pesar de todo, esas mujeres han sido noticia por sus culos. Literalmente. Las redes se han llenado de fotografías de los traseros de estas socorristas, acompañadas de zafios comentarios machistas.
        La segunda parte de esta historia tiene que ver con la solución que ha encontrado el Ayuntamiento de Gijón para atajar la polémica: pedirles a esas socorristas que se pongan el pantalón encima del traje de baño de trabajo. Es decir, que se tapen. ¿Qué implica esto? Pues no solo que tengan más dificultades a la hora de rescatar a alguien que se está ahogando, sino que haciendo que ellas se cubran las estamos culpabilizando.

    (Texto adaptado – CHAPARRO, Carme. Calladita estás más guapa. Madrid: Espasa, 2019.)
    Al relatar la anécdota de las socorristas de Gijón, Carme Chaparro llama la atención para el hecho de que:
    Escolha uma alternativa para a questão 76fd0e24-67
  • Linguagens

    Português

    A tira a seguir, do rato Níquel Náusea, de Fernando Gonsales, é referência para a questão.


    Considerando a sentença “Mais vale uma naftalina na mão do que duas rolando”, no segundo quadrinho da tira, assinale a alternativa que traz um provérbio com sentido mais próximo ao sentido do provérbio suposto pela citação.
    Escolha uma alternativa para a questão 599b751f-bf