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Instituição

Questões: Universidade Federal do Paraná (UFPR) — com gabarito

460 questões de Universidade Federal do Paraná (UFPR), de 2010 a 2024. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 460 questões
  • 11 provas

Resultados: 138 questões

Página 5 de 7

  • Linguagens

    Português

    O texto a seguir é referência para as questão.

    O jogo do salário mínimo



    Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

    ( ) A expressão “na arena vazia” (linha 3) encontra-se em relação de oposição metafórica com a expressão “glamour dos estádios padrão Fifa” (linha 6).
    ( ) Ainda que os jogadores de clubes como Bonsucesso e Olaria sujeitem-se aos baixos salários, eles mantêm no horizonte a aspiração aos grandes clubes.
    ( ) O autor do texto traz a lume denúncias de jogadores acerca das disparidades salariais no mundo do futebol.
    ( ) O desequilíbrio entre o que um jogador-estrela recebe no Brasil em relação ao contingente dos demais jogadores fundamenta-se na variável direitos de imagem.

    Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 5993a340-bf
  • Linguagens

    Português

                 ‘Ferrugem’: um ótimo nacional encara o cyberbullying


          Um celular perdido, um vídeo viralizado, e Tati, de 16 anos, se vê no meio de um furacão que abalaria qualquer um – e muito mais uma menina a quem ainda falta o equipamento emocional para lidar com uma situação tão drástica de exposição da intimidade e de ostracismo social. Os amigos e amigas vão caindo fora; com os pais, ela não consegue falar. Renet, o garoto com quem ela começava a engatar um flerte quando tudo começou, dá as costas a ela. E Tati, interpretada pela ótima novata Tiffanny Dopke, de fisionomia suave e jeitinho cativante, sucumbe à pressão.

          ‘Ferrugem’, do diretor Aly Muritiba, é um dos pontos altos de uma safra surpreendentemente boa do cinema nacional nos últimos meses (completada ainda por ‘Aos Teus Olhos’, ‘As Boas Maneiras’, ‘O Animal Cordial’ e ‘Benzinho’). Da agitação e cacofonia dessa primeira parte do filme, Muritiba vai, na segunda metade, para um estilo oposto: com atenção e reflexão, acompanha o sofrimento de Renet (o também muito bom Giovanni de Lorenzi) com as consequências do episódio que afetou Tati. Aqui, duas visões morais muito distintas se opõem: a do pai (Enrique Diaz), que quer poupar Renet, e a da mãe (a calorosa Clarissa Kiste), que quer obrigá-lo a enfrentar os fatos.

          Maduro, lúcido, muito bem escrito e filmado, ‘Ferrugem’ está na comissão de frente dos possíveis indicados do Brasil ao Oscar do ano que vem.

    (Disponível em: <https://veja.abril.com.br/tveja/em-cartaz/ferrugem-um-otimo-nacional-encara-o-cyberbullying/> . Acesso em 31/08/2018.) 

    As expressões ‘equipamento emocional’ e ‘ostracismo social’, no segundo parágrafo, podem ser interpretadas, segundo o contexto de ocorrência, respectivamente, como:
    Escolha uma alternativa para a questão ab993852-dd
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    Português

          O texto a seguir é referência para as questões 41 a 45.


    Imagem da questão de Português, UFPR 2018, Coesão e coerência

    Considere as seguintes afirmativas sobre os termos em negrito e sublinhados no texto:


    1. Na 3ª linha do segundo parágrafo, “a” refere-se a “fera”.

    2. Na 3ª linha do terceiro parágrafo, “cuja” refere-se a “Wislawa Szymborska”.

    3. Na 4ª linha do terceiro parágrafo, “seus” refere-se a “Andersen”.

    4. Na 7ª linha do quarto parágrafo, “las” refere-se a “crianças”.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão ab85f7fc-dd
  • Linguagens

    Português

          O texto a seguir é referência para as questões 41 a 45.


    Imagem da questão de Português, UFPR 2018, Crase

    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do primeiro parágrafo, na ordem em que aparecem no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão ab82e62e-dd
  • Linguagens

    Português

    Texto A:


                                       A era dos memes na crise política atual


          Seria cômico, se não fosse trágico, o estado de irreverência do brasileiro frente à crise em que o país encontra-se imerso. A nossa capacidade de fazer piada de nós mesmos e da acentuada crise político-econômica atual nos instiga a refletir se estamos “jogando a toalha” ou se este é apenas um “jeitinho brasileiro” de encarar a realidade. A criatividade de produzir piadas, memes e áudios engraçados expõe um certo tipo de estratégia do brasileiro para lidar com situações de conflito: “Tira a Dilma. Tira o Aécio. Tira o Cunha. Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota um fio dental, morena você é tão sensual”. Eis uma das milhares de piadas que circulam nas redes sociais e que, de forma irreverente, estimulam o debate. Não há aquele que não se divirta com essa piada ou outra congênere; que não gargalhe diante dos diversos textos engraçados que circulam por meio de postagens ou mensagens de celular, independentemente do grau de escolaridade de quem compartilha. Seja por meio do deboche e do riso, é de “notório saber” que todas as classes estão conscientes da gravidade da situação e que, por conseguinte, concordam que medidas enérgicas precisam ser tomadas. A diferença está na forma ideologicamente defendida para a tomada de medidas.

          A “memecrítica” é uma categoria de crítica social que tem causado desconforto nos políticos e membros dos poderes judiciário e executivo, estimulando, inclusive, tentativas frustradas de mapeamento e controle do uso da internet por parte dos internautas. [...]

          Por outro lado, questionar as contradições presentes apenas por meio da piada, em certo aspecto politizada, não garante mudanças sociais de grande impacto.

          Esses manifestos e/ou críticas de formas isoladas (ou uníssonas) podem, mesmo sem intenção, relegar os cidadãos brasileiros a um estado de inércia, a uma condição de estado permanente de sonolência eterna em “berço esplêndido”. Já os manifestos, protestos e/ou passeatas nas ruas e demais enfrentamentos em espaços de poder instituídos ainda são os mecanismos mais eloquentes e potenciais para contrapor discursos e práticas opressoras que contribuem para o caos social. É preciso o tête-à-tête, o diálogo crítico e reflexivo em casa, na comunidade e demais ambientes socioculturais. Entretanto, um diálogo respeitoso, cordial, que busca a alteridade. Que apresente discordâncias, entretanto respeite a opinião divergente, sem abrir mão da ética e do respeito aos direitos humanos.

     (Luciano Freitas Filho – Carta Capital (adaptado), junho/2017. Disponível em: <http://justificando.cartacapital.com.br/2017/06/07/era-dos-memes-na-crise-politica-atual/>.)

    Considere as afirmativas abaixo acerca dos usos de aspas presentes no texto:


    1. Em “Tira a Dilma, Tira o Aécio, Tira o Cunha, Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota o fio dental, morena você é tão sensual”, as aspas cumprem o papel de demarcar citação.

    2. Em “jogando a toalha”, as aspas estão demarcando uma expressão idiomática.

    3. Em “memecrítica”, as aspas estão demarcando um deslocamento do sentido usual da palavra.

    4. Em “berço esplêndido” as aspas demarcam ironia pela via do recurso da intertextualidade.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão cf1b1cd7-be
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    Português

    Por que a cultura do sul ficou de fora do retrato do Brasil nas olimpíadas?
    Depois de uma abertura que falou das etnias que formaram o povo brasileiro, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, realizada neste domingo (21), teve mais cara de carnaval. A ideia da diretora criativa da festa, Rosa Magalhães, era mostrar “o sentimento de brasilidade”, conforme ela explicou ao jornal “O Globo” dias antes da cerimônia.
    Carnavalesca da escola de samba carioca São Clemente, Rosa usou elementos alegóricos para mostrar a arte feita pelo povo do país – para ela, “marca da nossa identidade cultural”. Teve menção a choro, samba carioca, Carmem Miranda, mulheres rendeiras da Bahia, bonecos de cerâmica do pernambucano Vitalino, Heitor Villa-Lobos, carnaval.
    Entre as ausências, as expressões culturais do Sul do Brasil – o que alimentou algum debate em redes sociais: se a ideia era representar o país todo, por que ficamos de fora?
    Para a antropóloga Selma Baptista, professora-doutora aposentada da UFPR, a pergunta deveria ser outra: por que as expressões culturais do Sul participariam do recorte da carnavalesca carioca se elas não estão presentes nem em nossas próprias festas? “Essa questão da representação de identidades regionais se dá a partir da construção da identidade dentro de seus próprios redutos. Cabe perguntar até que ponto nossas representações da cultura popular têm expressividade entre nós mesmos para que alcancem uma representatividade nacional”, questiona.
    Patrícia Martins, antropóloga e docente do Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Paranaguá, lembra que o Sul tende inclusive a negar o tipo de “brasilidade” representada na cerimônia de encerramento, mais ligada à cultura indígena e afro-brasileira. “Aqui há uma autorrepresentação que passa por uma cultura europeia”, diz. Para ela, o recorte mostrado na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos tem ligações com uma identidade brasileira que vem sendo construída desde o Estado Novo (1937-1945), que incorporou o samba carioca. “Existe um patrimônio rico no Sul – há os batuques do Rio Grande do Sul, o fandango caiçara. Teria muita coisa a mostrar, mas nem nós sabemos que existe isso em nossa região”.
    Na opinião de Tau Golin, jornalista, historiador e professor do curso de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), esse tipo de questionamento sobre representações regionais é uma “briga simbólica” já bem conhecida – principalmente dos gaúchos. “É uma briga de poder pela representatividade, por quem representa mais a nação”, diz. “Como é um país com regiões que se formaram antes da nação, as regionalidades querem estar presentes em tudo o que acontece no país. Se fosse insignificante, não brigariam. Mas, como é para se mostrar para o exterior, a briga é compreensível historicamente”. Para ele, o desejo do Sul de estar presente nesse tipo de representação, dada a relação difícil da região com a “brasilidade”, é um fator surpreendente. “É uma novidade, que merece estudos daqui para a frente”, diz. (Rafael Rodrigues Costa, Gazeta do Povo, Curitiba, 22/08/2016.) 
    Em relação à organização do texto de Rafael Rodrigues Costa, considere as seguintes afirmativas:

    1. O texto parte de uma tese que é endossada pelos entrevistados.
    2. A opinião do autor prevalece na conclusão do texto.
    3. O autor usa tanto discurso direto como indireto para relatar a opinião dos entrevistados.
    4. O autor redimensiona a abordagem da questão expressa no título a partir da opinião dos entrevistados.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 34921eab-3b
  • Linguagens

    Português

    Por que a cultura do sul ficou de fora do retrato do Brasil nas olimpíadas?
    Depois de uma abertura que falou das etnias que formaram o povo brasileiro, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, realizada neste domingo (21), teve mais cara de carnaval. A ideia da diretora criativa da festa, Rosa Magalhães, era mostrar “o sentimento de brasilidade”, conforme ela explicou ao jornal “O Globo” dias antes da cerimônia.
    Carnavalesca da escola de samba carioca São Clemente, Rosa usou elementos alegóricos para mostrar a arte feita pelo povo do país – para ela, “marca da nossa identidade cultural”. Teve menção a choro, samba carioca, Carmem Miranda, mulheres rendeiras da Bahia, bonecos de cerâmica do pernambucano Vitalino, Heitor Villa-Lobos, carnaval.
    Entre as ausências, as expressões culturais do Sul do Brasil – o que alimentou algum debate em redes sociais: se a ideia era representar o país todo, por que ficamos de fora?
    Para a antropóloga Selma Baptista, professora-doutora aposentada da UFPR, a pergunta deveria ser outra: por que as expressões culturais do Sul participariam do recorte da carnavalesca carioca se elas não estão presentes nem em nossas próprias festas? “Essa questão da representação de identidades regionais se dá a partir da construção da identidade dentro de seus próprios redutos. Cabe perguntar até que ponto nossas representações da cultura popular têm expressividade entre nós mesmos para que alcancem uma representatividade nacional”, questiona.
    Patrícia Martins, antropóloga e docente do Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Paranaguá, lembra que o Sul tende inclusive a negar o tipo de “brasilidade” representada na cerimônia de encerramento, mais ligada à cultura indígena e afro-brasileira. “Aqui há uma autorrepresentação que passa por uma cultura europeia”, diz. Para ela, o recorte mostrado na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos tem ligações com uma identidade brasileira que vem sendo construída desde o Estado Novo (1937-1945), que incorporou o samba carioca. “Existe um patrimônio rico no Sul – há os batuques do Rio Grande do Sul, o fandango caiçara. Teria muita coisa a mostrar, mas nem nós sabemos que existe isso em nossa região”.
    Na opinião de Tau Golin, jornalista, historiador e professor do curso de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), esse tipo de questionamento sobre representações regionais é uma “briga simbólica” já bem conhecida – principalmente dos gaúchos. “É uma briga de poder pela representatividade, por quem representa mais a nação”, diz. “Como é um país com regiões que se formaram antes da nação, as regionalidades querem estar presentes em tudo o que acontece no país. Se fosse insignificante, não brigariam. Mas, como é para se mostrar para o exterior, a briga é compreensível historicamente”. Para ele, o desejo do Sul de estar presente nesse tipo de representação, dada a relação difícil da região com a “brasilidade”, é um fator surpreendente. “É uma novidade, que merece estudos daqui para a frente”, diz. (Rafael Rodrigues Costa, Gazeta do Povo, Curitiba, 22/08/2016.) 
    O último entrevistado, Tau Golin, faz alusão a uma “briga simbólica”, que poderia ser resumida da seguinte maneira: 
    Escolha uma alternativa para a questão 348f5626-3b
  • Linguagens

    Português

    Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal!
    (Antônio Vieira, Sermão de Santo Antônio, em: .)
    Vieira é um homem do século XVII. É possível detectar, no texto de Vieira, características da língua portuguesa que divergem de seu uso contemporâneo. Pensando nessa diferença entre o português atual e o português usado por Vieira, considere as seguintes afirmativas:

    1. Diferentemente de hoje, o pronome pessoal oblíquo átono antecedia a negação.
    2. O “porque” é empregado no texto como conjunção explicativa e sua grafia é a mesma usada atualmente.
    3. A conjunção “ou” tem no texto um uso que não é o de alternância.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 34899fa6-3b
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    Inglês

    Voices: The Pope's powerful message to Cubans

    Rick Jervis, September 24, 2015 

    SANTIAGO DE CUBA – I've always been fairly skeptical about how much power one man can exercise, even if that man commands the attention of 1.2 billion Roman Catholics.
        I understand that Pope John Paul II visited Poland in the 1970s and '80s and gave speeches so stirring that they helped launch the Solidarity opposition movement and lead to the collapse of communism in the country. And I know that popes throughout history have had influential moments.
        But, really, how much can one man and one microphone do? How literally do people take his message? These were the questions that kept my mind busy when I left for Cuba last week to cover Pope Francis' four-day trip. I was curious to see how much impact the words of this 78-year-old man can have on a population of 11 million.
        I'm becoming fairly familiar with Cuba. I've been to the island three times this year, five times overall, and grew up in southern Florida. My parents are Cubans who left the country in 1962. Cuba today continues to fascinate and dismay. It's a place of beauty and jolting contradictions. The re-establishment of relations between the U.S. and Cuban governments, begun last December, continue to stir excitement and hope in Cubans, and changes are trickling in.
        I followed Pope Francis from Havana to Santiago and heard him talk of reconciliation, love for mankind and the importance of family. I interviewed Cubans who glowed with the fervor of the faithful as they pledged their love for the Pope and promised to follow his message. But my question remained: What does all of this mean? How does it translate to actual change on the island?
        To help me sort through this, I visited Father Jorge Catasus, a popular parish priest here who helped welcome the Pope to the city. We sat in the cool, cavernous back room of his 18th-century church, safe from the 37-degree heat outside. Catasus said “don't focus on any grand political or social changes stemming from the papal visit". The most important changes, he said, come from within. That's what Pope Francis offered as a first step, and that's what Cubans across the island, in chants, cheers and tearful acceptance, agreed to abide by.
        “The lives of men are decided in their hearts", Catasus told me. “That's where we'll see the change". This may not be 1980s Poland, and Solidarity may still not be anywhere in sight. But first things first. A change of heart can often lead to a world of good.
    Adapted from <http://www.usatoday.com/>
    Concerning the author of the text, identify the statements below as true (T) or false (F):

    ( ) He was raised in the south of Florida, USA.
    ( ) His parents are Cubans who left the country and moved to the USA.
    ( ) He feels fascinated by the beauty and contradictions of Cuba.
    ( ) He considers that Cubans are not interested about the re-establishment of relations with the USA.
    ( ) He was born in 1962 when his parents left Cuba.

    Mark the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
    Escolha uma alternativa para a questão c007e779-b3
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    Espanhol

    Utilizarás el texto que sigue para contestar a la cuestione.

    Un verano rico, rico
    Mikel López Iturriaga - 07/08/2011 

        En verano, el calor nos obliga a comer menos. Más frío y más ligero. Por eso hay tres platos a los que nos damos con furor: las ensaladas, los gazpachos y los helados. Ahora bien, más allá de los alimentos concretos, el estío es una época de ritos en lo que se refiere a la comida, de situaciones que evolucionan en sus formas, pero que se repiten año tras año sin cambiar demasiado en el fondo.
      El primero, sin discusión, es el de comer en la playa. Un placer con matices sadomasoquistas al que media España se entrega sin importarle la presencia de uno de los más feroces enemigos de la comida: la arena.
       La 'opción B' a la comida toallera es el chiringuito, ese oasis de sombra, cerveza fría y pescado frito por cuyas sillas combatimos en el estío. Aunque las cosas se están poniendo difíciles también en ese terreno. No solo por los altos precios y la mediocre calidad de algunos de ellos.
       Si cruzamos el paseo marítimo y nos adentramos en el proceloso mundo de los hoteles vacacionales, encontraremos otro clásico veraniego: el bufé libre. A pesar del encomiable esfuerzo que algunos establecimientos han hecho para elevar el nivel, la mayoría de los bufés se caracterizan por sus zumos sintéticos, sus embutidos baratos y sus platos pasados. Aun así, siguen resultando atractivos para los acérrimos del todo incluido.
       Por fortuna, el verano da pie a actividades más positivas. La preparación de comida al aire libre para el consumo de toda la familia, conocida universalmente como barbacoa, presenta formulaciones propias de la idiosincrasia española. La más importante es la paella campestre, cuya preparación es una diversión en sí misma.
        Los ritos gastronómicos veraniegos no solo son practicados por los que vacacionan. También los que se quedan de Rodríguez en casa tienen el suyo, consistente en alimentarse de comida envasada, congelada o por encargo. De cualquier forma, la mayor variedad de productos y la mejora en la calidad de los precocinados ha aumentado las posibilidades de una alimentación más o menos sana para el colectivo. Estar de Rodríguez puede ser hasta saludable, si no se te va la mano con los cubatas nocturnos.

     (Texto adaptado de El País digital - www.elpais.com)  
    Durante los meses de vacaciones las personas suelen comer:
    Escolha uma alternativa para a questão 122b8837-b2
  • Linguagens

    Espanhol

    Utilizarás el texto que sigue para contestar a la cuestione.

    Imagem da questão de Espanhol, UFPR 2011, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Son todos beneficios atribuidos a Mentania MENOS:
    Escolha uma alternativa para a questão 121f89d9-b2
  • Linguagens

    Espanhol

    Las tiritas a continuación te servirán para contestar a la cuestione.

    Imagem da questão de Espanhol, UFPR 2011, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Disponível em: http://www.gaturro.com/) 


    Sobre la forma de tratamiento utilizada en las dos tiras, es correcto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 121c10be-b2
  • Linguagens

    Espanhol

    Las tiritas a continuación te servirán para contestar a la cuestione.

    Imagem da questão de Espanhol, UFPR 2011, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Disponível em: http://www.gaturro.com/) 


    La palabra “compusaurio” da a entender que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1216b1c3-b2
  • Linguagens

    Espanhol

    Las tiritas a continuación te servirán para contestar a la cuestione.

    Imagem da questão de Espanhol, UFPR 2011, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Disponível em: http://www.gaturro.com/) 


    Considerando las dos tiras, identifique las afirmativas que siguen como verdaderas (V) o falsas (F):
    ( ) En la tira 1 se observa la relación de intimidad entre el usuario y la computadora.
    ( ) En la tira 2 se constata la dependencia del ordenador vivida por la sociedad contemporánea.
    ( ) Las tiras tratan de diferentes maneras de involucrarse con las nuevas tecnologías.
    ( ) Los personajes enfrentan las mismas dificultades con las nuevas tecnologías.

    Señala la alternativa que presenta la secuencia correcta, de arriba para abajo.

    Escolha uma alternativa para a questão 1211035d-b2
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    Inglês

    School Curriculum Falls Short on Bigger Lessons

    By Tara PARKER-POPE


          Now that children are back in the classroom, are they really learning the lessons that will help them succeed?

          Many child development experts worry that the answer may be no. They say the ever-growing emphasis on academic performance and test scores means many children aren’t developing life skills like self-control, motivation, focus and resilience, which are far better predictors of long-term success than high grades. And it may be distorting their and their parents’ values.

          In one set of studies, children who solved math puzzles were praised for their intelligence or for their hard work. The first group actually did worse on subsequent tests, or took an easy way out, shunning difficult problems. The research suggests that praise for a good effort encourages harder work, while children who are consistently told they are smart do not know what to do when confronted with a difficult problem or reading assignment.

          Academic achievement can certainly help children succeed, and for parents there can be a fine line between praising effort and praising performance. Words need to be chosen carefully: Instead of saying, “I’m so proud you got an ‘A’ on your test”, a better choice is “I’m so proud of you for studying so hard”. Both replies rightly celebrate the ‘A’, but the second focuses on the effort that produced it, encouraging the child to keep trying in the future.

          Praise outside of academics matters, too. Instead of asking your child how many points she scored on the basketball court, say, “Tell me about the game. Did you have fun? Did you play hard?”. Parents also need to teach their children that they do not have to be good at everything, and there is something to be learned when a child struggles or gets a poor grade despite studying hard. One strategy is to teach children that the differences between easy and difficult subjects can provide useful information about their goals and interests. Subjects they enjoy and excel in may become the focus of their careers. Challenging but interesting classes or sports can become hobbies.

    (Adapted from www.nyt.com) 

    Consider the following statements:


    1. Parents should tell their children they do not have to be good at everything.

    2. Parents should try to praise their children in their everyday life.

    3. Being successful at school is more important than outside of academic matters.

    4. Students with a higher performance at school are encouraged to win games.

    5. Parents should help their kids see the difference between easy and difficult subjects.

    6. Easy subjects may become the focus of someone’s career.


    Which of the statements above are TRUE, according to the text?

    Escolha uma alternativa para a questão 38f66500-b0
  • Linguagens

    Inglês

    School Curriculum Falls Short on Bigger Lessons

    By Tara PARKER-POPE


          Now that children are back in the classroom, are they really learning the lessons that will help them succeed?

          Many child development experts worry that the answer may be no. They say the ever-growing emphasis on academic performance and test scores means many children aren’t developing life skills like self-control, motivation, focus and resilience, which are far better predictors of long-term success than high grades. And it may be distorting their and their parents’ values.

          In one set of studies, children who solved math puzzles were praised for their intelligence or for their hard work. The first group actually did worse on subsequent tests, or took an easy way out, shunning difficult problems. The research suggests that praise for a good effort encourages harder work, while children who are consistently told they are smart do not know what to do when confronted with a difficult problem or reading assignment.

          Academic achievement can certainly help children succeed, and for parents there can be a fine line between praising effort and praising performance. Words need to be chosen carefully: Instead of saying, “I’m so proud you got an ‘A’ on your test”, a better choice is “I’m so proud of you for studying so hard”. Both replies rightly celebrate the ‘A’, but the second focuses on the effort that produced it, encouraging the child to keep trying in the future.

          Praise outside of academics matters, too. Instead of asking your child how many points she scored on the basketball court, say, “Tell me about the game. Did you have fun? Did you play hard?”. Parents also need to teach their children that they do not have to be good at everything, and there is something to be learned when a child struggles or gets a poor grade despite studying hard. One strategy is to teach children that the differences between easy and difficult subjects can provide useful information about their goals and interests. Subjects they enjoy and excel in may become the focus of their careers. Challenging but interesting classes or sports can become hobbies.

    (Adapted from www.nyt.com) 

    According to the text, how should parents react to their children’s performance?
    Escolha uma alternativa para a questão 38f27598-b0
  • Linguagens

    Inglês

    School Curriculum Falls Short on Bigger Lessons

    By Tara PARKER-POPE


          Now that children are back in the classroom, are they really learning the lessons that will help them succeed?

          Many child development experts worry that the answer may be no. They say the ever-growing emphasis on academic performance and test scores means many children aren’t developing life skills like self-control, motivation, focus and resilience, which are far better predictors of long-term success than high grades. And it may be distorting their and their parents’ values.

          In one set of studies, children who solved math puzzles were praised for their intelligence or for their hard work. The first group actually did worse on subsequent tests, or took an easy way out, shunning difficult problems. The research suggests that praise for a good effort encourages harder work, while children who are consistently told they are smart do not know what to do when confronted with a difficult problem or reading assignment.

          Academic achievement can certainly help children succeed, and for parents there can be a fine line between praising effort and praising performance. Words need to be chosen carefully: Instead of saying, “I’m so proud you got an ‘A’ on your test”, a better choice is “I’m so proud of you for studying so hard”. Both replies rightly celebrate the ‘A’, but the second focuses on the effort that produced it, encouraging the child to keep trying in the future.

          Praise outside of academics matters, too. Instead of asking your child how many points she scored on the basketball court, say, “Tell me about the game. Did you have fun? Did you play hard?”. Parents also need to teach their children that they do not have to be good at everything, and there is something to be learned when a child struggles or gets a poor grade despite studying hard. One strategy is to teach children that the differences between easy and difficult subjects can provide useful information about their goals and interests. Subjects they enjoy and excel in may become the focus of their careers. Challenging but interesting classes or sports can become hobbies.

    (Adapted from www.nyt.com) 

    What did the study mentioned in the text show?
    Escolha uma alternativa para a questão 38edc6f1-b0
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    School Curriculum Falls Short on Bigger Lessons

    By Tara PARKER-POPE


          Now that children are back in the classroom, are they really learning the lessons that will help them succeed?

          Many child development experts worry that the answer may be no. They say the ever-growing emphasis on academic performance and test scores means many children aren’t developing life skills like self-control, motivation, focus and resilience, which are far better predictors of long-term success than high grades. And it may be distorting their and their parents’ values.

          In one set of studies, children who solved math puzzles were praised for their intelligence or for their hard work. The first group actually did worse on subsequent tests, or took an easy way out, shunning difficult problems. The research suggests that praise for a good effort encourages harder work, while children who are consistently told they are smart do not know what to do when confronted with a difficult problem or reading assignment.

          Academic achievement can certainly help children succeed, and for parents there can be a fine line between praising effort and praising performance. Words need to be chosen carefully: Instead of saying, “I’m so proud you got an ‘A’ on your test”, a better choice is “I’m so proud of you for studying so hard”. Both replies rightly celebrate the ‘A’, but the second focuses on the effort that produced it, encouraging the child to keep trying in the future.

          Praise outside of academics matters, too. Instead of asking your child how many points she scored on the basketball court, say, “Tell me about the game. Did you have fun? Did you play hard?”. Parents also need to teach their children that they do not have to be good at everything, and there is something to be learned when a child struggles or gets a poor grade despite studying hard. One strategy is to teach children that the differences between easy and difficult subjects can provide useful information about their goals and interests. Subjects they enjoy and excel in may become the focus of their careers. Challenging but interesting classes or sports can become hobbies.

    (Adapted from www.nyt.com) 

    Are these statements TRUE (T) or FALSE (F), according to the text?


    ( ) Schools tend to emphasize academic performance and test scores.

    ( ) Students should develop life skills, such as self-control, ambition, and competitiveness.

    ( ) Getting high grades does not necessarily mean that the student will be successful in life.

    ( ) The emphasis on academic performance is not supported by parents at all.

    ( ) Long-term success is usually achieved by students who get high grades.


    Mark the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.

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           Jorge Mario Pedro Vargas Llosa, was born on March 28, 1936, in the Peruvian provincial city of Arequipa. He is a writer, politician, journalist, essayist, and Nobel Prize laureate. Vargas Llosa is one of Latin America's most significant novelists and essayists, and one of the leading authors of his generation. Some critics consider him to have had a larger international impact and worldwide audience than any other writer of the Latin American Boom. He was awarded the 2010 Nobel Prize in Literature "for his cartography of structures of power and his trenchant images of the individual's resistance, revolt, and defeat".

    Vargas Llosa rose to fame in the 1960s with novels such as The Time of the Hero (La ciudad y los perros, literally The City and the Dogs, 1963/1966), The Green House (La casa verde, 1965/1968), and the monumental Conversation in the Cathedral (Conversación en la catedral, 1969/1975). He writes prolifically across an array of literary genres, including literary criticism and journalism. His novels include comedies, murder mysteries, historical novels, and political thrillers. Several, such as Captain Pantoja and the Special Service (1973/1978) and Aunt Julia and the Scriptwriter (1977/1982), have been adapted as feature films.

          Many of Vargas Llosa's works are influenced by the writer's perception of Peruvian society and his own experiences as a native Peruvian. Increasingly, however, he has expanded his range, and tackled themes that arise from other parts of the world. Another change over the course of his career has been a shift from a style and approach associated with literary modernism, to a sometimes playful postmodernism.

          Like many Latin American authors, Vargas Llosa has been politically active throughout his career; over the course of his life, he has gradually moved from the political left towards liberalism or neoliberalism, a definitively more conservative political position. While he initially supported the Cuban revolutionary government of Fidel Castro, Vargas Llosa later became disenchanted with the Cuban dictator and his authoritarian regime. He ran for the Peruvian presidency in 1990 with the center-right Frente Democrático (FREDEMO) coalition, advocating neoliberal reforms.

    (Adapted from www.wikipedia.org) 

    According to the text, Vargas Llosa:
    Escolha uma alternativa para a questão 38e48a0f-b0
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    Inglês

           Jorge Mario Pedro Vargas Llosa, was born on March 28, 1936, in the Peruvian provincial city of Arequipa. He is a writer, politician, journalist, essayist, and Nobel Prize laureate. Vargas Llosa is one of Latin America's most significant novelists and essayists, and one of the leading authors of his generation. Some critics consider him to have had a larger international impact and worldwide audience than any other writer of the Latin American Boom. He was awarded the 2010 Nobel Prize in Literature "for his cartography of structures of power and his trenchant images of the individual's resistance, revolt, and defeat".

    Vargas Llosa rose to fame in the 1960s with novels such as The Time of the Hero (La ciudad y los perros, literally The City and the Dogs, 1963/1966), The Green House (La casa verde, 1965/1968), and the monumental Conversation in the Cathedral (Conversación en la catedral, 1969/1975). He writes prolifically across an array of literary genres, including literary criticism and journalism. His novels include comedies, murder mysteries, historical novels, and political thrillers. Several, such as Captain Pantoja and the Special Service (1973/1978) and Aunt Julia and the Scriptwriter (1977/1982), have been adapted as feature films.

          Many of Vargas Llosa's works are influenced by the writer's perception of Peruvian society and his own experiences as a native Peruvian. Increasingly, however, he has expanded his range, and tackled themes that arise from other parts of the world. Another change over the course of his career has been a shift from a style and approach associated with literary modernism, to a sometimes playful postmodernism.

          Like many Latin American authors, Vargas Llosa has been politically active throughout his career; over the course of his life, he has gradually moved from the political left towards liberalism or neoliberalism, a definitively more conservative political position. While he initially supported the Cuban revolutionary government of Fidel Castro, Vargas Llosa later became disenchanted with the Cuban dictator and his authoritarian regime. He ran for the Peruvian presidency in 1990 with the center-right Frente Democrático (FREDEMO) coalition, advocating neoliberal reforms.

    (Adapted from www.wikipedia.org) 

    According to the text, Vargas Llosa’s writings:
    Escolha uma alternativa para a questão 38e11aa7-b0