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Instituição

Questões: Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG) — com gabarito

700 questões de Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG), de 2006 a 2026. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 700 questões
  • 10 provas

Resultados: 224 questões

Página 6 de 12

  • Linguagens

    Português

    Desafios atuais e ameaças

    Imagem da questão de Português, UFU-MG 2017, Coesão e coerência

    Disponível em: <http://www.survivalbrasil.org/povos/indios-brasileiros>. Acesso em: 28 abr. 2017.

    Com base na leitura do texto e nas expressões em destaque, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão dc68f7a7-a6
  • Linguagens

    Português

    Analise o infográfico a seguir:


    Imagem da questão de Português, UFU-MG 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://rede.novaescolaclube.org.br/planos-de-aula/interpretacao-de-texto-com-auxilio-demateriais-graficos>. Acesso em: 26 abr. 2017. (Adaptado).

    Pode-se, a partir das informações do infográfico, constatar que:
    Escolha uma alternativa para a questão dc6521d1-a6
  • Linguagens

    Português

    Por que temos de aprender Língua Portuguesa?

    Essa pergunta certamente tem estado na cabeça de muitos estudantes nos mais diversos níveis de ensino ao longo de suas caminhadas de aprendizagem, de construção de conhecimentos, competências e habilidades. Essa enumeração de formas de representar o desenvolvimento cognitivo também nos remete à mesma pergunta – por que “ensinar” Língua Portuguesa?
    Se nossos aprendizes são falantes nativos do idioma, por qual razão muitos deles sentem que não conhecem sua língua materna e que não fazem um bom uso das formas de dizer nos mais variados contextos de interação pela linguagem?
    O fato é que há contingentes de analfabetos funcionais que, embora tenham sido alfabetizados, não desenvolveram a competência de uso da língua em situações comunicativas específicas.
    Ler, compreender e produzir sentido(s). Tudo muito simples, mas há lacunas, faltam condições para que os aprendizes de leitura e de escrita conquistem sua autonomia, para que exerçam com plenitude a condição de sujeitos de seu dizer, de participantes ativos da produção dos sentidos que os discursos potencializam em suas múltiplas formas.
    [...] Muitos pesquisadores do campo da linguística têm defendido o ensino de língua materna como um espaço de riqueza linguística, de diversidade de textos, que torne mais rica e significativa a experiência com a linguagem.

    Disponível em: <http://www.gazetadosul.com.br>. Acesso em: 25 abr. 2017. (Fragmento adaptado)

    Com o objetivo de responder à pergunta do título do texto, o autor, no segundo parágrafo, questiona o fato de os nativos do idioma sentirem que não conhecem sua língua materna. Infere-se que a crítica apresentada no texto diz respeito ao papel do(a)
    Escolha uma alternativa para a questão dc61b610-a6
  • Linguagens

    Inglês

    INNOVATIONS
    Facebook's Wild Vision for the Future

    by Lisa Eadicicco

    Regina Dugan, Facebook's vice president of engineering and head of its secretive Building 8, the future is full of revolutionary technologies that will enable us to communicate without typing keys, tapping screens, or even talking.

    Dressed in a dark Steve Jobs-like turtleneck, Dugan announced Wednesday that Facebook has a team of 60 people working on a computer interface powered by the human brain. The system would be capable of "typing" 100 words per minute by decoding users' neural activity, which is five times faster than we're able to type on smartphones. Facebook says the technology could be useful as an input tool for augmented reality devices, or as an aide for people with communication disorders.

    Disponível em: <http://time.com/4747050/facebook-f8-day-2-keynote/>. Acesso em: 23 abr. 2017.

    Com base no texto, pode-se afirmar que o Facebook
    Escolha uma alternativa para a questão dc5e5a86-a6
  • Linguagens

    Inglês

    Most Teens Take a Voluntary Week-Long Break From Social Media


    by Barbara Ortutay


    The common stereotype has teens glued to their phones 24-7. But nearly 60 percent of teens in the U.S. have actually taken a break from social media — the bulk of them voluntarily, a new survey found. The poll, from The Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research, surveyed teens aged 13 to 17 and found that most value the feeling of connection with friends and family that social media provides. A much smaller number associate it with negative emotions, such as being overwhelmed or needing to always show their best selves. The survey, released Thursday, found that teens' social media breaks are typically a week or longer, and that boys are more likely to take longer breaks.


    Disponível em: <http://time.com/4758172/teenagers-social-media-break-survey/>. Acesso em: 23 abr. 2017.


    De acordo com o texto, pode-se inferir que

    Escolha uma alternativa para a questão dc5ac755-a6
  • Linguagens

    Inglês

    Surgeons Conduct Head Transplants on Rats, Say Humans Are Next
    After 14 head transplants on rats, a pair of surgeons say they will attempt a human head transplant in the next 10 months in China.

    by Eva Hershaw

    Chinese scientists have transplanted the head of a donor rat onto the back of a host body, creating an equally garish and impressive two-headed rat that may offer insights into the viability of an eventual human head transplant.

    The process, which was done by way of a rat triad, which included a donor, recipient, and blood supply rat, provided a continuous blood supply to the donor brain throughout the transplant, avoiding brain tissue hypothermia — a condition where the brain suffers in absence of a blood supply. The problem has long been one of the major barriers to carrying out a successful head transplant in animal specimens.

    Disponível em: <https://www.seeker.com/health/medicine/surgeons-conduct-head-transplants-on-rats-sayhumans-are-next>. Acesso em: 23 abr. 2017.

    Com base no texto, é possível afirmar que

    I. um transplante de cabeça foi realizado em ratos.
    II. cientistas planejam transplantar cabeça em humanos.
    III. o rato que recebeu o transplante não sobreviveu.
    IV. o rato teve sua cabeça substituída por uma outra.
    V. dois ratos foram usados no procedimento descrito.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão dc573b1e-a6
  • Linguagens

    Inglês

    Rare ‘Coffin Birth' Found in Black Death Burial Site

    by Rossella Lorenzi

    Researchers investigating a 14th century burial ground have identified a rare case of "coffin birth" - a gruesome phenomenon in which a deceased pregnant woman's fetus is expelled within the grave. The event, which has seldom been reported in archaeology, is known as postmortem fetal extrusion. It results from a build-up of gas pressure within the decomposing body. "In this case, we have a partial expulsion of a 38- to 40-week-old fetus, which was found to be complete and to lie within the birth canal," Deneb Cesana, at the University of Genova, told Seeker.

    Disponível em: <https://www.seeker.com/coffin-birth-found-in-black-death-burial-2333620306.html>. Acesso em: 23 abr. 2017.

    Com base no texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão dc53aa1f-a6
  • Linguagens

    Inglês

    Archbishop of Toronto speaks out against assisted dying
    "Dying is simply not the same as being killed," Cardinal Thomas Collins, the Archbishop of Toronto, said in a video, which the Archdiocese posted earlier this week to YouTube. "We are grateful for physicians and nurses and others who offer medical assistance to patients who are dying. But it is never justified for them to kill."
    Collins says he's shocked by a parliamentary committee's recommendations that would force doctors to at least refer people to a physician willing to help someone end their life, including, in some cases, minors and the mentally ill. The committee also recommended allowing people suffering from conditions like dementia to pre-schedule the date of their death.
    Disponível em:http://www.cbc.ca/. Acesso em: dez. 2015 (adaptado).

    Based on Cardinal Collins' position, it is correct to state that
    Escolha uma alternativa para a questão 4140edbc-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Teen Texting: Girls versus Boys

    By Victoria Stern 

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A new study from the American Psychological Association evaluated how 211 girls and 192 boys communicated via text and found notable gender differences in overall behavior and compulsive use:

    • Teenage girls use texting for social connection, whereas boys mostly use it to convey information.

    • Boys and girls send about the same number of texts every day, but girls are more likely to become compulsive texters.

    • Teenage girls who compulsively text see a steeper decline in their grades than their compulsive male counterparts. The researchers suggest the social content of girls' messages may be more likely to distract them from their academic tasks.

    • Compulsive texting also appears to affect girls' mental health more than boys', perhaps because girls are more prone to text about negative feelings and to ruminate on those feelings.


    Disponível em: : <http://www.scientificamerican.com/article/teen-texting-girls-versus-boys/> .Acesso em: jan. 2016 (fragmento). 


    According to the text,
    I. gender does play a role in texting behaviors of teenagers.
    II. males tend to become as compulsive texters as females.
    III. females seem to share more personal feelings than males.
    IV. texting affects academic success of both boys and girls.
    V. females send more texts than their male counterparts.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas
    Escolha uma alternativa para a questão 4134563e-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Normal-looking earrings will track your heart rate, body temperature and blood oxygen levels, providing you with vital health statistics. If you thought Bluetooth headsets made businessmen talking to themselves in public look strange, these earrings will take that to the next level.
    Shoes will convert movement into energy, powering internal sensors and other wearable devices. The sensors will help the shoes cool and heat your feet as necessary, as well as track your exercise and any weight changes.
    Buttons haven‘t changed in decades, but they‘re about to get a big overhaul. Soon, they‘ll have embedded GPS, tracking your movements and learning your habits. That will let all your wearables react in real-time to your location, predicting where you‘re about to go or making suggestions on what‘s next. Getting lost will be a challenge, but if you somehow manage to end up in an unknown or dangerous place, your buttons will be able to contact your family or call 911 for help.

    Disponível em: <http://time.com/see-the-wearable-tech-of-the-future/>.. Acesso em: dez. 2015 (fragmento).

    De acordo com o texto, considere as afirmativas a seguir.

    I. Brincos poderão ser usados para monitorar a saúde de seus usuários.

    II. Brincos terão função semelhante aos fones com technologia Bluetooth.

    III. Calçados servirão como geradores de energia.

    IV. Botões funcionarão como sensores de temperatura corporal.

    V. Botões terão influência sobre outras tecnologias portáteis.



    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.

    Escolha uma alternativa para a questão 4131387e-b2
  • Linguagens

    Português

       Eu ia andando pela Avenida Copacabana e olhava distraída edifícios, nesga de mar, pessoas, sem pensar em nada. Ainda não percebera que na verdade não estava distraída, estava era de uma atenção sem esforço, estava sendo uma coisa muito rara: livre. Via tudo, e à toa. Pouco a pouco é que fui percebendo que estava percebendo as coisas. Minha liberdade então se intensificou um pouco mais, sem deixar de ser liberdade.
       Tive então um sentimento de que nunca ouvi falar. Por puro carinho, eu me senti a mãe de Deus, que era a Terra, o mundo. Por puro carinho mesmo, sem nenhuma prepotência ou glória, sem o menor senso de superioridade ou igualdade, eu era por carinho a mãe do que existe. Soube também que se tudo isso "fosse mesmo" o que eu sentia – e não possivelmente um equívoco de sentimento – que Deus sem nenhum orgulho e nenhuma pequenez se deixaria acarinhar, e sem nenhum compromisso comigo. Ser-Lhe-ia aceitável a intimidade com que eu fazia carinho. O sentimento era novo para mim, mas muito certo, e não ocorrera antes apenas porque não tinha podido ser. Sei que se ama ao que é Deus. Com amor grave, amor solene, respeito, medo e reverência. Mas nunca tinham me falado de carinho maternal por Ele. E assim como meu carinho por um filho não o reduz, até o alarga, assim ser mãe do mundo era o meu amor apenas livre.
      E foi quando quase pisei num enorme rato morto. Em menos de um segundo estava eu eriçada pelo terror de viver, em menos de um segundo estilhaçava-me toda em pânico, e controlava como podia o meu mais profundo grito. Quase correndo de medo, cega entre as pessoas, terminei no outro quarteirão encostada a um poste, cerrando violentamente os olhos, que não queriam mais ver. Mas a imagem colava-se às pálpebras: um grande rato ruivo, de cauda enorme, com os pés esmagados, e morto, quieto, ruivo. O meu medo desmesurado de ratos.
    LISPECTOR, Clarice. Perdoando Deus. Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 41.

    O fragmento evidencia as percepções iniciais da personagem narradora. Tais percepções, no desenrolar do conto, são caracterizadas pela 
    Escolha uma alternativa para a questão 40fa3a79-b2
  • Linguagens

    Português

       O jardim já vai se desmanchando na escuridão, mas Cristina ainda vê uma gravata (cinzenta?) saindo do bolso vermelho. Quer gritar de novo, mas a gravata cala a boca do grito, e já não adianta o pé querer se fincar no chão nem a mão querer fugir: o Homem domina Cristina e a mão dele vai puxando, o joelho vai empurrando, o pé vai castigando, o corpo todinho dele vai pressionando Cristina pra mata. Derruba ela no chão. Monta nela. O escuro toma conta de tudo.
      O Homem aperta a gravata na mão feito uma rédea. Com a outra mão vai arrancando, vai rasgando, se livrando de tudo que é pano no caminho.
      Agora o Homem é todo músculo. Crescendo.
      Só afrouxa a rédea depois do gozo.
     Cristina mal consegue tomar fôlego: já sente a gravata solavancando pro pescoço e se enroscando num nó. Que aperta. Aperta mais. Mais.
    BOJUNGA, Lygia. O abraço. Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2014. p. 82

      Instantes derradeiros de O abraço, a passagem narra encontro de Cristina com o ‘Homem’. Levando-se em conta o enredo da obra até seu desenrolar nesses momentos finais, Cristina 
    Escolha uma alternativa para a questão 40e23a5a-b2
  • Linguagens

    Português

    DIONISOS DENDRITES


    Seu olhar verde penetra a Noite entre tochas acesas

    Ramos nascem de seu peito

    Pés percutem a pedra enegrecida

    Cantos ecoam tambores gritos mantos desatados.


    Acorre o vento ao círculo demente

    O vinho espuma nas taças incendiadas.

    Acena o deus ao bando: Mar de alvos braços

    Seios rompendo as túnicas gargantas dilatadas

    E o vaticínio do tumulto à Noite –

    Chegada do inverno aos lares

    Fim de guerra em campos estrangeiros.


    As bocas mordem colos e flancos desnudados:

    À sombra mergulham faces convulsivas

    Corpos se avizinham à vida fria dos valados

    Trêmulas tíades presas ao peito de Dionisos trácio.

    Sussurra a Noite e os risos de ébrios dançarinos

    Mergulham no vórtice da festa consagrada.


    E quando o Sol o ingênuo olhar acende

    Um secreto murmúrio ata num só feixe

    O louro trigo nascido das encostas.


    SILVA, Dora Ferreira da. Hídrias. São Paulo: Odysseus, 2004. p. 42-43.

    Ao evocar a mitologia, Dora Ferreira reativa em seu poema o mito de Dionisos. Nesse resgate do mito do deus Dionisos, o verso
    Escolha uma alternativa para a questão 40df2017-b2
  • Linguagens

    Português

    [...] Há uma velha máxima no universo da internet que diz: “Não alimente os trolls (aqueles que praticam a trolagem – brincadeiras ofensivas que, muitas vezes, ferem as leis).” Segundo essa teoria, quanto mais a população se incomoda e quanto mais a mídia divulga as ações desses grupos, mais eles se tornam populares e engajados. Os defensores da máxima dizem que ela deveria valer também para a Justiça. Há quem defenda que a ideia de que, à medida que as autoridades perseguem esses grupos (gangues virtuais), mais malucos se dispõem a desafiá-las, devido à sensação de impunidade inerente ao anonimato na rede. Mas, sejam eles alimentados ou não, muitos desses baderneiros virtuais estão cometendo crimes no mundo real. [...]
    FERRARI, Bruno. In: Época, 25 de janeiro de 2016, p. 69 (fragmento adaptado). 

    Com o objetivo de introduzir o tema do texto, o autor cita uma máxima da internet e, na sequência, explicita-a. O processo constitutivo dessa explicação baseia-se em uma relação 
    Escolha uma alternativa para a questão 40d39e32-b2
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFU-MG 2016, Interpretação de Textos
    O texto tece reflexões acerca do passado, do futuro e do presente, argumentando a favor da ideia de que se deve
    Escolha uma alternativa para a questão 40cc38c2-b2
  • Linguagens

    Português

    O vírus zika segue sua escalada. Ele é suspeito de causar boa parte dos 3.611 casos de microcefalia em bebês no Brasil desde outubro de 2015, segundo o levantamento mais recente do Ministério da Saúde. No dia 17 de janeiro, a Organização Pan-Americana da Saúde na região, declarou que 18 países, praticamente toda a América Latina, já detectaram casos de infecção pelo vírus. O invasor chegou até a América do Norte. Durante a última semana, apareceram notificações de casos nos Estados Unidos. Foram duas gestantes em Illinois, outra com suspeita de zika na Califórnia e três pessoas diagnosticadas na Flórida. Esses casos se somam aos primeiros registrados no início do mês: uma mulher no Texas e um bebê que nasceu com microcefalia no Havaí. [...] Um novo estudo, elaborado por um grupo internacional de pesquisadores, sugere que é questão de tempo até que o vírus comece a se disseminar dentro dos Estados Unidos e, possivelmente, da Europa. [...]
    BUSCATO, Marcela. Época, 25 de janeiro de 2016, p. 42 (fragmento).

    Ao descrever a crescente trajetória do vírus zika, por meio de dados oficiais, a produtora do texto tem por objetivo: 
    Escolha uma alternativa para a questão 40c24337-b2
  • Linguagens

    Espanhol

    Computadoras que aprenden y dialogan con el ser humano

    Steve Lohr y John Markoff

        Hace décadas que los investigadores buscan la inteligencia artificial. Pero en los últimos años se produjo un gran progreso: ya hay máquinas capaces de escuchar, hablar, ver, razonar y aprender. Un completísimo informe con los últimos avances y cómo impactará en el mundo laboral y social.

        “Hola, gracias por venir”, dice la asistente, dirigiéndose a una madre con su hijo de 5 años. “¿Están aquí por su hijo o por usted?”

        “Por mi hijo”, responde la madre. “Tiene diarrea”.

        “Oh, lo lamento”, dice, mirando al niño.

        La asistente le pregunta a la madre si ha tenido otros síntomas, por ejemplo fiebre (“leve”) y dolor abdominal (“él no se ha quejado”).

        Entonces se dirige nuevamente al niño: “¿Te duele el estómago?” “Sí”, replica él.

        Después de hacer algunas preguntas más, la asistente declara que “por el momento no hay nada preocupante”. Luego les da una consulta con un médico para un par de días después. La madre toma a su hijo de la mano para salir del consultorio. Pero él mira todo el tiempo hacia atrás, mira a la asistente y parece reacio a irse.

        Tal vez sea porque la asistente es la imagen irreal de la cara de una mujer en la pantalla de una computadora: un avatar sin adornos. Sus palabras amables son espasmódicas, nerviosas, monótonas y mecánicas. Pero está capacitada para hacer lo que hace, entiende el habla de una persona, reconoce ciertos síntomas en un niño y razona según reglas sencillas: hacer un diagnóstico inicial de la indisposición de un niño y de su gravedad. Y ganarse la simpatía de un chico de cinco años.

        “Nuestros hijos pequeños y nuestros nietos pensarán que es completamente natural hablar con las máquinas y entenderlas”, dijo Eric Horvitz, un científico de la computación, que está en el laboratorio de investigación de Microsoft donde se desarrolla el proyecto “Avatar médico”, uno de los varios que pretenden demostrar que tal vez dentro de poco tiempo las personas y las computadoras podrán comunicarse.

        Hace décadas que los investigadores en informática se propusieron llegar a la inteligencia artificial, es decir a la utilización de computadoras para simular el pensamiento humano. Pero en los últimos años se ha producido un rápido progreso: ya hay máquinas capaces de escuchar, hablar, ver, razonar y aprender, a su manera. Según los científicos y los economistas, las perspectivas para el futuro son que la inteligencia artificial no sólo transformará la forma en que seres humanos y máquinas se comunican y colaboran, sino que además eliminará millones de puestos de trabajo, creará muchos otros y modificará la índole del trabajo y de las rutinas diarias.

        La tecnología de inteligencia artificial que más ha avanzado en el ámbito de la vida cotidiana es la comprensión de lo que los seres humanos le dicen a la máquina. Actualmente, en vez de tipear mucha gente le habla a su teléfono celular para buscar cosas. Los servicios de búsqueda tanto de Google como de Microsoft ahora responden a comandos de voz. Y muchísimos conductores les piden a sus automóviles cosas como buscar direcciones o poner música.

        El número de médicos estadounidenses que utilizan software de voz para grabar y registrar las historias clínicas y los tratamientos de sus pacientes se ha triplicado en los últimos tres años, llegando a 150.000. El progreso es sorprendente. Hace algunos años, el músculo supraspinatus (músculo supraespinoso, un músculo de rotación del hombro), fue traducido como “banana fish”, algo así como “banana espinosa”. Hoy en día, el software transcribe perfectamente todo tipo de terminología médica, dicen los profesionales. Tiene, en cambio, problemas con palabras de uso corriente y con la gramática, lo que requiere correcciones en una de cada cuatro oraciones, aproximadamente.

        “Es increíble cuánto ha mejorado en los últimos cinco años”, dijo el Dr. Michael A. Lee, un pediatra de Norwood, Massachusetts, quien usa rutinariamente software de transcripción. “Pero por alguna razón, tiene un problema con las palabras “ella” y “él”. Cuando yo digo “ella”, escribe “él”. La tecnología es sexista: le gusta escribir “él”.

        A pesar de todo, el software de traducción que está siendo sometido a prueba por la Defense Advanced Research Projects Agency (Proyectos de Investigación Avanzada de la Agencia de Defensa) es lo suficientemente rápido como para mantener conversaciones simples. En Irak, con algunos soldados el inglés se traduce al árabe y el árabe al inglés. Pero todavía queda un largo camino por recorrer. Por ejemplo, cuando un soldado le preguntó a un civil “¿qué lleva usted en su camión?” la respuesta en árabe fue: “transporto tomates”. “[I am] carrying tomatoes”. Pero la traducción inglesa fue que transportaba “tomates preñados”. El software de voz entendió “carrying” [preñada] pero no entendió el contexto.

        Aunque todavía está lejos de la perfección, el software de reconocimiento de voz es lo suficientemente bueno desde muchos puntos de vista. Tomemos como ejemplo los “call centers”. Hoy en día el software de voz permite que muchos llamados se automaticen íntegramente. Y ciertos sistemas más avanzados son capaces de entender hasta lo que dice un cliente perplejo ante un producto que ha comprado y no funciona bien. Y además, también son capaces de poner en contacto al cliente con la persona adecuada, lo que le ahorra frustración y tiempo. Pueden detectar el enojo en la voz y responder en consecuencia: por lo general, pasándole el llamado a un gerente. 

        De modo que el futuro es incierto para muchos de los cuatro millones de empleados que, según se estima, trabajan en los call centers de todo Estados Unidos; o para los 100.000 transcripcionistas médicos, cuyos empleos ya estaban amenazados por el traslado al exterior. “Todo el trabajo básico que puede automatizarse ya está en la mira de la tecnología y de la globalización, y el paulatino perfeccionamiento de la inteligencia artificial sólo magnifica esa realidad”, dijo Erik Brynjolfsson, un economista de la Facultad de Administración de Empresas de la Sloan School del MIT (Massachusetts Institute of Technology).

        Pero el profesor Brynjolfsson sostiene que la inteligencia artificial también favorecerá la innovación y creará oportunidades, tanto para los individuos como para las empresas, así como la Internet ha llevado a nuevos negocios, como Google, y a nuevas formas de comunicación, como los blogs y las redes sociales. Algún día, predicen los expertos, las máquinas inteligentes guiarán a los estudiantes, asistirán a los cirujanos y conducirán vehículos sin ningún riesgo.

    […]

    The New York Times, 03 de julio de 2010. Traducción de Ofelia Castillo. Texto adaptado. Disponible en: <http://www.clarin.com/internet/computadoras-hablan-mantienen-dialogos-humano_0_290371186.html>

    Leia o fragmento a seguir, extraído do texto.


    La asistente le pregunta a la madre si ha tenido otros síntomas, por ejemplo fiebre (“leve”) y dolor abdominal (“él no se ha quejado”).


    Com base no fragmento acima, assinale a alternativa correspondente à pergunta que a assistente teria feito à mãe.

    Escolha uma alternativa para a questão cb4bb1c5-b0
  • Linguagens

    Espanhol

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    Nos trechos abaixo, os termos em destaque identificam o autor do texto como valenciano, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 22af0a93-b0
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    Espanhol

    Entre as diversas razões expostas pelo autor do texto a favor do esporte “pelota valenciana”, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 22a97e74-b0
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    Espanhol

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    “No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc.” (párrafo 3)


    No período acima, o autor, para explicar sua ideia,

    Escolha uma alternativa para a questão 22977ef1-b0