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Questões: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Paraná (IF-PR) — com gabarito

119 questões de Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Paraná (IF-PR), de 2015 a 2016. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

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119 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 6.

  • AB725AA6-B3

    Português

    Gêneros Textuais
    IF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    (...)
    Em lugares distantes, onde não há hospital
    nem escola
    homens que não sabem ler e morrem de fome
    aos 27 anos
    plantaram e colheram a cana
    que viraria açúcar.
    Em usinas escuras,
    homens de vida amarga
    e dura
    produziram este açúcar
    branco e puro
    com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

    Leia atentamente os textos a seguir.

    I) Sempre que se começa a ter amor a alguém, no ramerrão, o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja, e vai, na ideia, querendo e ajudando, mas quando é destino dado, maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer, e é um só facear com as surpresas. Amor desse, cresce primeiro; brota é depois (Guimarães Rosa)

    II) Quem já passou

    Por esta vida e não viveu

    Pode ser mais, mas sabe menos do que eu

    Porque a vida só se dá

    Pra quem se deu

    Pra quem amou, pra quem chorou

    Pra quem sofreu, ai (Vinícius de Moraes de Toquinho).


    III) Mas quem sente muito, cala;

    Quem quer dizer quanto sente

    Fica sem alma nem fala,

    Fica só, inteiramente! (Fernando Pessoa).


    IV) João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número

    Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

    Bebeu

    Cantou

    Dançou

    Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado. (Manuel Bandeira).


    V) Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura (Friedrich Nietzsche).


    Da mesma forma que o texto de Ferreira Gullar, são textos poéticos: 

    Escolha uma alternativa para a questão ab725aa6-b3
  • AB6F0F85-B3

    Português

    Figuras de Linguagem
    IF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    (...)
    Em lugares distantes, onde não há hospital
    nem escola
    homens que não sabem ler e morrem de fome
    aos 27 anos
    plantaram e colheram a cana
    que viraria açúcar.
    Em usinas escuras,
    homens de vida amarga
    e dura
    produziram este açúcar
    branco e puro
    com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

    Na 2ª estrofe do poema de Ferreira Gullar, há figuras de linguagem que reforçam a carga poética do texto. Leia atentamente os textos a seguir.

    I) O amor é o fogo que arde sem se ver;

    É ferida que dói e não se sente;

    É um contentamento descontente;

    É dor que desatina sem doer (Legião Urbana).

    II) Na outra margem do rio uma casa acendeu. Dois galos ensaiaram. O farol que estava na mão do homem apagou. A lancha apitou despedida. O Porto de manga está amanhecendo (Manoel de Barros).

    III) Se fosse só para medir a dimensão de nossos homens públicos, nem teria sido necessário inventar o sistema métrico decimal (Millôr Fernandes).

    IV) Como, se na desordem do armário embutido

    Meu paletó enlaça o teu vestido

    E o meu sapato inda pisa no teu (Chico Buarque).


    Identifique, em quais textos, pelo menos um desses recursos está presente e assinale a alternativa correspondente.

    Escolha uma alternativa para a questão ab6f0f85-b3
  • AB6A7899-B3

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    IF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    (...)
    Em lugares distantes, onde não há hospital
    nem escola
    homens que não sabem ler e morrem de fome
    aos 27 anos
    plantaram e colheram a cana
    que viraria açúcar.
    Em usinas escuras,
    homens de vida amarga
    e dura
    produziram este açúcar
    branco e puro
    com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
    Os recursos expressivos e o enfoque do tema emprestam ao texto um caráter:
    Escolha uma alternativa para a questão ab6a7899-b3
  • AB662132-B3

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    IF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Deuses e Demônios.

    A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.

    Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.

    O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)

    Entre as orações abaixo, assinaladas de (a) a (d) no texto, identifique a única em que a palavra “que” tem função diferente das demais:
    Escolha uma alternativa para a questão ab662132-b3
  • AB635103-B3

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    IF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Deuses e Demônios.

    A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.

    Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.

    O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)

    Assinale a alternativa em que a palavra “como” tem o mesmo valor que a da expressão “como o de Dionísio”, grifada no texto (1o parágrafo).
    Escolha uma alternativa para a questão ab635103-b3
  • AB603A66-B3

    Português

    Análise sintática
    IF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Deuses e Demônios.

    A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.

    Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.

    O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)

    Em relação aos elementos negritados no texto, é possível afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ab603a66-b3
  • AB5AA39B-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Deuses e Demônios.

    A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.

    Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.

    O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)

    Da leitura do texto, pode-se inferir que:
    Escolha uma alternativa para a questão ab5aa39b-b3
  • 44B35DA8-FC

    Português

    Acentuação Gráfica: acento diferencial
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Canadense prodígio já ajudou a perfurar mil
    poços em 16 países

        Ryan Hreljac não tem mais o ar infantil que ficou conhecido mundo afora, antes mesmo do fenômeno de viralização na internet. Em 1997, o menino canadense de 6 anos ficou incomodado ao descobrir que crianças na África não tinham acesso à água. Decidiu que precisava agir e juntou, durante quatro meses de serviços domésticos, os US$ 70 (equivalente hoje a R$ 280) que um professor havia dito que eram necessários para abrir um poço. Mas o dinheiro pagava apenas a bomba manual. Ryan não desistiu e começou, então, uma campanha emocionante que se espalhou por vários países. De lá para cá, mil poços abertos em 16 nações beneficiam 1 milhão de pessoas.
        Além das ações práticas para resolver problemas concretos e destacar a necessidade de preservação da água, Ryan – hoje recém-formado em Ciência Política Internacional e aos 24 anos – também se dedica a engajar pessoas. Já esteve em dezenas de conferências internacionais e deu palestras, pela internet, para centenas de escolas pelo mundo. (...) A Gazeta do Povo conversou com ele, via Skype, sobre o trabalho que vem desempenhando na Ryan’s Well Foundation. Confira a entrevista em que ele defende que nunca se é jovem demais para se engajar em uma causa.
        Você acredita que os jovens estão engajados nas questões ambientais?
        Na juventude, eu acho que há diversas coisas que nos desencorajam a respeito de se envolver. Mas nessa fase você tem habilidades de olhar para os problemas de uma maneira mais simples. Quando eu era criança, não entendia o tamanho e a complexidade do problema. Mas porque eu queria fazer a diferença, eu fui lá e fiz. E eu não acho que os adultos têm esse tipo de mentalidade, sabe? Esse jeito de olhar razões para fazer algo, ao invés de olhar razões para não fazer algo. Você nunca é jovem demais para se engajar.
       Como foi o seu primeiro contato com a perspectiva da falta de água?
        Quando estava na primeira série, meu professor falou que iríamos arrecadar fundos para países subdesenvolvidos. E o que o meu professor teve que explicar, porque nós tínhamos apenas 6 anos, era que nem todas as crianças tinham acesso à água limpa. Ele disse que essas crianças tinham que andar mais de cinco quilômetros para conseguir água limpa. Só que eu não sabia quanto era cinco quilômetros e ele disse “são 5 mil passos”. Então eu fiz o caminho da minha sala para o bebedouro e vi que davam 10 passos e então fui e voltei algumas vezes para saber o quão longe seria o percurso dessas crianças. Eu acho que uma coisa que aprendemos especialmente quando somos crianças é sobre dividir e ter a consciência de justiça.
    Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/
    mundo. Acesso em 22.09.2015

    Em relação ao texto, considere as seguintes afirmativas:

    I) No quarto parágrafo, a expressão na juventude vem isolada por vírgula por se tratar de uma circunstância de tempo deslocada.

    II) No quarto parágrafo, a conjunção E introduz uma ideia de proporção à oração anterior.

    III) No quarto parágrafo, o verbo têm está no plural porque concorda com o sujeito plural os adultos.



    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão 44b35da8-fc
  • 44A5460E-FC

    Português

    Acentuação Gráfica: acento diferencial
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    PARA A QUESTÃO, TOME POR BASE OS DITADOS POPULARES LISTADOS A SEGUIR. 

    I)       Antes prevenir do que remediar.
    II)      Quando vires a barba do vizinho arder, põe a tua de molho.
    III)     Após a tempestade, vem a bonança.
    IV)    Uma ovelha má põe um rebanho a perder.
    V)     Dois olhos veem mais do que um só.
    VI)    Há males que vêm para o bem.
    VII)   Devagar se vai ao longe.
    VIII)  O pior cego é o que não quer ver.
    IX)    Antes que cases, vê o que fazes.
    X)     Se queres conhecer o vilão, põe-lhe uma vara na mão.
    Analise a reescrita dos textos dos ditados populares, de acordo com a norma padrão, após feitas as modificações solicitadas entre parênteses. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 44a5460e-fc
  • 449B3BD7-FC

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
       A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116) 
    O texto apresenta problemas em relação à coesão, pois emprega inadequadamente alguns pronomes (em negrito). Assinale a alternativa correta em relação ao emprego desses elementos referenciais.
    Escolha uma alternativa para a questão 449b3bd7-fc
  • 44913935-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
       A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116) 
    Assinale a alternativa que apresenta a caracterização de uma obra clássica, de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 44913935-fc
  • B4454A8F-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Canadense prodígio já ajudou a perfurar mil poços em 16 países

        Ryan Hreljac não tem mais o ar infantil que ficou conhecido mundo afora, antes mesmo do fenômeno de viralização na internet. Em 1997, o menino canadense de 6 anos ficou incomodado ao descobrir que crianças na África não tinham acesso à água. Decidiu que precisava agir e juntou, durante quatro meses de serviços domésticos, os US$ 70 (equivalente hoje a R$ 280) que um professor havia dito que eram necessários para abrir um poço. Mas o dinheiro pagava apenas a bomba manual. Ryan não desistiu e começou, então, uma campanha emocionante que se espalhou por vários países. De lá para cá, mil poços abertos em 16 nações beneficiam 1 milhão de pessoas.
        Além das ações práticas para resolver problemas concretos e destacar a necessidade de preservação da água, Ryan – hoje recém-formado em Ciência Política Internacional e aos 24 anos – também se dedica a engajar pessoas. Já esteve em dezenas de conferências internacionais e deu palestras, pela internet, para centenas de escolas pelo mundo. (...) A Gazeta do Povo conversou com ele, via Skype, sobre o trabalho que vem desempenhando na Ryan’s Well Foundation. Confira a entrevista em que ele defende que nunca se é jovem demais para se engajar em uma causa.

    Você acredita que os jovens estão engajados nas questões ambientais?

        Na juventude, eu acho que há diversas coisas que nos desencorajam a respeito de se envolver. Mas nessa fase você tem habilidades de olhar para os problemas de uma maneira mais simples. Quando eu era criança, não entendia o tamanho e a complexidade do problema. Mas porque eu queria fazer a diferença, eu fui lá e fiz. E eu não acho que os adultos têm esse tipo de mentalidade, sabe? Esse jeito de olhar razões para fazer algo, ao invés de olhar razões para não fazer algo. Você nunca é jovem demais para se engajar.

    Como foi o seu primeiro contato com a perspectiva da falta de água?

    Quando estava na primeira série, meu professor falou que iríamos arrecadar fundos para países subdesenvolvidos. E o que o meu professor teve que explicar, porque nós tínhamos apenas 6 anos, era que nem todas as crianças tinham acesso à água limpa. Ele disse que essas crianças tinham que andar mais de cinco quilômetros para conseguir água limpa. Só que eu não sabia quanto era cinco quilômetros e ele disse “são 5 mil passos”. Então eu fiz o caminho da minha sala para o bebedouro e vi que davam 10 passos e então fui e voltei algumas vezes para saber o quão longe seria o percurso dessas crianças. Eu acho que uma coisa que aprendemos especialmente quando somos crianças é sobre dividir e ter a consciência de justiça.

    Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/ mundo. Acesso em 22.09.2015
    Segundo o texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b4454a8f-ca
  • B43D098A-CA

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    PARA A QUESTÃO, TOME POR BASE OS DITADOS POPULARES LISTADOS A SEGUIR.

    I) Antes prevenir do que remediar.
    II) Quando vires a barba do vizinho arder, põe a tua de molho.
    III) Após a tempestade, vem a bonança.
    IV) Uma ovelha má põe um rebanho a perder.
    V) Dois olhos veem mais do que um só.
    VI) Há males que vêm para o bem.
    VII) Devagar se vai ao longe.
    VIII) O pior cego é o que não quer ver.
    IX) Antes que cases, vê o que fazes.
    X) Se queres conhecer o vilão, põe-lhe uma vara na mão.
    Faça a correlação dos ditados listados, com seus respectivos significados.

    ( ) Convém ser cauteloso, pois podem nos ocorrer os mesmos dissabores que ao próximo.
    ( ) As vitórias são obtidas com paciência e perseverança.
    ( ) Depois de confusões, desentendimentos, conflitos, as coisas se acalmam.
    ( ) É melhor evitar problemas do que ter que arcar com as consequências.
    ( ) É sempre bom recorrer a um conselheiro antes de tomar decisões difíceis.
    ( ) O que parecia uma desgraça pode nos trazer resultados proveitosos.
    ( ) É melhor pensar bem antes de tomar decisões sérias.
    ( ) As pessoas se revelam quando exercem o poder.


    Assinale a alternativa que registra a correlação adequada, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão b43d098a-ca
  • B4380BDB-CA

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO

    A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116)
    O texto apresenta problemas em relação à coesão, pois emprega inadequadamente alguns pronomes (em negrito). Assinale a alternativa correta em relação ao emprego desses elementos referenciais.
    Escolha uma alternativa para a questão b4380bdb-ca
  • B434B2D7-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO

    A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116)
    Assinale a alternativa que apresenta a caracterização de uma obra clássica, de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão b434b2d7-ca
  • B4315227-CA

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Concordância verbal, Concordância nominal

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Concordância verbal, Concordância nominal


    Excerto de Folha Universal, 16 de agosto de 2015, pp. 4 a 5.

    Com relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta, conforme a norma culta padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão b4315227-ca
  • B4281451-CA

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Coesão e coerência


    Excerto de Folha Universal, 16 de agosto de 2015, pp. 4 a 5.

    Assinale a alternativa em que o termo em negrito é substituído sem que haja alteração de sentido. 
    “Necessidade cada vez maior de conexão com a tecnologia para se sentir bem”. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4281451-ca
  • B424B6A4-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Interpretação de Textos


    Excerto de Folha Universal, 16 de agosto de 2015, pp. 4 a 5.

    De acordo com o texto é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b424b6a4-ca