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Instituição

Questões: Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) — com gabarito

5.411 questões de Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), de 2005 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 5.411 questões
  • 21 provas

Resultados: 1.488 questões

Página 4 de 75

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, ENEM 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension



    Disponível em: https://mir-s3-cdn-cf.behance.net. Acesso em: 29 out. 2021 (adaptado).



    Esse cartaz de campanha sugere que

    Escolha uma alternativa para a questão a01d8f7d-ab
  • Linguagens

    Português

        Criado há cerca de 20 anos na Califórnia, o mountainboard é um esporte de aventura que utiliza uma
    espécie de skate off-road para realizar manobras similares às das modalidades de snowboard, surf e do próprio skate. A atividade chegou ao Brasil em 1997 e hoje possui centenas de praticantes, um circuito nacional respeitável e mais de uma dezena de pistas espalhadas pelo país. Segundo consta na história oficial, o mountainboard foi criado por praticantes de snowboard que sentiam falta de praticar o esporte nos períodos sem neve. Para isso, eles desenvolveram um equipamento bem simples: uma prancha semelhante ao modelo utilizado na neve (menor e um pouco menos flexivel), com dois eixos bem resistentes, alças para encaixar os pés e quatro pneus com câmaras de ar para regular a velocidade que pode ser alcançada em diferentes condições. Com essa configuração, o esporte se mostrou possível em diversos tipos de terrenos: grama, terra, pedras, asfalto e areia. Além desses pisos, também é possível procurar pelas próprias trilhas para treinar as manobras.

    Disponível em: www.webventure.com.br. Acesso em: 19 jun. 2019.

    A história da prática do moutainboard representa uma das principais marcas das atividades na aventura, caracterizada pela
    Escolha uma alternativa para a questão 371fc404-63
  • Linguagens

    Português

    Assentamento

    Zanza daqui
    Zanza pra acolá
    Fim de feira, periferia afora
    A cidade não mora mais em mim
    Francisco, Serafim
    Vamos embora

    Ver o capim
    Vero baobá
    Vamos ver a campina quando flora
    A piracema, rios contravim
    Binho, Bel, Bia, Quim
    Vamos embora

    Quando eu morrer
    Cansado de guerra
    Morro de bem
    Com a minha terra:
    Cana, caqui
    Inhame, abóbora
    Onde só vento se semeava outrora
    Amplidão, nação, sertão sem fim
    Ó Manuel, Miguilim
    Vamos embora
    BUARQUE, C. As cidades. Rio de Janeiro: RCA, 1998 (fragmento).

    Nesse texto, predomina a função poética da linguagem. Entretanto, a função emotiva pode ser identificada no ver

    Escolha uma alternativa para a questão 370abd4c-63
  • Linguagens

    Português

        A conquista da medalha de prata por Rayssa Leal, no skate street nos Jogos Olimpicos, é exemplo da  representatividade feminina no esporte, avalia a âncora do jornal da rede de televisão da CNN. A A apresentadora, que também anda de skate, celebrou a vitória da brasileira que entrou para a história como a atleta mais nova a subir num pódio defendendo o Brasil. “Essa representatividade do esporte nos Jogos faz pensarmos que não temos que ficar nos encaixando em nenhum lugar. Posso gostar de passar notícia e, mesmo assim, gostar de skate, subir montanha, mergulhar, andar de bike, fazer yoga. Temos 
    que parar de ficar enquadrando as pessoas dentro de regras. A gente vive num padrão no qual a menina ganha boneca, mas por que também não fazer um esporte de aventura? Por que o homem pode se machucar, cair de joelhos, e a menina tem que estar sempre lindinha dentro de um padrão? Acabamos limitando os talentos das pessoas”, afirmou a jornalista, sobre a prática do Skate por mulheres.

    Disponível em: www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 31 out 2021 (adaptado)

    O discurso da jornalista traz questionamentos sobre a relação da conquista da skatista com a
    Escolha uma alternativa para a questão 37081163-63
  • Linguagens

    Português

    O complexo de falar difícil


            O que importa realmente é que o(a) detentor(a) do notável saber jurídico saiba quando e como deve fazer uso desse português versão 2.0, até porque não tem necessidade de alguém entrar numa padaria de manhã com aquela cara de sono falando o seguinte: “Por obséquio, Vossa Senhoria teria a hipotética possibilidade de estabelecer com minha pessoa umarelação de compra e venda, mediante as imposições dos códigos Civil e do Consumidor, para que seja possível a obtenção de 10 pãezinhos em temperatura estável para que a relação pecuniária no valor de RS 5,00 seja plenamente legitima e capaz de saciarminha fome matinal?”.


            O problema é que temos uma cultura de valorizar quem demonstra ser inteligente ao invés de valorizar quem é. Pela nossa lógica, todo mundo que fala dificil tende a ser mais inteligente do que quem valoriza o simples, 99,9% das pessoas que estivessem na padaria iriam ficar boquiabertas se alguém fizesse uso das palavras que eu disse acima em plenas 7 da manhã em vez de dizer: “Bom dia! O senhor poderia me vender cinco reais de pão francês?”


        Agora entramos na parte interessante: o que realmente é falar dificil? Simplesmente fazer uso de palavras que a maioria nao faz ideia do que seja é um ato de falar difícil? Eu penso que não, mas é assim que muita gente age. Falar dificil é fazer uso do simples, mas com coerência e coesão, deixar tudo amarradinho gramaticalmente falando. Falar dificil pode fazer alguém parecer inteligente, mas não por muito tempo. É claro que em alguns momentos não temos como fugir do português rebuscado, do juridiquês propriamente dito, como no caso de documentos jurídicos, entre outros.

    ARAÚJO, H. Disponível om: www.diariojurista.com Acesso em 20 nov. 2021 (adaptado)
     

    Nesso artigo de opinião, ao fazer uso de uma fala rebuscada no exemplo da compra do pão, o autor
    evidencia a importância de(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 37057445-63
  • Linguagens

    Português

    Pisoteamento, arrastão, empurra-empurra, agressões, vandalismo e até furto a um torcedor que estava caído no asfalto após ser atropelado nas imediações do estádio do Maracanã. As cenas de selvageria tiveram como estopim a invasão de milhares de torcedores sem ingresso, que furaram o bloqueio policial e transformaram o estádio em terra de ninguém. Um reflexo não só do quadro de insegurança que assola o Rio de Janeiro, mas também de como a violência social se embrenha pelo esporte mais popular do país. Em 2017, foram registrados 104 episódios de violência no futebol brasileiro, que resultaram em 11 mortes de torcedores. Desde 1995, quando 101 torcedores ficaram feridos e um morreu durante uma batalha campal no estádio do Pacaembu, autoridades têm focado as ações de enfrentamento à violência no futebol em grupos uniformizados, alguns proibidos de frequentar estádios. Porém, a postura meramente repressiva contra torcidas organizadas é ineficaz em uma sociedade que registra mais de 61000 homicídios por ano. “É impossível dissociar a escalada de violência no futebol do panorama de desordem pública, social, econômica e política vivida pelo pais”, de acordo com um doutor em sociologia do esporte.
    Disponível em: https://brasil.elpais.com. Acesso em: 22 jun. 2019 (adaptado)


    Nesse texto, a violência no futebol está caracterizada como um(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 36f77032-63
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2022, Interpretação de Textos


    Para convencer o público-alvo sobre a necessidade de um trânsito mais seguro, essa peça publicitária apela para o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 36dcc589-63
  • Linguagens

    Português

    Amor na escola


            Duas da madrugada. O casal que discute no andar de baixo está tentando aprender. Eles pensavam que era só vestir branco, caprichar na decoração e fazer os convites chegarem a tempo. Mas não. Na escola, até logaritmo nos foi ensinado. Decoramos a tabela periódica. Nos empurraram química orgânica. Mas nada nos foi dito sobre o amor.


    GUERRA, C. Disponível em: http://vejabh.abril.com.br. Acesso em: 19 nov. 2014.



    Qual é o recurso que identifica esse texto como uma crônica? 

    Escolha uma alternativa para a questão 25a0afad-7a
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    Imagem da questão de Português, ENEM 2022, Interpretação de Textos

    Artista Efigênia Ramos Rolim vestindo uma de suas criações.

    Disponível em: www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br. Acesso em: 18 jun. 2019. 


    TEXTO II


            Artista popular, inquieta e sonhadora, mais conhecida como a “Rainha do Papel de Bala”, Efigênia Ramos Rolim dá vida à sua arte usando o lixo como matéria-prima para construir objetos artísticos que refletem seu olhar fantástico do cotidiano. Sua produção inclui peças de vestuário, carrinhos de madeira customizados e um grande número de personagens realizados com material reciclado que remetem a histórias irreais, surgidas da sua imaginação. Já teve sua obra exposta ao lado de nomes como Arthur Bispo do Rosário e recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, a mais alta honraria concedida pelo órgão aos artistas brasileiros.

    Disponível em: http://bienaldecuritiba.com.br.

    Acesso em: 18 jun. 2019 (adaptado).


    A artista Efigênia Ramos Rolim destaca-se por produzir peças que, ao serem vestidas, 

    Escolha uma alternativa para a questão 25710476-7a
  • Linguagens

    Português

    Falso moralista

    Você condena o que a moçada anda fazendo
    e não aceita o teatro de revista
    arte moderna pra você não vale nada
    e até vedete você diz não ser artista

    Você se julga um tanto bom e até perfeito
    Por qualquer coisa deita logo falação
    Mas eu conheço bem o seu defeito
    e não vou fazer segredo não

    Você é visto toda sexta no Joá
    e não é só no Carnaval que vai pros bailes se acabar
    Fim de semana você deixa a companheira
    e no bar com os amigos bebe bem a noite inteira

    Segunda-feira chega na repartição
    pede dispensa para ir ao oculista
    e vai curar sua ressaca simplesmente
    Você não passa de um falso moralista

    NELSON SARGENTO. Sonho de um sambista. São Paulo: Eldorado, 1979.
    As letras de samba normalmente se caracterizam por apresentarem marcas informais do uso da língua. Nessa letra de Nelson Sargento, são exemplos dessas marcas
    Escolha uma alternativa para a questão 30906ab1-57
  • Linguagens

    Português

    Reaprender a ler notícias

        Não dá mais para ler um jornal, revista ou assistir a um telejornal da mesma forma que fazíamos até o surgimento da rede mundial de computadores. O Observatório da Imprensa antecipou isso lá nos idos de 1996 quando cunhou o slogan “Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito”. De fato, hoje já não basta mais ler o que está escrito ou falado para estar bem informado. É preciso conhecer as entrelinhas e saber que não há objetividade e nem isenção absolutas, porque cada ser humano vê o mundo de uma forma diferente. Ter um pé atrás passou a ser a regra básica número um de quem passa os olhos por uma primeira página, capa de revista ou chamadas de um noticiário na TV.
        Há uma diferença importante entre desconfiar de tudo e procurar ver o maior número possível de lados de um mesmo fato, dado ou evento. Apenas desconfiar não resolve porque se trata de uma atitude passiva. É claro, tudo começa com a dúvida, mas a partir dela é necessário ser proativo, ou seja, investigar, estudar, procurar os elementos ocultos que sempre existem numa notícia. No começo é um esforço solitário que pode se tornar coletivo à medida que mais pessoas descobrem sua vulnerabilidade informativa.

    Disponível em: www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 30 set. 2015 (adaptado).
    No texto, os argumentos apresentados permitem inferir que o objetivo do autor é convencer os leitores a
    Escolha uma alternativa para a questão 30720199-57
  • Linguagens

    Português

        O solo A morte do cisne, criado em 1905 pelo russo Mikhail Fokine a partir da música do compositor francês Camille Saint-Saens, retrata o último voo de um cisne antes de morrer. Na versão original, uma bailarina com figurino impecavelmente branco e na ponta dos pés interpreta toda a agonia da ave se debatendo até desfalecer.
        Em 2012, John Lennon da Silva, de 20 anos, morador do bairro de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, elaborou um novo jeito de dançar a coreografia imortalizada pela bailarina Anna Pavlova. No lugar de um colã e das sapatilhas, vestiu calça jeans, camiseta e tênis. Em vez de balé, trouxe o estilo popping da street dance. Sua apresentação inovadora de A morte do cisne, que foi ao ar no programa Se ela dança, eu danço, virou hit no YouTube.

    Disponível em: www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 18 jun. 2019 (adaptado).
    A forma original de John Lennon da Silva reinterpretar a coreografia de A morte do cisne demonstra que
    Escolha uma alternativa para a questão 30618764-57
  • Linguagens

    Português

    Intenso e original, Son of Saul retrata horror do holocausto

        Centenas de filmes sobre o holocausto já foram produzidos em diversos países do mundo, mas nenhum é tão intenso como o húngaro Son of Saul, do estreante em longa-metragens László Nemes, vencedor do Grande Prêmio do Júri no último Festival de Cannes.
        Ao contrário da grande maioria das produções do gênero, que costuma oferecer uma variedade de informações didáticas e não raro cruza diferentes pontos de vista sobre o horror do campo de concentração, o filme acompanha apenas um personagem.
        Ele é Saul (Géza Röhrig), um dos encarregados de conduzir as execuções de judeus como ele que, por um dia e meio, luta obsessivamente para que um menino já morto — que pode ou não ser seu filho — tenha um enterro digno e não seja simplesmente incinerado.
        O acompanhamento da jornada desse prisioneiro é no sentido mais literal que o cinema pode proporcionar: a câmera está o tempo todo com o personagem, seja por sobre seus ombros, seja com um close em primeiro plano ou em sua visão subjetiva. O que se passa ao seu redor é secundário, muitas vezes desfocado.
        Saul percorre diferentes divisões de Auschwitz à procura de um rabino que possa conduzir o enterro da criança, e por isso pouco se envolve nos planos de fuga que os companheiros tramam e, quando o faz, geralmente atrapalha. “Você abandonou os vivos para cuidar de um morto”, acusa um deles.
        Ver toda essa via crucis é por vezes duro e exige certa entrega do espectador, mas certamente é daquelas experiências cinematográficas que permanecem na cabeça por muito tempo.
        O longa já está sendo apontado como o grande favorito ao Oscar de filme estrangeiro. Se levar a estatueta, certamente não faltará quem diga que a Academia tem uma preferência por quem aborda a 2ª Guerra. Por mais que exista uma dose de verdade na afirmação, premiar uma abordagem tão ousada e radical como Son of Saul não deixaria de ser um passo à frente dos votantes.

    Carta Capital, n. 873, 22 out. 2015. 
    A resenha é, normalmente, um texto de base argumentativa. Na resenha do filme Son of Saul, o trecho da sequência argumentativa que se constitui como opinião implícita é
    Escolha uma alternativa para a questão 303c23f9-57
  • Linguagens

    Português

    Comportamento geral


    Você deve estampar sempre um ar de alegria

    E dizer: tudo tem melhorado

    Você deve rezar pelo bem do patrão

    E esquecer que está desempregado


    Você merece

    Você merece

    Tudo vai bem, tudo legal

    Cerveja, samba, e amanhã, seu Zé

    Se acabarem com teu carnaval


    Você deve aprender a baixar a cabeça

    E dizer sempre: muito obrigado

    São palavras que ainda te deixam dizer

    Por ser homem bem disciplinado


    Deve pois só fazer pelo bem da nação

    Tudo aquilo que for ordenado

    Pra ganhar um fuscão no juízo final

    E diploma de bem-comportado


    GONZAGUINHA. Luiz Gonzaga Jr. Rio de Janeiro: Odeon, 1973 (fragmento).


    Pela análise do tema e dos procedimentos argumentativos utilizados na letra da canção composta por Gonzaguinha na década de 1970, infere-se o objetivo de

    Escolha uma alternativa para a questão ac563545-57
  • Linguagens

    Português

    Intenso e original, Son ofSaul retrata horror
    do holocausto

        Centenas de filmes sobre o holocausto já foram produzidos em diversos países do mundo, mas nenhum é tão intenso como o húngaro Son of Saul, do estreante em longa-metragens László Nemes, vencedor do Grande Prêmio do Júri no último Festival de Cannes.

        Ao contrário da grande maioria das produções do gênero, que costuma oferecer uma variedade de informações didáticas e não raro cruza diferentes pontos de vista sobre o horror do campo de concentração, o filme acompanha apenas um personagem.

        Ele é Saul (Géza Rõhrig), um dos encarregados de conduzir as execuções de judeus como ele que, por um dia e meio, luta obsessivamente para que um menino já morto — que pode ou não ser seu filho — tenha um enterro digno e não seja simplesmente incinerado.

        O acompanhamento da jornada desse prisioneiro é no sentido mais literal que o cinema pode proporcionar: a câmera está o tempo todo com o personagem, seja por sobre seus ombros, seja com um close em primeiro plano ou em sua visão subjetiva. O que se passa ao seu redor é secundário, muitas vezes desfocado.

        Saul percorre diferentes divisões de Auschwitz à procura de um rabino que possa conduzir o enterro da criança, e por isso pouco se envolve nos planos de fuga que os companheiros tramam e, quando o faz, geralmente atrapalha. “Você abandonou os vivos para cuidar de um morto”, acusa um deles.

        Ver toda essa via crucis é por vezes duro e exige certa entrega do espectador, mas certamente é daquelas experiências cinematográficas que permanecem na cabeça por muito tempo.

        O longa já está sendo apontado como o grande favorito ao Oscar de filme estrangeiro. 8e levar a estatueta, certamente não faltará quem diga que a Academia tem uma preferência por quem aborda a 2ª Guerra. Por mais que exista uma dose de verdade na afirmação, premiar uma abordagem tão ousada e radical como Son of Saul não deixaria de ser um passo à frente dos votantes.

    Carta Capital, n. 873, 22 out. 2015.

    A resenha é, normalmente, um texto de base argumentativa. Na resenha do filme Son ofSaul, o trecho da sequência argumentativa que se constitui como opinião implícita é
    Escolha uma alternativa para a questão ac02624e-57
  • Linguagens

    Português

    A volta do marido pródigo


        — Bom dia, seu Marrinha! Como passou de ontem?

        — Bem. Já sabe, não é? Só ganha meio dia. [...]

        Lá além, Generoso cotuca Tercino:

        — [...] Vai em festa, dorme que-horas, e, quando chega, ainda é todo enfeitado e salamistrão!...

       — Que é que hei de fazer, seu Marrinha... Amanheci com uma nevralgia... Fiquei com cisma de apanhar friagem...

        — Hum...

        — Mas o senhor vai ver como eu toco o meu serviço e ainda faço este povo trabalhar...

        [...]

       Pintão suou para desprender um pedrouço, e teve de pular para trás, para que a laje lhe não esmagasse um pé. Pragueja:

        — Quem não tem brio engorda!

        — É... Esse sujeito só é isso, e mais isso... — opina Sidu.

       — Também, tudo p’ra ele sai bom, e no fim dá certo...— diz Correia, suspirando e retomando o enxadão. —“P’ra uns, as vacas morrem ... p’ra outros até boi pega a parir...”.

        Seu Marra já concordou:

        — Está bem, seu Laio, por hoje, como foi por doença, eu aponto o dia todo. Que é a última vez!... E agora, deixa de conversa fiada e vai pegando a ferramenta!


    ROSA, J. G. Sagarana. Rio de Janeiro: José Olympio, 1967.


    Esse texto tem importância singular como patrimônio linguístico para a preservação da cultura nacional devido

    Escolha uma alternativa para a questão abff0962-57
  • Linguagens

    Português

    A carroça sem cavalo


    Conta-se que, em noites frias de inverno, descia um forte nevoeiro trazido pelo mar e, nessa noite, ouviam-se muitos barulhos estranhos. Os moradores da cidade de São Francisco, que é a cidade mais antiga de Santa Catarina, eram acordados de madrugada com um barulho perturbador. Ao abrirem a janela de casa, os moradores assustavam-se com a cena: viam uma carroça andando sem cavalo e sem ninguém puxando... Andava sozinha! Na carroça, havia objetos barulhentos, como panelas, bules, inclusive alguns objetos amarrados do lado de fora da carroça. O medo dominou a pequena cidade. Conta-se ainda que um carroceiro foi morto a coices pelo seu cavalo, por maltratar o animal. Nas noites de manifestação da assombração, a carroça saía de um nevoeiro, assustava a população e, depois de um tempo, voltava a desaparecer no nevoeiro.


    Disponível em: www.gazetaonline.com.br. Acesso em: 12 dez. 2017 (adaptado).


    Considerando-se que os diversos gêneros que circulam na sociedade cumprem uma função social específica, esse texto tem por função

    Escolha uma alternativa para a questão fa0a3d69-6b
  • Linguagens

    Português

    Os cuidados com o corpo vão se tornando uma exigência na modernidade e implicam a convergência de uma série de elementos: as tecnologias, para tanto, vão se desenvolvendo de maneira acelerada; o mercado dos produtos e serviços voltados para o corpo vai se expandindo; a higiene que fundamentava esses cuidados vai sendo substituída pelos prazeres do “corpo”, implicação lógica do processo de secularização, no qual há a identificação da personalidade dos indivíduos com sua aparência. Por todas essas circunstâncias, o cuidado com o corpo transforma-se numa ditadura do corpo, um corpo que corresponda à expectativa desse tempo, um corpo que seja trabalhado arduamente e do qual os vestígios de naturalidade sejam eliminados.

    SILVA, A. M. Corpo, ciência e mercado: reflexões acerca da gestação de um novo arquétipo da felicidade. Campinas: Autores Associados; Florianópolis: UFSC, 2001.

    O fenômeno social identificado, em relação à presença do corpo na sociedade, indica que
    Escolha uma alternativa para a questão f9b54e3f-6b
  • Linguagens

    Português

    Indústria cultural da felicidade


    Tornou-se perigoso o emprego da palavra felicidade desde seu mau uso pela propaganda. Os que se negam a usá-la acreditam liberar os demais dos desvios das falsas necessidades, das bugigangas que se podem comprar em shoppings grã-finos ou em camelôs na beira da calçada, que, juntos, sustentam a indústria cultural da felicidade à qual foi reduzido o que, antes, era o ideal ético de uma vida justa. Infelicidade poderia ser o nome próprio desse novo estado da alma humana que se perdeu de si ao perder-se do sentido do que está a fazer. Desespero é um termo ainda mais agudo quando se trata da perda do sentido das ações pela perda da capacidade de reflexão sobre o que se faz. A felicidade publicitária está ao alcance dos dedos e não promete um depois. Resulta disso a massa de “desesperados” trafegando como zumbis nos shoppings e nas farmácias do país em busca de alento.


    TIBURI, M. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br. Acesso em: 12 nov. 2014 (adaptado).


    Ao reprovar a ação da indústria da felicidade e um comportamento humano, o texto associa a

    Escolha uma alternativa para a questão f996e134-6b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2021, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Disponível em: www.ricmais.com.br. Acesso em: 10 nov. 2011 (adaptado).


    De acordo com as intenções comunicativas e os recursos linguísticos que se destacam, determinadas funções são atribuídas à linguagem. A função que predomina nesse texto é a conativa, uma vez que ele

    Escolha uma alternativa para a questão f98a355f-6b