Português
- Análise sintática
- Prova de 2019
- UEL
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 212E1F79-32
Instituição
457 questões de Universidade Estadual de Londrina (UEL), de 2009 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Em relação ao texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O aplicativo Sarahah fez que o autor do texto lembrasse uma experiência da época da escola que tinha como objetivo tornar público o privado.
( ) O anonimato dos comentários honestos e perguntas diretas que são feitas às pessoas por meio de Sarahah é garantido.
( ) Na prática escolar, o aluno escrevia nas costas do colega algo revelador enquanto alguém escrevia também alguma verdade sobre o primeiro.
( ) Tanto no aplicativo como na prática escolar, buscava-se descobrir como era a autopercepção dos participantes.
( ) Por meio do aplicativo e da prática escolar, os participantes tinham a oportunidade de compartilhar algum segredo com todos.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.


Em relação às conjunções e à função que podem exercer, relacione os elementos sublinhados, na coluna da esquerda, com as suas funções, na coluna da direita.
(I) [...] si hacemos público lo privado, nos exponemos a ser juzgados con principios “universales”.
(II) [...]sin embargo, llama la atención que una aplicación nos llame a ser honestos en tiempos en que la corrección política se ha metido hasta la última fibra de nuestra presencia digital.
(III) [...]diciendo lo que realmente pensamos o sentimos de los demás [...]
(IV) [...] permite opinar sobre el comportamiento de los demás juzgarlos sumariamente sin consideraciones.
(V) [...] empezamos a limitar nuestras opiniones porque pueden ser ofensivas para un grupo en particular [...].
(A) Denota separación, diferencia o alternativa entre dos o más personas, cosas o ideas.
(B) Coordina o añade lo expresado en un enunciado con lo de otro.
(C) Precede a la oración que expresa la causa o el motivo de lo manifestado en la oración principal.
(D) Denota condición o suposición en virtud de la cual um concepto depende de otro u otros.
(E) Expresa una objeción o dificultad para lo que se dice en la oración principal, sin que ese obstáculo impida su realización.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.


Com relação ao texto, considere as afirmativas a seguir.
I. A rigidez da ética da vida digital é implacável com aqueles que infringem seus princípios.
II. O silêncio digital instaura-se ao limitarmos nossas opiniões porque podem ser ofensivas.
III. O politicamente correto tem se tornado cada vez mais uma parte da nossa vida digital.
IV. A Internet possibilita que tenhamos cada vez mais respeito pela liberdade de expressão.
Assinale a alternativa correta.

Em relação ao objetivo geral principal do texto, considere as afirmativas a seguir.
I. O texto questiona se somos verdadeiros ao expormos nossas opiniões em Internet e se isso deveria mudar na atualidade.
II. O texto apresenta novas possibilidades para expormos nossas opiniões em Internet e os benefícios que isso traria consigo.
III. O texto alerta sobre a liberdade relativa que temos ao expor a nossa opinião em Internet, pois existe uma ética digital.
IV. O texto adverte sobre a rigidez da ética digital, da qual todos nos temos tornado protetores ao sermos usuários da Internet.
Assinale a alternativa correta.
“Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada dos europeus – hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol.
Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.
CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.
Sobre a explicação para o recurso linguístico utilizado, considere as afirmativas a seguir.
I. A palavra “também”, no segundo parágrafo, denota exclusão e equivale a “apenas”.
II. A palavra “só”, no primeiro parágrafo, é um adjetivo que qualifica o substantivo que o antecede.
III. O termo “Dominados”, no primeiro parágrafo, indica noção temporal em relação ao restante do período.
IV. As duas ocorrências envolvendo a palavra “latim”, no primeiro parágrafo, apontam para uma mesma classe de palavra, porém duas funções sintáticas diferentes.
Assinale a alternativa correta.
Leia o trecho, a seguir, retirado do livro Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, e responda à questão.
Saí, em busca de Cícero Araújo ou sei lá de quê, mas sem despir-me dessa nova Alice, arisca e áspera, que tinha brotado e se esgalhado nesses últimos meses e tratava de escamotear-se, perder-se num mundo sem porteira, fugir ao controle de quem quer que fosse. Tirei o interfone do gancho e o deixei balançando, pendurado no fio, bati a porta da cozinha e desci correndo pela escada de serviço, esperando que o porteiro se enfiasse na guarita pra responder ao interfone de frente pro saguão, de modo que eu pudesse sair de fininho, por trás dos pilotis, e escapar sem ser vista. Não me importava nada o que haveria de acontecer com o interfone nem com o porteiro.
Ganhei a rua e saí a esmo, querendo dar o fora dali o mais depressa possível, como se alguém me vigiasse ou me perseguisse, mas saí andando decidida, como se soubesse perfeitamente aonde ia, pisando duro, como nunca tinha pisado em parte alguma da minha antiga terra, lá onde eu sempre soube ou achava que sabia que rumo tomar. Saí, sem perguntar nada ao guri da banca da esquina nem a ninguém, até que me visse a uma distância segura daquele endereço que me impingiram e onde eu me sentia espionada, sabe-se lá que raio de combinação eles tinham com os porteiros, com os vizinhos? Olhe só, Barbie, como eu chegava perigosamente perto da paranoia e ainda falo “deles” como se fossem meus inimigos, minha filha e meu genro
REZENDE, Maria Valéria. Quarenta dias. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 95-96.
Acerca dos termos destacados e suas respectivas explicações, considere as afirmativas a seguir.
I. Em “e ainda falo ‘deles’ como se fossem meus inimigos, minha filha e meu genro”, o termo “como” denota comparação.
II. Nos fragmentos, “lá onde eu sempre soube” e “sabe-se lá que raio”, as palavras em destaque cumprem o mesmo papel nas duas ocorrências: apontar o lugar ao qual estão se referindo.
III. No trecho “pra responder ao interfone de frente pro saguão, de modo que eu pudesse sair de fininho”, a locução destacada indica causa e equivale à expressão “visto que”.
IV. No fragmento “como nunca tinha pisado em parte alguma da minha antiga terra, lá onde eu sempre soube”, o termo “onde” faz referência à palavra “lá” que, por sua vez, retoma “antiga terra”.
Assinale a alternativa correta.
Leia o trecho, a seguir, retirado do livro Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, e responda à questão.
Saí, em busca de Cícero Araújo ou sei lá de quê, mas sem despir-me dessa nova Alice, arisca e áspera, que tinha brotado e se esgalhado nesses últimos meses e tratava de escamotear-se, perder-se num mundo sem porteira, fugir ao controle de quem quer que fosse. Tirei o interfone do gancho e o deixei balançando, pendurado no fio, bati a porta da cozinha e desci correndo pela escada de serviço, esperando que o porteiro se enfiasse na guarita pra responder ao interfone de frente pro saguão, de modo que eu pudesse sair de fininho, por trás dos pilotis, e escapar sem ser vista. Não me importava nada o que haveria de acontecer com o interfone nem com o porteiro.
Ganhei a rua e saí a esmo, querendo dar o fora dali o mais depressa possível, como se alguém me vigiasse ou me perseguisse, mas saí andando decidida, como se soubesse perfeitamente aonde ia, pisando duro, como nunca tinha pisado em parte alguma da minha antiga terra, lá onde eu sempre soube ou achava que sabia que rumo tomar. Saí, sem perguntar nada ao guri da banca da esquina nem a ninguém, até que me visse a uma distância segura daquele endereço que me impingiram e onde eu me sentia espionada, sabe-se lá que raio de combinação eles tinham com os porteiros, com os vizinhos? Olhe só, Barbie, como eu chegava perigosamente perto da paranoia e ainda falo “deles” como se fossem meus inimigos, minha filha e meu genro
REZENDE, Maria Valéria. Quarenta dias. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 95-96.

What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty?
Donald Trump recently proposed to cut legal immigration to the US by half over in the next decade and to establish a merit-based immigration program. Under the plan, applicants with certain credentials, such as English proficiency, doctorates, high salaries, Olympic medalists and Nobel prizes winners would be given preference.
Many people viewed the proposal as an attack on American values like equality and opportunity. Trump’s plan also led to a heated exchange in a press briefing when CNN’s Jim Acosta asked White House aide Stephen Miller if the Emma Lazarus poem The New Colossus that is at the base of the Statue of Liberty is still relevant. In response, we’d like you to write poems that riff on the final lines Lazarus’s work:
Give me your tired, your poor,
Your huddled masses yearning to breathe free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!
We’d like to invite our readers to join the Guardian’s Lady Liberty poetry challenge What poem would Trump like to see at the base of the Statue of Liberty? How would Trump rewrite the message of American compassion? We’ll publish a selection of our favorite reader-submitted poems. The Guardian also asked 21 American poets to imagine in writing what type of poem would Trump like to see at the statue? For inspiration, read the submission from the poet John Yau below.
The New Colossus as Donald Trump
I don’t need more tired or poor
Let the mucky masses camp on their own dirty shore
Let them stay wretched, it is what they deserve
Send me only those who know how to bow, scrape and
serve
Or else I will close the gate to my golden hotel
— John Yau
(Adaptado de: What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty? The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2017/aug/10/trump-poem-statue-of-liberty#top Acesso em 10 ago. 2017.
Huddled masses? Losers! Trump v the Statue of Liberty. The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2017/aug/10/the-new-colossus-emma-lazarus-poems-donald-trump-immigration. Acesso em: 10 ago. 2017.)
Com relação à matéria do jornal, considere as afirmativas a seguir.
I. Em resposta ao projeto de lei, o jornal desafiou os seus leitores a enviarem uma versão dos versos de Lazarus que reflita a proposta de alteração das leis de imigração.
II. Vários poetas americanos foram convidados pelo jornal a imaginar o poema que o presidente gostaria de ver gravado no pedestal da Estátua da Liberdade.
III. Os leitores e poetas que participarem do concurso devem enviar suas versões atualizadas do poema para o gabinete da presidência em protesto ao projeto de lei de imigração.
IV. O jornal lançou um concurso de poesia em parceria com o governo norte-americano para substituir o poema gravado na Estátua da Liberdade.
Assinale a alternativa correta.

What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty?
Donald Trump recently proposed to cut legal immigration to the US by half over in the next decade and to establish a merit-based immigration program. Under the plan, applicants with certain credentials, such as English proficiency, doctorates, high salaries, Olympic medalists and Nobel prizes winners would be given preference.
Many people viewed the proposal as an attack on American values like equality and opportunity. Trump’s plan also led to a heated exchange in a press briefing when CNN’s Jim Acosta asked White House aide Stephen Miller if the Emma Lazarus poem The New Colossus that is at the base of the Statue of Liberty is still relevant. In response, we’d like you to write poems that riff on the final lines Lazarus’s work:
Give me your tired, your poor,
Your huddled masses yearning to breathe free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!
We’d like to invite our readers to join the Guardian’s Lady Liberty poetry challenge What poem would Trump like to see at the base of the Statue of Liberty? How would Trump rewrite the message of American compassion? We’ll publish a selection of our favorite reader-submitted poems. The Guardian also asked 21 American poets to imagine in writing what type of poem would Trump like to see at the statue? For inspiration, read the submission from the poet John Yau below.
The New Colossus as Donald Trump
I don’t need more tired or poor
Let the mucky masses camp on their own dirty shore
Let them stay wretched, it is what they deserve
Send me only those who know how to bow, scrape and
serve
Or else I will close the gate to my golden hotel
— John Yau
(Adaptado de: What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty? The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2017/aug/10/trump-poem-statue-of-liberty#top Acesso em 10 ago. 2017.
Huddled masses? Losers! Trump v the Statue of Liberty. The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2017/aug/10/the-new-colossus-emma-lazarus-poems-donald-trump-immigration. Acesso em: 10 ago. 2017.)

What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty?
Donald Trump recently proposed to cut legal immigration to the US by half over in the next decade and to establish a merit-based immigration program. Under the plan, applicants with certain credentials, such as English proficiency, doctorates, high salaries, Olympic medalists and Nobel prizes winners would be given preference.
Many people viewed the proposal as an attack on American values like equality and opportunity. Trump’s plan also led to a heated exchange in a press briefing when CNN’s Jim Acosta asked White House aide Stephen Miller if the Emma Lazarus poem The New Colossus that is at the base of the Statue of Liberty is still relevant. In response, we’d like you to write poems that riff on the final lines Lazarus’s work:
Give me your tired, your poor,
Your huddled masses yearning to breathe free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!
We’d like to invite our readers to join the Guardian’s Lady Liberty poetry challenge What poem would Trump like to see at the base of the Statue of Liberty? How would Trump rewrite the message of American compassion? We’ll publish a selection of our favorite reader-submitted poems. The Guardian also asked 21 American poets to imagine in writing what type of poem would Trump like to see at the statue? For inspiration, read the submission from the poet John Yau below.
The New Colossus as Donald Trump
I don’t need more tired or poor
Let the mucky masses camp on their own dirty shore
Let them stay wretched, it is what they deserve
Send me only those who know how to bow, scrape and
serve
Or else I will close the gate to my golden hotel
— John Yau
(Adaptado de: What poem would Trump like to see on the Statue of Liberty? The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/2017/aug/10/trump-poem-statue-of-liberty#top Acesso em 10 ago. 2017.
Huddled masses? Losers! Trump v the Statue of Liberty. The Guardian. (Online) 10 ago. 2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/us-news/ng-interactive/2017/aug/10/the-new-colossus-emma-lazarus-poems-donald-trump-immigration. Acesso em: 10 ago. 2017.)
Com base na matéria do jornal, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Muitos consideraram o projeto apresentado pelo presidente uma afronta aos princípios de igualdade e oportunidade tão prezados pelos americanos.
( ) Segundo o novo projeto de lei, na concessão de vistos, serão favorecidos os imigrantes que apresentarem ótimo conhecimento da língua inglesa.
( ) O novo projeto sobre imigração prevê a manutenção do índice de entrada de imigrantes legais desde que imigrantes ilegais com antecedentes criminais sejam deportados.
( ) A reforma nas leis de imigração estabelece a concessão de vistos aos imigrantes que atendam a determinado conjunto de qualificações.
( ) A Estátua da Liberdade está sendo chamada pelos jornalistas de “The New Colossus” numa referência às bases da antiga lei de imigração.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Leia o texto a seguir.

(Funny Being.com (online) 2017. 80 Most Funny Life Memes. Disponível em:<http://www.funnybeing.com/80-most-funny-life-memes/> . Acesso em: 8 ago. 2017.)
Com relação ao meme, considere as afirmativas a seguir.
I. O efeito de humor do meme reside no uso inapropriado de expressões informais em ocasiões formais.
II. A expressão “My bad” é inadequada para o contexto, pois expressa superficialidade de sentimentos.
III. A utilização de “My bad” no contexto do funeral é uma admissão de culpa, daí o efeito cômico.
IV. O efeito cômico do meme é ressaltado pelo uso da palavra “unless” cuja função é especificar o contexto.
Assinale a alternativa correta.

Life
Linus Pauling was born in Portland, Oregon, in the United States. His family came from a line of Prussian farmers, and his father worked as a pharmaceuticals salesman, among other things. After first studying at Oregon State University in Corvallis, Oregon, Linus Pauling earned his PhD from the California Institute of Technology in Pasadena, with which he maintained ties for the rest of his career. In the 1950s, Linus Pauling’s involvement in the anti-nuclear movement led to his being labeled a suspected communist, which resulted in his passport being revoked at times. Linus and Ava Helen Pauling had four children together.
Work
1954 Prize: The development of quantum mechanics during the 1920s had a great impact not only on the field of physics, but also on chemistry. During the 1930s Linus Pauling was among the pioneers who used quantum mechanics to understand and describe chemical bonding – that is, the way atoms join together to form molecules. Linus Pauling worked in a broad range of areas within chemistry. For example, he worked on the structures of biologically important chemical compounds. In 1951 he published the structure of the alpha helix, which is an important basic component of many proteins.
1962 Prize: The atom bombs dropped on Hiroshima and Nagasaki were a turning point in Linus Pauling’s life. Together with other scientists he spoke and wrote against the nuclear arms race, and he was a driving force in the Pugwash movement. It sought to reduce the role of nuclear arms in international politics and was awarded the Peace Prize in 1995. In 1959, Linus Pauling drafted the famous “Hiroshima Appeal”, the concluding document issued after the Fifth World Conference against Atomic and Hydrogen Bombs. He was one of the prime movers who urged the nuclear powers the USA, the Soviet Union and Great Britain to conclude a nuclear test ban treaty, which entered into force on 10 October 1963. On the same day, the Norwegian Nobel Committee announced that Linus Pauling had been awarded the Peace Prize that had been held over from 1962.
(Adaptado de: Linus Pauling - Facts. In: Nobelprize.org. (web) Nobel Media AB 2014.Disponível em:<http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/1962/ pauling-facts.html.> . Acesso em: 2 jul. 2017.)
Com base nos termos sublinhados no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. O emprego da expressão “into force” enfatiza o caráter arbitrário do tratado assinado em 1963.
II. O uso da expressão “turning point” ressalta a importância que os acontecimentos de Hiroshima e Nagasaki tiveram sobre Linus Pauling.
III. Os termos “not only” e “but also” estão interligados e adicionam ênfase à informação sobre as aplicações da mecânica quântica também na Química.
IV. A expressão “that is” introduz uma explicação e poderia ser substituída, sem alteração de sentido por “in other words”.
Assinale a alternativa correta.