Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2014
- UERJ
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: EF3AE95C-BA


Instituição
1.402 questões de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de 2008 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.





En la cohesión textual, se llama anáfora al procedimiento de utilizarse un término para referirse a algo ya enunciado.
Se puede identificar la anáfora en el siguiente ejemplo:

“Miles salen a las calles contra todo”. (l. 32)
El titular de la noticia resume la insatisfacción de los brasileños respecto a la situación actual del país.
La palabra que se acerca al sentido de ese sentimiento de insatisfacción es:


Agora ele estava tão verdinho! (v. 4)
De modo diferente do que ocorre em passarinhos, o emprego do diminutivo, no verso acima, contribui para expressar um sentido de:



No início do texto, ao expressar sua indignação em relação ao tema abordado, o autor apresenta uma reflexão sobre o emprego de adjetivos.
Essa reflexão está associada à seguinte ideia:

Por meio de aspectos gráficos, o cartum sugere o caráter generalizante que pode ter um preconceito.
Um aspecto que aponta para essa generalização é:

Writers of memoirs and life stories never lack an audience. People are interested in the actual lives of others (l. 34-35)
The semantic relationship between the two sentences above can be made explicit by the additon of following connective:

nada poderia evitar a reincidência daquela cena tantas vezes contada na história do amor, que é a história do mundo. (l. 2-4)
O trecho sublinhado reformula uma expressão anterior. Essa reformulação explicita a seguinte relação de sentido:

A hipérbole é uma figura empregada na crônica de Vinícius de Morais para caracterizar o estado de ânimo do personagem.
Essa figura está exemplificada em:

No íntimo, preferia não tê-lo feito; (l. 2)
Embora seja narrada em terceira pessoa, a crônica apresenta ao leitor as sensações do personagem, por meio de termos que remetem à intimidade, como exemplificado acima.
Dois outros termos, empregados pelo narrador, que remetem ao universo interior do personagem são:

O uso da expressão “é menina”, tanto para começar quanto para finalizar o texto, adquire também um valor simbólico, pelo significado que assume no contexto.
No contexto, esse recurso provoca um entendimento de:

A crônica de Gregorio Duvivier é construída em um único parágrafo com uma única frase. Essa frase começa e termina pela mesma expressão: é menina.
Em termos denotativos, a menina, referida no final do texto, pode ser compreendida como:

A última estrofe apresenta imagens relacionadas à família.
Em relação ao conjunto do texto, a figuração do casal com seus filhos pequenos remete à ideia de:

a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto (v. 3-5)
A expressão sublinhada tem sentido figurado que, no contexto, corresponde a:

Diante do estranhamento de um dos personagens no primeiro quadrinho, o outro explica a própria fala no segundo quadrinho.
Essa explicação configura um recurso conhecido como: