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Instituição

Questões: Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ) — com gabarito

1.157 questões de Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ), de 2006 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.157 questões
  • 16 provas

Resultados: 266 questões

Página 13 de 14

  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the questions which follow it.


    TechTank

    Political polarization on Facebook

    Darrell M. West and Joshua Bleiberg.

    Wednesday, May 13, 2015


          Social scientists have built a large body of evidence that people tend to befriend others with similar political beliefs. The research demonstrates that the polarization phenomenon also applies to social networks, like Facebook. The study finds that a Facebook user has approximately five friends with similar political views and only one friend on the other side of the spectrum. In a democracy, to encounter a variety of political opinions is generally seen as a positive value for citizens.

          Facebook is not just a social network. It’s the platform that millions of people use to learn about current events. Taking small steps to help combat political polarization in the long run will add to the trust that users have in Facebook.

    Adapted from:<https://www.brookings.edu/blog/techtank/2015/05/13/political-polarization-on-facebook/>. 

    “Taking small steps to help combat political polarization in the long run will add to the trust that users have in Facebook” means that:
    Escolha uma alternativa para a questão d421e439-b4
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    A sequência de palavras e expressões em que se concretiza com mais propriedade a transformação da relação do menino com a leitura é:
    Escolha uma alternativa para a questão d44451f2-96
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    A afirmativa em que se associa adequadamente o estilo do escritor Graciliano Ramos à temática desenvolvida no trecho lido é:
    Escolha uma alternativa para a questão d44ab3ff-96
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    A passagem “Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias" apresenta a seguinte oposição entre dois usos da linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão d44fd6e9-96
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    Pronomes e conjunções são usados como recursos de coesão textual ao estabelecer relações entre palavras e sequências do texto.

    Assinale a alternativa que indica corretamente a função dos termos em destaque no período:

    E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia.
    Escolha uma alternativa para a questão d4553aef-96
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    Leia o trecho:

    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim.

    As formas verbais assinaladas indicam, respectivamente, os seguintes aspectos do passado:
    Escolha uma alternativa para a questão d45b0afc-96
  • Linguagens

    Inglês

                                 Why I took up the cello in my 60s

    Michelle Hanson

    Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

                                       Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!

    My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".

    The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.

    “How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.

    If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.

    Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s

    Glossário

    took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
    Research carried out at St. Andrews University has shown that learning how to play a musical instrument can:
    Escolha uma alternativa para a questão d50fcf08-96
  • Linguagens

    Inglês

                                 Why I took up the cello in my 60s

    Michelle Hanson

    Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

                                       Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!

    My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".

    The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.

    “How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.

    If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.

    Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s

    Glossário

    took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
    The author's mother's attitude concerning her taking up the cello was:
    Escolha uma alternativa para a questão d5157bfa-96
  • Linguagens

    Inglês

                                 Why I took up the cello in my 60s

    Michelle Hanson

    Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

                                       Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!

    My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".

    The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.

    “How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.

    If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.

    Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s

    Glossário

    took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
    O pronome “they" em “If only they had played a musical instrument" (parágrafo 5) se refere
    Escolha uma alternativa para a questão d51ffef8-96
  • Linguagens

    Inglês

                                 Why I took up the cello in my 60s

    Michelle Hanson

    Learning to play a musical instrument at any point in life is good for the brain. Who cares if I sound like a 'sick cow'?

                                       Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It's exciting to know that I have done something right and rewarding – taking up the cello in my 60s. A new study from St. Andrew's University proves it. Taking up a musical instrument, even late in life, is good for the brain, and “can slow, stop, or even reverse, age or illness-related decline in mental functions". Hurrah!

    My efforts have been rewarded, because starting the cello was a bit of a struggle, physically and mentally. Back then, my mother was alive, and rather critical: “You sound like a sick cow," she would cry out in a tormented way, but I persisted, joined an orchestra, and now here I am, with a bigger frontal cortex area than I might have otherwise had, and able to “adjust my behaviour more effectively in conflict-rich situations".

    The more you practise the better, suggests the research. Good. It will spur me on, sick cow or not. Because I desperately need to keep my brain in order. Don't we all, if we're going to live to over 100? Last week I went for a walk with an old friend of mine and her dog. She is 92 and browned off.

    “How are you?" I asked. “Fed up. I want to die." This was my mother's primary aim once she hit 96. “What do you want for your birthday?" we would ask. “To be dead!", she would say. No wonder. What else did life offer? At least my old friend could walk about. My mother could hardly walk, talk or eat.

    If only they had played a musical instrument. You can do it sitting down, on your own, with friends, cheer yourself up, be in control, or wildly emotional. I cannot recommend it highly enough.

    Fonte: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/2013/sep/ 30/why-i-took-up-cello-in-60s

    Glossário

    took up: aprendi; struggle: luta/muito esforço; spur me on: encorajar/estimular; browned off: sem entusiasmo
    Entre os adjetivos abaixo, retirados do texto, marque aquele que expressa o modo com que a autora avalia sua experiência de tocar o violoncelo:
    Escolha uma alternativa para a questão d525e9aa-96
  • Linguagens

    Português

                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2015, Interpretação de Textos 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    Textos são construídos com base em uma tipologia textual. Esses tipos podem aparecer de forma exclusiva ou mesclada em um texto. Identifique o tipo textual do fragmento seguinte:

    “Era um homem pequeno, magro, com um reduzido cavaignac (...)” (linhas 2-3)
    Escolha uma alternativa para a questão e3b812bd-96
  • Linguagens

    Português

                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2015, Crase 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    O acento grave de “àquele" em “...ele lembrava a este ou àquele jornal uma ideia..." (linha 9).
    Escolha uma alternativa para a questão e3c46fce-96
  • Linguagens

    Português

                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2015, Figuras de Linguagem 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    “Andávamos por esse tempo na febre dos melhoramentos, das construções; e, a todo momento, ele lembrava a este ou àquele jornal uma ideia.” (linhas 7-9)

    Para obter efeitos de sentido, os autores costumam valerse de diferentes recursos semânticos. A expressão sublinhada no fragmento acima – “febre dos melhoramentos” – exemplifica um caso de:
    Escolha uma alternativa para a questão e3c97736-96
  • Linguagens

    Português

                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2015, Interpretação de Textos 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    O enunciado “e, de tal modo, a mania de ter ideias o tomou, que não se limitava a deixá-las pelos jornais” (linhas 11-12) veicula a ideia de causa / consequência.

    Assinale a alternativa cujo sentido difere ao do fragmento em destaque.
    Escolha uma alternativa para a questão e3ce3f6c-96
  • Linguagens

    Inglês

    What Your Tweets Say About You
    By Maria Konnikov

    Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    How much can your tweets reveal about you? A lot! - would be the answer of psychologists James Pennebaker e Cindy Chung, at the University of Texas, who study how language relates to well-being and personality. One of Pennebaker’s most famous projects is a computer program called Linguistic Inquiry and Word Count (L.I.W.C.), which looks at the words we use, and in what frequency and context, and uses this information to study our psychological states and various aspects of our personality.
    Since the creation of the L.I.W.C., in 1993, studies utilizing the program have suggested a close connection between our language, our state of mind, and our behavior. They have shown, for instance, that a person’s word choices can reveal her place in a social or professional hierarchy; and that the use of different filler words (“I mean”; “You know”) can suggest whether a speaker is male or female, younger or older, and more or less conscientious. “The words we use in natural language reflect our thoughts and feelings in often unpredictable ways,” Pennebaker and Cindy Chung have written.
    The psychologist Johannes Eichstaedt and his colleagues analyzed eight hundred and twenty-six million tweets across fourteen hundred American counties(1). Then, using lists of words that can be reliably associated with positive and negative emotions, they gave each county an emotional profile. Finally, they asked a simple question: Could those profiles help determine which counties were likely to have more deaths from heart disease?
    The answer was yes. Counties where residents’ tweets included words related to hostility, aggression, hate, and, fatigue — words such as “jealous,” and “bored”— had significantly higher rates of heart-related deaths. On the other hand, where people’s tweets reflected more positive emotions and engagement, heart disease was less common. The tweet-based model even had more predictive power than other models based on traditional demographic, socioeconomic, and health-risk factors.

    (1) Um condado (county/counties) ou província é um aglomerado de cidades, não tão grande quanto um estado.

    From: http://www.newyorker.com/science/maria-konnikova/can-tweets-predict-heart-disease

    GLOSSARY: conscientious: consciencioso/cuidadoso; reliably: seguramente; profile: perfil; heart disease: doença do coração; hate: ódio; jealous: com ciúmes; bored: entediado; higher rates: taxas mais altas; engagement: comprometimento; predictive: previsível.

    Leia o texto e responda à questão.
    No terceiro parágrafo, o pronome “they" se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão e488c8ae-96
  • Linguagens

    Inglês

    What Your Tweets Say About You
    By Maria Konnikov

    Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2015, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions 

    How much can your tweets reveal about you? A lot! - would be the answer of psychologists James Pennebaker e Cindy Chung, at the University of Texas, who study how language relates to well-being and personality. One of Pennebaker’s most famous projects is a computer program called Linguistic Inquiry and Word Count (L.I.W.C.), which looks at the words we use, and in what frequency and context, and uses this information to study our psychological states and various aspects of our personality.
    Since the creation of the L.I.W.C., in 1993, studies utilizing the program have suggested a close connection between our language, our state of mind, and our behavior. They have shown, for instance, that a person’s word choices can reveal her place in a social or professional hierarchy; and that the use of different filler words (“I mean”; “You know”) can suggest whether a speaker is male or female, younger or older, and more or less conscientious. “The words we use in natural language reflect our thoughts and feelings in often unpredictable ways,” Pennebaker and Cindy Chung have written.
    The psychologist Johannes Eichstaedt and his colleagues analyzed eight hundred and twenty-six million tweets across fourteen hundred American counties(1). Then, using lists of words that can be reliably associated with positive and negative emotions, they gave each county an emotional profile. Finally, they asked a simple question: Could those profiles help determine which counties were likely to have more deaths from heart disease?
    The answer was yes. Counties where residents’ tweets included words related to hostility, aggression, hate, and, fatigue — words such as “jealous,” and “bored”— had significantly higher rates of heart-related deaths. On the other hand, where people’s tweets reflected more positive emotions and engagement, heart disease was less common. The tweet-based model even had more predictive power than other models based on traditional demographic, socioeconomic, and health-risk factors.

    (1) Um condado (county/counties) ou província é um aglomerado de cidades, não tão grande quanto um estado.

    From: http://www.newyorker.com/science/maria-konnikova/can-tweets-predict-heart-disease

    GLOSSARY: conscientious: consciencioso/cuidadoso; reliably: seguramente; profile: perfil; heart disease: doença do coração; hate: ódio; jealous: com ciúmes; bored: entediado; higher rates: taxas mais altas; engagement: comprometimento; predictive: previsível.

    Leia o texto e responda à questão.
    O conector “on the other hand", na quinta linha do último parágrafo, estabelece uma relação de:
    Escolha uma alternativa para a questão e48e8a8e-96
  • Linguagens

    Espanhol

    Lee, con atención, los siguientes textos y señala la opción correcta:
    TEXTO I

    Hay una hermosa creencia que explica que, en una tierra antigua, existe un libro maravilloso que posee la fórmula secreta para cambiar la vida de los hombres. Cuentan que nadie fue capaz de encontrarlo, aunque partieron en su búsqueda caballeros valientes y aventureros indómitos que surcaron los mares o se perdieron en la oscuridad de los bosques misteriosos.Tal vez, aquel libro era guardado em una casa tenebrosa, en un lugar incierto donde una voz buscaba con insistencia cada medianoche la luz de la tierra, deseosa de leer en aquellas páginas
    La imaginación ha fantaseado a lo largo del tiempo con los poderes quiméricos del libro. En nuestros días, hemos redescubierto el poder de la lectura. No existe un libro que oculte una fórmula para cambiar nuestras vidas. No existe el secreto que resuelva o transforme la miseria y el drama de nuestro tiempo. No obstante, todavía me atrevo a creer en el poder de transformación que genere la lectura de un libro. Aunque leer continúa siendo un privilegio.

    La realidad es nuestra primera lectura. Cuando yo era niño comenzábamos a leer en las hojas de los árboles, en uma corriente de agua, en las formas de las nubes, en el vuelo de un pájaro, en los gestos humanos, en todo aquello que sucedía en nuestro entorno. Los niños de hoy comienzan a leer en las representaciones de la realidad que les ofrece el televisor. Aunque parezca que se abran horizontes, se trata de una forma empobrecida de ver el mundo. Hace algún tiempo, Fabricio Caivano escribía en las páginas de El País: “ El espectáculo instantáneo de las cosas del mundo es apasionante, pero por eso mismo inocula abulia intelectual e inhibe una razonable reflexión sobre ellas. Y el pensar pide empeño y tiempo”.

    Hoy es frecuente considerar que la televisión funciona como una droga. El consumo de imágenes modifica el comportamiento y el psiquismo de sus adeptos, crea dependencia, agitación, dificultad para la concentración y retarda algunos aprendizajes, por ejemplo el de la lectura. La realidad que la televisión convierte en espectáculo es ambigua y por eso es temible, porque substituye la forma que tiene esa realidad de existir. Un espectáculo que se nutre fundamentalmente de imágenes oscuras: el miedo, la amenaza, la catástrofe. Diría que se complace en transmitir las turbulencias del mundo, que tiene necesidad de convertir en espectáculo la miseria y el dolor contemporáneos. No dudo que pueda llegar a ser un instrumento prodigioso: testimonio y arma de combate. Bernard Pivot, persiste en creer que, cuando la televisión está bien utilizada, puede ser un instrumento formidable de adquisición de conocimiento, de diversión y de cohesión social. Puede incluso estimular la lectura y facilitar la difusión del libro.

    Adaptado de NO HAY ESPECTÁCULO MÁS HERMOSO, de Gabriel Janer Manila (Texto integral disponible en http://www.revistaeducacion.mec.es/ re2005/re2005_14.pdf)
    Para el autor, en el segundo párrafo, la lectura de un libro
    Escolha uma alternativa para a questão f739dda8-af
  • Linguagens

    Espanhol

    Lee, con atención, los siguientes textos y señala la opción correcta:
    TEXTO I

    Hay una hermosa creencia que explica que, en una tierra antigua, existe un libro maravilloso que posee la fórmula secreta para cambiar la vida de los hombres. Cuentan que nadie fue capaz de encontrarlo, aunque partieron en su búsqueda caballeros valientes y aventureros indómitos que surcaron los mares o se perdieron en la oscuridad de los bosques misteriosos.Tal vez, aquel libro era guardado em una casa tenebrosa, en un lugar incierto donde una voz buscaba con insistencia cada medianoche la luz de la tierra, deseosa de leer en aquellas páginas
    La imaginación ha fantaseado a lo largo del tiempo con los poderes quiméricos del libro. En nuestros días, hemos redescubierto el poder de la lectura. No existe un libro que oculte una fórmula para cambiar nuestras vidas. No existe el secreto que resuelva o transforme la miseria y el drama de nuestro tiempo. No obstante, todavía me atrevo a creer en el poder de transformación que genere la lectura de un libro. Aunque leer continúa siendo un privilegio.

    La realidad es nuestra primera lectura. Cuando yo era niño comenzábamos a leer en las hojas de los árboles, en uma corriente de agua, en las formas de las nubes, en el vuelo de un pájaro, en los gestos humanos, en todo aquello que sucedía en nuestro entorno. Los niños de hoy comienzan a leer en las representaciones de la realidad que les ofrece el televisor. Aunque parezca que se abran horizontes, se trata de una forma empobrecida de ver el mundo. Hace algún tiempo, Fabricio Caivano escribía en las páginas de El País: “ El espectáculo instantáneo de las cosas del mundo es apasionante, pero por eso mismo inocula abulia intelectual e inhibe una razonable reflexión sobre ellas. Y el pensar pide empeño y tiempo”.

    Hoy es frecuente considerar que la televisión funciona como una droga. El consumo de imágenes modifica el comportamiento y el psiquismo de sus adeptos, crea dependencia, agitación, dificultad para la concentración y retarda algunos aprendizajes, por ejemplo el de la lectura. La realidad que la televisión convierte en espectáculo es ambigua y por eso es temible, porque substituye la forma que tiene esa realidad de existir. Un espectáculo que se nutre fundamentalmente de imágenes oscuras: el miedo, la amenaza, la catástrofe. Diría que se complace en transmitir las turbulencias del mundo, que tiene necesidad de convertir en espectáculo la miseria y el dolor contemporáneos. No dudo que pueda llegar a ser un instrumento prodigioso: testimonio y arma de combate. Bernard Pivot, persiste en creer que, cuando la televisión está bien utilizada, puede ser un instrumento formidable de adquisición de conocimiento, de diversión y de cohesión social. Puede incluso estimular la lectura y facilitar la difusión del libro.

    Adaptado de NO HAY ESPECTÁCULO MÁS HERMOSO, de Gabriel Janer Manila (Texto integral disponible en http://www.revistaeducacion.mec.es/ re2005/re2005_14.pdf)
    La comparación establecida en el tercer párrafo pone de manifiesto
    Escolha uma alternativa para a questão f73d6dd6-af
  • Linguagens

    Espanhol

    Lee, con atención, los siguientes textos y señala la opción correcta:
    TEXTO I

    Hay una hermosa creencia que explica que, en una tierra antigua, existe un libro maravilloso que posee la fórmula secreta para cambiar la vida de los hombres. Cuentan que nadie fue capaz de encontrarlo, aunque partieron en su búsqueda caballeros valientes y aventureros indómitos que surcaron los mares o se perdieron en la oscuridad de los bosques misteriosos.Tal vez, aquel libro era guardado em una casa tenebrosa, en un lugar incierto donde una voz buscaba con insistencia cada medianoche la luz de la tierra, deseosa de leer en aquellas páginas
    La imaginación ha fantaseado a lo largo del tiempo con los poderes quiméricos del libro. En nuestros días, hemos redescubierto el poder de la lectura. No existe un libro que oculte una fórmula para cambiar nuestras vidas. No existe el secreto que resuelva o transforme la miseria y el drama de nuestro tiempo. No obstante, todavía me atrevo a creer en el poder de transformación que genere la lectura de un libro. Aunque leer continúa siendo un privilegio.

    La realidad es nuestra primera lectura. Cuando yo era niño comenzábamos a leer en las hojas de los árboles, en uma corriente de agua, en las formas de las nubes, en el vuelo de un pájaro, en los gestos humanos, en todo aquello que sucedía en nuestro entorno. Los niños de hoy comienzan a leer en las representaciones de la realidad que les ofrece el televisor. Aunque parezca que se abran horizontes, se trata de una forma empobrecida de ver el mundo. Hace algún tiempo, Fabricio Caivano escribía en las páginas de El País: “ El espectáculo instantáneo de las cosas del mundo es apasionante, pero por eso mismo inocula abulia intelectual e inhibe una razonable reflexión sobre ellas. Y el pensar pide empeño y tiempo”.

    Hoy es frecuente considerar que la televisión funciona como una droga. El consumo de imágenes modifica el comportamiento y el psiquismo de sus adeptos, crea dependencia, agitación, dificultad para la concentración y retarda algunos aprendizajes, por ejemplo el de la lectura. La realidad que la televisión convierte en espectáculo es ambigua y por eso es temible, porque substituye la forma que tiene esa realidad de existir. Un espectáculo que se nutre fundamentalmente de imágenes oscuras: el miedo, la amenaza, la catástrofe. Diría que se complace en transmitir las turbulencias del mundo, que tiene necesidad de convertir en espectáculo la miseria y el dolor contemporáneos. No dudo que pueda llegar a ser un instrumento prodigioso: testimonio y arma de combate. Bernard Pivot, persiste en creer que, cuando la televisión está bien utilizada, puede ser un instrumento formidable de adquisición de conocimiento, de diversión y de cohesión social. Puede incluso estimular la lectura y facilitar la difusión del libro.

    Adaptado de NO HAY ESPECTÁCULO MÁS HERMOSO, de Gabriel Janer Manila (Texto integral disponible en http://www.revistaeducacion.mec.es/ re2005/re2005_14.pdf)
    Leyendo el cuarto párrafo, se concluye que
    Escolha uma alternativa para a questão f74144f8-af