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Instituição

Questões: Universidade Estadual do Ceará (UECE) — com gabarito

4.981 questões de Universidade Estadual do Ceará (UECE), de 2009 a 2026. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 4.981 questões
  • 17 provas

Resultados: 1.586 questões

Página 44 de 80

  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Análise sintática

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Pondere sobre as relações sintáticas do seguinte período: “Vivia, no entanto, tão desassossegado, receando qualquer atentado por parte da esposa, cujo caráter conhecia, que pedira garantias de vida às autoridades e andava pelas ruas sob a guarda do destacamento policial” (linhas 45-50). Escreva V para a assertiva verdadeira e F para a assertiva falsa.


    ( ) O período, como um todo, relaciona-se com o período anterior, fazendo-lhe restrição ao conteúdo, o que se destaca pelo uso da conjunção no entanto. Relaciona-se também com o período posterior, o qual lhe faz oposição explicitada pela conjunção mas, que os liga.

    ( ) A oração “Vivia, no entanto, tão desassossegado” relaciona-se com o conjunto de orações coordenadas entre si: “que pedira garantias de vida às autoridades e andava pelas ruas sob a guarda do destacamento policial”. Essas orações introduzem, em relação à primeira, a ideia de consequência.

    ( ) A oração “cujo caráter conhecia” relaciona-se unicamente com a anterior, “receando qualquer atentado por parte da esposa”, à qual se liga por meio do pronome relativo cujo. Pode, inclusive, ser retirada do enunciado, sem prejuízo de seu conteúdo. Essa retirada, entretanto, enfraquece a enunciação.

    ( ) A oração “receando qualquer atentado por parte da esposa”, liga-se, ainda, à primeira oração, “Vivia, no entanto, tão desassossegado”, e introduz uma ideia de concessão.

    ( ) A primeira oração, “Vivia, no entanto, tão desassossegado” é a oração principal das orações que com ela se relacionam e para ela funcionam como termo sintático. Por outro lado, a oração “receando qualquer atentado por parte da esposa” é oração principal para a oração “cujo caráter conhecia”, que lhe serve como termo sintático, adjunto adnominal.


    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 82c38e42-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Análise sintática

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Observe o que se diz sobre o período seguinte: “Na última década do século passado, entre os tipos populares da cidade de Fortaleza, capital do Ceará, minha terra natal, andava uma velha desgrenhada, farrapenta e suja, que a molecada perseguia com chufas, a que ela replicava com os piores doestos deste mundo.” (linhas 1-7).


    I. A preposição “entre”, em “entre os tipos populares de Fortaleza”, poderia ser substituída por “em meio a”.

    II. Em “capital do Ceará, minha terra natal”, há dois apostos. Podemos entender que os dois explicitam “cidade de Fortaleza”, ou que o segundo explicita “capital do Ceará”. No segundo caso, teremos um aposto dentro de outro aposto.

    III. Dentro do contexto, poderíamos substituir o artigo indefinido uma, em “uma velha desgrenhada”, pelo artigo definido a.


    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão 82bc044e-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Análise sintática

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Reflita sobre os enunciados transcritos e o que se diz sobre eles.


    I. “estava eu de supor que contemplava na mendiga semitrôpega a figura central duma tragédia real e dum romance destinado a certa celebridade literária” (linhas 18-22). A construção sintática “estava eu de supor” não é comum no português brasileiro contemporâneo. Atualmente, evitaríamos esse torneio sintático e o reduziríamos: (Eu) estava supondo ou (Eu) supunha.

    II. “O que até recentemente se não sabia sobre este livro notável é que não passa de uma história romanceada com a maior fidelidade possível aos elementos humanos, sociais e paisagísticos da realidade.” (linhas 26-30) A posição do pronome oblíquo átono em “até recentemente se não sabia sobre este livro notável” recebe o nome de apossínclise e está em desuso no português brasileiro contemporâneo. Nesse caso, se usaria a próclise: até recentemente não se sabia sobre este livro notável.

    III. “Sua figura acurvada e encanecida me impressionava” (linhas16-17); “sem bulha nem matinada, dela se afastou” (linhas 41-42). Nesses casos, o enunciador emprega a próclise. No português do Brasil, atualmente, há preferência pela ênclise, assim sendo, hoje, esses enunciados teriam a seguinte estrutura: Sua figura acurvada e encanecida impressionava-me; sem bulha nem matinada, dela afastou-se.


    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão 82b8510a-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Pontuação

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Atente para as aspas que marcam os enunciados entre as linhas 64 e 72 e o que se diz sobre elas.


    I. Expressam que o direito de falar é concedido a outro enunciador que não aquele que até o momento tinha a palavra.

    II. Como não remetem a um sujeito preciso, somente asseguram que o enunciado não é mais do enunciador que antes tinha a palavra, o qual se exime das responsabilidades sobre o dito.

    III. Indicam que o que é dito pelo segundo enunciador é paradoxal, está à margem da opinião comum.


    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão 82b3774b-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Figuras de Linguagem

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Leia o enunciado seguinte e atente ao que é dito sobre ele: “Tinha terminado de cumprir sua pena na cadeia pública e andava assim de léu em léu, sem teto e sem destino, como um resto de naufrágio açoitado pelo mar” (linhas 13-16).


    I. As expressões “andava assim de léu em léu”, “sem teto e sem destino” e “como um resto de naufrágio açoitado pelo mar” são de certa forma redundantes, mas formam uma gradação cujo clímax dá ênfase ao estado em que se encontra Lessa.

    II. Há, no enunciado, uma metáfora que aproxima a velha Lessa dos destroços de um naufrágio.

    III. A comparação do enunciado reúne em si as duas expressões anteriores e enfatiza a situação de abandono e a falta de perspectiva em que vive a velha Lessa.


    Está correto o que se diz somente em

    Escolha uma alternativa para a questão 82a5d6b9-af
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    Espanhol

    Segunda Noticia

     El británico Norman Hammond, del instituto McDonald para la investigación arqueológica de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y profesor emérito en la Universidad de Boston, es una de las máximas autoridades mundiales en el mundo maya en general y en los yacimientos de Belice, en particular. No en vano Hammond trabajó desde 1970 hasta 2002 en varios lugares del país centroamericano. Aún atónito por la noticia de la destrucción de una pirámide milenaria por excavadoras de una empresa constructora, que buscaba grava para arreglar una carretera, Hammond cuenta por correo electrónico a EL PAÍS la importancia de Nohmul, el lugar arqueológico donde se produjo la demolición. “Nohmul, que significa El gran montículo, fue llamado así por su pirámide principal, que se elevó más de un centenar de metros por encima del suelo y era visible desde kilómetros de distancia. Ahora, el templo occidental, el segundo más importante de la ciudad, ha sido arrasado por un empresario local para construir caminos en el pueblo cercano de Douglas. Las fotografías satelitales muestran que el edificio casi ha desaparecido. Nohmul tenía aún muchos secretos que contarnos. Es una tragedia para Belice y para la erudición, en general”, cuenta. Periódico EL PAÍS. Madrid, 15/05/2013. 
    La forma “contarnos" (línea 56) trae el pronombre pospuesto. Es un caso obligatorio de énclisis. Además del infinitivo, ¿qué otros dos tiempos también obligan la posposición del pronombre?
    Escolha uma alternativa para a questão 52a006ec-16
  • Linguagens

    Espanhol

    Segunda Noticia

     El británico Norman Hammond, del instituto McDonald para la investigación arqueológica de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y profesor emérito en la Universidad de Boston, es una de las máximas autoridades mundiales en el mundo maya en general y en los yacimientos de Belice, en particular. No en vano Hammond trabajó desde 1970 hasta 2002 en varios lugares del país centroamericano. Aún atónito por la noticia de la destrucción de una pirámide milenaria por excavadoras de una empresa constructora, que buscaba grava para arreglar una carretera, Hammond cuenta por correo electrónico a EL PAÍS la importancia de Nohmul, el lugar arqueológico donde se produjo la demolición. “Nohmul, que significa El gran montículo, fue llamado así por su pirámide principal, que se elevó más de un centenar de metros por encima del suelo y era visible desde kilómetros de distancia. Ahora, el templo occidental, el segundo más importante de la ciudad, ha sido arrasado por un empresario local para construir caminos en el pueblo cercano de Douglas. Las fotografías satelitales muestran que el edificio casi ha desaparecido. Nohmul tenía aún muchos secretos que contarnos. Es una tragedia para Belice y para la erudición, en general”, cuenta. Periódico EL PAÍS. Madrid, 15/05/2013. 
    La forma verbal “ha sido" (línea 51) está en el
    Escolha uma alternativa para a questão 51958553-16
  • Linguagens

    Espanhol

    Segunda Noticia

     El británico Norman Hammond, del instituto McDonald para la investigación arqueológica de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y profesor emérito en la Universidad de Boston, es una de las máximas autoridades mundiales en el mundo maya en general y en los yacimientos de Belice, en particular. No en vano Hammond trabajó desde 1970 hasta 2002 en varios lugares del país centroamericano. Aún atónito por la noticia de la destrucción de una pirámide milenaria por excavadoras de una empresa constructora, que buscaba grava para arreglar una carretera, Hammond cuenta por correo electrónico a EL PAÍS la importancia de Nohmul, el lugar arqueológico donde se produjo la demolición. “Nohmul, que significa El gran montículo, fue llamado así por su pirámide principal, que se elevó más de un centenar de metros por encima del suelo y era visible desde kilómetros de distancia. Ahora, el templo occidental, el segundo más importante de la ciudad, ha sido arrasado por un empresario local para construir caminos en el pueblo cercano de Douglas. Las fotografías satelitales muestran que el edificio casi ha desaparecido. Nohmul tenía aún muchos secretos que contarnos. Es una tragedia para Belice y para la erudición, en general”, cuenta. Periódico EL PAÍS. Madrid, 15/05/2013. 
    De acuerdo con el texto, el Profesor Norman Hammond
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6d2ee7-16
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    Espanhol

                                                            Primera Noticia

    Un equipo de investigadores de Gran Bretaña y Canadá acaba de hacer público el descubrimiento del agua más antigua del mundo. Está a dos km y medio bajo la superficie de Ontario y ha permanecido inalterada y sin contacto alguno con el exterior durante al menos 1.500 millones de años (podría llegar a 2.640 millones de años). El agua, en la que abundan los elementos químicos necesarios para la vida, dará nuevas pistas sobre cómo ésta surgió en nuestro planeta, y posiblemente en otros. El trabajo se publica hoy en Nature. Estas reservas de agua, dicen los investigadores, podrían incluso contener alguna forma de vida, ya que tienen todos los elementos necesarios para ello. Pero no solo eso. En efecto, las rocas que la mantienen atrapada son muy parecidas a las de Marte, lo que reaviva las esperanzas de encontrar vida bajo la superficie del Planeta Rojo. El hallazgo podría obligar a cambiar las ideas establecidas sobre qué lugares de nuestro propio mundo son aptos para la vida, así como ofrecer nuevas pistas sobre cómo pueden desarrollarse y evolucionar microorganismos en condiciones de completo aislamiento. Periódico ABC. Madrid, 15/05/2013. 
    Sobre las palabras “equipo" (línea 1) y “agua" (línea 9) podemos afirmar con seguridad que
    Escolha uma alternativa para a questão 4c51dfb4-16
  • Linguagens

    Espanhol

                                                            Primera Noticia

    Un equipo de investigadores de Gran Bretaña y Canadá acaba de hacer público el descubrimiento del agua más antigua del mundo. Está a dos km y medio bajo la superficie de Ontario y ha permanecido inalterada y sin contacto alguno con el exterior durante al menos 1.500 millones de años (podría llegar a 2.640 millones de años). El agua, en la que abundan los elementos químicos necesarios para la vida, dará nuevas pistas sobre cómo ésta surgió en nuestro planeta, y posiblemente en otros. El trabajo se publica hoy en Nature. Estas reservas de agua, dicen los investigadores, podrían incluso contener alguna forma de vida, ya que tienen todos los elementos necesarios para ello. Pero no solo eso. En efecto, las rocas que la mantienen atrapada son muy parecidas a las de Marte, lo que reaviva las esperanzas de encontrar vida bajo la superficie del Planeta Rojo. El hallazgo podría obligar a cambiar las ideas establecidas sobre qué lugares de nuestro propio mundo son aptos para la vida, así como ofrecer nuevas pistas sobre cómo pueden desarrollarse y evolucionar microorganismos en condiciones de completo aislamiento. Periódico ABC. Madrid, 15/05/2013. 
    En cuanto al estado del agua, los investigadores afirman que
    Escolha uma alternativa para a questão 4ae67624-16
  • Linguagens

    Espanhol

                                                            Primera Noticia

    Un equipo de investigadores de Gran Bretaña y Canadá acaba de hacer público el descubrimiento del agua más antigua del mundo. Está a dos km y medio bajo la superficie de Ontario y ha permanecido inalterada y sin contacto alguno con el exterior durante al menos 1.500 millones de años (podría llegar a 2.640 millones de años). El agua, en la que abundan los elementos químicos necesarios para la vida, dará nuevas pistas sobre cómo ésta surgió en nuestro planeta, y posiblemente en otros. El trabajo se publica hoy en Nature. Estas reservas de agua, dicen los investigadores, podrían incluso contener alguna forma de vida, ya que tienen todos los elementos necesarios para ello. Pero no solo eso. En efecto, las rocas que la mantienen atrapada son muy parecidas a las de Marte, lo que reaviva las esperanzas de encontrar vida bajo la superficie del Planeta Rojo. El hallazgo podría obligar a cambiar las ideas establecidas sobre qué lugares de nuestro propio mundo son aptos para la vida, así como ofrecer nuevas pistas sobre cómo pueden desarrollarse y evolucionar microorganismos en condiciones de completo aislamiento. Periódico ABC. Madrid, 15/05/2013. 
    Después de la lectura de la noticia, podemos afirmar con seguridad que
    Escolha uma alternativa para a questão 49db3917-16
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T 

        SPEAKING two languages rather than just one has obvious practical benefits in an increasingly globalized world. But in recent years, scientists have begun to show that the advantages of bilingualism are even more fundamental than being able to converse with a wider range of people. Being bilingual, it turns out, makes you smarter. It can have a profound effect on your brain, improving cognitive skills not related to language and even shielding against dementia in old age. 

         This view of bilingualism is remarkably different from the understanding of bilingualism through much of the 20th century. Researchers, educators and policy makers long considered a second language to be an interference, cognitively speaking, that hindered a child’s academic and intellectual development. 
        They were not wrong about the interference: there is ample evidence that in a bilingual’s brain both language systems are active even when he is using only one language, thus creating situations in which one system obstructs the other. But this interference, researchers are finding out, isn’t so much a handicap as a blessing in disguise. It forces the brain to resolve internal conflict, giving the mind a workout that strengthens its cognitive muscles. 
        Bilinguals, for instance, seem to be more adept than monolinguals at solving certain kinds of mental puzzles. In a 2004 study by the psychologists Ellen Bialystok and Michelle MartinRhee, bilingual and monolingual preschoolers were asked to sort blue circles and red squares presented on a computer screen into two digital bins — one marked with a blue square and the other marked with a red circle. 
        In the first task, the children had to sort the shapes by color, placing blue circles in the bin marked with the blue square and red squares in the bin marked with the red circle. Both groups did this with comparable ease. Next, the children were asked to sort by shape, which was more challenging because it required placing the images in a bin marked with a conflicting color. The bilinguals were quicker at performing this task. 
        The collective evidence from a number of such studies suggests that the bilingual experience improves the brain’s so-called executive function — a command system that directs the attention processes that we use for planning, solving problems and performing various other mentally demanding tasks. These processes include ignoring distractions to stay focused, switching attention willfully from one thing to another and holding information in mind — like remembering a sequence of directions while driving.
        Why does the tussle between two simultaneously active language systems improve these aspects of cognition? Until recently, researchers thought the bilingual advantage stemmed primarily from an ability for inhibition that was honed by the exercise of suppressing one language system: this suppression, it was thought, would help train the bilingual mind to ignore distractions in other contexts. But that explanation increasingly appears to be inadequate, since studies have shown that bilinguals perform better than monolinguals even at tasks that do not require inhibition, like threading a line through an ascending series of numbers scattered randomly on a page.
        The key difference between bilinguals and monolinguals may be more basic: a heightened ability to monitor the environment. “Bilinguals have to switch languages quite often — you may talk to your father in one language and to your mother in another language,” says Albert Costa, a researcher at the University of PompeuFabra in Spain. “It requires keeping track of changes around you in the same way that we monitor our surroundings when driving.” In a study comparing German-Italian bilinguals with Italian monolinguals on monitoring tasks, Mr. Costa and his colleagues found that the bilingual subjects not only performed better, but they also did so with less activity in parts of the brain involved in monitoring, indicating that they were more efficient at it. 
        The bilingual experience appears to influence the brain from infancy to old age (and there is reason to believe that it may also apply to those who learn a second language later in life). 
        In a 2009 study led by Agnes Kovacs of the International School for Advanced Studies in Trieste, Italy, 7-month-old babies exposed to two languages from birth were compared with peers raised with one language. In an initial set of trials, the infants were presented with an audio cue and then shown a puppet on one side of a screen. Both infant groups learned to look at that side of the screen in anticipation of the puppet. But in a later set of trials, when the puppet began appearing on the opposite side of the screen, the babies exposed to a bilingual environment quickly learned to switch their anticipatory gaze in the new direction while the other babies did not. 
        Bilingualism’s effects also extend into the twilight years. In a recent study of 44 elderly Spanish-English bilinguals, scientists led by the neuropsychologist Tamar Gollan of the University of California, San Diego, found that individuals with a higher degree of bilingualism — measured through a comparative evaluation of proficiency in each language — were more resistant than others to the onset of dementia and other symptoms of Alzheimer’s disease: the higher the degree of bilingualism, the later the age of onset.
        Nobody ever doubted the power of language. But who would have imagined that the words we hear and the sentences we speak might be leaving such a deep imprint? 

    Source: www.nytimes.com

    Choose the alternative that correctly fills the blanks in the following question.
    In the sentence John said, “I broke my foot during a tennis match.”, the reported/indirect speech of the sentence is: John said that he______________ his foot during a tennis match.
    Escolha uma alternativa para a questão f370fd53-b8